O site está parado [e eu devia estar dormindo] mas eu tinha que repostar isso. Sou eu. [tirando a parte sobre roupas e de não ser uma garota].
Roubado de Sarah's Scribbles.
(Via: Nerd Approved)
[Mudei-me faz 1 ano e minha sala até hoje não tem sofá (nem TV, nem mesinha), mas tem 2 estantes de livros - e tem outra no meu quarto. Leio uns 4 livros por mês e, nesse ritmo, tenho livros não-lidos para os próximos 15 anos. Só ano passado comprei 130. Metade importados. Esse ano já comprei 24. Já abstraí. Não tem moral da história.]
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Anáguas vs Evil Dead and Morty
Duas [viraram 4] recomendações rápidas [que estou tentando* ressuscitar o blog e não posso (ainda) me dar ao luxo de perder 3 horas (ou mais) fazendo uma só postagem].
[* = fiz 4 postagens essa semana, mas 2 estão em rascunho ainda... isso que mata]
Título: Anáguas a Bordo (Operation Petticoat)
Duração: 2h04min -- Ano: 1959 -- Em cores.
[sem link pra trailer, que trailer americano antigo é quase tão ruim quanto trailer brasileiro.]
De: Blake Edwards (de Um Convidado Bem Trapalhão, os filmes da Pantera Cor-de-Rosa e vários outros clássicos)
Com: Cary Grant, Tony Curtis, Joan O'Brien, Dina Merrill e Arthur O'Connell.
De bobeira no sofá pela manhã, sento para ler o jornal e ligo a TV para fazer trilha sonora - e de repente teria algo interessante passando [reprise de algum Trato Feito que eu não tivesse visto?] e eu leria o jornal durante os comerciais. Esbarro numa cena de filme velho, piadinha boba mas boa... sorrisinho nos lábios. Seguro o olhar mais um pouco, outra piadinha boba. E o sorrisinho besta continua. E parecia ser num submarino... e eu costumo gostar [e digo isso como margem de erro, porque não estou lembrando de nenhum que não tenha gostado] de filmes de submarino. Olho que horas começou o filme... menos de 10 minutos antes... resolvo segurar a atenção mais um pouco.
E puta que pariu! Gostei. E depois de ter visto o filme, fui pesquisar, e não é uma opinião desbocada exclusivamente minha. O filme fez tanto sucesso de público e crítica, que virou até série de TV - mas com menos sucesso neste caso, mesmo tendo no elenco o Gomez Addams, agora em cores.
A história: submarino precisando de consertos acaba tendo que levar, a tiracolo, um oficial almofadinha e trambiqueiro. Este por sua vez, na próxima parada, promete para 5 enfermeiras militares que o submarino as daria carona também. Dada a situação delas (únicas ocidentais na ilha), o capitão reclama, mas aceita. E daí em diante vemos a viagem do submarino problemático, com o capitão sério, o oficial engomadinho e uma tripulação de homens com 5 mulheres num espaço apertado.
E esta provavelmente é a descrição mais sem graça que já fiz de um filme. [mas não quero pensar muito nisso, para não perder muito tempo e não postar] Mas é uma comédia, podem acreditar. Tem até um porco a bordo uma hora. [não que eu tenha alguma predileção por piadas envolvendo porcos...] [por falar nisso, no dia seguinte estava passando os dois Babe - O Porquinho na TV também... filmes absurdamente bons! Coloquem suas crianças para ver!]
O Anáguas não é um filme maravilhoso, claro, mas não é como as merdas de comédias atuais, que tentam te fazer gargalhar com uma piada que fracassa absurdamente, e aí ficam sem assunto até a piada miserável seguinte. [mas existem comédias boas atualmente, claro, e ruins em todas as épocas também] Foram duas horas extremamente agradáveis, em que eu não queria perder nenhuma cena.
Nada no filme foi bombástico, divertidaço, nem nada estrondoso... Mas foram duas horas com um sorrisinho bobo na cara, despreocupado com o mundo, vendo um filme sem encheções de lingüiça. Só um monte de piadinhas bem comportadas (ok, um bem leve machismo em algumas, mas o filme é velho e os personagens estão em plena 2ª Guerra Mundial e numa força armada) sem parar por toda a duração. E, para melhorar, muita coisa ali foi baseada em fatos reais. Como o submarino ser pintado na cor que foi numa dada cena. Ou a cena em que o torpedo erra o alvo. Se bem que esta, no mundo real, o torpedo não subiu a areia. Mas um pouco de absurdo não afeta, é uma comédia. (quem quiser só ver esta cena para entender, está na abertura do seriado). E fica aqui a primeira recomendação, com um texto que ficou muito mais longo do que estava planejado. [putz, 40 minutos gastos até aqui - ok, com parada para salvar o cartaz, ver trailer no Youtube e etc, mas a idéia era levar tudo isso na postagem inteira... E enquanto digito isso, ainda nem coloquei os dados do filme (atores, ano, etc), então considera aí que só daqui para cima foi-se 1 hora de postagem...]
Por falar em cartaz... Tenho que comentar... Isso acima é a frente do DVD e cacetes voadores!!!, quem foi o estagiário de merda que fez aquela nuvem da direita? E quem foi o chefe duplamente fecal que aprovou?? Caso não tenha entendido, olhe melhor... A imagem está pequena mas o absurdo é gigante. Se continuou sem entender, olhe esta imagem aqui. O sujeito até conseguiu disfarçar bem recriando o topo do quepe do cara mais novo. Notei que era montagem só depois de ter visto e capa do DVD americano e visto que lá a imagem era cortada, aí voltei e prestei atenção - e a águia era idêntica, no brilho e tudo. E ficou ruim a nuvem de baixo, mas ela eu só reparei depois... Porque a nuvem de cima é tão absurdamente ruim, que abafa todo o resto. O cara só repetiu o pedaço e foda-se! Piorando... Existe a imagem completa, naturalmente mais larga. Se queriam mais espaço por algum motivo... Era só pegar a porcaria da imagem original, com o resto da nuvem! [ou fazer direito!] Mas ok, ok... Só queria desabafar. Passou. [e lá se foram mais 15 minutos...]
PS: não aparecem anáguas no filme.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Título: Ash vs. Evil Dead
Duração: 10 episódios de 25 min (1ª temporada)
Ano: 2015 -- Trailer
Com: Bruce Campbell (de Bubba Ho-Tep, este comercial e My Name Is Bruce), Ray Santiago (de O Preço do Amanhã), Dana DeLorenzo (de nada que eu conheça), Jill Marie Jones (idem) e Lucy Lawless (de Xena, a Princesa Guerreira e Battlestar Galactica).
Lembram do meu desgosto pela porcaria de 2 anos atrás? Então... Usando uma falsa-expressão (porque não existe em português real, apenas em filmes mal dublados): "É disso que eu estava falando!" [muito pior que essa é quando dublam "no final do dia, o que importa etc, etc" sendo que em português a expressão é "no final das contas", nunca "do dia". Nenhum ser humano brasileiro jamais falou "no final do dia" neste sentido] [e se falou não é mais humano! pode matar e acabar com o sofrimento dele.]
Mas voltando ao assunto, Ash vs Evil Dead é uma seqüência à altura aos filmes originais! Eles tiveram que ignorar o 3º filme por alguma questão legal, mas se você considerar o final alternativo dele (o do mercadinho, do "Hail to the King, Baby!"), a série continua encaixando perfeitamente na trilogia. É a mesma quantidade de sangue e humor cretino que tanta falta fizeram no episódio final de Suburgatory. Aproveitando, para quem nunca viu, o Evil Dead 3 teve um outro final (que hoje chamam de alternativo, mas foi o primeiro que eu vi, não sei como) mais ao estilo "Seus maníacos!": final original.
A história... Bem, não precisa realmente. Se você viu os filme originais, já tem uma idéia. E se não viu, veja e depois se preocupe com a série. Mas digamos que você queira ver a séria e realmente não quer ver os filmes, se seu inglês estiver +/- em dia, tem um resumo dos 3 filmes aqui. Tem outros mais curtos, tem até feito em massinha com gatos... Mas ok, vamos lá: "certo alguém" cai na besteira de ler algumas passagens de um certo Necronomicon, e começa a ser visitado pelos nossos risonhos amigos das profundezas marmorizados do inferno! E ele agora precisa resolver a parada. Junta-se a ele o amigo "mexicano" e a colega gatinha (os três trabalham numa espécie de Casa & Vídeo). E atrás dele vão uma policial (que acha que ele é o culpado pelas mortes que acontecem) [bem... tecnicamente, é sim] e pela Xena por motivos só (não assim tão bem) explicados no final.
Não vou dizer que a série é de altos e baixos... Porque não teve baixos. Até as partes não tão boas, foram, na pior hipótese, medianas. Não sou grande fã do personagem da Lawless no seriado, e acho que no final da temporada deixaram um gancho grande demais. Mas a série foi renovada no meio (se bem que não sei se os episódios já estavam prontos ou não), então estou, tecnicamente, apreensivo sobre como eles vão seguir dali em diante. Mas na prática, como eles não me deixaram na mão nesta temporada, não espero ser decepcionado na próxima. E se o episódio final foi feito depois da renovação, eles têm um plano. [putz... que saudades de Galactica!] [e Babylon 5...] [saudades de ver uma série decente de FC que dure vários anos, na verdade...] [diga-se de passagem, eu não vi todos os episódios das primeiras temporadas de Stargate SG-1. Talvez seja uma idéia rever...]
Mas então, voltando às recomendações... Podem ver. Episódios rápidos e ligeiros de 25 minutos. Muito sangue e Bruce Campbell no alto de sua canastrice.
O que me lembra que acabei nunca fazendo a postagem (nem lembro se está em rascunho ou se não escrevi nada mesmo), mas fica a recomendação também pelo livro ao lado.
"Make Love! The Bruce Campbell Way" é muito divertido e "todo baseado em
fatos reais - exceto as partes que não são". Dele também tenho o "If Chins Could Kill: Confessions of a B Movie Actor", mas não li ainda. E parece ser mais focado no mundo real que o ao lado.
E fechando, só mais dois comentários adicionais. Um deles totalmente irrelevante. Algo que eu não entendi foi o cordão do Pablo (o latino), porque parecia que seria de alguma ajuda, e só ferrou o sujeito... E a menina, ela tem um sotaque parecido com a secretária do Brooklyn Nine-Nine (outra ótima série). Não consegui descobrir de onde é o tal sotaque, mas eu gosto dele. Sei lá.
Por falar nisso [que é só um jeito de começar a frase, porque não tem nenhuma relação com nada e não lembro o que estava pensando entre esses dois parágrafos], lembrei de algo agora... Cacete!! Cancelaram Gravity Falls! Ia até fazer uma postagem no dia que fiquei sabendo... Achei que o encerramento da temporada estava meio estranho, fui pesquisar e ao invés do gancho naquele episódio, terá mais um, fechando tudo. Descobri faz pouco tempo até que Phineas e Ferb também acabou (no começo do ano, até), mas pelo menos durou bastante. Gravity Falls merecia pelo menos mais um ano para fechar redondo a ainda ter alguma folga.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Por falar nisso [AHA! agora faz sentido!], Rick and Morty é espetacular. Tive que me controlar para só ver no máximo 2 episódios por dia. E isso porque só fiquei sabendo que o desenho existia devido a uma abertura dos Simpsons e só lembrei de pesquisar o que era uns meses depois (isso faz uns 2 ou 3 meses). Legal também que comecei a assistir sem pesquisar nada e nem saber o nível de absurdo, FC, referências e até algum drama que a série teria.
E ele é também é uma fonte de boas músicas. Poderia ouvir o "For the Damaged Coda" em loop tranquilamente. [na verdade, ouvi algumas vezes seguidas já sim, inclusive a não-coda, que também toca no link]. E de vez em quando comentário do Youtube serve para alguma coisa... Tu achando "poxa, que legal, gente atual fazendo música de qualidade..." [exagero] e vem o sujeito lá e explica que a música tem 170 ANOS!! :-D
[a tal banda é boa sim, mas essa chupada do Chopin é a melhor deles mesmo]
Outros exemplos [na verdade, essas foram as 3 que me chamaram atenção, e a última eu já conhecia, mas é tudo questão de gosto, vocês podem encontrar outras que prefiram no desenho]: Mazzy Star - Look on Down from the Bridge [o link é para a 2ª melhor cena final do desenho, a primeira é da música acima, mas lá não linkei de propósito, para não entregar a surpresa, nesta aqui não entrega]; e DMX - X Gon Give It To Ya [esta também não entregaria nada, mas a cena com a música é curta].
E é isso, estou me alongando. O desenho tem duas temporadas até agora. Vejam. Vou parar por aqui. Fui! E feliz ano novo para vocês!
[perdi a conta do tempo, porque parei para jantar e ver TV... mas comecei 20:45 e agora são 02:25. "Vou só fazer uma postagem rapidinha..." ele disse. Desgraçado!]
[* = fiz 4 postagens essa semana, mas 2 estão em rascunho ainda... isso que mata]
Título: Anáguas a Bordo (Operation Petticoat)
Duração: 2h04min -- Ano: 1959 -- Em cores.
[sem link pra trailer, que trailer americano antigo é quase tão ruim quanto trailer brasileiro.]
De: Blake Edwards (de Um Convidado Bem Trapalhão, os filmes da Pantera Cor-de-Rosa e vários outros clássicos)
Com: Cary Grant, Tony Curtis, Joan O'Brien, Dina Merrill e Arthur O'Connell.
De bobeira no sofá pela manhã, sento para ler o jornal e ligo a TV para fazer trilha sonora - e de repente teria algo interessante passando [reprise de algum Trato Feito que eu não tivesse visto?] e eu leria o jornal durante os comerciais. Esbarro numa cena de filme velho, piadinha boba mas boa... sorrisinho nos lábios. Seguro o olhar mais um pouco, outra piadinha boba. E o sorrisinho besta continua. E parecia ser num submarino... e eu costumo gostar [e digo isso como margem de erro, porque não estou lembrando de nenhum que não tenha gostado] de filmes de submarino. Olho que horas começou o filme... menos de 10 minutos antes... resolvo segurar a atenção mais um pouco.
E puta que pariu! Gostei. E depois de ter visto o filme, fui pesquisar, e não é uma opinião desbocada exclusivamente minha. O filme fez tanto sucesso de público e crítica, que virou até série de TV - mas com menos sucesso neste caso, mesmo tendo no elenco o Gomez Addams, agora em cores.
A história: submarino precisando de consertos acaba tendo que levar, a tiracolo, um oficial almofadinha e trambiqueiro. Este por sua vez, na próxima parada, promete para 5 enfermeiras militares que o submarino as daria carona também. Dada a situação delas (únicas ocidentais na ilha), o capitão reclama, mas aceita. E daí em diante vemos a viagem do submarino problemático, com o capitão sério, o oficial engomadinho e uma tripulação de homens com 5 mulheres num espaço apertado.
E esta provavelmente é a descrição mais sem graça que já fiz de um filme. [mas não quero pensar muito nisso, para não perder muito tempo e não postar] Mas é uma comédia, podem acreditar. Tem até um porco a bordo uma hora. [não que eu tenha alguma predileção por piadas envolvendo porcos...] [por falar nisso, no dia seguinte estava passando os dois Babe - O Porquinho na TV também... filmes absurdamente bons! Coloquem suas crianças para ver!]
O Anáguas não é um filme maravilhoso, claro, mas não é como as merdas de comédias atuais, que tentam te fazer gargalhar com uma piada que fracassa absurdamente, e aí ficam sem assunto até a piada miserável seguinte. [mas existem comédias boas atualmente, claro, e ruins em todas as épocas também] Foram duas horas extremamente agradáveis, em que eu não queria perder nenhuma cena.
Nada no filme foi bombástico, divertidaço, nem nada estrondoso... Mas foram duas horas com um sorrisinho bobo na cara, despreocupado com o mundo, vendo um filme sem encheções de lingüiça. Só um monte de piadinhas bem comportadas (ok, um bem leve machismo em algumas, mas o filme é velho e os personagens estão em plena 2ª Guerra Mundial e numa força armada) sem parar por toda a duração. E, para melhorar, muita coisa ali foi baseada em fatos reais. Como o submarino ser pintado na cor que foi numa dada cena. Ou a cena em que o torpedo erra o alvo. Se bem que esta, no mundo real, o torpedo não subiu a areia. Mas um pouco de absurdo não afeta, é uma comédia. (quem quiser só ver esta cena para entender, está na abertura do seriado). E fica aqui a primeira recomendação, com um texto que ficou muito mais longo do que estava planejado. [putz, 40 minutos gastos até aqui - ok, com parada para salvar o cartaz, ver trailer no Youtube e etc, mas a idéia era levar tudo isso na postagem inteira... E enquanto digito isso, ainda nem coloquei os dados do filme (atores, ano, etc), então considera aí que só daqui para cima foi-se 1 hora de postagem...]
