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domingo, 20 de julho de 2014

Recomendações

Títulos alternativos: "Mid-Season Nerd" ou "I want to lie, shipwrecked and comatose..."

Pois é, o site está meio parado mas, na verdade, tem é um monte de postagens que ficaram no "agora só falta revisar" [a parte divertida é escrever besteira; revisar e formatar nem tanto] [e o bizarro é que em breve surgirão várias postagens ANTES desta]. E não entremos em detalhes, mas foi um mês complicado em que só estava com tempo (e ânimo) de ficar vendo TV [até minhas leituras estão devagar]. Mas...

O que diabos ver na TV entre o fim das temporadas americanas e a volta de Doctor Who? Um nerd precisa se virar!

Tenho que voltar a assistir aos episódios de Capitão Harlock por falar nisso (saiu até filme faz pouco tempo). Mas então, fora Falling Skies (que já era uma merda e agora piorou um pouco - mas eu assisto) [mas não falemos dela, é meu segredo sujo], eu acabei começando a ver duas coisas. [e que virou quatro, porque essa postagem também travou no rascunho]


Gravity Falls! (trailer / abertura)
Subtítulo nacional: Um Verão de Mistérios
Criado por: Alex Hirsch  --  Canal: Disney  --  Ano: 2012 em diante
Episódios: 20 até o momento + 17 curtas de 2 min.

Eu não tenho problema em ver desenho animado e assumir. Eu vejo Phineas & Pherb sempre que noto que é um episódio que eu não vi, o mesmo para Kung-Fu Panda e Os Pingüins de Madagascar, estou esperando a nova temporada de A Lenda de Korra (que parece que voltará um pouco ao estilo da primeira série, com viagens pelo globo - trailer), e não tenho nenhum problema em dizer que assistia Guerreiras Mágicas de Rayearth e Meninas Super-Poderosas quando já não era mais o público alvo disso (se é que fui algum dia). Isso posto... Assisto Gravity Falls. E é muito bom.

A história: dois irmão vão passar as férias com o tio-avô mutreteiro no interior, que tem um lojinha para vender tranqueira para turista. A menina é maluquete, cada episódio veste um casaco diferente e arranja um porco (num episódio muito bom, com viagens no tempo). Já ele usa sempre a mesma roupa, é mais interessado nos mistérios do local, que tenta desvendar com um livro doido que ele encontra no primeiro episódio, e é a fim da ruiva que trabalha para o tio. E o próprio tio, quando ninguém está olhando, é um cara misterioso. Bem, isso vai servir como sinopse.

Algo divertido no desenho é que todos os episódios tem alguma coisa em código para os fãs desvendarem, ou descaradamente (créditos finais) ou em cenas rápidas de páginas do livro (e aí, só pausando a imagem). E tem mais um monte de dicas malucas, referências escondidas e o diabo. A internet está cheia de teorias a respeito (eu na verdade não notei nada, esbarrei nisso por acaso no meio da temporada e perdi algumas boas horas naquele dia lendo a respeito). As teorias vão das completamente malucas (o famoso "esse personagem é o Diabo") até coisas envolvendo o resgate de um irmão perdido em outra dimensão (o pior é que essa faz muito sentido).

Claro, podem ser tudo só detalhes malucos para divertir ou erros de produção. Talvez a placa do carro pareça ser de Stanley (o mítico irmão) e não Stanford (o nome do tio-avô) porque o personagem pode ter mudado de nome durante a produção. Há uma cena em que o porco está vestido de médico numa cena e na cena seguinte a roupa dele sumiu. Seriam dois porcos, um deles sendo um doppelgänger místico do futuro? Mais provável é só que tenham esquecido de desenhar a roupa mesmo. E essa pode ser a explicação para muita coisa. Mas... Eu, de minha parte, quero saber quem é a lhama.

E todos os episódios, por mais isolados que sejam, têm uma história maior por trás a ponto do último da temporada ter terminado num baita gancho. Gravity Falls é o verdadeiro sucessor de Lost.

Volta agora em agosto, junto de Doctor Who.

Agosto será um bom mês.


De algo recente para uma velharia, comecei a ver, meio que por acidente (confundi com Blake's 7) a Red Dwarf! (não achei trailer, fiquem com a musiquinha). É um treco bem... ruim. Mas de repente é o sotaque britânico, não sei, tu assiste a piada tosca mas acha que na verdade ela tem um quê de Monty Python, mesmo que, lá no fundo, saiba que está mais para Chaves (que detesto).

Com: Craig Charles (putz, ele fez uma ponta em Lexx), Chris Barrie (o mordomo da Angelina Jolie em Tomb Raider 1 e 2), Danny John-Jules (fez uma ponta em Blade II), Norman Lovett, Robert Llewellyn e Hattie Hayridge  --  Criada por: Rob Grant e Doug Naylor
Canais: BBC 2 (até 1999) e Dave (2009 em diante).
Episódios até o momento: 61 (10 temporadas, a 11ª estréia em 2015)

Ok, ok... Não é assim, TOTALMENTE ruim. É ótimo para ver com sono e neurônios desligados. E revisando a história da Blake's 7, acho que no final era a Red Dwarf que eu pretendia ver mesmo. Eu sabia que uma das séries (ou a Blake's 7 ou a Red Dwarf) tinha uma premissa de gente que foi congelada por alguns milhões de anos na nave e, durante todo esse tempo, um dos gatos de estimação acabava ficando solto e dando origem a uma nova raça inteligente, que evoluiu no local ao longo deste tempo. Comecei a ver Red Dwarf sem saber direito qual era ela (na minha cabeça, as duas séries eram de comédia).

Mas resumindo a "história" rapidamente: temos dois técnicos da nave, do mais baixo escalão possível, um completamente desleixado, sujo e bagunceiro (Lister, o boa praça da dupla) e outro, todo metido a certinho e puxa-saco, mas igualmente incompetente (Arn, o babaca). Daí que o bagunceiro é punido e resolvem congelá-lo sem salário até chegarem na Terra. No meio tempo há um vazamento radioativo na nave e... todos morrem menos ele. O computador (Holly) resolve então esperar a radiação dissipar antes de acordá-lo. Isso leva 3 milhões de anos. Ao acordar, Lister descobre que as únicas companhias que ele têm são um homem-gato (chamado Cat), o antigo companheiro de quarto, agora revivido em forma de holograma, e o próprio Holly, o computador da nave, que aparece nas telas na forma de um cinquentão. E por algum motivo voltar para a Terra de forma rápida não é uma opção.

Sobre o gato, eu esperava alguém maquiado estilo uma peça de Cats com baixo orçamento. O que me surgiu foi uma versão magra do James Brown, com aqueles paletós coloridos, usando dentes de vampiro! E todos os trejeitos amalucados e exageradamente estereotipados da inspiração. Apavorem-se! Se o seriado fosse atual (ou americano), provavelmente chamariam de racista e seria cortado. Se bem que se o personagem continuar exatamente igual pelos 10 anos da série, talvez encha o saco. Todavia, cada temporada só teve 6 episódios. Se não fossem tão poucos, talvez nem começasse a ver.

E ficamos assim, 4 personagens sozinhos numa nave vivendo situações ridículas com efeitos especiais bem sofríveis.

Eu falei que a série é ruim, mas estou vendo... Porque isso? Estava pensando em como descrever a situação e ao mesmo tempo não parecer que ela é uma droga e eu sou masoquista. Cheguei numa boa solução: ela é hipnoticamente ruim! Bem, as duas primeiras temporadas pelo menos.

Na terceira temporada eles mudaram muita coisa. Começou aquele papo de monstro da semana, um personagem da 2ª temporada voltou como regular, mas com uma personalidade diferente (e meio irritante), e começaram aqueles famosos episódios "estamos sem grana, inventa uma desculpa e vamos filmar na Terra" (vide também toda a última temporada de Lexx). Aí eu comecei a temer que ela ficasse apenas ruim. Mas cheguei já no quarto episódio e ainda está no mesmo nível de diversão suficientemente aceitável. Estou evitando esbarrar com spoilers dos episódios futuros, mas pelo que li, só a oitava temporada é que é universalmente considerada ruim.

