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domingo, 21 de abril de 2013

The Emerald Burrito of Oz

Autores: John Skipp (escritor de livros e roteiros de terror bizarro) e Marc Levinthal (autor do clássico Three Little Pigs).
Com personagens de: L. Frank Baum
Artista da capa: Samuel Deats [o mesmo do Shatnerquake]
Editora: Eraserhead Press [idem] 
Ano livro / história: 2012 / 2000  --  Páginas: 264
ISBN: 978-1-936383-12-2
Acabamento: a capa é um pouco mais molenga do que devia, mas fora isso, muito bem feito; com páginas amareladas, mais agradáveis. Tamanho padrão (14x22 cm).

◄ Clique na capa para ampliar.

Ok, depois de ver o Oz, Mágico e Poderoso, achei que era uma boa deixa para ler esse livro logo. Nem ficou muito tempo na espera não, comprei-o no começo do ano.

Contexto: O Mundo Mágico de Oz é real. Dorothy realmente foi lá e conheceu toda aquela galera que conhecemos. [e aí devem ter permitido que o filme fosse feito para disfarçar, aquela coisa meio Arquivo-X. Putz... Isso me faz lembrar da "Trilogia Martin" do Stargete SG-1. Muito bom!!] Mas depois de algum tempo, fazendeiros do Kansas começam a notar que algo de estranho acontecia por ali. O FBI foi chamado, mas, com Guerra Fria no auge e esse tipo de coisa, o governo fez segredo.

Por volta dos anos 80/90 a verdade foi contada para a população. Kennedy até pensara em fazer isso antes, e aí o mataram. [na verdade, parece ter algum problema com as datas, a garota principal parece ter uns 30 e poucos anos, e soube que Oz era real quando criança. Mas Michael Jackson criança já sabia disso também. E no livro eles estão em 2007. Sei lá, mas não é importante.]

Pois bem. Estamos em um mundo onde há turismo entre os dois lugares. Onde humanos podem ir para Oz e abrir negócios (bem, mais ou menos, pois em Oz não há dinheiro). E onde anões de Oz podem ir para a Terra e trabalhar em postos de gasolina.

E entre os 2 mundos há um portão mágico, com todo o aparato imigratório de se ir num aeroporto, burocracia, documentos, etc. Quer dizer, há isso no lado de cá. De lá para cá basta um "boa viagem!".

E claro, um novo mundo, com poderes loucos, recursos desconhecidos e leis da física bem diferentes das nossas...  Agentes da CIA, KGB e grandes corporações não iam deixar de visitar e ficar de olho. Sabe como é, segurança nacional e esse tipo de coisa. Você não pode deixar o inimigo levar vantagem.

Pulemos as introduções. Estamos agora em 2007.
A história: blogueiro conhece blogueira. Almas gêmeas. Ambos tem um caso. Mas ela vai morar em Oz. Algum tempo depois, ele vai visitá-la.

Mas sem que qualquer um deles soubesse, Oz está com problemas, um novo "ser" apareceu, já controla algumas partes, tem um exército decente, e não ficará parado até dominar todo o mundo mágico.

Daí que o blogueiro, assim que chega no outro lado, quase morre, salvam a vida dele e, sem que dêem a ele muita opção, acaba tendo que marchar contra o inimigo, recebendo ordens do Homem-de-Lata (o próprio!), que já é um tipo de veterano meio enlouquecido. E também é um monarca, que precisa defender suas terras.

Longe dali, no restaurante de comida mexicana O Burrito Esmeralda, na Cidade Esmeralda, a namorada dele está preocupada em servir boas refeições e contentíssima porque um outro amigo dela inventou caixas-de-som com "tecnologia" de Oz. (mais um pequeno contexto: aparelhos eletrônicos geralmente não sobrevivem à passagem para o mundo de Oz). Antes disso ela só podia ouvir suas músicas no discman (que sobreviveu), mas agora não só ela poderá ouvir em alto e bom som, mas também difundir seu gosto [que não é ruim não] para todos os seus convivas e clientes.

Mas ela já vive lá faz algum tempo, é bem safa, tem seus contatos, e não vai deixar barato quando souber onde o namorado foi parar. A propósito, é ela na capa do livro, literalmente, vestida para matar. [raramente isso acontece, mas achei essa nova capa do livro muito melhor que a original]

Isso posto... Queria contar mais, o livro é bem divertido, várias participações especiais, algumas reviravoltas, mas não posso entregar muito. E todo aquele papo que falei das conspirações do governo é importante para a história, mas não para o desenrolar dela em si; não se preocupem, não é um Dan Brown no mundo de Oz. E o livro é recente, não é como o Centúria 25, por exemplo, que eu entreguei inteiro. E o Centúria é o tipo de coisa que eu sei que vocês não irão atrás para ler. Este cá vocês deveriam.