Por falar em cartaz... Tenho que comentar... Isso acima é a frente do DVD e cacetes voadores!!!, quem foi o estagiário de merda que fez aquela nuvem da direita? E quem foi o chefe duplamente fecal que aprovou?? Caso não tenha entendido, olhe melhor... A imagem está pequena mas o absurdo é gigante. Se continuou sem entender, olhe esta imagem aqui. O sujeito até conseguiu disfarçar bem recriando o topo do quepe do cara mais novo. Notei que era montagem só depois de ter visto e capa do DVD americano e visto que lá a imagem era cortada, aí voltei e prestei atenção - e a águia era idêntica, no brilho e tudo. E ficou ruim a nuvem de baixo, mas ela eu só reparei depois... Porque a nuvem de cima é tão absurdamente ruim, que abafa todo o resto. O cara só repetiu o pedaço e foda-se! Piorando... Existe a imagem completa, naturalmente mais larga. Se queriam mais espaço por algum motivo... Era só pegar a porcaria da imagem original, com o resto da nuvem! [ou fazer direito!] Mas ok, ok... Só queria desabafar. Passou. [e lá se foram mais 15 minutos...]
PS: não aparecem anáguas no filme.
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Título: Ash vs. Evil DeadDuração: 10 episódios de 25 min (1ª temporada)
Ano: 2015 -- Trailer
Com: Bruce Campbell (de Bubba Ho-Tep, este comercial e My Name Is Bruce), Ray Santiago (de O Preço do Amanhã), Dana DeLorenzo (de nada que eu conheça), Jill Marie Jones (idem) e Lucy Lawless (de Xena, a Princesa Guerreira e Battlestar Galactica).
Lembram do meu desgosto pela porcaria de 2 anos atrás? Então... Usando uma falsa-expressão (porque não existe em português real, apenas em filmes mal dublados): "É disso que eu estava falando!" [muito pior que essa é quando dublam "no final do dia, o que importa etc, etc" sendo que em português a expressão é "no final das contas", nunca "do dia". Nenhum ser humano brasileiro jamais falou "no final do dia" neste sentido] [e se falou não é mais humano! pode matar e acabar com o sofrimento dele.]
Mas voltando ao assunto, Ash vs Evil Dead é uma seqüência à altura aos filmes originais! Eles tiveram que ignorar o 3º filme por alguma questão legal, mas se você considerar o final alternativo dele (o do mercadinho, do "Hail to the King, Baby!"), a série continua encaixando perfeitamente na trilogia. É a mesma quantidade de sangue e humor cretino que tanta falta fizeram no episódio final de Suburgatory. Aproveitando, para quem nunca viu, o Evil Dead 3 teve um outro final (que hoje chamam de alternativo, mas foi o primeiro que eu vi, não sei como) mais ao estilo "Seus maníacos!": final original.
A história... Bem, não precisa realmente. Se você viu os filme originais, já tem uma idéia. E se não viu, veja e depois se preocupe com a série. Mas digamos que você queira ver a séria e realmente não quer ver os filmes, se seu inglês estiver +/- em dia, tem um resumo dos 3 filmes aqui. Tem outros mais curtos, tem até feito em massinha com gatos... Mas ok, vamos lá: "certo alguém" cai na besteira de ler algumas passagens de um certo Necronomicon, e começa a ser visitado pelos nossos risonhos amigos das profundezas marmorizados do inferno! E ele agora precisa resolver a parada. Junta-se a ele o amigo "mexicano" e a colega gatinha (os três trabalham numa espécie de Casa & Vídeo). E atrás dele vão uma policial (que acha que ele é o culpado pelas mortes que acontecem) [bem... tecnicamente, é sim] e pela Xena por motivos só (não assim tão bem) explicados no final.
Não vou dizer que a série é de altos e baixos... Porque não teve baixos. Até as partes não tão boas, foram, na pior hipótese, medianas. Não sou grande fã do personagem da Lawless no seriado, e acho que no final da temporada deixaram um gancho grande demais. Mas a série foi renovada no meio (se bem que não sei se os episódios já estavam prontos ou não), então estou, tecnicamente, apreensivo sobre como eles vão seguir dali em diante. Mas na prática, como eles não me deixaram na mão nesta temporada, não espero ser decepcionado na próxima. E se o episódio final foi feito depois da renovação, eles têm um plano. [putz... que saudades de Galactica!] [e Babylon 5...] [saudades de ver uma série decente de FC que dure vários anos, na verdade...] [diga-se de passagem, eu não vi todos os episódios das primeiras temporadas de Stargate SG-1. Talvez seja uma idéia rever...]
Mas então, voltando às recomendações... Podem ver. Episódios rápidos e ligeiros de 25 minutos. Muito sangue e Bruce Campbell no alto de sua canastrice.
O que me lembra que acabei nunca fazendo a postagem (nem lembro se está em rascunho ou se não escrevi nada mesmo), mas fica a recomendação também pelo livro ao lado.
"Make Love! The Bruce Campbell Way" é muito divertido e "todo baseado em
fatos reais - exceto as partes que não são". Dele também tenho o "If Chins Could Kill: Confessions of a B Movie Actor", mas não li ainda. E parece ser mais focado no mundo real que o ao lado.E fechando, só mais dois comentários adicionais. Um deles totalmente irrelevante. Algo que eu não entendi foi o cordão do Pablo (o latino), porque parecia que seria de alguma ajuda, e só ferrou o sujeito... E a menina, ela tem um sotaque parecido com a secretária do Brooklyn Nine-Nine (outra ótima série). Não consegui descobrir de onde é o tal sotaque, mas eu gosto dele. Sei lá.
Por falar nisso [que é só um jeito de começar a frase, porque não tem nenhuma relação com nada e não lembro o que estava pensando entre esses dois parágrafos], lembrei de algo agora... Cacete!! Cancelaram Gravity Falls! Ia até fazer uma postagem no dia que fiquei sabendo... Achei que o encerramento da temporada estava meio estranho, fui pesquisar e ao invés do gancho naquele episódio, terá mais um, fechando tudo. Descobri faz pouco tempo até que Phineas e Ferb também acabou (no começo do ano, até), mas pelo menos durou bastante. Gravity Falls merecia pelo menos mais um ano para fechar redondo a ainda ter alguma folga.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Por falar nisso [AHA! agora faz sentido!], Rick and Morty é espetacular. Tive que me controlar para só ver no máximo 2 episódios por dia. E isso porque só fiquei sabendo que o desenho existia devido a uma abertura dos Simpsons e só lembrei de pesquisar o que era uns meses depois (isso faz uns 2 ou 3 meses). Legal também que comecei a assistir sem pesquisar nada e nem saber o nível de absurdo, FC, referências e até algum drama que a série teria. E ele é também é uma fonte de boas músicas. Poderia ouvir o "For the Damaged Coda" em loop tranquilamente. [na verdade, ouvi algumas vezes seguidas já sim, inclusive a não-coda, que também toca no link]. E de vez em quando comentário do Youtube serve para alguma coisa... Tu achando "poxa, que legal, gente atual fazendo música de qualidade..." [exagero] e vem o sujeito lá e explica que a música tem 170 ANOS!! :-D
[a tal banda é boa sim, mas essa chupada do Chopin é a melhor deles mesmo]
Outros exemplos [na verdade, essas foram as 3 que me chamaram atenção, e a última eu já conhecia, mas é tudo questão de gosto, vocês podem encontrar outras que prefiram no desenho]: Mazzy Star - Look on Down from the Bridge [o link é para a 2ª melhor cena final do desenho, a primeira é da música acima, mas lá não linkei de propósito, para não entregar a surpresa, nesta aqui não entrega]; e DMX - X Gon Give It To Ya [esta também não entregaria nada, mas a cena com a música é curta].
E é isso, estou me alongando. O desenho tem duas temporadas até agora. Vejam. Vou parar por aqui. Fui! E feliz ano novo para vocês!
[perdi a conta do tempo, porque parei para jantar e ver TV... mas comecei 20:45 e agora são 02:25. "Vou só fazer uma postagem rapidinha..." ele disse. Desgraçado!]
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domingo, 27 de dezembro de 2015
Singularidade & Fuga
Título: Astronauta: Singularidade
Continuação de: Astronauta: Magnetar
Autor: Danilo Beyruth -- Editora: Panini
Com personagens de: Maurício de Sousa
Coleção: Graphic MSP (nº 6)
Páginas: 80 -- Ano: 2014
ISBN: 978-85-8368-087-1 -- Tamanho: +/- uma folha A4.
Em versões capa dura e mole. Páginas coloridas.
Pô, entre a última postagem que fiz de uma Graphic MSP e essa, eu li o Lições, e as revistas do Penadinho e do Piteco. [e lembrei que li o Louco outro dia, mas vou aproveitar e tentar falar dele também ao final]. O primeiro é muito bom, o segundo é legal e o terceiro foi um passatempo ok - mesmo porque, não sabia absolutamente nada dos personagens pré-históricos do Maurício, só sabia que existia um casal de gordinhos da época das cavernas, e só.
Mas então, resolvi que ia terminar de ler todos esse ano ainda. São tão finos, que só não li ainda por falta de vergonha na cara. Não quer dizer que vou fazer postagens de todos [é só olhar pra barra lateral que vocês verão que o site tá, assim... como direi... meio parado], mas já que falei do 1º Astronauta, me senti na obrigação de falar do 2º.
E duas coisas que falei na época parece que se confirmaram. Na época, quando estavam saindo as primeiras MSPs, eu achei que cada personagem teria só UMA revista a pronto. Isso tornaria a revista especial. Ou sei lá, não tinha pensado então, mas se fosse o caso ter outra com o mesmo personagem, que fosse outro escritor e desenhista, e sem continuidade. Bem, eu falei lá que aquilo parecia uma "edição nº0", algo para introduzir uma nova revista. E cá estamos, essa é a nº 2 do personagem nesta versão ultimate dele e já sei que vai sair a nº 3. Putz, isso desmerece a coleção na minha cabeça. De novo, se fossem 3 revistas, que fossem com 3 autores e 3 desenhistas e que não fossem seqüênciais.
Outra coisa, realmente, não são quadrinhos para adultos. Claro, "Pavor Espaciar" do Chico Bento não passa nem perto disso, mas nem deveria mesmo. Mas as do Astronauta tentam dar esse ar, sei lá, mas não cola. Confirmando, o Astronauta deste coleção é uma versão dele para pré-adolescentes. A história desse Singularidade eu achei muito fraquinha, sem nada demais para qualquer pessoa que já passou por algumas dezenas de filmes ou livros. [o que eu espero que já ter sido feito por pessoas dos 16 em diante]
A história: o Astronauta está passando por uma avaliação psicológica (devido ao que aconteceu na primeira revista) e a psicóloga está achando que o cara está beirando o colapso. Mas devido a necessidade do enredo o sujeito precisa decolar numa missão conjunta com um americano (o óbvio vilão) e a psicóloga a tiracolo (a óbvia futuro interesse romântico). Aí lá o vilão "descobre" que onde eles foram (pesquisar outra coisa, a tal singularidade do título) tinha uma nave abandonada que ele "por coincidência" resolve ficar estudando. E claro, sendo o vilão [e burro, num nível não esperado para um astronauta treinado - mas a história só tinha 80 páginas para terminar], resolve usar para o mal, com direito à uma armadura meio Doutor Octopus no processo. E depois de uma luta e um beijo, tudo termina bem.
Não é (muito) ruim, mas... Se você não está comprando a coleção inteira por algum tipo de TOC literário [culpado], pode comprar a primeira (que é cheia de clichês, mas bem legal) e pular esta (meramente passável, com clichês no mal sentido). Eles até tentam se redimir com o "discurso" final da doutora, mas meia dúzia de frases a mais não salvam a revista. Depois vou até reouvir o MRG sobre o assunto, que lembro ter ouvido na época, mas não lembro a opinião deles. [ouvi enquanto revisava o texto, eles gostaram.]
Não vou nem colocar links para resenhas externas. São fáceis de achar. O legal é que abri as primeiras 5 ou 6 que o Google me deu e só 1 deles gostou, dando nota máxima. Nas outras, uma diz que a qualidade da revista termina na arte, e outra diz que o que funcionou em Magnetar falhou miseravelmente nesta. Bem, leiam aí, e vejam o que vocês acham, mas achei que foi o ponto fraco de todas as MSPs até o momento. Não li ainda Caminho, Muralha e Lições, mas sei que estarão acima.
Título: Louco: Fuga
Autor: Rogério Coelho -- Editora: Panini
Com personagens de: Maurício de Sousa
Páginas: 80 -- Ano: 2015 -- Graphic MSP nº 10
ISBN: 978-85-4260-289-0
◄ clique na capa para arte completa.
Essa agora... Geralmente quando faço uma postagem falando bem pouco de algo no final, é que o algo é ruim. Desta vez a razão é outra. Fuga é muito bom. Mas eu sou incapaz de discorrer sobre ela. Está acima do meu nível. A história, como é explicada na introdução do Maurício, não é para ser muito bem explicada mesmo, e eles (felizmente) conseguiram. É algo simples, mas bem artístico e fofinho, cheio de metáforas e metalinguagem. Você sente todo um carinho com o personagem que você não sente (mesmo que tenha tido) na revista acima. Se tiverem que comprar apenas uma dessas duas, não pensem duas vezes e comprem Louco: Fuga em dobro.
A história: o sujeito, que circula entre o mundo "real" (do personagens da Turma da Mônica, eu quero dizer) e o mundo da fantasia (vamos dizer assim), precisa libertar um passarinho porque... bem, porque sim. [infelizmente, não estou com a revista por perto agora, mas acho que realmente não é explicado] O pássaro foi preso pelos Guardiões do Silêncio, que são algum tipo de inimigos da imaginação, criados por um autor qualquer anterior. No processo de fugir dos guardiões, saltando entre mundos imaginados, ele encontra a turminha e ainda presta homenagem a algumas outras versões. Isso tudo em meio a uma história que, quando não é composta apenas pelas belíssimas imagens, é basicamente um monólogo.
É uma história meio maluca (louca, se preferirem), mas combinou perfeitamente. Aquele tipo de coisa que você não precisa entender tudo, mas gosta de tudo que leu e termina feliz por tê-lo feito. A arte está maravilhosa e o enredo é de uma graça e delicadeza que, enquanto não lançarem uma MSP do Horácio (que eu torço que tenha algum dia e terei gigantescas expectativas caso aconteça), talvez seja o ponto alto da série.
[ATUALIZAÇÃO em 1/Jan/16]: Pronto! Li todas. Laços, Lições e Louco são as melhores realmente (ordem alfabética). E a Singularidade é mesmo a mais fraca. Com boa margem.
Continuação de: Astronauta: Magnetar
Autor: Danilo Beyruth -- Editora: Panini
Com personagens de: Maurício de Sousa
Coleção: Graphic MSP (nº 6)
Páginas: 80 -- Ano: 2014
ISBN: 978-85-8368-087-1 -- Tamanho: +/- uma folha A4.
Em versões capa dura e mole. Páginas coloridas.
Pô, entre a última postagem que fiz de uma Graphic MSP e essa, eu li o Lições, e as revistas do Penadinho e do Piteco. [e lembrei que li o Louco outro dia, mas vou aproveitar e tentar falar dele também ao final]. O primeiro é muito bom, o segundo é legal e o terceiro foi um passatempo ok - mesmo porque, não sabia absolutamente nada dos personagens pré-históricos do Maurício, só sabia que existia um casal de gordinhos da época das cavernas, e só.
Mas então, resolvi que ia terminar de ler todos esse ano ainda. São tão finos, que só não li ainda por falta de vergonha na cara. Não quer dizer que vou fazer postagens de todos [é só olhar pra barra lateral que vocês verão que o site tá, assim... como direi... meio parado], mas já que falei do 1º Astronauta, me senti na obrigação de falar do 2º.
E duas coisas que falei na época parece que se confirmaram. Na época, quando estavam saindo as primeiras MSPs, eu achei que cada personagem teria só UMA revista a pronto. Isso tornaria a revista especial. Ou sei lá, não tinha pensado então, mas se fosse o caso ter outra com o mesmo personagem, que fosse outro escritor e desenhista, e sem continuidade. Bem, eu falei lá que aquilo parecia uma "edição nº0", algo para introduzir uma nova revista. E cá estamos, essa é a nº 2 do personagem nesta versão ultimate dele e já sei que vai sair a nº 3. Putz, isso desmerece a coleção na minha cabeça. De novo, se fossem 3 revistas, que fossem com 3 autores e 3 desenhistas e que não fossem seqüênciais.
Outra coisa, realmente, não são quadrinhos para adultos. Claro, "Pavor Espaciar" do Chico Bento não passa nem perto disso, mas nem deveria mesmo. Mas as do Astronauta tentam dar esse ar, sei lá, mas não cola. Confirmando, o Astronauta deste coleção é uma versão dele para pré-adolescentes. A história desse Singularidade eu achei muito fraquinha, sem nada demais para qualquer pessoa que já passou por algumas dezenas de filmes ou livros. [o que eu espero que já ter sido feito por pessoas dos 16 em diante]
A história: o Astronauta está passando por uma avaliação psicológica (devido ao que aconteceu na primeira revista) e a psicóloga está achando que o cara está beirando o colapso. Mas devido a necessidade do enredo o sujeito precisa decolar numa missão conjunta com um americano (o óbvio vilão) e a psicóloga a tiracolo (a óbvia futuro interesse romântico). Aí lá o vilão "descobre" que onde eles foram (pesquisar outra coisa, a tal singularidade do título) tinha uma nave abandonada que ele "por coincidência" resolve ficar estudando. E claro, sendo o vilão [e burro, num nível não esperado para um astronauta treinado - mas a história só tinha 80 páginas para terminar], resolve usar para o mal, com direito à uma armadura meio Doutor Octopus no processo. E depois de uma luta e um beijo, tudo termina bem.