E eles arranjaram uma solução criativa (isto é: muito pilantra) para resolver os ganchos e alterações da segunda temporada para a terceira: eles colocaram um texto rolando, estilo Guerra nas Estrelas, em que eles explicam tudo o que aconteceu e como se resolveu depois e pronto!, aí eles podem continuar como se nada tivesse acontecido. E o letreiro passa tão rápido que eu tive que ir parando a imagem para ler. Muito safados.


Mas então... ficam as duas recomendações completamente opostas. Um seriado antigo perfeitamente aturável [principalmente para quem já passou por Lexx]. E um desenho moderno com zuações nerds e (talvez) mistérios mais elaborados que Lost (mas lembrando sempre que nerd é foda... bola teoria com qualquer coisa e vê detalhe onde nem o autor estava pensando nisso...).

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E aproveitando o tempo que essa postagem ficou esperando revisão, mais algumas recomendações:

The Last Ship (trailer) foi uma ruim boa surpresa. Pior que eu só não passei reto pela chamada porque vi que o Eric Bana estava no elenco, só já assistindo o episódio é que notei que eu li errado (era Eric Dane). A surpresa foi boa porque a série passa o tempo sem você se arrepender realmente. Os personagens são caricatos, mas os episódios são bem feitinhos. Dá para levar numa boa. Mas é ruim porque cada episódio são como pequenos filmes do Steven Seagal de 45 min. E não dá para chamar algo que seja descrito assim de "bom". Mas eu não esperava nada demais realmente, posso viver com isso. Tem até o Jayne, de Firefly, no elenco!

A história: navio fica no pólo por 4 meses, incomunicável, praticando exercícios militares. Ao mesmo tempo dão carona para uma cientista (a verdadeira razão deles estarem lá, mas eles não sabiam) que foi estudar uns passarinhos. Quando a missão finalmente termina eles são atacados por russos que querem a pesquisa - e descobrem que a Terra está sendo devastada por um vírus mortal. A cientista sabia disso, a pesquisa dela é justamente pela cura. Agora eles precisam se virar sozinhos, boiando por aí, evitando serem contaminados e fugindo dos russos, até terem uma vacina e salvarem o mundo.

O ruim é que mal cheguei no terceiro episódio (dos 4 ou 5 que existem por enquanto) e já fiquei sabendo que a série foi renovada para mais uma temporada. Ou seja, a cientista super-foda, que tem certeza que faz e acontece e mapeia DNAs em 15 minutos... vai ficar enrolando pelo menos 2 anos para descobrir uma cura. Os canais de TV deviam realmente voltar a pensar em fazer minisséries com início, meio e fim, em 1 ou 2 anos e pronto! Se ficar bom, OK, deixa saudades, mas pelo menos não ficam enrolando, enrolando, enrolando e aí cancelam sem conclusão. Pelo menos as temporadas serão curtas, de +/- 12 episódios. Bom seriado para hora do jantar, mas nada que você precise apresentar para a namorada ou discutir episódios com amigos.

[ATUALIZAÇÃO 25/AGOSTO: ok, minha previsão foi errada. Leve spoiler a seguir: a cura foi encontrada. Agora é esperar pelo 2ª temporada, que deve ser bem mais urbana...]

E no tempo que levou até eu revisar esta postagem, Korra voltou! [na verdade, não conferi a data, mas acho que já tinha voltado e eu que não notara]

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Mudando um pouco de assunto, quadrinhos rapidamente. Agora que as coisa acalmaram eu estou lendo um tal de Enigma (de Peter Milligan e Duncan Fegredo). Esbarrei numa dessas listas de "10 QUADRINHOS QUE MUDARAM O UNIVERSO!" e esse tipo de exagero, e junto do tradicional (Sandman e Y, The Last Man, por ex., apesar de eu ter achado Y só legalzinho), tinha esse lá, único da lista que eu nunca nem ouvira falar. Resolvi conferir. Ainda estou na segunda edição (de 8), mas prendeu a atenção. Outro que eu comecei faz tempo e parei no meio, mas quero voltar nele ainda é o Blue Estate (12 edições). Conheci esbarrando numa imagem de uma dançarina de cabelo chanel e fui pesquisar se aquele desenho era de algo ou algum devianart aleatório. E era a capa de um dos encadernados desta revista. Foi o que me bastou [eu realmente não sou exigente na hora de ficar curioso com algo]. Estava legal até onde parei, fica a recomendação também. E acabei de descobrir que virou até jogo: trailer da história / trailer de ação / resenha (mas aí eu não recomendo nem nada, não joguei).

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E terminando a postagem, procurando um trailer para Gravity Falls acabei perdendo um bom tempo no Youtube, ouvindo versões alternativas do tema de abertura (um dos mais legais dos últimos tempos). Seguem as melhores:

Piano  --  Rock  --  RAP  --  Rock outra vez  --  Dramático  --  Orquestra

quinta-feira, 1 de maio de 2014

The Undiscovered

Rápida recomendação de conto para vocês lerem:
The Undiscovered
, por William Sanders (ou site oficial).

Estava de bobeira, assistindo uma maratona de Suburgatory [não sabia que já tinha a 3ª temporada e não vira ainda os 2 últimos episódios da anterior], quando resolvi fazer algo diferente. Só ficar no sofá vendo TV em pleno feriado era muita molenguice. E, por fazer algo diferente, meu cérebro entendeu: ler ficção científica! [pois é... mas não entremos no mérito do meu cérebro]

Mas queria ler algo curto, puxei o The Best of the Best: 20 Years of the Year's Best Science Fiction da estante e dei uma rápida folheada vendo os títulos. E aí fiquei curioso com o que é que não tinha sido descoberto. [na verdade, no final, não entendi o título] Na hora pensei em alienígenas em alguma cidade do interior, e quando li a introdução da história, falando sobre o autor, imaginei que seria alguma coisa estilo além da imaginação, e no final descobriríamos que os "homens brancos" na verdade eram aliens cabeçudos. Não. Eram europeus mesmo. E os índios eram mesmo índios. E você fica sabendo isso logo de cara, então não estou estragando nada.

A história: um dia normal na tribo, até que um grupo volta com alguns prisioneiros. Três de uma outra tribo e um homem branco (pele como a da barriga de um peixe e assustadores olhos como um céu sem nuvens), um náufrago que vivia com eles. E como ninguém conseguia falar com o homem branco, ele é posto sob os cuidados de Camundongo, um outro índio com facilidade de aprender idiomas. Eles se "apresentam" e ficamos sabendo que o "nome de guerra" do homem branco é Balança Lança. [pense neste nome... em inglês!]

E daí em diante temos uma curta (18 páginas) e divertida história de como foi a vida do Spearshaker vivendo numa tribo cherokee, e depois tentando adaptar uma de suas mais famosas obras para o universo indígena, com direito a ensaios e tudo. Tudo contado pelo ponto de vista do Camundongo. [uma diversão adicional é tentar entender os nomes e expressões inglesas que o índio não conseguiu traduzir, ou entender quem é Amaledi]

E, como sempre, enrolei demais numa postagem que deveria ter tido umas 5 linhas.
Vão atrás, que a história ficou muito legal.

O conto pode ser encontrado em algum destes livros ou, digamos, no Google [sem querer incentivar a pirataria, claro, mas eu fui lá testar agora e... achei! Sem precisar instalar nenhum programa, nem esperar 30 segundos, nem nada.] [na verdade, de zona, testei de novo, e o próprio Google Books deixou-me ler o conto inteiro!]

quinta-feira, 13 de março de 2014

Walla!, e o captcha em hebraico cursivo!

AHA! Venci! Toma essa WALLA!
Acabei de passar por uma situação tão bizarra, que eu resolvi postar o passo-a-passo do que PARECE que deu certo. Nunca se sabe, mais alguém pode estar passando por isso. [lá fora, pelo menos, tem um monte, gente perguntando isso em português, não procurei muito, mas não achei]

OBS: CAPTCHA são aquelas letras tortas ou manchadas, que costumam aparecer no final de cadastros na internet, para o site ter certeza que você é uma pessoa.