Nem que seja para dar suporte. Novamente, esse é um daqueles casos de livros impressos sob demanda, de gente que as editoras nunca deram atenção. Muita coisa boa aparecendo desta forma.

Algo importante... Se você só viu o filme da Judy Garland, O Mágico de Oz, não leia esse livro ainda. Vá primeiro ler todos os 47 livros canônicos escritos no mundo de Oz! Não. Sacanagem. Nem eu fiz isso. Na verdade, eu não li nenhum deles e nem pretendo.
Mas eu li, sim, o resumo inteiro dos primeiros 14 livros (os escritos pelo autor original) no Wikipedia.

Demorou um pouco, mesmo porque não vale só ler o resumo. Quando surge um personagem importante é bom dar uma clicada no hiperlink e dar lida sobre eles também. Nem que seja só para ver a cara do personagem. Uma coisa é ler que Tik-Tok é um robô movido a vapor. Outra é ver que ele é redondo e parece um mexicano gordo. Mas o importante é que se você pegar o Burrito para ler e NÃO souber quem é Tik-Tok, quando ele fizer uma ponta você não entenderá a referência e nem imaginará corretamente o pelotão que o acompanha. Será só um personagem qualquer que apareceu ali e conversou rapidamente.

Então faça o dever de casa e reveja o filme [na verdade, isso eu não fiz. não gosto dele e acho o visual horrendo] ou pesquise um pouco antes, para ficar mais interessante a leitura. Se bobear, até assistir o atual Oz, Mágico e Poderoso já é alguma coisa, porque o filme pode até ter suas críticas, mas a direção de arte é espetacular, pelo menos você consegue ótimas referências visuais [na minha cabeça, eu fiz uma misturada entre aquilo, o estilo antiquado dos livros, e dei umas surtadas timburtonianas aqui e ali - mas do filme de 39, não usei nada, só o rosto da Dorothy]

Outro exemplo, em que a pesquisa ajudou: num certo momento do livro um cara acha um tipo de saleiro, escrito "Vida", e guarda no bolso. E esquecem disso por quase o livro inteiro. Mas eu sabia o que era que ele tinha achado naquela 'cena'. E fiquei no suspense de quando aquilo teria uso. Também consegui imaginar corretamente a cena quando Ozma (que vocês que só viram o filme, também não conhecem) resolve emprestar seu veloz (e bizarro) cavalo. [a Ozma eu sabia quem era, mas o cavalo eu também só conheci nessa sessão de leitura]

Esse é o tipo de livro que não basta ler, você tem que entender as piadas e referências para ficar ainda melhor. Pô, se eu vou ler os 2 livros de Alice no País das Maravilhas, só para aproveitar melhor o jogo Alice 2, vocês podem perder 1 ou 2 horas antes de ler o livro e se inteirar sobre o assunto, para curti-lo melhor.

Até o gordinho desse video aqui concorda comigo:
Just a Suggestion: The Emerald Burrito of Oz (fonte)

Aproveitando logo, mais duas resenhas:
David Barbee: "Emerald Burrito might be the tastiest (per)version of Oz you’ve ever seen."
Dangerous Dan's Book Blog: "I could go for two or three more Emerald Burritos of Oz."

Em suma, é um ótimo livro. Não é exatamente profundo, nem filosófico, não é um marco e nem vai mudar a sua vida... Mas é muito bem escrito, diversão de ponta a ponta, história muito bem amarrada, personagens interessantes, cada um com suas motivações, e capítulos que você termina com aquela vontade "ah, peraí... só mais um, que agora fiquei curioso". [ahã... sei... "agora", né? você pensou a mesma coisa 3 capítulos atrás].

O final tem alguns pequenos problemas, mas se você parar para lembrar como terminou o 1º livro (o filme), em que vencem a bruxa por acidente devido à um detalhe (a "alergia" a água) que ninguém sabia, então o livro até mantém o espírito original. Não é um deus ex machina tão chocante, mas... tem lá seu pezinho no conceito. E o livro tem algo que já está me irritando faz muito tempo, que é a existência de um "O Escolhido"... Mas ok, no livro eles fizeram isso para depois deixarem para lá. Então serviu só para fazer alguma graça num momento e pronto.