Não é (muito) ruim, mas... Se você não está comprando a coleção inteira por algum tipo de TOC literário [culpado], pode comprar a primeira (que é cheia de clichês, mas bem legal) e pular esta (meramente passável, com clichês no mal sentido). Eles até tentam se redimir com o "discurso" final da doutora, mas meia dúzia de frases a mais não salvam a revista. Depois vou até reouvir o MRG sobre o assunto, que lembro ter ouvido na época, mas não lembro a opinião deles. [ouvi enquanto revisava o texto, eles gostaram.]
Não vou nem colocar links para resenhas externas. São fáceis de achar. O legal é que abri as primeiras 5 ou 6 que o Google me deu e só 1 deles gostou, dando nota máxima. Nas outras, uma diz que a qualidade da revista termina na arte, e outra diz que o que funcionou em Magnetar falhou miseravelmente nesta. Bem, leiam aí, e vejam o que vocês acham, mas achei que foi o ponto fraco de todas as MSPs até o momento. Não li ainda Caminho, Muralha e Lições, mas sei que estarão acima.
Título: Louco: Fuga
Autor: Rogério Coelho -- Editora: Panini
Com personagens de: Maurício de Sousa
Páginas: 80 -- Ano: 2015 -- Graphic MSP nº 10
ISBN: 978-85-4260-289-0
◄ clique na capa para arte completa.
Essa agora... Geralmente quando faço uma postagem falando bem pouco de algo no final, é que o algo é ruim. Desta vez a razão é outra. Fuga é muito bom. Mas eu sou incapaz de discorrer sobre ela. Está acima do meu nível. A história, como é explicada na introdução do Maurício, não é para ser muito bem explicada mesmo, e eles (felizmente) conseguiram. É algo simples, mas bem artístico e fofinho, cheio de metáforas e metalinguagem. Você sente todo um carinho com o personagem que você não sente (mesmo que tenha tido) na revista acima. Se tiverem que comprar apenas uma dessas duas, não pensem duas vezes e comprem Louco: Fuga em dobro.
A história: o sujeito, que circula entre o mundo "real" (do personagens da Turma da Mônica, eu quero dizer) e o mundo da fantasia (vamos dizer assim), precisa libertar um passarinho porque... bem, porque sim. [infelizmente, não estou com a revista por perto agora, mas acho que realmente não é explicado] O pássaro foi preso pelos Guardiões do Silêncio, que são algum tipo de inimigos da imaginação, criados por um autor qualquer anterior. No processo de fugir dos guardiões, saltando entre mundos imaginados, ele encontra a turminha e ainda presta homenagem a algumas outras versões. Isso tudo em meio a uma história que, quando não é composta apenas pelas belíssimas imagens, é basicamente um monólogo.
É uma história meio maluca (louca, se preferirem), mas combinou perfeitamente. Aquele tipo de coisa que você não precisa entender tudo, mas gosta de tudo que leu e termina feliz por tê-lo feito. A arte está maravilhosa e o enredo é de uma graça e delicadeza que, enquanto não lançarem uma MSP do Horácio (que eu torço que tenha algum dia e terei gigantescas expectativas caso aconteça), talvez seja o ponto alto da série.
[ATUALIZAÇÃO em 1/Jan/16]: Pronto! Li todas. Laços, Lições e Louco são as melhores realmente (ordem alfabética). E a Singularidade é mesmo a mais fraca. Com boa margem.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Entardecer dos Mortos
Resumindo: vão lá e apoiem! Falta pouco tempo. Um amigo me mandou o link do Jovem Nerd/NerdNews (Entardecer dos Mortos é uma HQ sobre um zumbi vendedor de sabonetes), fiquei curioso... E aí... Ok, dei meu dinheiro. Na verdade não dei, porque não é doação. Se a revista não sair, o dinheiro volta. Então... Vão lá vocês também e comprem. Esse blog tem pouca visita, mas não custa nada tentar um comercialzinho aqui também. E sim, assumo, eu não sou um divulgador de projetos nacionais nem nada, é só porque eu estou apoiando e quero que ele termine a revista. (rs!) Mas ok, apoio é apoio. E o tempo tá passando. Ainda há várias opções, desde R$ 10 até R$ 150. Se você é fã de zumbis, quadrinhos [putz! e cadê o volume 2 do A Última Bailarina? Mas um problema de cada vez... ], ou só quer dar um apoio aos quadrinistas brasileiros... Clique no link acima ou em qualquer figura desta postagem!
[ATUALIZAÇÃO em 2/Jan/16]: a revista acabou saindo e li hoje. Legal. Não gostei do final ser tão em aberto quanto foi e acho que o cara conseguiria fácil o financiamento para uma futura edição nº 2 sem precisar ter apelado para uma reviravolta de última hora e um gancho barato. Mas ok, a revista foi legal, é bem acabada, a arte é boa e a história é divertida. Tudo pelo que paguei. Então estou tranquilo. Se virem vocês agora para conseguirem ler. (rs!)
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
O Mundo Sombrio, de Robert E. Howard
Bem, como eu sempre tento dar uma força para os lançamentos da Clock Tower (o site completo está fora do ar, tem o Facebook enquanto isso) [que são caros, mas com pouca tiragem não tem muito jeito] então, cá estamos, com mais um [que já comprei]. Mas é tarde e quero dormir, então vou só copiar-e-colar o email deles! [não deu certo... tive que acertar a formatação na mão, ficou tudo ferrado só colando direto... tentei reproduzir o melhor que deu o email original]
Eu sempre fui meio purista. Jornada ou Guerra nas Estrelas só vale o que passou na TV ou cinema, por ex. Conan só vale o que o Howard escreveu. E... mitos de Cthulhu só vale o que o Lovecraft botou a mão! Mas... Junta dois caras que eu tenho respeito... [e ainda por cima vindo da Clock Tower] eu tenho que ter esse livro. Vai para pilha... Vou acabar lendo só daqui a 10 anos... Mas já foi! Já paguei. [e podem confiar neles vocês também.]
Então, sem mais delongas, comercial gratuito:
(dúvidas, erros de português, vírus, roubo do cartão de crédito, extração de rins e acordar numa banheira de gelo, ou qualquer coisa... falem com eles! tem o email no texto, minha participação termina neste parêntese aqui: --->)
Olá! Tudo bem?
Ontem tive a oportunidade de fazer ao vivo, junto a alguns dos membros do time Clock Tower, o lançamento AO VIVO da nossa campanha do "O Mundo Sombrio" (você pode assistir aqui). Agora você já pode adquirir seus exemplares do livro!
Dentre os melhores de contos de Robert E. Howard sobre os Mitos de Cthulhu, esta é a lista de obras deste livro incrível (e inédito em português):
O livro contará ainda com uma série de EXTRAS, como é tradição nos livros produzidos pela Clock Tower. Dentre os principais, podemos citar:
Então, NÃO PERCA TEMPO! Adquira o seu livro o quanto antes (CLIQUE AQUI).
A campanha se encerrá no dia 08 de novembro, mas o quanto antes você puder adquirir, melhor! Como você bem sabe, e como foi todos os projetos da Clock Tower até aqui, é o dinheiro arrecado na pré-venda que nos permite produzir os livros sob demanda para nossos leitores. Assim, quanto mais rápido atingirmos nossa meta (1.000 livros vendidos! o/ ), mais rápido poderemos terminar o livro, produzirmos e enviarmos para todos os colaboradores.
Vale lembrar que nós trabalhamos produzindo livros "de fãs para fãs", então a sua ajuda é muito importante. Ajude a compartilhar esta novidade entre seus amigos, em seus sites e blogs, e da forma que puder. Toda a ajuda é bem vinda e muito necessária para que possamos alcançar mais pessoas.
Assim, se você ainda não adquiriu seus exemplares (recomendamos seriamente adquirir mais de um, pois não há garantia de uma segunda edição), aproveite AGORA:
Contamos com vocês!
Se tiverem qualquer dúvida ou qualquer problema, bastaresponder este e-mail, ok? [escreva para: editoraclocktower arroba gmail ponto com]
Grande abraço!
Edu Costa
Marketing - Editora Clock Tower
Eu sempre fui meio purista. Jornada ou Guerra nas Estrelas só vale o que passou na TV ou cinema, por ex. Conan só vale o que o Howard escreveu. E... mitos de Cthulhu só vale o que o Lovecraft botou a mão! Mas... Junta dois caras que eu tenho respeito... [e ainda por cima vindo da Clock Tower] eu tenho que ter esse livro. Vai para pilha... Vou acabar lendo só daqui a 10 anos... Mas já foi! Já paguei. [e podem confiar neles vocês também.]
Então, sem mais delongas, comercial gratuito:
(dúvidas, erros de português, vírus, roubo do cartão de crédito, extração de rins e acordar numa banheira de gelo, ou qualquer coisa... falem com eles! tem o email no texto, minha participação termina neste parêntese aqui: --->)
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Olá! Tudo bem?
Ontem tive a oportunidade de fazer ao vivo, junto a alguns dos membros do time Clock Tower, o lançamento AO VIVO da nossa campanha do "O Mundo Sombrio" (você pode assistir aqui). Agora você já pode adquirir seus exemplares do livro!
Aproveite e garanta seu livro agora mesmo:
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Dentre os melhores de contos de Robert E. Howard sobre os Mitos de Cthulhu, esta é a lista de obras deste livro incrível (e inédito em português):
The Black Stone
The Children of the Night
The Haunter of the Ring
Arkham (poema)
Dig Me No Grave
The Fire of Asshurbanipal
The Thing on the Roof
"The Shadow Kingdom" (1929)
"The Gods of Bal-Sagoth" (1931)
"Worms of the Earth" (1936)
"People of the Dark" (1932)
Bell of Morni (poema)
The Little People
The Black Bear Bites
The Children of the Night
The Haunter of the Ring
Arkham (poema)
Dig Me No Grave
The Fire of Asshurbanipal
The Thing on the Roof
"The Shadow Kingdom" (1929)
"The Gods of Bal-Sagoth" (1931)
"Worms of the Earth" (1936)
"People of the Dark" (1932)
Bell of Morni (poema)
The Little People
The Black Bear Bites
O livro contará ainda com uma série de EXTRAS, como é tradição nos livros produzidos pela Clock Tower. Dentre os principais, podemos citar:
- Uma rica introdução de S.T. Joshi, considerado a maior autoridade hoje na obra de H. P. Lovecraft;
- Prefácio de Rochett Tavares, escritor e estudioso brasileiro da obra de Robert E. Howard;
- Biografia completa do Robert E. Howard escrita por Rusty Burke, principal biógrafo do autor;
- Ilustrações internas de Leander Moura, autor da capa de O Rei de Amarelo e aclamado ilustrador de temas relacionados aos Mitos de Cthulhu;
- Um raro texto do próprio H.P. Lovecraft em memória de Robert E. Howard;
- Seu nome no livro, como colaborador;
- E muito mais!
Então, NÃO PERCA TEMPO! Adquira o seu livro o quanto antes (CLIQUE AQUI).
A campanha se encerrá no dia 08 de novembro, mas o quanto antes você puder adquirir, melhor! Como você bem sabe, e como foi todos os projetos da Clock Tower até aqui, é o dinheiro arrecado na pré-venda que nos permite produzir os livros sob demanda para nossos leitores. Assim, quanto mais rápido atingirmos nossa meta (1.000 livros vendidos! o/ ), mais rápido poderemos terminar o livro, produzirmos e enviarmos para todos os colaboradores.
Vale lembrar que nós trabalhamos produzindo livros "de fãs para fãs", então a sua ajuda é muito importante. Ajude a compartilhar esta novidade entre seus amigos, em seus sites e blogs, e da forma que puder. Toda a ajuda é bem vinda e muito necessária para que possamos alcançar mais pessoas.
Assim, se você ainda não adquiriu seus exemplares (recomendamos seriamente adquirir mais de um, pois não há garantia de uma segunda edição), aproveite AGORA:
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Se tiverem qualquer dúvida ou qualquer problema, basta
Grande abraço!
Edu Costa
Marketing - Editora Clock Tower
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segunda-feira, 27 de julho de 2015
Atualizações fora de ordem
Incrível! Consegui tirar uma postagem de rascunho! Então, mantendo a promessa de avisar, cá está a atualização fora de ordem de hoje:
● All You Need Is Kill & No Limite do Amanhã
Filme e livro resenhados, postado em maio/2014.
● All You Need Is Kill & No Limite do Amanhã
Filme e livro resenhados, postado em maio/2014.
domingo, 26 de julho de 2015
Canção Norstrilia / Song from Norstrilia
" To be me, is it right, is it good?
To go on, when the others have stood -
To the gate, through the door, past the wall,
Between this and the nothing-at-all.
It is cold, it is me, in the out.
I am true, I am me, in the lone.
Such silence leaves room for no doubt.
It is brightness unbroken by tone.
To be me, it is strange, it is true.
Shall I lie? To be them, to have peace?
Will I know, can I tell, when I'm through?
Do I stop when my troubles must cease?
If the wall isn't glass, isn't there
If it's real but compounded of air,
Am I lost if I go where I go
Where I'm me? I am yes. Am I no?
To be me, is it right, is it so?
Can I count on my brain, on my eye?
Will I be you or be her by and bye?
Are they true, all these things that I know?
You are mad, in the wall. On the out,
I'm alone and as sane as the grave.
Do I fall, do I lose what I save?
Am I me, if I echo your shout?
I have gone to a season of time....
Out of thought, out of life, out of rhyme.
If I come to be you, do I lose
The chance to be me if I choose? "
Do livro "Norstrilia", de Cordwainer Smith.
Postado só porque gostei.
Do livro "Norstrilia", de Cordwainer Smith.
Postado só porque gostei.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Monstros 2
Título original: Monsters: Dark Continent
E só. Vai ter mais dados do que isso não.
'bora resumir logo? Que filme merda!
Eu ouvi as pessoas reclamaram... Vi gente falando mal... Vi as poucas estrelinhas em tudo que é site, mas... Nerd teimoso duma figa... Com tanto filme para ver, resolve ver justo esse. [Nausicaä, seu FDP! até hoje tu não viu Nausicaä!!!]
[ATUALIZAÇÃO: não confundir com Universidade Monstros (o "Monstros S.A 2"), outra coisa que teria sido melhor ver do que este.]
Aprendam com meus erros criancinhas. Vejam o 1º. NÃO VEJAM o 2º.
Parece que o cara queria fazer um filme cabeça sobre traumas de guerra (dessas modernas, no deserto e com gente de turbante), mas viu que não ia prestar. E aí pensou: "Putz! Já sei!! ET's gigantes ao fundo!!!" Mas... Não... Não deu certo.
O trailer com o poeminha foi bem legal, o poster é interessante... E eu NÃO esperava um filme de montros, porque o 1º filme não era isso. Mas... Não foi. Não sei o que poderiam ter feito, mas para fazer aquilo... Não.... Nã-nã-nã-não!
E vejam bem, parece que estou usando psicologia reversa ou fazendo suspense para deixar vocês curiosos. Mas não. É só sono mesmo. O filme realmente foi ruim no sentido de ruim, chato e desperdício de tempo.
Monstros legais. Adorei o "passarinho". Muito cut-cut. E os gigantões ficaram interessantes. Mas se é só para ver monstros legais por 30 segundos, vai no Devianart.
É isso. Esse filme não me motiva a fazer uma postagem melhor não. Com tanta postagem rascunhada pelo meio de coisa muito melhor... Eu devia estar colocando uma delas no ar. Mas eu achei o filme tão ruim, que tive que comentar. [parece, mas o site não morreu! eu que troquei de emprego e estou com menos tempo ainda! porque desgraça nunca vem sozinha... mudança... reforma que só deu problema... e deu cupim... e aí emprego novo que, só de sacanagem, ficou mais longe ainda agora. HA!]
[ah, e nos finais de semana, no tempo que sobra, fico com preguiça de viver e fico jogando Dying Light (que não é tão bom quanto dizem ou parece, mas é bem legal para jogar quando você está com preguiça de pensar e só quer ficar de bobeira batendo em zumbi com a chave inglesa ou vendo quantos tu consegue incendiar de uma só vez - e aí tu vai fazendo as missões só como desculpa para correr no meio dos zumbis e recomeçar) ou Divinity: Original Sin! (esse sim, bem legal, cheguei a perder 1 hora só para matar 3 flores. É sério. Mas tinha virado pessoal. rs!!!) Muito bons!] [E FALLOUT 4 ANUNCIADO! IÚ-RRÚ!!! Agora falta o S.T.A.L.K.E.R. 3 também!!] [Half-Life 2 Episódio 3 eu já desisti...Virou o novo Duke Nukem Forever.]
[ATUALIZAÇÃO: é S.T.A.L.K.E.R. 2, e não 3. Ou até 4, se numerássemos todos os originais. Eu esqueci que o Clear Sky existia, foi o mais fraquinho deles.]
Voltando ao filme, nem falei da história... Toma, tem uma breve resenha aqui. Não fala muito da história também, mas é que é pouca mesmo.
E para verem como o filme foi ruim, perdi mais tempo agora no Youtube vendo vídeos com as músicas do Nausicaä (muito bom, pena que não achei um bom vídeo com a original) e metade da postagem é falando sobre jogos de computador... Filme muito ruim.
E com esse eloqüente testemunho cinematográfico fechando o texto, vou dormir agora!
E só. Vai ter mais dados do que isso não.
'bora resumir logo? Que filme merda!