Mas vamos lá. O problema: eu tenho dois emails gratuitos no Walla. Um site israelense. Hoje em dia seria bem idiota você ir lá para criar um email, com o GMail do Google e seu espaço infinito por aí. Mas na época que o que tínhamos eram 250 MB de Hotmail ou 1 GB de Google, e lá eram 3 GB. Um exagero. Mas ok, criei o email lá. Outros criaram. Deve ter muito brasileiro com email lá até hoje. O legal é que passaram muitos e muitos anos e o e-mail tem a mesma cara e as funcionalidades ultra-simples dos tempos da internet lascada. Eu gosto.

Tenho outros, mas sempre usei esses de lá com alguma freqüência. Algum tempo atrás o site parou de ser em inglês e ficou todo em hebraico por padrão. Aí você sofria um pouco, mas achava a opção para colocar o email de volta em inglês lá dentro. Mole.

Ontem... O site me pede para atualizar a senha, que eu não trocava faz anos. "Pois não, meu senhor. Com prazer.", disse eu. Dou nova senha, defino e-mail alternativo, coloco o nome do meu bicho de estimação. Claro, abri a tela simultaneamente no idioma original, para preencher, e outra no Chrome, para ver a tradução.
E aí... :הקלד את המספר הכתוב למטה ("digite o número abaixo:")

 

O diabo do número era em HEBRAICO! CURSIVO! NUMA FIGURA!

Ou seja, não dava nem para ver como é o número 2 deles no Wikipedia é ir lá e digitar "2", e nem pedir para o Google traduzir. No começo eu nem entendi direito o que estava acontecendo, e como eles escrevem da direita para esquerda, achei que eram algarismos ocidentais invertidos misturados com rabiscos! Ô ignorância! [nisso que dá não nascer rico, viajar o mundo e conhecer todas as escritas!]

Vasculhei o Google Imagens, para ver os algarimos em letra cursiva (exemplo). Mas não deu muito certo.

Depois de vasculhar e ver pessoas colocando as figurinhas acima no Yahoo Respostas, e outras pessoas que sabem hebraico respondendo, mas nenhuma explicando, dizendo "aquela coisa que parece um K é o número tal", "a coisa que parece um 2 é ...." (eu ainda achavam que eram algarismos misturados com rabiscos nessa hora), finalmente, uma alma bondosa comentou algo do tipo "o problema é que você tem que traduzir".
Aí deu o estalo! Putz! Não eram algarismos! Está ESCRITO o valor ali.
Não vem 123 em números, vem escrito cento e vinte e três!
E depois confirmei isso esbarrando num fórum, com alguém resolvendo um dos captchas.

Mole então... Google Tradutor! E isso agora é para vocês fazerem aí.

O captcha é, basicamente, a centena na 1ª linha, a dezena na 2ª, e a unidade na 3ª. Alguns são mais complicados que outros (no exemplo acima, o segundo nem tem uma 3ª linha). E ainda estou na dúvida se há alguns riscos inúteis misturados ali ou se são algum sinal real.

Mas então... Hora do Google. Fui lá e digitei: cem, duzentos, trezentos... E vi como eram as centenas (1ª linha). Depois o mesmo para as dezenas e depois as unidades. Dica: parece que hebraico é como português e inglês, de 10 à 19 os números mudam bem, depois disso é  vinte e um, vinte e dois, etc. Ou seja, a dezena não muda. Pareceu. Então você não precisa digitar tudo de dez até noventa e nove.

Novo problema: o Google escreve tudo em letra de fôrma, e o captcha é numa letra manual bem torta. E a letra de fôrma do Google nem sempre parece com a versão tradicional dela. Vasculhei o Google Imagens novamente, mas nada de conseguir me entender. Mas, convenhamos, um "triângulo sem a base atravessado" e uma "bolinha com rabinho", também não têm nenhuma semelhança entre si, e eu acabei de descrever o nosso "A" maiúsculo de fôrma e o minúsculo cursivo.

E foi aí... Que veio a solução, que é razão da postagem inteira [que como sempre ficou mais longa do que devia]:

Passo 1: vá no Google Tradutor e digite os números por extenso.
Ao contrário do exemplo na figura abaixo, comece com as centenas, são só nove opções e é a 1ª linha do captcha.


Passo 2: escolha um deles aleatoriamente, clique com o direito na tradução, Copie, e cole no seguinte site: [o grande achado da noite!!]
Converting between Hebrew Print and Cursive in One Step, por Stephen P. Morse.


Na tela acima, eu peguei o três. Notem a incrível semelhança entre algo que parece um olho de desenho animado pela metade no Google, algo que parece um W no site, e algo que parece uma letra 'e' minúscula ao contrário no formato cursivo. Sim!! Aquilo que parece W17W e eibe são a mesma coisa. [eu fico aqui zuando, mas eu acho essas doideiras o máximo. E música hebraica soa bem, queria ter tempo de aprender]

E você vai assim... Escolha um qualquer, cole no site do Steve, veja como ele se parece em formato manual, olhe para a figurinha e pense "Não, eu preciso de uma centena que comece por algo que pareça um N". E depois "Preciso de uma dezena que tenha duas vezes o W". Em bem poucas tentativas você deve conseguir matar as 3 linhas.

Vale a pena recarregar o captcha até aparecerem os mais fáceis. As letras que parecem as letras "K", "N", "e" ou um "8 falhado no alto" eu achei as mais tranqüilas.

A figura abaixo foi o meu caso real: [um deles, falta resgatar o outro email ainda]

O texto colorido é do Walla, no meio o Google e ao final a versão cursiva do site.
Notem que há um traço no início* da última linha do Walla que não serviu para nada (?) e os "apóstrofos" parecem iguais, mas são letras (?) diferentes.


(*) lembrando que, como hebraico é da direita para esquerda, você vai se confundir algumas vezes apertando backspace e o cursor não apagar nada, ou tentar marcar o texto da esquerda para direita e não funcionar. Diversão adicional.

No final, a tradução do texto acima foi: cem, setenta, três.
Voilá!, "173" e entrei no meu email. OBS: em algarismos romanos mesmo!
Parece complicado, mas fazer esta postagem demorou muito mais que descobrir o número correto. Bem... depois de ter descoberto o site do Stephen pelo menos. [e meus agradecimentos, onde quer que esteja!]

Ah, mas isso tudo foi porque o Walla me forçou a trocar a senha, e eu precisava passar pelo captcha. Mesmo depois da nova senha resolvida, na tela de abertura do email o captcha continua aparecendo, mas você não precisa preenchê-lo todas as vezes. Basta colocar o login, a nova senha, e clicar no botão. Deixe o código em branco mesmo.


E, claro, relembrando... Isso tudo eu ACHO que faz sentido. Sempre existe a possibilidade de eu ter digitado algo errado e passado mesmo assim, por algum problema no site. E adoraria saber, de alguém que fale hebraico, se eu falei alguma sandice acima. [não seria a primeira. rs!]
Então vale a pena vocês tentarem entrar no email digitando qualquer coisa chutada, para ver se cola. Se não colar, tentem o acima. Mero acaso ou não, eu passei! :-D


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[ATUALIZAÇÃO EM 28/março:]
Confirmado, não foi mero acaso. Acabei de ir lá agora de novo, ver se ia funcionar com o meu outro email. E foi até rápido. Também dei sorte de pegar um número fácil. Isso ajuda.

Mas antes de tentar, eu resolvi abrir o meu próprio blog - porque aqui tinha o link do site do Stephen. E qual não foi minha surpresa em descobrir 5 comentários!
DOBREI a quantidade de comentários no site em apenas 1 semana*, sendo que os outros 5 levaram 3 anos e 200 postagens para conseguir. Muito maneiro.
(*) a data da postagem está como 13/março, mas só coloquei no ar mesmo no dia 20.