A propósito, comentário rápido sobre os capítulos: eles mudam o foco o tempo todo. Como se fosse o estilo do Guerra dos Tronos, mas só com 2 personagens. Toda hora mudamos de visão: as coisas do ponto de vista da moça do restaurante; e depois a visão (da mesma parte ou não) do amigo. Existem, as vezes, uma terceira "visão" das coisas: do computador do cara. Que infelizmente aparece bem menos e depois de um certo ponto pára de vez. E sim, você leu direito! O notebook do cara escreve alguns breves capítulos. E não vou explicar isso não.

Terminando o texto, na falta de frase de efeito melhor, vou citar o gordinho do link acima. "É um livro fantástico, um tipo de Oz para adultos.". E é isso. Talvez "fantástico" seja exagero, mas "muito bom" dá para dizer tranqüilamente.
E livro não paga imposto. Deixem de ser mãos-de-vaca e comprem! Há o digital dele na Amazon BR por R$ 16, [e converter arquivos do Kindle para outros formatos é simples, caso vocês tenham algum leitor decente (eu não gosto do Kindle)] mas eu prefiro pagar R$ 40 e ter o livro real, em papel (Book Depository, com envio gratuito).

terça-feira, 12 de março de 2013

Oz, Mágico e Poderoso

Nome original: Oz the Great and Powerful
Duração: 2hs10min  --  Ano: 2013  -- Trailer / Bruxas
De: Sam Raimi (de A Morte do Demônio)
Com personagens de: L. Frank Baum
Com: James Franco (o amigo do Peter Parker na "Trilogia Raimi" e o Tristão), Mila Kunis (de O Livro de Eli, Max Payne e Baywatch [vou decepcionar muita gente que irá correndo no Google]), Rachel Weisz (de Ágora, A Fonte de Vida, e A Múmia), Michelle Williams (de Dawnson's Creek, Sete Dias com Marilyn e Baywatch também), Zach Braff (Scrubs), Bill Cobbs (atualmente é o velho no Go On), Tony Cox (de comédias ruins e Guerra nas Estrelas) e Joey King.

Eu tenho que começar logo falando algo... Vai ficar longo [eu sei disso porque já escrevi! O texto das minhas postagens nunca é escrito seqüencialmente], mas eu tenho que expôr a minha... hummm... "tristeza".

O filme tem um problema sério: A Bruxa Má do Oeste!

Atenção: SPOILERS PESADOS daqui em diante! Se não viu, não leia.


Como assim? Assim que a história realmente começa, somos apresentados à personagem da Mila Kunis [linda como sempre] antes de qualquer coisa. Colocam-na logo bem no princípio e fazem com que criemos uma empatia por ela e vemos que ela é romântica e inocente. Você GOSTA dela. Você vê o cara torcendo o nariz, sabe que em algum momento ela ficará zangada com ele, mas você espera pela cena clichê dele provando a ela seu bom coração e ela o perdoando! Você depois a vê perdendo o controle um rápido momento, e você espera por ela superar esse seu lado negro! Macacos alados me mordam... Até o DARTH VADER triunfa sobre o seu lado negro!

E o que sai disso? Putz, é deprimente! Não encaixou no tom do filme.
E não é o deprimente-gíria: "Pô, cara, nada a ver, deprimente isso." Não. É o deprimente-triste mesmo. É trágico o que acontece à moça! Eu fiquei triste por ela! Talvez até um pouco menos trágico lá para os personagens do filme, mas quem viu O Mágico de Oz sabe que a história NÃO termina bem para a menina! É horrível! O que aconteceu à Rachel Weisz [linda como sempre] estava tudo certo, ela era a vilã.

Mas como esse filme é também baseado no livro original, que nunca li, eu não podia ter certeza de que tudo ali seria uma preparação para o filme antigo. Estava torcendo para à qualquer momento a Rachel (Evanora) resolvesse que não era forte o suficiente (ou qualquer desculpa assim) e sugasse o poder da Mila (Theodora), e aí sim, esta voltaria ao normal e a Rachel seria a bruxa verde. Muito manjado, mas tem horas que isso é bom. Mas não! Não rolou!

Tivemos foi que engolir um romance com a garotinha sem graça do Dawson's Creek. Ok, está fofa neste filme. Finalmente ela arranjou um papel em que não parece uma garota enjoada e depressiva. [escrevi a frase anterior sem me tocar que ela é a Marylin Monroe no filme recente] E a Mila estava realmente se atirando para o cara no começo da história, mas novamente: fofa, romântica e inocente!, e aí temos que engolir que o cara preferiu ficar com o clone da namoradinha do Kansas? [quem nasce no Kansas é o quê em português? Kansano? Kansense?] Que surgiu no meio de história, depois de já estarmos gostando da Kunis faz muito tempo!