Eu ouvi as pessoas reclamaram... Vi gente falando mal... Vi as poucas estrelinhas em tudo que é site, mas... Nerd teimoso duma figa... Com tanto filme para ver, resolve ver justo esse. [Nausicaä, seu FDP! até hoje tu não viu Nausicaä!!!]
[ATUALIZAÇÃO: não confundir com Universidade Monstros (o "Monstros S.A 2"), outra coisa que teria sido melhor ver do que este.]
Aprendam com meus erros criancinhas. Vejam o 1º. NÃO VEJAM o 2º.
Parece que o cara queria fazer um filme cabeça sobre traumas de guerra (dessas modernas, no deserto e com gente de turbante), mas viu que não ia prestar. E aí pensou: "Putz! Já sei!! ET's gigantes ao fundo!!!" Mas... Não... Não deu certo.
O trailer com o poeminha foi bem legal, o poster é interessante... E eu NÃO esperava um filme de montros, porque o 1º filme não era isso. Mas... Não foi. Não sei o que poderiam ter feito, mas para fazer aquilo... Não.... Nã-nã-nã-não!
E vejam bem, parece que estou usando psicologia reversa ou fazendo suspense para deixar vocês curiosos. Mas não. É só sono mesmo. O filme realmente foi ruim no sentido de ruim, chato e desperdício de tempo.
Monstros legais. Adorei o "passarinho". Muito cut-cut. E os gigantões ficaram interessantes. Mas se é só para ver monstros legais por 30 segundos, vai no Devianart.
É isso. Esse filme não me motiva a fazer uma postagem melhor não. Com tanta postagem rascunhada pelo meio de coisa muito melhor... Eu devia estar colocando uma delas no ar. Mas eu achei o filme tão ruim, que tive que comentar. [parece, mas o site não morreu! eu que troquei de emprego e estou com menos tempo ainda! porque desgraça nunca vem sozinha... mudança... reforma que só deu problema... e deu cupim... e aí emprego novo que, só de sacanagem, ficou mais longe ainda agora. HA!]
[ah, e nos finais de semana, no tempo que sobra, fico com preguiça de viver e fico jogando Dying Light (que não é tão bom quanto dizem ou parece, mas é bem legal para jogar quando você está com preguiça de pensar e só quer ficar de bobeira batendo em zumbi com a chave inglesa ou vendo quantos tu consegue incendiar de uma só vez - e aí tu vai fazendo as missões só como desculpa para correr no meio dos zumbis e recomeçar) ou Divinity: Original Sin! (esse sim, bem legal, cheguei a perder 1 hora só para matar 3 flores. É sério. Mas tinha virado pessoal. rs!!!) Muito bons!] [E FALLOUT 4 ANUNCIADO! IÚ-RRÚ!!! Agora falta o S.T.A.L.K.E.R. 3 também!!] [Half-Life 2 Episódio 3 eu já desisti...Virou o novo Duke Nukem Forever.]
[ATUALIZAÇÃO: é S.T.A.L.K.E.R. 2, e não 3. Ou até 4, se numerássemos todos os originais. Eu esqueci que o Clear Sky existia, foi o mais fraquinho deles.]
Voltando ao filme, nem falei da história... Toma, tem uma breve resenha aqui. Não fala muito da história também, mas é que é pouca mesmo.
E para verem como o filme foi ruim, perdi mais tempo agora no Youtube vendo vídeos com as músicas do Nausicaä (muito bom, pena que não achei um bom vídeo com a original) e metade da postagem é falando sobre jogos de computador... Filme muito ruim.
E com esse eloqüente testemunho cinematográfico fechando o texto, vou dormir agora!
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Assassination Classroom
Eu adoro os japoneses! Sempre falo isso.
Não importa o quão bizarro soe, ou tão merda que pareça, eles fazem e que se dane!
E pelo que entendi o filme abaixo já tem até a continuação garantida.
Mas ok, assumo, não fui parar no trailer totalmente por acidente sem saber o que é isso... [mas o fato de ter um trailer live-action foi um susto, sim] Eu estou lendo o quadrinho [mangá, se preferirem. mas se reclamarem eu chamo de gibi] e está bem legal. O anime também, mas depois de testar com os primeiros episódios, resolvi que prefiro fazer o certo: primeiro o original, depois a adaptação. Então fico atrasando assistir porque já sei o que vai acontecer. Todavia... Foi ter visto o 1º episódio que me deu aquele estalo de "Ok... Fiquei intrigado... vou ler essa porra." [comercial gratuito para a Comix.com.br porque eles enviam muito bem embalado] [já a Panini... não sei, porque eles tiveram a idéia idiota de só poder assinar essa revista assinando outra junto...]
Ah, a história... Resumindo bem: o bicho amarelo acima destrói a Lua e fala que a Terra será a próxima em 1 ano. A não ser que consigam matá-lo. E aí ele resolve ser professor de uma turma de colégio onde, além de carinhosamente ensinar matemática, literatura, etc, para um bando de adolescentes problemáticos (que ele matará em 1 ano...) e "junto a essa turminha do barulho, se meter em incríveis confusões", ele também as ensina técnicas de assassinato, para que elas melhor tentem matá-lo (daí o nome da franquia).
Faz todo sentido do mundo.
OBS: o filme já foi até lançado, faz mais de mês! [eu tô virando um nerd de meia tijela... já não sei de nada que acontece]
E para dar créditos a quem é devido: Matando Robôs Gigantes nº 233 onde ouvi falar disto a primeira vez. Mas foi só pelo embalo de ouvir na seqüência, tanto que só este ano que resolvi dar uma olhada - e só lembrei porque estava no embalo de crianças assassinas após ter assistido o Angel Beats [que tem uma postagem curta ainda em rascunho...]. Podem assistir esse também, já fechou. Início, meio e fim em 13 episódios. Este não lembro onde conheci. Acho que foi no AMV Hell igual a Haruhi.
E é isso. Recomendações rápidas só para aproveitar o embalo do susto que levei com o trailer acima. Bom divertimento.
Não importa o quão bizarro soe, ou tão merda que pareça, eles fazem e que se dane!
E pelo que entendi o filme abaixo já tem até a continuação garantida.
Mas ok, assumo, não fui parar no trailer totalmente por acidente sem saber o que é isso... [mas o fato de ter um trailer live-action foi um susto, sim] Eu estou lendo o quadrinho [mangá, se preferirem. mas se reclamarem eu chamo de gibi] e está bem legal. O anime também, mas depois de testar com os primeiros episódios, resolvi que prefiro fazer o certo: primeiro o original, depois a adaptação. Então fico atrasando assistir porque já sei o que vai acontecer. Todavia... Foi ter visto o 1º episódio que me deu aquele estalo de "Ok... Fiquei intrigado... vou ler essa porra." [comercial gratuito para a Comix.com.br porque eles enviam muito bem embalado] [já a Panini... não sei, porque eles tiveram a idéia idiota de só poder assinar essa revista assinando outra junto...]
Ah, a história... Resumindo bem: o bicho amarelo acima destrói a Lua e fala que a Terra será a próxima em 1 ano. A não ser que consigam matá-lo. E aí ele resolve ser professor de uma turma de colégio onde, além de carinhosamente ensinar matemática, literatura, etc, para um bando de adolescentes problemáticos (que ele matará em 1 ano...) e "junto a essa turminha do barulho, se meter em incríveis confusões", ele também as ensina técnicas de assassinato, para que elas melhor tentem matá-lo (daí o nome da franquia).
Faz todo sentido do mundo.
OBS: o filme já foi até lançado, faz mais de mês! [eu tô virando um nerd de meia tijela... já não sei de nada que acontece]
E para dar créditos a quem é devido: Matando Robôs Gigantes nº 233 onde ouvi falar disto a primeira vez. Mas foi só pelo embalo de ouvir na seqüência, tanto que só este ano que resolvi dar uma olhada - e só lembrei porque estava no embalo de crianças assassinas após ter assistido o Angel Beats [que tem uma postagem curta ainda em rascunho...]. Podem assistir esse também, já fechou. Início, meio e fim em 13 episódios. Este não lembro onde conheci. Acho que foi no AMV Hell igual a Haruhi.
E é isso. Recomendações rápidas só para aproveitar o embalo do susto que levei com o trailer acima. Bom divertimento.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Ninji'n loves you, yeah!
Mil cacetes voadores!!
Eu já tinha ficado chocado outra vez, em descobrir que algumas músicas eram versões (postagem "Cacete!", em Outubro de 2013), mas agora foi demais!
Estava a esmo no Youtube, depois de ver o tal fanime do Tie Figther (link) que foi assunto umas semanas atrás (que por sua vez é a versão longa de um que foi assunto uns anos atrás) [comentário: gostei mais da música da versão curta], fiquei rolando entre sugestões, apareceu Macross, resolvi reouvir a musiquinha da cenoura (o título desta postagem e primeiro vídeo abaixo) [e que vocês podem imaginar, com razão, que eu gosto, pois é a terceira vez que ela aparece no blog]; e aí resolvi clicar numa versão ao vivo dela (segundo vídeo); e por absoluta falta do que fazer numa Páscoa modorrenta... Resolvi ler os comentários!
<< Interrupção explicativa: "ニンジーン Loves you yeah!" ('a cenoura ama você!') é uma musiquinha que toca no desenho Macross Frontier, quando a personagem principal - que sonha ser cantora - só consegue emprego cantando o jingle de um horti-fruti. Macross Frontier é uma (a melhor) das continuações do Macross original, que é mais conhecido por aqui pela versão-crioulo-doido "Robotech". E voltando na musiquinha, todo mundo que gosta do desenha gosta dela. Eu adoro. Nas palavras de uma fã exagerada "Megumi singing Ninjin loves you ya! gave me diabetes XD" >> Continuando com a postagem original agora...
Ainda estou chocado com o terceiro vídeo!
Parei tudo na hora para vir postar. [por "tudo" entendam "assistir Youtube sonolentamente"] Pior que eu conhecia a France Gall, já ouvi muita coisa dela, mas não essa! [hora de ouvir mais.] [e pensando agora, ela tem a maior cara de anime também.]
CHOCADO!
Seguem os vídeos. Primeiro os "originais" e depois a "revelação"!
1) Versão "comercial de TV" (curta):
Versão "ao vivo" no desenho (longa): link (letra e tradução aqui)
2) Versão ao vivo de verdade:
(não consegui achar o link do show em Budokan, mas a versão abaixo é boa também)
3) France Gall, "Poupée de cire, poupée de son":
(curiosidade: essa música foi a campeã do Eurovision de 1965)
Ok... Mas aí, depois de ter feito a postagem e perdido um bom tempo procurando versões melhores dos vídeos - e aí vendo outros num ciclo quase sem fim [e feito umas experiências com o HTML da postagem que não deram certo também], é que eu descubro que a canção acima é baseada numa sonata de Beethoven, que talvez seja de onde realmente veio a idéia para a musiquinha da cenoura. A Yoko Kanno (responsável pela trilha de Macross) é pianista (dentre outros instrumentos, ela toca até acordeon) e deve ter uma excelente formação clássica.
Bem... Não sei e não achei nada conclusivo [e já perdi tempo demais nisso. rs!!!]. Mas ser inspirado por Beethoven é menos chocante do que ter tirado idéia de uma cantora francesa... (por mais que goste de ambos)
De qualquer jeito, ouvindo a sonata inteira enquanto terminava a postagem... Acho que ela pegou inspiração da France Gall mesmo, porque o máximo de vagamente parecido que achei foram rapidos pedacinhos entre 15 e 16 minutos e no começo do 18º.
Mas não deixa de ter sido interessante. E eu conheci novas músicas. E vocês ganharam uma postagem com 5 links musicais. [mais um de brinde] E um desenho de Guerra nas Estrelas. Nada mal. Todo mundo saiu lucrando.
Eu já tinha ficado chocado outra vez, em descobrir que algumas músicas eram versões (postagem "Cacete!", em Outubro de 2013), mas agora foi demais!
Estava a esmo no Youtube, depois de ver o tal fanime do Tie Figther (link) que foi assunto umas semanas atrás (que por sua vez é a versão longa de um que foi assunto uns anos atrás) [comentário: gostei mais da música da versão curta], fiquei rolando entre sugestões, apareceu Macross, resolvi reouvir a musiquinha da cenoura (o título desta postagem e primeiro vídeo abaixo) [e que vocês podem imaginar, com razão, que eu gosto, pois é a terceira vez que ela aparece no blog]; e aí resolvi clicar numa versão ao vivo dela (segundo vídeo); e por absoluta falta do que fazer numa Páscoa modorrenta... Resolvi ler os comentários!
<< Interrupção explicativa: "ニンジーン Loves you yeah!" ('a cenoura ama você!') é uma musiquinha que toca no desenho Macross Frontier, quando a personagem principal - que sonha ser cantora - só consegue emprego cantando o jingle de um horti-fruti. Macross Frontier é uma (a melhor) das continuações do Macross original, que é mais conhecido por aqui pela versão-crioulo-doido "Robotech". E voltando na musiquinha, todo mundo que gosta do desenha gosta dela. Eu adoro. Nas palavras de uma fã exagerada "Megumi singing Ninjin loves you ya! gave me diabetes XD" >> Continuando com a postagem original agora...
Ainda estou chocado com o terceiro vídeo!
Parei tudo na hora para vir postar. [por "tudo" entendam "assistir Youtube sonolentamente"] Pior que eu conhecia a France Gall, já ouvi muita coisa dela, mas não essa! [hora de ouvir mais.] [e pensando agora, ela tem a maior cara de anime também.]
CHOCADO!
Seguem os vídeos. Primeiro os "originais" e depois a "revelação"!
1) Versão "comercial de TV" (curta):
Versão "ao vivo" no desenho (longa): link (letra e tradução aqui)
2) Versão ao vivo de verdade:
(não consegui achar o link do show em Budokan, mas a versão abaixo é boa também)
(curiosidade: essa música foi a campeã do Eurovision de 1965)
Ok... Mas aí, depois de ter feito a postagem e perdido um bom tempo procurando versões melhores dos vídeos - e aí vendo outros num ciclo quase sem fim [e feito umas experiências com o HTML da postagem que não deram certo também], é que eu descubro que a canção acima é baseada numa sonata de Beethoven, que talvez seja de onde realmente veio a idéia para a musiquinha da cenoura. A Yoko Kanno (responsável pela trilha de Macross) é pianista (dentre outros instrumentos, ela toca até acordeon) e deve ter uma excelente formação clássica.
Bem... Não sei e não achei nada conclusivo [e já perdi tempo demais nisso. rs!!!]. Mas ser inspirado por Beethoven é menos chocante do que ter tirado idéia de uma cantora francesa... (por mais que goste de ambos)
De qualquer jeito, ouvindo a sonata inteira enquanto terminava a postagem... Acho que ela pegou inspiração da France Gall mesmo, porque o máximo de vagamente parecido que achei foram rapidos pedacinhos entre 15 e 16 minutos e no começo do 18º.
Mas não deixa de ter sido interessante. E eu conheci novas músicas. E vocês ganharam uma postagem com 5 links musicais. [mais um de brinde] E um desenho de Guerra nas Estrelas. Nada mal. Todo mundo saiu lucrando.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
O Destino de Júpiter
Título original: Jupiter Ascending
Duração: 2h07min -- Ano: 2014 -- Trailer / outro trailer
De: Andy & Lana Wachowski (de Matrix, V de Vingança e A Viagem [cuja resenha acabei de descobrir que está em rascunho desde 2013! aqui no site! putz!]) [supermini resenha de A Viagem: mesmo não sendo kardecista, gostei muito]
Com: Mila Kunis (de That 70's Show, O Livro de Eli, Ted e Oz), Channing Tatum (do novo Anjos da Lei, A Legião Perdida, Magic Mike [ele é o Mike] e A Toda Prova), Sean Bean (o Boromir e o Ned Stark) [e aí? será que dessa vez ele morre de novo?], Eddie Redmayne (o Stephen Hawking no A Teoria de Tudo) [sorte dos filmes terem sido lançados quase ao mesmo tempo, que assim ninguém vai lembrar dele nesse aqui], Douglas Booth (um dos filhos do Noé), Tuppence Middleton (de várias séries de TV desconhecidas e pontas em filmes que não vi), Doona Bae (de A Viagem) e Charlotte Beaumont. [ok, essas duas últimas aparecem bem menos que outras pessoas no filme, mas eu tenho uma queda por olhos puxados e a filha do Sean Bean no filme é muito bonitinha.]
Taí! Fui esperando ver um filme bem space opera, com um quê kitsch [brega!] à lá Flash Gordon e... foi o que recebi!
Ainda não li resenhas do filme por aí, então essa não está contaminada... E depois de ter visto o filme não imagino qual seja a birra que se armou contra ele. Ou porque o filme foi atrasado e tudo. Eu gostei muito. Ok... Mila Kunis + Naves Espaciais... Eu não precisava de mais nada!
Voltando ao assunto, eu gostei do filme. Belíssimas naves, que me fizeram pensar muito no filme de Duna (e um pouco nos do Ridick). Um universo de "FC feudal" (novamente, estilo Duna) [eu também pensei na Casta dos Metabarões, mas a verdade é que não sei como o universo deles funciona. Nunca li nada a respeito, mas tinha vontade. De qualquer jeito, pensei neles.] [Indevidamente, provavelmente]. Talvez até um quê de Barbarella [assumo, pensei nisso só por causa das asas]. Não sei. Também pensei no Cidade das Sombras quando a cidade foi reformada.