Galera, fico muito feliz de ter conseguido ajudar. Mesmo que tenham sido poucos, não importa. Fico feliz.

Mas paremos a rasgação de seda [nunca rasguei seda, mas queria, só para testar o ditado] e vamos ao que interessa. Aula de hebraico com o Tio Ranzinza! [até parece]

Esse abaixo é o exemplo real do captcha que acabei de pegar:


A resposta é 828.




Importante:
eu ainda acho que há letras mais fáceis. Dêem preferência ao "K", "e", "N" e "8". O Walla tem um link abaixo da figura, com uma "?" no meio. Clique lá para trocar de captcha até achar um com elas. Várias vezes se possível.

Matar todas as letras é quase impossível, as 3 que eu marquei abaixo com uma seta vermelha são a mesma letra [que parece um D no site do Stephen] Eu nunca ia achar que aquele "J meio deitado" à esquerda da primeira linha fosse a "letra pi" à esquerda da última. Mas eu nem precisei chegar lá (já explico).

E o tracinho inútil (?) sempre aparece (vejam a seta rosa). Só que na primeira linha é ele. Na última, não. Ali é uma letra mesmo. Mas a "vírgula" (?) ao final pareceu inútil. Saber a diferença entre o tracinho e a vírgula inúteis e a letra "I" e o "apóstrofo"... Eu nem tento.
E acostumem-se que o "L minúsculo" e o "E minúsculo" são a mesma letra (seta verde).



Explicando porque eu nem precisei olhar tudo...O 828 foi rápido porque, por eliminação, não sobraram opções. Que se danassem as outras letras, depois de ter resolvido as primeiras, não tinha nenhum outro número com início igual. E eu olhei a minha figura lá no alto (a do 173) e já sabia que "e" do Walla no Google parece um "olho de desenho animado", e o "N" no Google parece um "morrinho"; e a única centena que começava com "olho + morrinho" (da direita para esquerda) era o 800. Resolvido.

E se você começar a reparar, verá que hebraico até simplifica o esquema do português. Aqui tem oitocentos, oitenta, oito. Lá eles têm DKN DJINe,  P'JINe e DJINe. [atenção: isso NÃO é hebraico, é só como as letras se parecem olhando o site do Stephen].
Então matando o quatro, por exemplo, 400 e 40 seriam "DKN quatro" e "P'uatro" [eu não entendi quando a primeira letra some ou não, aí também seria querer demais]

Em português tem leves diferenças, mas tem. É duzentos e não doiscentos, quinhentos e não cincocentos. Em hebraico a regra maluca acima do "DKN" para centena e "P'" nas dezenas funciona que é uma maravilha do trinta/trezentos até o noventa/novecentos, e o cem. Vale tentar ficar pedindo novos captchas até pelo menos 2 deles terem finais parecidos.

Lá no alto, no 173, notem que o 100 é o próprio "DKN" e 3 é "eibe". Se o captcha fosse "DKN eibe + P'eibe + eibe", advinhem qual seria a resposta? Exatamente! 333.
[correção: na verdade, no caso do trezentos, surge um novo D e fica "DKN Deibe", mas o que importa é que: se começa com DKN é centena, se termina com eibe é a terceira.]

E depois de entender essa "regra", descobri que é mais fácil, para resolver o captcha, digitar logo no Google todas as trincas. Coloque lá tudo de uma vez da seguinte forma, que ficará mais fácil para você ir se entendendo:

novecentos
noventa
nove

oitocentos
oitenta
oito

setecentos
setenta
sete

...


Ah, e claro, uma dica que eu não dei porque para mim não adiantou nada, mas... pode dar certo: vá no Google Imagens, digite walla captcha e veja o que aparece.
Se aparecer alguma com alguma das linhas igual à de vocês, clique, abra o site, e veja se alguém respondeu. Com sorte, em duas ou três vezes você descobre todos os valores.

E depois de olhar esse treco várias vezes, você até se acostuma com os rabiscos.
Na verdade, ao invés de dois, tenho três emails no Walla (mas o terceiro estava abandonado mesmo), mas só para testar, fui lá renovar a senha dele também.
Só de curtição.

Mas não queria ter trabalho. Acho que cliquei umas 20 vezes no botão para trocar o captcha até que apareceu "DKN DJINe + P'eibe + ee". Matei a centena e a dezena (800 e 30) só de olhar. E um número que é duas vezes a mesma letra - só existe um: o 6.

Tava começando a ficar divertido resolver isso até. Mas graças a deus acabou. Recuperei meus emails e, pouco a pouco... vou transferir todos meus cadastros pro GMail. Vai que algum dia o captcha é AUDITIVO!

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[ATUALIZAÇÃO EM 21/abril:] Pensando agora... Estou dando trabalho à toa para vocês.
Se todas as dezenas (exceto 10 e 20) são P' + número [o 20 também começa com P', mas o que vem depois dele não é igual ao "dois"] e todas as centenas (exceto 200) começam com DKN [lembrando sempre, isso sou eu inventando uma transliteração louca para o formato das letras], vocês nem precisam colocar tudo no Google.
É bem interessante... mas desnecessário.

Resumindo: só importa identificar as letras do final e vocês só precisam digitar 11 números no Google para matar a charada (de 1 à 9, 10 e 20).

O 200 não entra porque é a única centena sem DKN (o que eu chamo de D muda toda hora, mas o KN é inconfundível). Reparem nos captchas acima, todos têm DKN, se vocês não tiverem, é o 200.

Tem leves pegadinhas, como o 40 que perde uma letra ou o 300 que ganha uma [corrigi isso agora lá em cima até], mas o "final" da palavra em si (o início dela, da direita para esquerda) não mexe. Pô, tá ficando cada vez mais fácil isso. rs!!

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[ATUALIZAÇÃO EM 11/junho:] Estava lendo os novos comentários [e peço desculpas para os que eu não respondi ainda] e pensei em algo: e se o site do Stephen sair do ar? Pois então... Vou facilitar ainda mais a vida de vocês!

Seguem os números que interessam. Google, Stephen e um exemplo de cada caso:


Atenção: no número 4, o exemplo acima não tem o "D" na frente. Realmente, não apareceu no Walla nenhuma das vezes. E o Google traduz para quatro se você deixar sem também. É alguma coisa do idioma... Sei lá. Mas há vários "D" acima, se aparecer, vocês saberão como é. É bom para lembrar da pegadinha de alguns casos perderem ou ganharem novas letras. [e eu não sei quais são eles].

Interessante: não tinha notado antes, mas o vinte é o dez com o P' na frente [e por isso não botei exemplo do 20].

Pegadinha
: eu não apaguei os "tracinhos inúteis" de nenhum dos exemplos. 1º) para vocês se acostumarem a ignorá-los [e eu estava com medo de ser realmente algo do idioma e eu estaria fazendo besteira tirando-os de lá, e aí...] 2º) eu ACHO que finalmente descobri o que eles são! E putz, é muito idiota. Aquilo é o "e". Saca "Trinta e sete"? Pois é... É o êzinho do meio. Mas eu fiquei brincando com isso no Google e foram surgindo novas situações, letras, apóstrofos duplos... [e nerdice tem limite e eu não tenho planos de fazer contas em hebraico] Façam vista grossa para eles (como antes) e pronto!