Isso significa que o filme tem tanto clichê que você pode encontrar referências para qualquer coisa? Provavelmente!! E MUITO! Mas não necessariamente é uma coisa ruim. Desde que as referências tragam bos ou divertidas lembranças, tá valendo!
O filme criou um universo [ou fingiu criar, soltando palavras soltas e sem história por trás... mas, isso não importa de verdade - "assim é, se lhe parece"] que ao mesmo tempo que me deu uma vontade doida de saber muito mais sobre aqueles mundos, ler livros no mesmo universo ou mais filmes... a história é redonda e terminou muito bem ali.
Bem, muito bem não, eu podia ter ficado sem a última cena. Aqueles 2 segundinhos finais da mulher patinando na direção da tela. Que tivesse parado um instante antes, com ela patinando "pro pôr do sol". Melhor. Mas sim, isso sou eu fazendo picuinha com um detalhe ridículo de, realmente, 2 segundos num filme de 2 horas. Ok. Próximo assunto.
Continuação? Não pesquisei ainda se vai ter ou não [estou digitando isso no Bloco de Notas, porque se eu abrir o navegador, vou começar a querer pesquisar antes de terminar de digitar, e estou aproveitando que não fazia nada no site faz muito tempo, e digitando rápido, para não perder o embalo]. Mas então... Ganchos para isso, ficaram. Dois [e eles são parentes] Mas pela birra que tenho ouvido do filme [de repente foi mal nas exibições de teste, depois eu descubro] ele provavelmente foi um fracasso de renda. Mas, de novo, ao mesmo tempo que eu acharia divertido, não precisa. Foi um romancesinho espacial redondo. Tem lá seus buraquinhos de roteiro, e personagens que aparecem e somem à toa [a irmã e o trio de mercenários, senti falta deles novamente no filme], mas satisfez. Fico esperando pela versão do diretor, porque esse filme parece ter sido bem picotado na edição. [comentário solto: o planeta da irmã parece Naboo]
Dúvida solta: como diabos, num universo de humanos espalhados pela galáxia inteira, o cara (o Tatum) rastreou a mulher? Veja bem, se alguém tivesse dito "Vai na Terra, que com certeza está lá", eu até poderia entender. Mas, baseado no que vimos em tela, o cara precisou identificá-la entre todos os planetas DA GALÁXIA! (talvez várias, nem sei).
Ah, Robotech! Voltando a falar de possíveis referências e das naves, eu sempre imaginei como seria se fizessem um filme de Macross em respeito às naves pessoais. [tá, o link anterior foi zuação, esses dois são decentes: Macross original e Macross Frontier] Eu acho que filme resolveu isso muito bem, os "batalhóides" deles deram uma boa solução para algo que voa como caça e tem forma de robô com asas depois. Não fica num formato de F-15 [Strike Eagle II! joguinho divertido dos velhos tempos], mas ok, não se pode ter tudo. Gostei da solução do filme das coisas ficarem flutuando em volta ao invés de tudo ter dobradiça.
A arte do filme está muito boa. Novamente, o visual feudal no espaço de que tanto gosto. Lembrei agora da nave de vidro daquele filme da Disney. [Buraco Negro] O filme foi só passável para a época, mas a nave do vilão, voando no espaço como uma catedral.. era muito bonita. Quem fez a direção de arte desse filme... Quero num futuro filme de Duna! [sim, eu gosto muito de Duna] Só evitem fazer um novo "Planeta Museu de Bilbao". [era o que parecia o primeiro planeta que aparece no Júpiter]
E quer dizer que os dinossauros evoluíram para gárgulas? Então...
Próximo assunto.
A propósito, a história, né? Sempre bom, para quem não viu:
Rainha do espaço "reencarna"(*) numa terráquea e os filhos dela não querem que ela seja reconhecida como tal - para não perderem suas fatias da herança ou, o inverso, pegar eles a fatia que seria dela de volta - que é o nosso bom e velho planeta Terra. E aí temos mercenários espaciais tentando sequestrá-la ou matá-la. Um pouquinho de complexo de Estocolmo [na verdade não, isso eu achei divertido, dela ter partida pra cima. pô, mulherada também pode dar o primeiro passo].
(*) Como? Mas como diabos uma sociedade evoluída aceitaria coincidência genética como base legal para devolução de posses e títulos?!? Sim, porque se ainda fosse uma sociedade religiosa e a "reencarnada" tivesse direito à seus antigos bens porque "O Deus-do-Espaço falou assim!". Ok. Cada um segue a igreja alienígena que preferir. Mas... Não era o caso, era puramente genética mesmo no filme!
E claro, ela é reseqüestrada, temos batalha, depois outra. Muita ação sem câmera lenta [tem um pouco, mas na maioria tu fica meio atordoado mesmo, o que é bem legal] E aí beijinho e todo mundo feliz.
Sim, não é um filme com dramas e sacrifícios finais. Todo mundo termina bem. [quer dizer, menos o vilão] Sessão da Tarde! Romance, "ciência" sem sentido, visuais coloridos e malucos e muita explosão. Seus filhos podem ver. O máximo que aparece "de errado" é uma bunda. Tem também uma rápida traição no filme e ela é resolvido ao estilo Dolph Lundgren no Mercernários: "Porra cara, tu tentou me matar. Que vacilo", "Foi mal, aê.", "Beleza então. Vamos jantar." Sem grandes melodramas sobre quebra de confiança, tudo resolvido na amizade em 3 segundos a pronto. [quem é homem sabe: muitas discussões são resolvidas antes da DR-masculina sequer começar com um mero "Ah, foda-se. Vamos esquecer isso."]
E ela limpando banheiro no final do filme? Porra! Não faz sentido algum! A "reencarnação passada" deixou a Terra no testamento, mas nenhuma conta bancária? Nem sequer um mero colar de diamantes-espaciais que pudesse ser vendido? Sim, sim, tem toda aquela coisa fofinha de "E depois de toda essa aventura... Juju aprendeu a não reclamar da vida!". Não concordo, mas aceito. [mas ainda não faz muito sentido.]
O filme tem também piadas soltas e uma seqüência inteira (que não sei se encaixou realmente no filme, mas eu gostei) [eu sou estranho] da personagem e o protetor num tipo de "fórum espacial" cuja utilidade foi... nenhuma. Mero humor com um visual que parecia que eu estava num quadrinho do Moebius.
Eu recomendo. Visualmente muito bonito. A Mila melhora qualquer coisa. O Tatum com cara de elfo marciano... Errrr... bizarro, mas não incomoda. E a trama é uma clichêsada da boa. Duas horas divertidas com muita correria e explosão. [adorei a cena de batalha em volta da torre da igreja] Boa forma de fechar um dia.
[Atualização: sim, o filme foi um fracaso de bilheteria. Pena.]
[Outra atualização: cacilda! a cena do "fórum" é com o Terry Gilliam e é uma homenagem ao filme Brazil! Ha! Agora sim! Faz sentido. [ainda que continue achando a cena deslocada]]
E acabei de notar que eu gosto do estilo dos Wachowskis. Todos os últimos fracassos de bilheteria deles são filmes que eu sempre defendo. :)
Ah, e vi uma boa descrição do filme por aí: "conto de fadas sci-fi!". Encaixa.
E algumas resenhas alternativas:
Cinema com Rapadura: A rendição dos Wachowskis
-- Eu concordo com tudos que eles dizem, mas... gostei mesmo assim.
Tor.com: "Jupiter Ascending is a bad movie."
-- Que, educadamente, esculhamba o filme todo. Mas... mesmo caso acima.
Tor.com de novo, agora gostando: "We need more movies like this one!"
Ou, se você já ficou cansado de ter lido a minha resenha e está com saco apenas para mais uma, leia esta, que é curtinha e concorda comigo no esquema de "danem-se os furos, foi muito divertido":
FangirlNation: "As a whole, this movie was ridiculously entertaining."
Duração: 2h07min -- Ano: 2014 -- Trailer / outro trailer
De: Andy & Lana Wachowski (de Matrix, V de Vingança e A Viagem [cuja resenha acabei de descobrir que está em rascunho desde 2013! aqui no site! putz!]) [supermini resenha de A Viagem: mesmo não sendo kardecista, gostei muito]
Com: Mila Kunis (de That 70's Show, O Livro de Eli, Ted e Oz), Channing Tatum (do novo Anjos da Lei, A Legião Perdida, Magic Mike [ele é o Mike] e A Toda Prova), Sean Bean (o Boromir e o Ned Stark) [e aí? será que dessa vez ele morre de novo?], Eddie Redmayne (o Stephen Hawking no A Teoria de Tudo) [sorte dos filmes terem sido lançados quase ao mesmo tempo, que assim ninguém vai lembrar dele nesse aqui], Douglas Booth (um dos filhos do Noé), Tuppence Middleton (de várias séries de TV desconhecidas e pontas em filmes que não vi), Doona Bae (de A Viagem) e Charlotte Beaumont. [ok, essas duas últimas aparecem bem menos que outras pessoas no filme, mas eu tenho uma queda por olhos puxados e a filha do Sean Bean no filme é muito bonitinha.]
Taí! Fui esperando ver um filme bem space opera, com um quê kitsch [brega!] à lá Flash Gordon e... foi o que recebi!
Ainda não li resenhas do filme por aí, então essa não está contaminada... E depois de ter visto o filme não imagino qual seja a birra que se armou contra ele. Ou porque o filme foi atrasado e tudo. Eu gostei muito. Ok... Mila Kunis + Naves Espaciais... Eu não precisava de mais nada!
Voltando ao assunto, eu gostei do filme. Belíssimas naves, que me fizeram pensar muito no filme de Duna (e um pouco nos do Ridick). Um universo de "FC feudal" (novamente, estilo Duna) [eu também pensei na Casta dos Metabarões, mas a verdade é que não sei como o universo deles funciona. Nunca li nada a respeito, mas tinha vontade. De qualquer jeito, pensei neles.] [Indevidamente, provavelmente]. Talvez até um quê de Barbarella [assumo, pensei nisso só por causa das asas]. Não sei. Também pensei no Cidade das Sombras quando a cidade foi reformada.
Isso significa que o filme tem tanto clichê que você pode encontrar referências para qualquer coisa? Provavelmente!! E MUITO! Mas não necessariamente é uma coisa ruim. Desde que as referências tragam bos ou divertidas lembranças, tá valendo!
O filme criou um universo [ou fingiu criar, soltando palavras soltas e sem história por trás... mas, isso não importa de verdade - "assim é, se lhe parece"] que ao mesmo tempo que me deu uma vontade doida de saber muito mais sobre aqueles mundos, ler livros no mesmo universo ou mais filmes... a história é redonda e terminou muito bem ali.
Bem, muito bem não, eu podia ter ficado sem a última cena. Aqueles 2 segundinhos finais da mulher patinando na direção da tela. Que tivesse parado um instante antes, com ela patinando "pro pôr do sol". Melhor. Mas sim, isso sou eu fazendo picuinha com um detalhe ridículo de, realmente, 2 segundos num filme de 2 horas. Ok. Próximo assunto.
Continuação? Não pesquisei ainda se vai ter ou não [estou digitando isso no Bloco de Notas, porque se eu abrir o navegador, vou começar a querer pesquisar antes de terminar de digitar, e estou aproveitando que não fazia nada no site faz muito tempo, e digitando rápido, para não perder o embalo]. Mas então... Ganchos para isso, ficaram. Dois [e eles são parentes] Mas pela birra que tenho ouvido do filme [de repente foi mal nas exibições de teste, depois eu descubro] ele provavelmente foi um fracasso de renda. Mas, de novo, ao mesmo tempo que eu acharia divertido, não precisa. Foi um romancesinho espacial redondo. Tem lá seus buraquinhos de roteiro, e personagens que aparecem e somem à toa [a irmã e o trio de mercenários, senti falta deles novamente no filme], mas satisfez. Fico esperando pela versão do diretor, porque esse filme parece ter sido bem picotado na edição. [comentário solto: o planeta da irmã parece Naboo]
Dúvida solta: como diabos, num universo de humanos espalhados pela galáxia inteira, o cara (o Tatum) rastreou a mulher? Veja bem, se alguém tivesse dito "Vai na Terra, que com certeza está lá", eu até poderia entender. Mas, baseado no que vimos em tela, o cara precisou identificá-la entre todos os planetas DA GALÁXIA! (talvez várias, nem sei).
Ah, Robotech! Voltando a falar de possíveis referências e das naves, eu sempre imaginei como seria se fizessem um filme de Macross em respeito às naves pessoais. [tá, o link anterior foi zuação, esses dois são decentes: Macross original e Macross Frontier] Eu acho que filme resolveu isso muito bem, os "batalhóides" deles deram uma boa solução para algo que voa como caça e tem forma de robô com asas depois. Não fica num formato de F-15 [Strike Eagle II! joguinho divertido dos velhos tempos], mas ok, não se pode ter tudo. Gostei da solução do filme das coisas ficarem flutuando em volta ao invés de tudo ter dobradiça.
A arte do filme está muito boa. Novamente, o visual feudal no espaço de que tanto gosto. Lembrei agora da nave de vidro daquele filme da Disney. [Buraco Negro] O filme foi só passável para a época, mas a nave do vilão, voando no espaço como uma catedral.. era muito bonita. Quem fez a direção de arte desse filme... Quero num futuro filme de Duna! [sim, eu gosto muito de Duna] Só evitem fazer um novo "Planeta Museu de Bilbao". [era o que parecia o primeiro planeta que aparece no Júpiter]
E quer dizer que os dinossauros evoluíram para gárgulas? Então...
Próximo assunto.
A propósito, a história, né? Sempre bom, para quem não viu:
Rainha do espaço "reencarna"(*) numa terráquea e os filhos dela não querem que ela seja reconhecida como tal - para não perderem suas fatias da herança ou, o inverso, pegar eles a fatia que seria dela de volta - que é o nosso bom e velho planeta Terra. E aí temos mercenários espaciais tentando sequestrá-la ou matá-la. Um pouquinho de complexo de Estocolmo [na verdade não, isso eu achei divertido, dela ter partida pra cima. pô, mulherada também pode dar o primeiro passo].
(*) Como? Mas como diabos uma sociedade evoluída aceitaria coincidência genética como base legal para devolução de posses e títulos?!? Sim, porque se ainda fosse uma sociedade religiosa e a "reencarnada" tivesse direito à seus antigos bens porque "O Deus-do-Espaço falou assim!". Ok. Cada um segue a igreja alienígena que preferir. Mas... Não era o caso, era puramente genética mesmo no filme!
E claro, ela é reseqüestrada, temos batalha, depois outra. Muita ação sem câmera lenta [tem um pouco, mas na maioria tu fica meio atordoado mesmo, o que é bem legal] E aí beijinho e todo mundo feliz.
Sim, não é um filme com dramas e sacrifícios finais. Todo mundo termina bem. [quer dizer, menos o vilão] Sessão da Tarde! Romance, "ciência" sem sentido, visuais coloridos e malucos e muita explosão. Seus filhos podem ver. O máximo que aparece "de errado" é uma bunda. Tem também uma rápida traição no filme e ela é resolvido ao estilo Dolph Lundgren no Mercernários: "Porra cara, tu tentou me matar. Que vacilo", "Foi mal, aê.", "Beleza então. Vamos jantar." Sem grandes melodramas sobre quebra de confiança, tudo resolvido na amizade em 3 segundos a pronto. [quem é homem sabe: muitas discussões são resolvidas antes da DR-masculina sequer começar com um mero "Ah, foda-se. Vamos esquecer isso."]
E ela limpando banheiro no final do filme? Porra! Não faz sentido algum! A "reencarnação passada" deixou a Terra no testamento, mas nenhuma conta bancária? Nem sequer um mero colar de diamantes-espaciais que pudesse ser vendido? Sim, sim, tem toda aquela coisa fofinha de "E depois de toda essa aventura... Juju aprendeu a não reclamar da vida!". Não concordo, mas aceito. [mas ainda não faz muito sentido.]
O filme tem também piadas soltas e uma seqüência inteira (que não sei se encaixou realmente no filme, mas eu gostei) [eu sou estranho] da personagem e o protetor num tipo de "fórum espacial" cuja utilidade foi... nenhuma. Mero humor com um visual que parecia que eu estava num quadrinho do Moebius.
Eu recomendo. Visualmente muito bonito. A Mila melhora qualquer coisa. O Tatum com cara de elfo marciano... Errrr... bizarro, mas não incomoda. E a trama é uma clichêsada da boa. Duas horas divertidas com muita correria e explosão. [adorei a cena de batalha em volta da torre da igreja] Boa forma de fechar um dia.
[Atualização: sim, o filme foi um fracaso de bilheteria. Pena.]
[Outra atualização: cacilda! a cena do "fórum" é com o Terry Gilliam e é uma homenagem ao filme Brazil! Ha! Agora sim! Faz sentido. [ainda que continue achando a cena deslocada]]
E acabei de notar que eu gosto do estilo dos Wachowskis. Todos os últimos fracassos de bilheteria deles são filmes que eu sempre defendo. :)
Ah, e vi uma boa descrição do filme por aí: "conto de fadas sci-fi!". Encaixa.
E algumas resenhas alternativas:
Cinema com Rapadura: A rendição dos Wachowskis
-- Eu concordo com tudos que eles dizem, mas... gostei mesmo assim.
Tor.com: "Jupiter Ascending is a bad movie."
-- Que, educadamente, esculhamba o filme todo. Mas... mesmo caso acima.
Tor.com de novo, agora gostando: "We need more movies like this one!"
Ou, se você já ficou cansado de ter lido a minha resenha e está com saco apenas para mais uma, leia esta, que é curtinha e concorda comigo no esquema de "danem-se os furos, foi muito divertido":
FangirlNation: "As a whole, this movie was ridiculously entertaining."
Postagem PS (o sumiço do site)
Ah, sim, o blog... É, eu também notei que ele morreu por uns 6 meses. Na verdade, estava só meio que em coma. Mas ainda totalmente ativo em bloquinhos e anotações em folhas soltas. Tenho um semestre inteiro de postagens rascunhadas em papeis rasgados aqui e ali. [mas não tantas quando eu gostaria.] E alguns TXTs no desktop também. E uma ou outra postagem semi-rascunhada direto no próprio Blogger. Quero ver se começo a colocar tudo pra cá aos poucos.
Então... só uma explicação rápida do sumiço. E um conselho de nerd para nerd.
Se você resolver se mudar... E olhar em volta e pensar "dá para melhorar isso aqui um pouco" ou alguém perguntar "vai reformar?"...
TU SOLTE UM RISADA MANÍACA vire de costas e saia rindo de forma louca. E resolva o assunto da seguinte forma:
Melhor construir do zero do que consertar. "Mas blogueiro... Não é uma casa, é um apartamento!" Queima! "Mas..." QUEIMAAAAA!!!!!
Eu não fiz isso. E faz 6 meses que não tenho finais de semana. Como diria o corvo: "Nunca mais!" Próxima vez, ou resolvo com o conselho acima ou só vou varrer, tirar as teias [ou pererecas! já morei um tempinho num lugar que tinha pererecas como numa praga egípcia] e dizer "Está lindo!"
Então... Estou de volta. Mais ou menos. Continuo sem finais de semana por algum tempo. E provavelmente ficarei sem telefone umas duas semanas. Mas tentarei voltar ao [péssimo] hábito de blogar de madrugada. Dá sono mas é divertido. E eu estava com saudades dessa bagaça. :-D
[tô tão desacostumado, que esqueci que essa postagem ia ficar ANTES da outra no mesmo dia, por ter sido publicada depois, ao invés de ficar na ordem e o "PS" fazer sentido... Bem... nada que uma edição no horário da postagem não resolva...]
Então... só uma explicação rápida do sumiço. E um conselho de nerd para nerd.
Se você resolver se mudar... E olhar em volta e pensar "dá para melhorar isso aqui um pouco" ou alguém perguntar "vai reformar?"...
TU SOLTE UM RISADA MANÍACA vire de costas e saia rindo de forma louca. E resolva o assunto da seguinte forma:
Melhor construir do zero do que consertar. "Mas blogueiro... Não é uma casa, é um apartamento!" Queima! "Mas..." QUEIMAAAAA!!!!!
Eu não fiz isso. E faz 6 meses que não tenho finais de semana. Como diria o corvo: "Nunca mais!" Próxima vez, ou resolvo com o conselho acima ou só vou varrer, tirar as teias [ou pererecas! já morei um tempinho num lugar que tinha pererecas como numa praga egípcia] e dizer "Está lindo!"
Então... Estou de volta. Mais ou menos. Continuo sem finais de semana por algum tempo. E provavelmente ficarei sem telefone umas duas semanas. Mas tentarei voltar ao [péssimo] hábito de blogar de madrugada. Dá sono mas é divertido. E eu estava com saudades dessa bagaça. :-D
[tô tão desacostumado, que esqueci que essa postagem ia ficar ANTES da outra no mesmo dia, por ter sido publicada depois, ao invés de ficar na ordem e o "PS" fazer sentido... Bem... nada que uma edição no horário da postagem não resolva...]
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
The Last Rites of Ransom Pride
Duração: 1h22min -- Ano: 2010 -- Trailer / outro trailer
De: Tiller Russell (de nada interessante)
Com: Peter Dinklage. Isso mesmo, o Peter Dinklage! Eu disse PETER DINKLAGE! [Estou zuando o tom, claro, ele só faz uma ponta; mas acho que a única maneira de fazer alguém se interessar por este filme é falar que o Tyrion de Guerra dos Tronos está nele.] Falando sério agora...
Com: Lizzy Caplan (de Cloverfield - O Monstro e Hot Tub Time Machine), Dwight Yoakam (de Os Três Enterros de Melquiades Estrada, Bandidas e Adrenalina 2), Jon Foster (só filme ruim), Cote de Pablo (do seriado NCIS), Scott Speedman (o mocinho da trilogia Anjos da Noite), Kris Kristofferson (da trilogia Blade e... [eu estava olhando a lista de filmes deste cara, tentando lembrar onde eu o conheci e porque ele é famoso - porque a lista tinha muita porcaria - e aí o Wikipedia me ajudou: esse cara é um compositor de música country!, ser ator deve ser só um passatempo, então era daí que eu o conhecia!] [mas filme... continuo não lembrando qual o 1º onde o vi]), Peter Dinklage (de Vira-Lata, o Super Cão) e Blu Mankuma (de Mundos Opostos e do seriado Forever Knight [adorava essa série! e o texto do link está +/- errado, porque eu vi essa série foi é na TV aberta mesmo]).
A história: matam o pai da menina e a menina mata o cara que matou o pai. Anos depois, já adulta, o namorado da menina morre e ela promete a ele enterrá-lo na terra da família. Mas... o cara matou o irmão de outra sujeita (uma bruxa (?) mexicana) que não quer devolver o corpo. E temos a sujeita querendo se vingar da menina e vice-versa. O pai do namorado (que já foi matador e agora é pastor) querendo se vingar dela por ter descaminhado o filho. Um amigo do pai ajudando. E um anão no meio da história que também está se vingando de alguma coisa pelo jeito. E um militar aposentando. E gêmeos siameses moribundos.
Opinião: Esse filme estava na minha lista para ver a anos. Eu não lembro porque. Algo me fez ficar curioso na época. talvez tenha sido só a estética amalucada. Não sei. Provavelmente os mini-trailers de 20 segundos que saíram na época.
O filme é uma mistureba de paisagens legais e enquadramentos bonitos (apesar de eu não gostar da tonalidade usada) com a impressão que ter sido feito como um trabalho em grupo pra faculdade - mas tinha gente demais do departamente de arte e gente de menos na parte de redação.
E provavelmente alguém bem chato da parte de montagem, que não devia ter muito que fazer e insistiu em cortes abruptos que as vezes servem como flashbacks relâmpagos, e outras vezes só estão lá porque, pelo jeito, o cara precisava fazer alguma coisa para justificar o salário. Irrita depois de 10 minutos. Os tais cortes as vezes estão resumindo a cena que acabou de acontecer e que ainda lembramos com perfeição. Para que eu precisava de um resumo dela?
Sinceramente, se não fosse a atriz bonitinha [enquanto eu via ela me lembrou a que fez a Pekkala] eu talvez não tivesse suportado tanto tempo. Lá no começão, quando o filme ainda era só uma idéia, saiu um teaser com atores completamente diferentes e uma loirinha genérica como protagonista (mais um ponto a favor da minha teoria dele ser um tipo de projeto, e não algo perfeitamente planejado). Nada contra loiras que parecem ter saído de Coyote Ugly buscando vingança no México de 1911, mas... aquele trailer não inspirava nenhuma confiança. Os seguintes (tanto os longos como os de 20 segundos) foram mais divertidos e os atores pareciam finalmente terem sido escolhidos "direito".
Mas ainda é muita canastrice (exceto pelo Kristoferson, mas que aparece bem pouco), numa história bem rala, que é uma desculpa para vários tiroteios e a mocinha principal fazer cara de eu sou foda o tempo todo. Apesar da última cena dela ser uma luta de facas usando uma camisola das antigas, então a última aparição dela em cena nem é memorável. Mas o chapéu de maquinista dela é tao legal, dando um ar steampunk ao visual, que 10 minutos depois do filme você provavelmente só se lembrará dela desta forma. E no dia seguinte você nem mais lembrará do filme.
Bom para uma tarde modorrenta. Mas nem tanto, que se der sono, a preguiça falará mais alto e você preferirá tirar um cochilo. [foi exatamente o que aconteceu comigo, e eu optei pela soneca de meia hora. e só resolvi terminar o filme depois só porque eu realmente estava sem nada melhor para fazer - e se deixasse para ver outro dia corria o risco de nunca terminar].
E para ninguém falar que eu estou sendo mal com o coitado... Algumas opiniões de outros sites. [e eu juro que não induzi o Google, peguei as primeiras páginas que vieram colocando o nome do filme + "review"]
"A boring, one-dimensional film with an uninteresting plot" (Blog Critics), "falls well short of the mark" (Screen Daily), "what can go wrong? As it turns out; everything." (Cinema Blend) e, resumindo, "Well, it's a big pile of shit." (Den of Geek).
O pior é que a produtora desse filme começou com ambição (vide The Hollywood Reporter e Film School Rejects) [ah, a ironia...] como se fosse ser alguma revolução. Bem... Para cada história de sucesso há muitas de fracasso. Mais uma para pilha.
De: Tiller Russell (de nada interessante)
Com: Peter Dinklage. Isso mesmo, o Peter Dinklage! Eu disse PETER DINKLAGE! [Estou zuando o tom, claro, ele só faz uma ponta; mas acho que a única maneira de fazer alguém se interessar por este filme é falar que o Tyrion de Guerra dos Tronos está nele.] Falando sério agora...
Com: Lizzy Caplan (de Cloverfield - O Monstro e Hot Tub Time Machine), Dwight Yoakam (de Os Três Enterros de Melquiades Estrada, Bandidas e Adrenalina 2), Jon Foster (só filme ruim), Cote de Pablo (do seriado NCIS), Scott Speedman (o mocinho da trilogia Anjos da Noite), Kris Kristofferson (da trilogia Blade e... [eu estava olhando a lista de filmes deste cara, tentando lembrar onde eu o conheci e porque ele é famoso - porque a lista tinha muita porcaria - e aí o Wikipedia me ajudou: esse cara é um compositor de música country!, ser ator deve ser só um passatempo, então era daí que eu o conhecia!] [mas filme... continuo não lembrando qual o 1º onde o vi]), Peter Dinklage (de Vira-Lata, o Super Cão) e Blu Mankuma (de Mundos Opostos e do seriado Forever Knight [adorava essa série! e o texto do link está +/- errado, porque eu vi essa série foi é na TV aberta mesmo]).
A história: matam o pai da menina e a menina mata o cara que matou o pai. Anos depois, já adulta, o namorado da menina morre e ela promete a ele enterrá-lo na terra da família. Mas... o cara matou o irmão de outra sujeita (uma bruxa (?) mexicana) que não quer devolver o corpo. E temos a sujeita querendo se vingar da menina e vice-versa. O pai do namorado (que já foi matador e agora é pastor) querendo se vingar dela por ter descaminhado o filho. Um amigo do pai ajudando. E um anão no meio da história que também está se vingando de alguma coisa pelo jeito. E um militar aposentando. E gêmeos siameses moribundos.
Opinião: Esse filme estava na minha lista para ver a anos. Eu não lembro porque. Algo me fez ficar curioso na época. talvez tenha sido só a estética amalucada. Não sei. Provavelmente os mini-trailers de 20 segundos que saíram na época.
O filme é uma mistureba de paisagens legais e enquadramentos bonitos (apesar de eu não gostar da tonalidade usada) com a impressão que ter sido feito como um trabalho em grupo pra faculdade - mas tinha gente demais do departamente de arte e gente de menos na parte de redação.
E provavelmente alguém bem chato da parte de montagem, que não devia ter muito que fazer e insistiu em cortes abruptos que as vezes servem como flashbacks relâmpagos, e outras vezes só estão lá porque, pelo jeito, o cara precisava fazer alguma coisa para justificar o salário. Irrita depois de 10 minutos. Os tais cortes as vezes estão resumindo a cena que acabou de acontecer e que ainda lembramos com perfeição. Para que eu precisava de um resumo dela?
Sinceramente, se não fosse a atriz bonitinha [enquanto eu via ela me lembrou a que fez a Pekkala] eu talvez não tivesse suportado tanto tempo. Lá no começão, quando o filme ainda era só uma idéia, saiu um teaser com atores completamente diferentes e uma loirinha genérica como protagonista (mais um ponto a favor da minha teoria dele ser um tipo de projeto, e não algo perfeitamente planejado). Nada contra loiras que parecem ter saído de Coyote Ugly buscando vingança no México de 1911, mas... aquele trailer não inspirava nenhuma confiança. Os seguintes (tanto os longos como os de 20 segundos) foram mais divertidos e os atores pareciam finalmente terem sido escolhidos "direito".
Mas ainda é muita canastrice (exceto pelo Kristoferson, mas que aparece bem pouco), numa história bem rala, que é uma desculpa para vários tiroteios e a mocinha principal fazer cara de eu sou foda o tempo todo. Apesar da última cena dela ser uma luta de facas usando uma camisola das antigas, então a última aparição dela em cena nem é memorável. Mas o chapéu de maquinista dela é tao legal, dando um ar steampunk ao visual, que 10 minutos depois do filme você provavelmente só se lembrará dela desta forma. E no dia seguinte você nem mais lembrará do filme.
Bom para uma tarde modorrenta. Mas nem tanto, que se der sono, a preguiça falará mais alto e você preferirá tirar um cochilo. [foi exatamente o que aconteceu comigo, e eu optei pela soneca de meia hora. e só resolvi terminar o filme depois só porque eu realmente estava sem nada melhor para fazer - e se deixasse para ver outro dia corria o risco de nunca terminar].
E para ninguém falar que eu estou sendo mal com o coitado... Algumas opiniões de outros sites. [e eu juro que não induzi o Google, peguei as primeiras páginas que vieram colocando o nome do filme + "review"]
"A boring, one-dimensional film with an uninteresting plot" (Blog Critics), "falls well short of the mark" (Screen Daily), "what can go wrong? As it turns out; everything." (Cinema Blend) e, resumindo, "Well, it's a big pile of shit." (Den of Geek).
O pior é que a produtora desse filme começou com ambição (vide The Hollywood Reporter e Film School Rejects) [ah, a ironia...] como se fosse ser alguma revolução. Bem... Para cada história de sucesso há muitas de fracasso. Mais uma para pilha.
domingo, 14 de setembro de 2014
Atualizações fora de ordem
Minhas postagens não são colocadas no ar na ordem que eu as faço. Eu posso ler um livro em janeiro, por ex., rascunhar o texto sobre ele (ou não) e terminar apenas meses depois. E aí, quando eu o colocar no ar... Eu o coloco em janeiro!, não no mês atual. [mas claro, não é sempre que isso acontece]
Eu prefiro assim; que além de lembrar quando li ou vi algo, não fica estranho uma postagem dizendo "acabei de sair no cinema" para um filme que saiu de cartaz no ano anterior. E quem achar a postagem pelo Google, não faz diferença.
Mas para alguém que acompanhe o site [descobri que existe!], ferrou! Essa pessoa teria que ficar passeando pelo site o tempo todo procurando o que surgiu depois numa data anterior. Pois então... Eu já havia pensado na possibilidade, mas não em como resolvê-la. Mas agora que sei que existe alguém [talvez o primeiro de muitos? nunca se sabe], sempre que fizer isso vou largar uma postagem como esta. [e mesmo se o Anônimo for meu único seguidor, tudo bem, fazer essas postagens não levará nem 5 minutos quando precisar - e eu preciso tratar bem os clientes.]
Mas vamos lá. Atualizações em ordem maluca de hoje:
● The Chessmen of Mars (quinto livro da série iniciada com o Um Princesa de Marte), postado em abril/2014.
● Godzilla (2014) & Gojira (o filme atual e o de 1954), postado em junho/2014.
PS: fui testar se aquele link no fundo "Assinar: Postagens (Atom)" serviria para cadastrar um email e ser avisado de novas postagens. [três ou quatro anos de blog, e eu nunca parei para olhar aquilo lá direito.] Bem, acabei de descobrir que não dá para cadastrar um email, mas lá as postagens são listadas nas datas reais em que foram ao ar (ou alteradas, caso eu tenha mexido alguma coisa - geralmente corrigir um erro de gramática que eu não vira antes). Muito bonito, mas... Isso deu certo no Internet Explorer. O tal link não funcionou no meu Chrome e no Firefox mostrou as postagens na ordem que eu coloquei, não na ordem que foram postadas. Resumindo: não é a coisa mais confiável ou fácil de entender do mundo.
Então a idéia de fazer esta postagem não é de todo o mal. Vou mantê-la.
Eu prefiro assim; que além de lembrar quando li ou vi algo, não fica estranho uma postagem dizendo "acabei de sair no cinema" para um filme que saiu de cartaz no ano anterior. E quem achar a postagem pelo Google, não faz diferença.
Mas para alguém que acompanhe o site [descobri que existe!], ferrou! Essa pessoa teria que ficar passeando pelo site o tempo todo procurando o que surgiu depois numa data anterior. Pois então... Eu já havia pensado na possibilidade, mas não em como resolvê-la. Mas agora que sei que existe alguém [talvez o primeiro de muitos? nunca se sabe], sempre que fizer isso vou largar uma postagem como esta. [e mesmo se o Anônimo for meu único seguidor, tudo bem, fazer essas postagens não levará nem 5 minutos quando precisar - e eu preciso tratar bem os clientes.]