E acho que, agora sim, esta postagem pára de aumentar! :-D

segunda-feira, 17 de junho de 2013

I shall play you the song of my people

via: SpaceBattles.com / Cool Picture Thread 6

Não quero saber se a piada é velha (descobri que começou em 2007 tentando achar a fonte da imagem acima). O fato é que eu olho para isso e rio. E é melhor do que ficar olhando o cartaz do Depois da Terra como última postagem. [fui parar no link procurando imagens para a postagem do Into Darkness, e virou missão olhar o tópico inteiro]

sábado, 11 de maio de 2013

Zen Pencils

Ficar de bobeira no micro de vez em quando dá bons resultados. [e de vez em quando eu passo 8 horas jogando] Estava pensando em Duna, avaliando se já fazia tempo suficiente desde a última porcaria que li do Brian - para poder ler a seguinte [não faz]; e lembrei da Litania Contra o Medo. E só por falta do que fazer digitei isso no Google. Apareceu o Wikipedia (obviamente) e surgiu um outro, que cliquei porque estava no alto:



O principal do site são tirinhas onde o sujeito (Gavin Aung Than) ilustra frases inspiradoras ou pequenas parábolas. Nem todas funcionaram para mim e o site perigosamente aproxima-se da auto-ajuda [o horror...], mas devo ter lido umas 20/25 tirinhas e é difícil não se emocionar com várias (se não a maioria) delas. [nota: mas eu falo só do texto das tirinhas, e não do que o cara escreve depois, que é irrelevante]

Quem preferir, há 24 tirinhas traduzidas para o português neste link (obs: o site original tem atualmente 115), mas eles descontinuaram a atividade porque o próprio site oficial passará a ter traduções em breve também.

Para os nerds, tem muita coisa lá que nós reconheceremos. Desde outras citações de escritores de FC, cientistas ou Bruce Lee, até mesmo só os desenhos. Deixo abaixo mais um link (clique na figura), para a minha preferida das que li hoje. Tem outras até mais 'bonitas', até o Pale Blue Dot apareceu lá, mas o texto abaixo eu não conhecia.
E todo mundo que já leu DC reconhecerá a inspiração do personagem.

"I would rather be ashes than dust!" (texto atribuído a Jack London)

domingo, 24 de fevereiro de 2013

24 meses de jogos no PC

É isso aí... faz tanto tempo que não resenho jogo, que vou fazê-lo de uma só vez para tudo que joguei nos últimos 2 anos e que não tenha tido a própria postagem, como o Rage ou Duke Nukem Forever [que ainda está em rascunho]. OBS: tudo PC, não jogo video-game desde o Atari 2600.

Comentário making-off: comecei a postagem como "Doze meses de jogos", mas no meio vi que era muita coisa, e eu não jogo tanto assim (demoro bem para terminar cada um); chutei 2 anos então. Não tenho idéia do tempo real que levei.


The Walking Dead, Telltale
(wikipedia / site oficial / trailer)

História: escapar vivo de um mundo dominado por zumbis e gente ruim. Importante: é jogo de aventura, você anda, conversa, resolve coisas, faz amizades (ou não). Não é só sair desmiolando mortos-vivos com sua bereta (mal tem isso no jogo).

Jogo ganhador de vários prêmios do tipo "o melhor do ano". E talvez tenham sido merecidos mesmo. É muito bom. Mesmo estilo do Sam & Max, mas com muito mais decisões morais. E todas tendo que ser tomadas sem tempo para pensar.
Só estejam com seu inglês em dia, por não ter percebido (na pressa) a nuance de uma frase no começo do jogo, escolhi uma opção que fez o cara de bigode me olhar torto metade do jogo. Pô, nem foi de propósito, e na hora não me ocorreu que eu podia ter voltado um pouco o jogo sem recomeçar a fase inteira. Mas atentem: não dá para ficar nessa de salvando, testando, voltando e refazendo não. O jogo salva quando ele quer e ponto final. Talvez para desmotivar esse tipo de malandragem.
Ótimo jogo, mesmo que você não seja fã de zumbis.
E joguem também Sam & Max!


The Elder Scrolls V: Skyrim, Bethesda
(wikipediatrailer) [sem link para o site oficial pq ele é muito ruim]

História: salvar o mundo de dragões homicidas e vencer uma guerra, tudo isso enquanto passeia pelo lugar explorando e fazendo dinheiro para comprar armas e roupas melhores.

Gigante! Cacete... É muito grande! [uia!] Vejam essa musiquinha e esqueçam do mundo por muitas horas. Muitas! E olha que meio que desisti de fazer tudo. Não sou muito fã de jogar várias vezes, cada uma com um alinhamento ("Sou bonzinho, e só farei coisas caridosas e limparei o mal do mundo"). Não... A velhinha me pede para salvar o gatinho... Eu mato 50 orcs piratas mágicos e salvo o gatinho. [isso é um exemplo, não aconteceu no jogo] Mas a Guilda dos Assassinos me pede para matar uma noiva inocente, no seu discurso de casamento [isso aconteceu]... "Missão dada é missão cumprida!" E não é que eu seja um cara mal... É que sei que nunca terei o saco de recomeçar o jogo todo de novo, mas agora sendo bandido... Depois recomeçar sendo ninja... Depois rejogar sendo uma margarida! Não, já que o jogo permite, faço tudo de uma vez e pronto.

Em Fallout não dava, então eu seguia minha consciência. Até comecei a rejogar uma vez, sendo o maior dos filhas da puta... Mas matar todo mundo de forma inconseqüente é divertido por alguns minutos, não para refazer o jogo inteiro. Pelo menos vi o que acontece se você NÃO desarmar o explosivo na cidadezinha com uma bomba atômica encravada no meio.

Voltando ao Skyrim, pelo menos posso me orgulhar de não ter feito nenhuma missão de cortar madeira. Nem me pediram. Mas putz... O que eu tive que fazer de cordãozinho e anel, só para botar feitiço e depois vender (ou jogar fora), só para aumentar meu % de Encantamento...rs!!! [em compensação, fiquei com um arco foda quando finalmente pude colocar 2 feitiços nele] [alguém, me mate... por favor!]

Falemos de problemas. Algo que poderia mudar nesta série no futuro (ou voltar, não sei como era isso antes do Oblivion) seria justamente criar um senso de responsabilidade ou de urgência. Se a mocinha na floresta pede minha ajuda para achar o marido, eu até tenho a opção de responder "Vai se catar que tenho coisas mais importantes para fazer."
Mas isso é mentira. A opção está lá só para se você quiser ser babaca. Agora... Se eu resolvesse ajudar a mocinha e a história do jogo NÃO PARASSE enquanto isso, minhas decisões teriam peso.
De repente, no tempo que eu levei até descobrir que o cara morreu no fundo de uma caverna, só para avisar a garota que ela agora é viúva... Uma cidade inteira poderia ter sido destruída. Ou não. Ou a mulher pode ficar grata pela ajuda desinteressada e me dar algum poder único no jogo. Ou não também, e só ficar lá chorando. As decisões tinham que ter alguma utilidade e conseqüência. E não apenas "Num momento X do jogo você pode entrar no exército A ou B." e daí em diante algumas missões serão diferentes.

OBS: não terminei o jogo ainda, acabei de passar dessa parte acima. Não podia continuar o jogo e organizar uma reunião entre os 2 lados em guerra sem me juntar à algum deles (os Imperiais ou os insurgentes). Eu não queria fazer inimizades, mas as missões paralelas estavam cansando (missões de ladrões, de assassinos, e as da mocinha lobisomem que só fica me pedindo para matar bicho).

Voltando ao problema do tempo, se alguém me pede para entregar uma carta para o filho no outro lado do continente, numa viagem de dias, eu deveria me sentir compelido a NÃO fazer aquilo instantaneamente, e me programar para entregar a carta só quando eu estivesse passando pela região. Como o jogo é agora, eu posso gastar 5 dias (de dentro do jogo) para entregar o papel, voltar (mais 5 dias), avisar o cara "Tudo certo, entreguei o cartão de Boas Festas para o seu filho" só para ganhar 10 moedinhas, e, nesses 10 dias... O MUNDO PAROU. A guerra NÃO seguiu em frente e dezenas de pessoas NÃO morreram porque eu fui relapso em evitar ataques de dragões. E nem em momento algum irá aparecer na tela "VOCÊ PERDEU! Sua incompetência generalizada em salvar o mundo causou a destruição do planeta" Ok, até chegar ao ponto de aparecer essa mensagem você teria que ser muito ruim e já estar andando num cenário de cinzas. Mas deveria existir a possibilidade. Não existe.