Mas vamos lá. Atualizações em ordem maluca de hoje:
● The Chessmen of Mars (quinto livro da série iniciada com o Um Princesa de Marte), postado em abril/2014.
● Godzilla (2014) & Gojira (o filme atual e o de 1954), postado em junho/2014.
PS: fui testar se aquele link no fundo "Assinar: Postagens (Atom)" serviria para cadastrar um email e ser avisado de novas postagens. [três ou quatro anos de blog, e eu nunca parei para olhar aquilo lá direito.] Bem, acabei de descobrir que não dá para cadastrar um email, mas lá as postagens são listadas nas datas reais em que foram ao ar (ou alteradas, caso eu tenha mexido alguma coisa - geralmente corrigir um erro de gramática que eu não vira antes). Muito bonito, mas... Isso deu certo no Internet Explorer. O tal link não funcionou no meu Chrome e no Firefox mostrou as postagens na ordem que eu coloquei, não na ordem que foram postadas. Resumindo: não é a coisa mais confiável ou fácil de entender do mundo.
Então a idéia de fazer esta postagem não é de todo o mal. Vou mantê-la.
sábado, 9 de agosto de 2014
Estantes para livros x Brasil
Preciso comprar estantes para livros. Chega uma hora que não adianta mais colocar livros em 3 "camadas" (isto é: livros na frente de livros que já estavam na frente de livros), nem ocupar todas as prateleira da casa [enfeitinhos e fotos, foram todos para caixas de sapato], a parte de cima da torre do computador, a tábua de passar roupa, e a mesa da sala (mesmo porque, nesses últimos casos os livros ficam deitados, e eu não gosto disso, deforma).
Já faz algum tempo que estava pesquisando e não achava nada. NADA! Nem cara existe por aí. Estantes para MUITOS livros, eu quero dizer. Para poucos tem os modelos bobinhos de sempre [de quem tem 5 livros na estante, só leu 1, e não joga todos fora porque fica legal esteticamente]. Pelo jeito só mandando fazer. Ou se contentar em comprar várias padronizadas (e caras, mesmo sendo vagabundas e não ajustáveis) e ir colocando lado a lado. Ou comprar de metal ou aquelas coloridas de biblioteca pública.
Esbarrei com este texto agora, de 2012:
Triste realidade brasileira: não há estantes de livros à venda - porque as pessoas não têm livros em casa.
Pois é. Não tem. E aí eu resolvi fazer o teste que o cara fez e fui na IKEA. E estava lá, na primeira página, entre os primeiros resultados, uma estante lisa, alta, de madeira e com prateleiras ajustáveis. Simples e eficiente. Do tipo que qualquer dono de livro pensaria como o modelo óbvio. Se eu morasse nos EUA, teria comprado agora, na mesma hora, 2 ou 3 delas (provavelmente duas + prateleiras adicionais, e mais umas duas sem esquina, para colocar ao lado).
Se alguém quiser trazer na bagagem, de presente, é essa abaixo. Ou pelo menos fica a recomendação. Estante Billy (cód. 290.204.70) [putz, aqui é impossível achar uma boa estante para comprar, já lá é algo tão desdenhoso, que a estante se chama BILLY!, como se fosse um molequinho remelento...]
Tem horas que é chato ser do terceiro-mundo... [e nem somos thundercats nem nada...]. Porra IKEA! Site nacional!! [chequei, e não seria impossível comprar lá para entregar aqui... a Ikea não faz, mas teria como... O problema é que eu já sinto um aperto no peito quanto preciso pagar mais de $20 dólares de envio de livros que custam $5... Pagar $415 na estante + $660 no envio... x3! Estou sentindo o miocárdio fechar só de digitar isso. Não vai acontecer. Terei que comprar algum modelo vagabundo e criar novos buracos nela eu mesmo...]
Bem, essa postagem é 90% inútil, mas eu precisava desabafar.
Já faz algum tempo que estava pesquisando e não achava nada. NADA! Nem cara existe por aí. Estantes para MUITOS livros, eu quero dizer. Para poucos tem os modelos bobinhos de sempre [de quem tem 5 livros na estante, só leu 1, e não joga todos fora porque fica legal esteticamente]. Pelo jeito só mandando fazer. Ou se contentar em comprar várias padronizadas (e caras, mesmo sendo vagabundas e não ajustáveis) e ir colocando lado a lado. Ou comprar de metal ou aquelas coloridas de biblioteca pública.
Esbarrei com este texto agora, de 2012:
Triste realidade brasileira: não há estantes de livros à venda - porque as pessoas não têm livros em casa.
Pois é. Não tem. E aí eu resolvi fazer o teste que o cara fez e fui na IKEA. E estava lá, na primeira página, entre os primeiros resultados, uma estante lisa, alta, de madeira e com prateleiras ajustáveis. Simples e eficiente. Do tipo que qualquer dono de livro pensaria como o modelo óbvio. Se eu morasse nos EUA, teria comprado agora, na mesma hora, 2 ou 3 delas (provavelmente duas + prateleiras adicionais, e mais umas duas sem esquina, para colocar ao lado).
Se alguém quiser trazer na bagagem, de presente, é essa abaixo. Ou pelo menos fica a recomendação. Estante Billy (cód. 290.204.70) [putz, aqui é impossível achar uma boa estante para comprar, já lá é algo tão desdenhoso, que a estante se chama BILLY!, como se fosse um molequinho remelento...]
Tem horas que é chato ser do terceiro-mundo... [e nem somos thundercats nem nada...]. Porra IKEA! Site nacional!! [chequei, e não seria impossível comprar lá para entregar aqui... a Ikea não faz, mas teria como... O problema é que eu já sinto um aperto no peito quanto preciso pagar mais de $20 dólares de envio de livros que custam $5... Pagar $415 na estante + $660 no envio... x3! Estou sentindo o miocárdio fechar só de digitar isso. Não vai acontecer. Terei que comprar algum modelo vagabundo e criar novos buracos nela eu mesmo...]
Bem, essa postagem é 90% inútil, mas eu precisava desabafar.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Transformers 4: A Era da Extinção
Eu nem ia fazer essa postagem. O filme não merece. Mas parece que ultimamente só tenho feito postagens longas e quando eu gosto de algo. Hora de voltar a fazer valer a parte ranzinza do título dessa bagaça.
E porra, que filme merda! [desculpem os termos, mas é a forma mais rápida de resumir toda a situação] Eu tinha esperanças. Achei que iam deixar de lado a parte mais infantilóide e dar um rumo decente. Não ia virar um drama oscarizável, claro, mas não ser vergonha alheia, do tipo que pré-adolescentes, depois de ver, renegariam, para não ficar mal entre os amiguinhos (mas todos teriam visto, claro) que foi esse.
Fiquei feliz só de pensar que os carros caipiras do 2º ou 3º filme estariam mortos nesse. E aí me colocam um robô usando saias! Outro samurai, com mais expressões faciais que os atores humanos! E o robô vilão tinha a cara do Esqueleto (vilão do He-Man)!
Tem horas que eu fico feliz em ver um filme sem história e muitas explosões. Mas precisa ser bem feito. Eu até me diverti com a porradaria do Líder Optimus no 3º filme. Ele puxando uma espada. Ele usando uma escopeta! Mas tudo tem limite... e esse filme não teve. Foi criado por uma criança sem noções de bom cinema. E eu não sabia que o filme tinha TRÊS HORAS!!
Bem, foi melhor que o segundo filme e sei que verei o quinto quando sair. Mas foi muito ruim. É até bom estar postando alguns dias depois de ter visto - no calor do momento eu teria muito mais reclamações, mas agora já estou de bom humor. [mas ficar relembrando o filme não está ajudando] Por falar nisso, cacete!, quer fazer a droga do robô vazar óleo para parecer sangue, OK!!!, mas não me faça a droga do ROBÔ tossir e babar!
Se der na telha depois eu coloco o cartaz na postagem, para manter a tradição. Talvez. Mas esse filme não merece nem uma postagem bem feita.
Um link para o Rapadura pelo menos, que também não gostou, mas sabe explicar que o filme é um fiasco com argumentos e boa educação: Tiro, porrada, bomba e tédio.
E porra, que filme merda! [desculpem os termos, mas é a forma mais rápida de resumir toda a situação] Eu tinha esperanças. Achei que iam deixar de lado a parte mais infantilóide e dar um rumo decente. Não ia virar um drama oscarizável, claro, mas não ser vergonha alheia, do tipo que pré-adolescentes, depois de ver, renegariam, para não ficar mal entre os amiguinhos (mas todos teriam visto, claro) que foi esse.
Fiquei feliz só de pensar que os carros caipiras do 2º ou 3º filme estariam mortos nesse. E aí me colocam um robô usando saias! Outro samurai, com mais expressões faciais que os atores humanos! E o robô vilão tinha a cara do Esqueleto (vilão do He-Man)!
Tem horas que eu fico feliz em ver um filme sem história e muitas explosões. Mas precisa ser bem feito. Eu até me diverti com a porradaria do Líder Optimus no 3º filme. Ele puxando uma espada. Ele usando uma escopeta! Mas tudo tem limite... e esse filme não teve. Foi criado por uma criança sem noções de bom cinema. E eu não sabia que o filme tinha TRÊS HORAS!!
Bem, foi melhor que o segundo filme e sei que verei o quinto quando sair. Mas foi muito ruim. É até bom estar postando alguns dias depois de ter visto - no calor do momento eu teria muito mais reclamações, mas agora já estou de bom humor. [mas ficar relembrando o filme não está ajudando] Por falar nisso, cacete!, quer fazer a droga do robô vazar óleo para parecer sangue, OK!!!, mas não me faça a droga do ROBÔ tossir e babar!
Se der na telha depois eu coloco o cartaz na postagem, para manter a tradição. Talvez. Mas esse filme não merece nem uma postagem bem feita.
Um link para o Rapadura pelo menos, que também não gostou, mas sabe explicar que o filme é um fiasco com argumentos e boa educação: Tiro, porrada, bomba e tédio.
domingo, 20 de julho de 2014
Recomendações
Títulos alternativos: "Mid-Season Nerd" ou "I want to lie, shipwrecked and comatose..."
Pois é, o site está meio parado mas, na verdade, tem é um monte de postagens que ficaram no "agora só falta revisar" [a parte divertida é escrever besteira; revisar e formatar nem tanto] [e o bizarro é que em breve surgirão várias postagens ANTES desta]. E não entremos em detalhes, mas foi um mês complicado em que só estava com tempo (e ânimo) de ficar vendo TV [até minhas leituras estão devagar]. Mas...
O que diabos ver na TV entre o fim das temporadas americanas e a volta de Doctor Who? Um nerd precisa se virar!
Tenho que voltar a assistir aos episódios de Capitão Harlock por falar nisso (saiu até filme faz pouco tempo). Mas então, fora Falling Skies (que já era uma merda e agora piorou um pouco - mas eu assisto) [mas não falemos dela, é meu segredo sujo], eu acabei começando a ver duas coisas. [e que virou quatro, porque essa postagem também travou no rascunho]
Gravity Falls! (trailer / abertura)
Subtítulo nacional: Um Verão de Mistérios
Criado por: Alex Hirsch -- Canal: Disney -- Ano: 2012 em diante
Episódios: 20 até o momento + 17 curtas de 2 min.
Eu não tenho problema em ver desenho animado e assumir. Eu vejo Phineas & Pherb sempre que noto que é um episódio que eu não vi, o mesmo para Kung-Fu Panda e Os Pingüins de Madagascar, estou esperando a nova temporada de A Lenda de Korra (que parece que voltará um pouco ao estilo da primeira série, com viagens pelo globo - trailer), e não tenho nenhum problema em dizer que assistia Guerreiras Mágicas de Rayearth e Meninas Super-Poderosas quando já não era mais o público alvo disso (se é que fui algum dia). Isso posto... Assisto Gravity Falls. E é muito bom.
A história: dois irmão vão passar as férias com o tio-avô mutreteiro no interior, que tem um lojinha para vender tranqueira para turista. A menina é maluquete, cada episódio veste um casaco diferente e arranja um porco (num episódio muito bom, com viagens no tempo). Já ele usa sempre a mesma roupa, é mais interessado nos mistérios do local, que tenta desvendar com um livro doido que ele encontra no primeiro episódio, e é a fim da ruiva que trabalha para o tio. E o próprio tio, quando ninguém está olhando, é um cara misterioso. Bem, isso vai servir como sinopse.
Algo divertido no desenho é que todos os episódios tem alguma coisa em código para os fãs desvendarem, ou descaradamente (créditos finais) ou em cenas rápidas de páginas do livro (e aí, só pausando a imagem). E tem mais um monte de dicas malucas, referências escondidas e o diabo. A internet está cheia de teorias a respeito (eu na verdade não notei nada, esbarrei nisso por acaso no meio da temporada e perdi algumas boas horas naquele dia lendo a respeito). As teorias vão das completamente malucas (o famoso "esse personagem é o Diabo") até coisas envolvendo o resgate de um irmão perdido em outra dimensão (o pior é que essa faz muito sentido).
Claro, podem ser tudo só detalhes malucos para divertir ou erros de produção. Talvez a placa do carro pareça ser de Stanley (o mítico irmão) e não Stanford (o nome do tio-avô) porque o personagem pode ter mudado de nome durante a produção. Há uma cena em que o porco está vestido de médico numa cena e na cena seguinte a roupa dele sumiu. Seriam dois porcos, um deles sendo um doppelgänger místico do futuro? Mais provável é só que tenham esquecido de desenhar a roupa mesmo. E essa pode ser a explicação para muita coisa. Mas... Eu, de minha parte, quero saber quem é a lhama.
E todos os episódios, por mais isolados que sejam, têm uma história maior por trás a ponto do último da temporada ter terminado num baita gancho. Gravity Falls é o verdadeiro sucessor de Lost.
Volta agora em agosto, junto de Doctor Who.
Agosto será um bom mês.
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E aproveitando o tempo que essa postagem ficou esperando revisão, mais algumas recomendações:
The Last Ship (trailer) foi uma ruim boa surpresa. Pior que eu só não passei reto pela chamada porque vi que o Eric Bana estava no elenco, só já assistindo o episódio é que notei que eu li errado (era Eric Dane). A surpresa foi boa porque a série passa o tempo sem você se arrepender realmente. Os personagens são caricatos, mas os episódios são bem feitinhos. Dá para levar numa boa. Mas é ruim porque cada episódio são como pequenos filmes do Steven Seagal de 45 min. E não dá para chamar algo que seja descrito assim de "bom". Mas eu não esperava nada demais realmente, posso viver com isso. Tem até o Jayne, de Firefly, no elenco!
A história: navio fica no pólo por 4 meses, incomunicável, praticando exercícios militares. Ao mesmo tempo dão carona para uma cientista (a verdadeira razão deles estarem lá, mas eles não sabiam) que foi estudar uns passarinhos. Quando a missão finalmente termina eles são atacados por russos que querem a pesquisa - e descobrem que a Terra está sendo devastada por um vírus mortal. A cientista sabia disso, a pesquisa dela é justamente pela cura. Agora eles precisam se virar sozinhos, boiando por aí, evitando serem contaminados e fugindo dos russos, até terem uma vacina e salvarem o mundo.
O ruim é que mal cheguei no terceiro episódio (dos 4 ou 5 que existem por enquanto) e já fiquei sabendo que a série foi renovada para mais uma temporada. Ou seja, a cientista super-foda, que tem certeza que faz e acontece e mapeia DNAs em 15 minutos... vai ficar enrolando pelo menos 2 anos para descobrir uma cura. Os canais de TV deviam realmente voltar a pensar em fazer minisséries com início, meio e fim, em 1 ou 2 anos e pronto! Se ficar bom, OK, deixa saudades, mas pelo menos não ficam enrolando, enrolando, enrolando e aí cancelam sem conclusão. Pelo menos as temporadas serão curtas, de +/- 12 episódios. Bom seriado para hora do jantar, mas nada que você precise apresentar para a namorada ou discutir episódios com amigos.
[ATUALIZAÇÃO 25/AGOSTO: ok, minha previsão foi errada. Leve spoiler a seguir: a cura foi encontrada. Agora é esperar pelo 2ª temporada, que deve ser bem mais urbana...]
E no tempo que levou até eu revisar esta postagem, Korra voltou! [na verdade, não conferi a data, mas acho que já tinha voltado e eu que não notara]
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Mudando um pouco de assunto, quadrinhos rapidamente. Agora que as coisa acalmaram eu estou lendo um tal de Enigma (de Peter Milligan e Duncan Fegredo). Esbarrei numa dessas listas de "10 QUADRINHOS QUE MUDARAM O UNIVERSO!" e esse tipo de exagero, e junto do tradicional (Sandman e Y, The Last Man, por ex., apesar de eu ter achado Y só legalzinho), tinha esse lá, único da lista que eu nunca nem ouvira falar. Resolvi conferir. Ainda estou na segunda edição (de 8), mas prendeu a atenção. Outro que eu comecei faz tempo e parei no meio, mas quero voltar nele ainda é o Blue Estate (12 edições). Conheci esbarrando numa imagem de uma dançarina de cabelo chanel e fui pesquisar se aquele desenho era de algo ou algum devianart aleatório. E era a capa de um dos encadernados desta revista. Foi o que me bastou [eu realmente não sou exigente na hora de ficar curioso com algo]. Estava legal até onde parei, fica a recomendação também. E acabei de descobrir que virou até jogo: trailer da história / trailer de ação / resenha (mas aí eu não recomendo nem nada, não joguei).