Outra coisa é que o jogo entrega as coisas muito facilmente, não te deixa parar para pensar "O que eu faço agora?". Tem uma parte do jogo que eu prendo um dragão e preciso descobrir um endereço com ele. Ele responde: "O único jeito de você chegar lá é voando. Solte-me, que te levo. Pode confiar."
Novamente, o jogo me dá opções de respostas como estas:
A) "Nunca! Maldito lagarto voador!"
B) "Mas como eu posso acreditar em você, dragão?"
C) "Sério? Sempre quis voar. Partiu!"

Só que o computador atualiza minha missão para "Monte o dragão e vá até o lugar". Putz... Então É ÓBVIO que eu posso confiar nele. E toda a conversa é irrelevante.

Minha missão tinha que ser "Chegue no lugar" e aí... na conversa acima as opções realmente teriam utilidade. Eu podia matar o bicho e me ferrar procurando o lugar a pé (mas ter como chegar lá assim). Poderia tentar entrar num acordo. Ou poderia acreditar nele, e, aleatoriamente, ou o bicho me levar lá mesmo... Ou me soltar numa cratera com 5 dragões e sair rindo (ou seja, eu não devia ter confiado nele).

Além do jogo entregar muito facilmente o que tenho que fazer e não me dar nenhuma senso de dever, há também problemas técnicos. Muitos bugs aqui e ali (que eu vejo soluções pela internet, como um cara que me manda entrar na sala dele, mas não abre a porta, ou o computador me mandar ir perguntar algo para um sujeito e a pergunta não aparecer nas opções) [obs: os patches corrigem boa parte dos problemas, mas como sempre criam novos, eu prefiro ficar com os antigos e arranjar soluções paralelas, via console], e alguns problemas de, digamos, planejamento: há horas ou muito difíceis, que você precisa ficar maceteando, ou você é bem mais poderoso e vai de peito aberto sem nem se preocupar. E seus companheiros são idiotas. São bons só para você carregar mais coisas e depois vender, mas agora que já tenho dinheiro para cacete no jogo, deixo eles em casa. Até casei com a mocinha de rosto pintado estilo Coração Valente, mas larguei ela em casa também (assim a Lydia tem com quem conversar).
Sobre a burrice e ficar maceteando... A programação dos inimigos chega a irritar. Vejam esse vídeo. Isso acontece! O cara pode ter uma flecha encravada na testa, mas se você se esconder, o sujeito fala "Ah, deve ter sido minha imaginação..." e volta aos seus afazeres. Porra! É uma FLECHA! ENCRAVADA! NA TESTA! O sujeito pode até não te achar (já que você está escondido), você pode até flechá-lo novamente com direito ao bônus de furtividade (porque você está escondido), mas o cara voltar à comer o café da manhã [aconteceu!] é demais!

Mas falemos de algo mais importante. Os ursos! Ah, os ursos! Minha diversão no jogo: me esgueirar perto dos que dormem em montanhas, e dar o "grito empurrador" neles abismo ou barranco abaixo! Muito bom. Sempre divertido. Com tigres não tem a mesma graça, ursos são gordinhos e fofos. E pelo jeito, não sou o único maluco: link e link (o 1º é melhor, e depois desses, achei vários outros).

Por falar em diversão, para verem como é a jogabilidade, seguem abaixo os episódios do Nerdplayer sobre o tema. Talvez sejam mais engraçados para quem jogou, mas são muito bons: Episódio 1  --  Ep.2  --  Ep.3  --  Ep.4  --  Ep.5  --  Ep.6


Limbo, Playdead
(wikipedia / site oficial / trailer)

História: Chegue ao final do... hummm... limbo (?) para... eeerr... e aí... E tem uma aranha gigante e lesmas brilhantes... E aí você chega na...  onde tem água e engrenagens. O enredo oficial diz que você está em busca da sua irmã, mas nada no jogo te diz isso. Não importa. Quem aqui jogou Mario pensando no bem-estar da monarquia? Pois então...

Ouvi falar faz muito tempo do jogo. Lembro de Jovem Nerd falando disso em algum podcast, vi elogios por aí... Mas só fui jogar faz quase 1 ano. E levei uma eternidade (sei lá, meses), não por ser muito difícil, mas que estava tão bom, que não queria só acabar logo. Jogava. Resolvia um quebra cabeça, e parava ali. Ia dormir satisfeito, feliz com minha inteligência e com a sinistralidade do jogo.
Ou... Não resolvia o mistério, e ficava preso lá... Achando-me uma anta. Mas não vi nenhum solução via Youtube. Fiquei preso algumas semanas em algumas partes. (OBS: jogava só na hora de dormir e raramente mais de umas 2 vezes por semana). Olhando, olhando... E morrendo das mais dolorosas formas possíveis.

Jogo excelente. Lindo de ver. E com um final vago, mezzo-incompreensível mezzo-trágico, que pode deixar a história ainda mais bonita dependendo de como você o interprete.


Dishonored, Bethesda
(wikipedia / site oficial / trailer foda / trailer recente)

História: falsamente acusado de matar a imperatriz, você precisa escapar e resolver toda a situação. Ou matando todos em seu caminho, ou na moita, sem ninguém perceber. Isso tudo numa cidade steampunk, infestada de ratos, com pouca munição e alguns poderes mágicos.

Detalhe, quando vi o trailer acima (o com a música espetacular, e não o recente, adoro esses remixes macabros de temas infantis), achei que quem iria se vingar e matar todos fosse a garota, já adulta. Pô, "And up, SHE rises!", e encaixaria no tema e com a voz da cantora. Mas a verdade é que a canção já era com "she" muito antes do jogo. E eu sabia disso, mas teria ficado legal de qualquer jeito - e a vingança seria muito mais vingativa. Ao invés da história se passar toda em poucos dias e os poderes mágicos aparecerem do nada, teriam sido anos de treinamento, sacrifícios pessoais e acordos com o oculto para, só então, estar preparada.
Mas por falar nos remixes macabros, vale relembrar o antigo trailer do Dead Space. Se nunca conheceu ou esqueceu (faz 5 anos), veja.

Dishonored foi o último desta postagem que terminei [ontem]. Excelente! Joguei inteiro numa pausa do Skyrim. Tem lá suas falhas... Matei uma cortesã por acidente andando na direção dela. Eu só estava tentando fazê-la sair do caminho... E aí, sei lá... Acho que ela bateu com a cabeça na sacada ou tinha alguma condição cardíaca e infartou! Droga, quase consegui passar aquela fase inteira sem matar ninguém. Bug do jogo.
Mas muito legal. Para quem fica boa parte do tempo em Skyrim se encolhendo nos cantos, um jogo feito para - ou melhor, que dá a opção - de você passar o jogo inteiro assim... Pode parecer horripilante para quem quer ação... Mas eu me diverti bastante. Mas quem quiser só sair matando, o jogo oferece opções bem divertidas. Alguns exemplos aqui (veja o nº10 também) e tem muito mais no Youtube.

Claro, na fase dos assassinos no bairro alagado, bateu o Dia de Fúria... Pô, era eles ou eu! Soldados davam pena de matar... Eram só servidores públicos fazendo seu trabalho. Mas assassinos de uma gang... Quis nem saber que ia piorar meu % de caos... Mereciam. [e também era mais fácil] Matei a maior parte deles com flechas incendiárias por pura diversão. Burn, motherfucker, burn! Menos o chefe, esse eu não matei só para terminar a fase cumprindo a missão como Não-Letal. Mas isso deu trabalho.

Só foi pena que não vi como não matar a moça na festa... Se bem que pelo jeito ela não seria muito feliz da outra forma. (vi qual era a solução não-fatal no Youtube depois) Mas ok. Para quem matou uma mocinha no próprio casamento em Skyrim...

Ah, linkando o Nerdplayer no Skyrim, vi que tem um episódio desse aqui também lá. Não é tão bom, mas dei boas risadas. Tomem o link para vocês.


Call of Duty: World at War, Activision
(wikipedia / site oficial / trailer)

História: mate soldados inimigos na Segunda Guerra Mundial.