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E terminando a postagem, procurando um trailer para Gravity Falls acabei perdendo um bom tempo no Youtube, ouvindo versões alternativas do tema de abertura (um dos mais legais dos últimos tempos). Seguem as melhores:
Piano -- Rock -- RAP -- Rock outra vez -- Dramático -- Orquestra
Pois é, o site está meio parado mas, na verdade, tem é um monte de postagens que ficaram no "agora só falta revisar" [a parte divertida é escrever besteira; revisar e formatar nem tanto] [e o bizarro é que em breve surgirão várias postagens ANTES desta]. E não entremos em detalhes, mas foi um mês complicado em que só estava com tempo (e ânimo) de ficar vendo TV [até minhas leituras estão devagar]. Mas...
O que diabos ver na TV entre o fim das temporadas americanas e a volta de Doctor Who? Um nerd precisa se virar!
Tenho que voltar a assistir aos episódios de Capitão Harlock por falar nisso (saiu até filme faz pouco tempo). Mas então, fora Falling Skies (que já era uma merda e agora piorou um pouco - mas eu assisto) [mas não falemos dela, é meu segredo sujo], eu acabei começando a ver duas coisas. [e que virou quatro, porque essa postagem também travou no rascunho]
Gravity Falls! (trailer / abertura)Subtítulo nacional: Um Verão de Mistérios
Criado por: Alex Hirsch -- Canal: Disney -- Ano: 2012 em diante
Episódios: 20 até o momento + 17 curtas de 2 min.
Eu não tenho problema em ver desenho animado e assumir. Eu vejo Phineas & Pherb sempre que noto que é um episódio que eu não vi, o mesmo para Kung-Fu Panda e Os Pingüins de Madagascar, estou esperando a nova temporada de A Lenda de Korra (que parece que voltará um pouco ao estilo da primeira série, com viagens pelo globo - trailer), e não tenho nenhum problema em dizer que assistia Guerreiras Mágicas de Rayearth e Meninas Super-Poderosas quando já não era mais o público alvo disso (se é que fui algum dia). Isso posto... Assisto Gravity Falls. E é muito bom.
A história: dois irmão vão passar as férias com o tio-avô mutreteiro no interior, que tem um lojinha para vender tranqueira para turista. A menina é maluquete, cada episódio veste um casaco diferente e arranja um porco (num episódio muito bom, com viagens no tempo). Já ele usa sempre a mesma roupa, é mais interessado nos mistérios do local, que tenta desvendar com um livro doido que ele encontra no primeiro episódio, e é a fim da ruiva que trabalha para o tio. E o próprio tio, quando ninguém está olhando, é um cara misterioso. Bem, isso vai servir como sinopse.
Algo divertido no desenho é que todos os episódios tem alguma coisa em código para os fãs desvendarem, ou descaradamente (créditos finais) ou em cenas rápidas de páginas do livro (e aí, só pausando a imagem). E tem mais um monte de dicas malucas, referências escondidas e o diabo. A internet está cheia de teorias a respeito (eu na verdade não notei nada, esbarrei nisso por acaso no meio da temporada e perdi algumas boas horas naquele dia lendo a respeito). As teorias vão das completamente malucas (o famoso "esse personagem é o Diabo") até coisas envolvendo o resgate de um irmão perdido em outra dimensão (o pior é que essa faz muito sentido).
Claro, podem ser tudo só detalhes malucos para divertir ou erros de produção. Talvez a placa do carro pareça ser de Stanley (o mítico irmão) e não Stanford (o nome do tio-avô) porque o personagem pode ter mudado de nome durante a produção. Há uma cena em que o porco está vestido de médico numa cena e na cena seguinte a roupa dele sumiu. Seriam dois porcos, um deles sendo um doppelgänger místico do futuro? Mais provável é só que tenham esquecido de desenhar a roupa mesmo. E essa pode ser a explicação para muita coisa. Mas... Eu, de minha parte, quero saber quem é a lhama.
E todos os episódios, por mais isolados que sejam, têm uma história maior por trás a ponto do último da temporada ter terminado num baita gancho. Gravity Falls é o verdadeiro sucessor de Lost.
Volta agora em agosto, junto de Doctor Who.
Agosto será um bom mês.
De algo recente para uma velharia, comecei a ver, meio que por acidente (confundi com Blake's 7) a Red
Dwarf! (não achei trailer, fiquem com a musiquinha). É um treco bem... ruim. Mas de repente é o sotaque britânico, não sei, tu
assiste a piada tosca mas acha que na verdade ela tem um quê de Monty
Python, mesmo que, lá no fundo, saiba que está mais para Chaves (que detesto).
Com: Craig Charles (putz, ele fez uma ponta em Lexx), Chris Barrie (o mordomo da Angelina Jolie em Tomb Raider 1 e 2), Danny John-Jules (fez uma ponta em Blade II), Norman Lovett, Robert Llewellyn e Hattie Hayridge -- Criada por: Rob Grant e Doug Naylor
Canais: BBC 2 (até 1999) e Dave (2009 em diante).
Episódios até o momento: 61 (10 temporadas, a 11ª estréia em 2015)
Ok, ok... Não é assim, TOTALMENTE ruim. É ótimo para ver com sono e neurônios desligados. E revisando a história da Blake's 7, acho que no final era a Red Dwarf que eu pretendia ver mesmo. Eu sabia que uma das séries (ou a Blake's 7 ou a Red Dwarf) tinha uma premissa de gente que foi congelada por alguns milhões de anos na nave e, durante todo esse tempo, um dos gatos de estimação acabava ficando solto e dando origem a uma nova raça inteligente, que evoluiu no local ao longo deste tempo. Comecei a ver Red Dwarf sem saber direito qual era ela (na minha cabeça, as duas séries eram de comédia).
Mas resumindo a "história" rapidamente: temos dois técnicos da nave, do mais baixo escalão possível, um completamente desleixado, sujo e bagunceiro (Lister, o boa praça da dupla) e outro, todo metido a certinho e puxa-saco, mas igualmente incompetente (Arn, o babaca). Daí que o bagunceiro é punido e resolvem congelá-lo sem salário até chegarem na Terra. No meio tempo há um vazamento radioativo na nave e... todos morrem menos ele. O computador (Holly) resolve então esperar a radiação dissipar antes de acordá-lo. Isso leva 3 milhões de anos. Ao acordar, Lister descobre que as únicas companhias que ele têm são um homem-gato (chamado Cat), o antigo companheiro de quarto, agora revivido em forma de holograma, e o próprio Holly, o computador da nave, que aparece nas telas na forma de um cinquentão. E por algum motivo voltar para a Terra de forma rápida não é uma opção.
Sobre o gato, eu esperava alguém maquiado estilo uma peça de Cats com baixo orçamento. O que me surgiu foi uma versão magra do James Brown, com aqueles paletós coloridos, usando dentes de vampiro! E todos os trejeitos amalucados e exageradamente estereotipados da inspiração. Apavorem-se! Se o seriado fosse atual (ou americano), provavelmente chamariam de racista e seria cortado. Se bem que se o personagem continuar exatamente igual pelos 10 anos da série, talvez encha o saco. Todavia, cada temporada só teve 6 episódios. Se não fossem tão poucos, talvez nem começasse a ver.
E ficamos assim, 4 personagens sozinhos numa nave vivendo situações ridículas com efeitos especiais bem sofríveis.
Eu falei que a série é ruim, mas estou vendo... Porque isso? Estava pensando em como descrever a situação e ao mesmo tempo não parecer que ela é uma droga e eu sou masoquista. Cheguei numa boa solução: ela é hipnoticamente ruim! Bem, as duas primeiras temporadas pelo menos.
Na terceira temporada eles mudaram muita coisa. Começou aquele papo de monstro da semana, um personagem da 2ª temporada voltou como regular, mas com uma personalidade diferente (e meio irritante), e começaram aqueles famosos episódios "estamos sem grana, inventa uma desculpa e vamos filmar na Terra" (vide também toda a última temporada de Lexx). Aí eu comecei a temer que ela ficasse apenas ruim. Mas cheguei já no quarto episódio e ainda está no mesmo nível de diversão suficientemente aceitável. Estou evitando esbarrar com spoilers dos episódios futuros, mas pelo que li, só a oitava temporada é que é universalmente considerada ruim.
E eles arranjaram uma solução criativa (isto é: muito pilantra) para resolver os ganchos e alterações da segunda temporada para a terceira: eles colocaram um texto rolando, estilo Guerra nas Estrelas, em que eles explicam tudo o que aconteceu e como se resolveu depois e pronto!, aí eles podem continuar como se nada tivesse acontecido. E o letreiro passa tão rápido que eu tive que ir parando a imagem para ler. Muito safados.
Mas então... ficam as duas recomendações completamente opostas. Um seriado antigo perfeitamente aturável [principalmente para quem já passou por Lexx]. E um desenho moderno com zuações nerds e (talvez) mistérios mais elaborados que Lost (mas lembrando sempre que nerd é foda... bola teoria com qualquer coisa e vê detalhe onde nem o autor estava pensando nisso...).
Com: Craig Charles (putz, ele fez uma ponta em Lexx), Chris Barrie (o mordomo da Angelina Jolie em Tomb Raider 1 e 2), Danny John-Jules (fez uma ponta em Blade II), Norman Lovett, Robert Llewellyn e Hattie Hayridge -- Criada por: Rob Grant e Doug Naylor
Canais: BBC 2 (até 1999) e Dave (2009 em diante).
Episódios até o momento: 61 (10 temporadas, a 11ª estréia em 2015)
Ok, ok... Não é assim, TOTALMENTE ruim. É ótimo para ver com sono e neurônios desligados. E revisando a história da Blake's 7, acho que no final era a Red Dwarf que eu pretendia ver mesmo. Eu sabia que uma das séries (ou a Blake's 7 ou a Red Dwarf) tinha uma premissa de gente que foi congelada por alguns milhões de anos na nave e, durante todo esse tempo, um dos gatos de estimação acabava ficando solto e dando origem a uma nova raça inteligente, que evoluiu no local ao longo deste tempo. Comecei a ver Red Dwarf sem saber direito qual era ela (na minha cabeça, as duas séries eram de comédia).
Mas resumindo a "história" rapidamente: temos dois técnicos da nave, do mais baixo escalão possível, um completamente desleixado, sujo e bagunceiro (Lister, o boa praça da dupla) e outro, todo metido a certinho e puxa-saco, mas igualmente incompetente (Arn, o babaca). Daí que o bagunceiro é punido e resolvem congelá-lo sem salário até chegarem na Terra. No meio tempo há um vazamento radioativo na nave e... todos morrem menos ele. O computador (Holly) resolve então esperar a radiação dissipar antes de acordá-lo. Isso leva 3 milhões de anos. Ao acordar, Lister descobre que as únicas companhias que ele têm são um homem-gato (chamado Cat), o antigo companheiro de quarto, agora revivido em forma de holograma, e o próprio Holly, o computador da nave, que aparece nas telas na forma de um cinquentão. E por algum motivo voltar para a Terra de forma rápida não é uma opção.
Sobre o gato, eu esperava alguém maquiado estilo uma peça de Cats com baixo orçamento. O que me surgiu foi uma versão magra do James Brown, com aqueles paletós coloridos, usando dentes de vampiro! E todos os trejeitos amalucados e exageradamente estereotipados da inspiração. Apavorem-se! Se o seriado fosse atual (ou americano), provavelmente chamariam de racista e seria cortado. Se bem que se o personagem continuar exatamente igual pelos 10 anos da série, talvez encha o saco. Todavia, cada temporada só teve 6 episódios. Se não fossem tão poucos, talvez nem começasse a ver.
E ficamos assim, 4 personagens sozinhos numa nave vivendo situações ridículas com efeitos especiais bem sofríveis.
Eu falei que a série é ruim, mas estou vendo... Porque isso? Estava pensando em como descrever a situação e ao mesmo tempo não parecer que ela é uma droga e eu sou masoquista. Cheguei numa boa solução: ela é hipnoticamente ruim! Bem, as duas primeiras temporadas pelo menos.
Na terceira temporada eles mudaram muita coisa. Começou aquele papo de monstro da semana, um personagem da 2ª temporada voltou como regular, mas com uma personalidade diferente (e meio irritante), e começaram aqueles famosos episódios "estamos sem grana, inventa uma desculpa e vamos filmar na Terra" (vide também toda a última temporada de Lexx). Aí eu comecei a temer que ela ficasse apenas ruim. Mas cheguei já no quarto episódio e ainda está no mesmo nível de diversão suficientemente aceitável. Estou evitando esbarrar com spoilers dos episódios futuros, mas pelo que li, só a oitava temporada é que é universalmente considerada ruim.
E eles arranjaram uma solução criativa (isto é: muito pilantra) para resolver os ganchos e alterações da segunda temporada para a terceira: eles colocaram um texto rolando, estilo Guerra nas Estrelas, em que eles explicam tudo o que aconteceu e como se resolveu depois e pronto!, aí eles podem continuar como se nada tivesse acontecido. E o letreiro passa tão rápido que eu tive que ir parando a imagem para ler. Muito safados.
Mas então... ficam as duas recomendações completamente opostas. Um seriado antigo perfeitamente aturável [principalmente para quem já passou por Lexx]. E um desenho moderno com zuações nerds e (talvez) mistérios mais elaborados que Lost (mas lembrando sempre que nerd é foda... bola teoria com qualquer coisa e vê detalhe onde nem o autor estava pensando nisso...).
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E aproveitando o tempo que essa postagem ficou esperando revisão, mais algumas recomendações:
The Last Ship (trailer) foi uma ruim boa surpresa. Pior que eu só não passei reto pela chamada porque vi que o Eric Bana estava no elenco, só já assistindo o episódio é que notei que eu li errado (era Eric Dane). A surpresa foi boa porque a série passa o tempo sem você se arrepender realmente. Os personagens são caricatos, mas os episódios são bem feitinhos. Dá para levar numa boa. Mas é ruim porque cada episódio são como pequenos filmes do Steven Seagal de 45 min. E não dá para chamar algo que seja descrito assim de "bom". Mas eu não esperava nada demais realmente, posso viver com isso. Tem até o Jayne, de Firefly, no elenco!
A história: navio fica no pólo por 4 meses, incomunicável, praticando exercícios militares. Ao mesmo tempo dão carona para uma cientista (a verdadeira razão deles estarem lá, mas eles não sabiam) que foi estudar uns passarinhos. Quando a missão finalmente termina eles são atacados por russos que querem a pesquisa - e descobrem que a Terra está sendo devastada por um vírus mortal. A cientista sabia disso, a pesquisa dela é justamente pela cura. Agora eles precisam se virar sozinhos, boiando por aí, evitando serem contaminados e fugindo dos russos, até terem uma vacina e salvarem o mundo.
O ruim é que mal cheguei no terceiro episódio (dos 4 ou 5 que existem por enquanto) e já fiquei sabendo que a série foi renovada para mais uma temporada. Ou seja, a cientista super-foda, que tem certeza que faz e acontece e mapeia DNAs em 15 minutos... vai ficar enrolando pelo menos 2 anos para descobrir uma cura. Os canais de TV deviam realmente voltar a pensar em fazer minisséries com início, meio e fim, em 1 ou 2 anos e pronto! Se ficar bom, OK, deixa saudades, mas pelo menos não ficam enrolando, enrolando, enrolando e aí cancelam sem conclusão. Pelo menos as temporadas serão curtas, de +/- 12 episódios. Bom seriado para hora do jantar, mas nada que você precise apresentar para a namorada ou discutir episódios com amigos.
[ATUALIZAÇÃO 25/AGOSTO: ok, minha previsão foi errada. Leve spoiler a seguir: a cura foi encontrada. Agora é esperar pelo 2ª temporada, que deve ser bem mais urbana...]
E no tempo que levou até eu revisar esta postagem, Korra voltou! [na verdade, não conferi a data, mas acho que já tinha voltado e eu que não notara]
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Mudando um pouco de assunto, quadrinhos rapidamente. Agora que as coisa acalmaram eu estou lendo um tal de Enigma (de Peter Milligan e Duncan Fegredo). Esbarrei numa dessas listas de "10 QUADRINHOS QUE MUDARAM O UNIVERSO!" e esse tipo de exagero, e junto do tradicional (Sandman e Y, The Last Man, por ex., apesar de eu ter achado Y só legalzinho), tinha esse lá, único da lista que eu nunca nem ouvira falar. Resolvi conferir. Ainda estou na segunda edição (de 8), mas prendeu a atenção. Outro que eu comecei faz tempo e parei no meio, mas quero voltar nele ainda é o Blue Estate (12 edições). Conheci esbarrando numa imagem de uma dançarina de cabelo chanel e fui pesquisar se aquele desenho era de algo ou algum devianart aleatório. E era a capa de um dos encadernados desta revista. Foi o que me bastou [eu realmente não sou exigente na hora de ficar curioso com algo]. Estava legal até onde parei, fica a recomendação também. E acabei de descobrir que virou até jogo: trailer da história / trailer de ação / resenha (mas aí eu não recomendo nem nada, não joguei).
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E terminando a postagem, procurando um trailer para Gravity Falls acabei perdendo um bom tempo no Youtube, ouvindo versões alternativas do tema de abertura (um dos mais legais dos últimos tempos). Seguem as melhores:
Piano -- Rock -- RAP -- Rock outra vez -- Dramático -- Orquestra
às
18:13
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