Putz... Por duas vezes, ao entrar no jogo, descobri que todos os saves foram para o cacete! Na primeira eu vi um cheat na internet e voltei para onde estava. Na segunda... Estou nela até hoje, estou esperando ter saco de voltar no jogo. Nunca voltei porque ele é meio chatinho. Diverte, mas não dá aquele estalo de "putz, quero continuar jogando" que qualquer um dos jogos acima teve. Servia para entrar, dar uns tiros e matar alguns NPCs nazistas, e 30 minutos depois ir fazer algo útil. O mais fraco da série até o momento. Até o anterior (sei lá... sempre confundo esse com o Medal of Honor), que era guerra moderna foi melhor. O Airborne do MoH foi bem melhor.
OBS: sim, eu sei que estou desatualizado e que já estão no nono Call of Duty (esse aqui é o quinto), mas esse não me inspirou a experimentar os seguintes. Sei que vou jogá-los algum dia, mas não fiquei com pressa.


Project 6014, Cedric Horner e outros fãs
(wikipedia / site oficial / trailer / abertura)

História: salve a galáxia derrotando naves 2D, vendendo minérios e ouvindo muita zuação em conversas com aliens.

Eu amo esses caras! Uma continuação para um dos meus jogos preferidos e 17º melhor de todos os tempos pela IGN em 2005.
O Star Control foi um dos primeiros jogos que conheci no PC. Ele nem tinha uma história linear, lembro de várias pequenas missões em que você precisava escolher o melhor caminho, criar colônias para te ajudar, e então atacar. Resolvi jogar o Sins of a Solar Empire (jogo mais abaixo) justamente por ele me lembrar o 1º Star Control. E além disso, uma das opções do jogo era montar times rivais e partir logo para a porrada (na época eu tinha um esquema de cabeça, e sabia exatamente qual era a melhor nave para enfrentar qual).
Um tempo depois, em 1992, surgiu o Star Contro II, com uma liberdade de movimento e humor que não existiam em jogos da época. (ou nada que eu conhecesse pelo menos), e agora com uma história linear. Você simplesmente podia ir para onde quisesse. Claro, não chegava a ser um jogo de mundo aberto, e no final, se você não fizesse as coisas certas, perdia. Mas você podia fazer seu próprio caminho e... importante, com a história se desenrolando em paralelo. Nada de ficar passeando e o universo te esperar. [toma essa, Skyrim!] Numa das vezes que joguei, uma das raças foi aniquilada antes de eu conseguir falar com eles (e sobrou conversar com o parasita). Também perdi outra vez (ou seja, a Terra foi destruída) por não ter feito todos os contatos e descoberto tudo que precisava a tempo. E os contatos com os alienígenas era a melhor parte, era muita zueira dos criadores do jogo.

Bem, poderia ficar o dia todo tentando convencê-los da maravilha que o jogo é. Mas o jogo acabou deixando tantas viúvas além de mim, que 10 anos depois surgiu o The Ur-Quan Masters, que nada mais era que o mesmo jogo, refeito por fãs para rodar no Windows, que pode ser gratuitamente baixado. E acabaram de fazer uma nova versão deste, agora com gráficos de alta definição, gratuito também (site, trailer).

Isso tudo explicado, Project 6014 é a continuação, feitas por fãs, para Star Control II.
O jogo está sendo feito desde 2010 e até o momento só teve versões demo. Mas adorei a idéia. Já joguei a demo e gostei do que vi. Os gráficos estão melhores, mas nem tanto, então ainda tem o ar retrô do original. E tomara que permaneça na versão final, mas encontrei um planeta habitado por beholders de Doom. Pequenas coisas como essa aqui e ali são a graça da franquia. Esperarei ansioso pela conclusão do jogo.
Baixem gratuitamente no site oficial. E como o jogo mal existe e, dele mesmo, não tenho muito o que escrever, segue uma resenha de outro blog.

Ah, detalhe, até mesmo para vocês pegarem a piada no trailer. O Star Contro II *teve* uma continuação. Mas o Star Control 3 não foi criado pelos mesmos caras, e é simplesmente errado em tudo. É o Highlander 2 da série Star Control. Ignorem. É pior que isso até, porque Highlander 2 ainda dá para assistir. SC3 não deu para jogar.


Sins of a Solar Empire: Trinity, Stardock
(wikipedia / site oficial / cenas e review)

História: Minere, colonize, expanda sua esfera de influência, desenvolva tecnologias bélicas, sociais ou exploratórias, crie uma armada, e no final, através da força ou diplomacia, domine todos os planetas de um sistema solar.

Legal. Muito bonito. Interface boa e intuitiva. Mas depois de entender o esquema com algumas partidas experimentais [outra forma de dizer que fui massacrado por não ter lido o manual] e de umas três partidas decentes que levaram muitas horas para terminar... Não me interessei muito em jogar outras. O pecado do jogo foi as fases não irem se acumulando, com uma história que vá ficando cada vez mais difícil. Não. São todas fases soltas mas, diferente do Star Control 1 lá em cima, basicamente iguais e do mesmo nível de dificuldade. Acabou dando aquela sensação de "já joguei uma, agora daqui para frente é tudo igual". Pena.

O jogo tem até o momento 3 expansões: uma voltada mais para o lado diplomático, outra para a defesa, e a última para a guerra civil (o Trinity é o pacote com as duas primeiras embutidas). São várias raças com naves diferentes, cenários mais complicados e etc, há até modificações de fãs que permitem tudo ficar com cara de Guerra nas Estrelas, por ex., mas ainda assim, para mim, caiu no mesmo problema de rejogar Skyrim: não quero fazer a mesma coisa... de um jeito diferente, depois a mesma coisa outra vez de outro jeito, e entrar em loop. Voltarei a jogar Sins outras vezes ainda, mas esperarei mais alguns meses para a próxima partida. Mas não me entendam mal, recomendo. Tanto que ao invés do trailer lá em cima, coloquei um review apaixonado, que é para ver se não desanimava vocês.


Battle vs. Chess, TopWare Interactive
(wikipedia / site oficial / trailer)

História: encurrale o rei inimigo.

Bonitinho para jogar xadrez padrão contra a máquina, e tinha uns quebra-cabeças de destruir pedrinhas coloridas em X movimentos que achei bem legais. Mas as animações, ainda que bem feitas, se levavam "a sério"; só que eu estava atrás de algo mais divertido, como o primeirão dos Battle Chess, lááááá da época do XT! Queria me divertir com as mortes, e não só ver bonecos genéricos à lá Diablo se matando de forma genérica. E simplesmente reinstalar o Battle Chess clássico ou o 4000 não teria nenhuma novidade.


Amnesia: The Dark Descent, Frictional Games
(wikipedia / site oficial e trailer)

História: você acorda numa masmorra, de um antigo casarão, descobre que não tem memória (e que foi você mesmo quem a apagou), e tem que se virar, porque... você... não está sozinho!

Não sei como defini-lo. Seria o jogo um FPH: First Person Horror? [na verdade, lendo os links, o estilo se chama Survival Horror]
Muito bom. Da mesma galera que fez o Penumbra. Mas dei uma parada e acabei esquecendo de voltar. Fica sendo meta para 2013 junto com Alice 2 e Farcry 3. Importante: influências lovecraftianas! E bom para jogar no escuro. Podem jogar o Penumbra também. É antigo e curto, mas bem interessante.


Ah, Angry Birds Star Wars e Piglantis foram só interessantes. Arremessar coisas é divertido (jogo isso desde Gorillas e Scorched Earth até o Camelot Smashalot), mas a empresa do Angry Birds está precisando inventar algo novo e bem diferente, senão, vai morrer estilo Arquivo X, com todo mundo cansado e desinteressado nas "novidades".

E o Bad Piggies, a não muito boa tentativa deles fazerem o que acabei de falar, com os porquinhos construtores, pecou por permitir todo tipo de solução "errada". Pô, eu nem me esforçava mais quando via que podia fazer algo errado, que explodiria ou simplesmente cairia, e faria eu chegar onde precisava. Eles tinham que ter nos forçado a bolar algo que funcionasse direito para cada desafio. Varias soluções possíveis, algumas melhores outras piores, claro, mas não ficar me despedaçando ou explodindo em diferentes ângulos (ou construindo a única coisa possível e acertando de primeira, sem nenhum esforço mental). Acabou que as melhores fases eram os desafios soltos, mas só pela zuação de ficar fazendo experiências, nem tanto pela solução do desafio.


E pronto! Deu mais trabalho do que pensei, mas terminei a postagem! Agora vou continuar jogando Skyrim (acho que levo mais uns 2 ou 3 meses nele) e arranjar algum outro menorzinho para jogar em paralelo. Alguma continuação de Luxor ou algo mais rápido e rasteiro no estilo. Talvez rejogar algum dos C&C de antes de estragarem a franquia no quarto jogo (muito, muito ruim). O Generals ou o terceiro de repente.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Asimov & Munro

AHA! Muito maneiro! Reconheci a capa assim que comprei.

Isaac Asimov - Earth Is Room Enough - Fawcett Crest      K. L. Munro - Sabotagem no Espaço - Cedibra

Já vi outros casos de capas reaproveitas no Brasil (procurem "Nós, os marcianos" e "The Asutra", por exemplo), mas essa é a primeira vez que eu tenho um na minha estante!

E... é isso. Só achei legal e estava de bobeira em frente ao computador nesse feriado de Carnaval. Para creditar, arte (aparentemente) de Paul Lehr.

ATUALIZAÇÃO JUNHO/2013: Esbarrei com isso abaixo no Google Imagens. Ha! Muito maneiro. Se o história não tivesse me parecido tão ruim [apesar de eu ter ficado curioso com a reviravolta final], era capaz de comprar, só para ter mais um na coleção.

Theodore Sturgeon - Vênus Maix X - Editora Hemus

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Simon's Cat

Eu tenho a impressão que conheci isso como animações em Flash (o bom e velho SWF) e não vídeos do Youtube.... Bem, não importa.

Postagem rápida, então nem vou pesquisar por site original, página do Wikipedia nem nada... [acabei não resistindo. Wikipedia e site oficial] Há alguns melhores que outros, mas quem tem experiência com gatos não terá como não rir de vários dos vídeos. Não vi todos ainda (ou vi anos atrás e não lembro), mas todos os 21 curtas (entre 1 e 3 min) estão nesta página. Os 3 abaixo são muito bons:

Catnap: Um gatinho sonolento quer um afago (já vi igualzinho)
Double Trouble: O gatinho aprende a defender a comida
Cat & Mouse: Você, um computador... E um gato! (ainda não puxaram a minha tomada, mas usar o teclado ou caçar a seta... é de lei.)

sábado, 30 de junho de 2012

Ask Justine

Mais uma postagem da série "Para passar o tempo". Mas eu estava pesquisando hinos nacionais... Juro que estava! Especificamente o Ij Io̧kwe Ļo̧k (o antigo hino das Ilhas Marshall). [sim, existem motivos que levam uma pessoa a isso!]

Mas no resultado (aqui a tela, salvei para ter provas, caso o resultado mude) apareceu a imagem de uma garota loira. Na verdade, praticamente todos os resultados foram com ela. Eu não reparara que no meio da tela o Youtube ignorou as palavras estranhas e procurou apenas por "Ij". 
"Será que ela é algum tipo de apresentadora nas Ilhas Marshall?"... Cliquei!
E lá se foram 2 horas assistindo besteiras. [não que eu esteja reclamando]

Com tantos vídeos da menina na internet, as miniaturas que o Youtube me mostrou foram provavelmente as mais infelizes, mas na hora eu realmente achei que tinha alguma relação com as ilhas e fiquei curioso.

Basicamente: a garota responde perguntas feitas para ela. Simples assim. Mas ela é bonitinha, faz tudo com humor [e ela não é uma mongolzinha que resolveu se postar na internet, ela é profissional de edição de vídeo e design gráfico], então daí para fazer sucesso, foi um pulo. E ela já era um tipo de celebridade da Internet antes [não pesquisei a fundo, que ócio tem limite], então também não começou tão do zero - e explica já ter gente fazendo pergunta desde o episódio 1. Ela tem outros canais e vídeos mais antigos, mas preferi me manter fiel e fiquei assistindo principalmente os de respostas.

E parando de enrolação... links:

Links informativos: Ela no Wikipedia  --  Who is Justine Ezarik
Vídeos: Ask Ij - vídeo nº 1 (obs: depois de algum tempo a vinheta irritante mudou)
E esses são os primeiros que eu vi, seguindo as "sugestões" do Youtube.
primeiro - segundo - terceiro - Ela não quer salmão!
(não me preocupo em linkar muitos ou escolher preferidos, porque se você entrar no embalo - ou detestar do fundo do coração - um dos links acima já será suficiente)


A parte preocupante é que, de acordo com as estatísticas, o principal público destes vídeos são garotas de 13 a 24 anos...
O que me leva a outro pensamento [agora preocupado com a sanidade mundial, e não só com a minha]: esses vídeos, com uma linda loira de quase 30, profissional de tecnologia, conhecedora de memes e um grande senso de humor... É assistida por meninas.
Até aí, ótimo. Mas vai você checar o principal público de danças cover de Seikan Hikou ou Caramelldansen, por exemplo, geralmente feitas por meninas japoneses de uns 14 anos... Pois é... que merda de mundo. Público principal: homens de 35 à 55. [obs: que fique claro, meu interesse é puramente musical/coreográfico. eu gosto de ver a precisão. estou nem linkando para ninguém reclamar de nada]

E que coisa... terminei a postagem sobre vídeos bem humorados com pensamentos depressivos. Então tomem esse clip, que é outro que envolve uma musica legal, coreografia, e eu também gosto. [e a dançarina tinha quase 40! então posso linkar. rs!]

[ATUALIZAÇÃO 4/AGO]: encontrei algo que é vagamente uma versão nacional da iJustine. Divertido também. É o 5inco Minutos da Kéfera Buchmann. Podem assistir.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Para passar o tempo (no Tumblr)

Na última vez que fiz uma postagem com esse título, eram tirinhas e ilusões de ótica. Hoje será algo mais artístico. Cheguei no primeiro site abaixo por acidente, procurando o cartaz do The Legend of Korra no Google Imagens. E nem foi nada da Korra que eu cliquei... Lá no meio apareceu a fotinha abaixo... não deu para resistir! [além de ruivas, tenho um problema com olhos puxados...] Os outros vieram no embalo.

[clique para ampliar.] Concept Art
Uma coletânea de imagens fantásticas, selecionadas pela tal Jinkyeong Han ao lado (estudante de desenho ou algo assim, não pesquisei a fundo). Há coisas não artísticas no bolo, ela é fã de Avatar e outros animes, mas são a minoria. [não que eu esteja reclamando]
concept-art.tumblr.com/archive

E não custa nada linkar também o Devianart dela. Há bem menos imagens já que lá são imagens feitas por ela, mas pelo menos dá para ver mais fotos da rapariga. [gatinha!]
kimchipanda.deviantart.com

Art for Adults

Outra coletânea, fonte de várias das melhores imagens selecionadas pela Jin acima. Não se preocupe com o nome, não é gente pelada.
artforadults.tumblr.com/archive

E indo para os sites de origem das imagens nas páginas acima, você vai caindo para outros tumblrs, e quando olhar para o relógio, passaram-se 2 horas.

domingo, 4 de setembro de 2011

Para passar o tempo

Recomendações de site para passar o tempo:

Um Sábado Qualquer
Tirinhas com deus como personagem principal, e algumas outras coisas aqui e ali.
www.umsabadoqualquer.com

Metamorfose Digital
Site sobre fotografia. O link abaixo cai nas ilusões de ótica, mas não se preocupe, você vai acabar esbarrando em outros assuntos e perder algumas horas no site...
www.mdig.com.br


via: Jovem Nerd
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