Não adianta, só porque o pai dela morreu não é razão suficiente, era tarde demais para torcer por ela. Ela tem boas cenas, mas não tinha aquilo de "Vai loirinha! Agüente firme que tudo ficará bem!", Pelo contrário até, ela parecia ter o controle tão bem da situação, que eu nem me preocupei com ela em momento algum.

Por falar nisso, porque a Rachel queria matá-la? Putz, ela tinha controle total do reino, exceto por aquela BOLHA! Tudo ok então... tu fica AÍ, com a sua cidadezinha, que eu fico aqui... com o resto do MUNDO!

E voltando pra loirinha, alguém me explique a razão da atriz da namoradinha e da Bruxa Boa serem a mesma? Se não fosse a existência do filme original, eu teria saído do cinema com a séria interpretação de que o cara caiu do balão no deserto, e que o filme inteiro foi sua derradeira alucinação pré-morte! Ele não pôde ajudar a menina paralítica real --> ele resolveu facilmente a menina paralítica de porcelana; ele não conseguiu provar à namoradinha que era um bom moço --> provou à ela na imaginação; queria ser grandioso e não um pilantra de beira de estrada --> virou um gênio científico e o rei de um povo; tudo isso no "Reino de Oscar"; e provavelmente arranjaria mais exemplos para essa teoria, se a estivesse levando a sério. Só faltou a ajudante de palco no início do filme ter sido a Mila Kunis! Que aí eu colocaria mais uma setinha na frase acima.

Ok, no filme original era tudo um sonho da menina. Era? Não lembro se isso é fato ou uma interpretação possível. No livro é tudo real (para saberem, são 14 livros). E seria demais a menina sonhar com uma continuação do surto mortal de um sujeito. Então se não era, tudo passou a ser real e pronto.

Mas é isso. Fiquei chateado pela Mila Kunis ter terminado o filme desgraçada da vida e de coração partido, e sabendo que ela terá uma morte trágica, depois de muitos anos de sofrimento, pelas mãos de outra turista acidental do Kansas. Muito triste isso.

Sabe quem poderiam ter colocado? A Summer Glau! Ela já fez tanto papel de louca e homicida que de repente ela surtar, ficar verde, e resolver que ser má é mais divertido não teria me chocado tanto. Ela nem teria precisado da "Maçã Mágica do Mal".

E algo que eu não me toquei durante o filme, mas esbarrei agora na net [essa frase está sendo escrita no dia seguinte à tudo acima]: porque as lágrimas da Mila queimavam a pele? R: Porque ela estava sendo molhada!! Coitada... vai se ferrar bonito no futuro mesmo.

E é isso... Vamos falar agora de outras coisas do filme não relacionadas à desgraça de vida futura da ex-mocinha fofa e romântica que não merecia o que aconteceu à ela. Como, por exemplo, a história do filme...

A história: mágico de circo itinerante tem sonhos de grandeza e não quer se apegar e parar quieto, mas também não é celibatário e adora mandar sempre o mesmo lero nas mocinhas "Sinto que você é a que eu sempre procurei. Tome de presente a caixinha de música da minha avó." e aí come todas elas. [ô, tempos mais simples!] A única que parece que ele se apegou um pouco mais foi uma loirinha da cidade onde ele estava parado no começo do filme, mas ele não quer se assentar, e diz para ela ser feliz com um outro sujeito lá.

E termina a introdução do sujeito (chamado Oscar, apelidado de Oz). Aí o fortão do circo descobre que o mágico também carcou a namorada dele e parte pra porrada. O Mágico pega o balão para fugir, vai parar num furação igual à Dorotéia do 1º filme, e pimba!, cai na Terra de Oz.

Lá ele encontra uma moça que fala que ele faz parte de uma profecia, e que apareceu para livrar o reino mágico da terrível bruxa que matou o rei anterior. Ele acaba aceitando, inicialmente mais interessado em se tornar rei do que em ajudar de fato, mas no processo acaba descobrindo certas verdades, fazendo novos amigos, e participando de "incríveis aventuras com sua turminha da pesada". E aí o cara termina com a mocinha sem graça. E fim da história.

Destaque para a menininha de porcelana. Apenas US$ 9,5 na Disney Store! Garanta já sua! [aahh... o que eles farão de dinheiro com essa bonequinha... porque que eu não lanço um filme desses pra vender brinquedo?]

Pois bem... O que eu gostei é que ficou tudo perfeitamente arrumado para o filme original, que encaixa feito uma luva no terreno que este preparou. Exceto pelo fato do primeiro ter sido um sonho. E pelo fato de eu mal lembrar dele. [devia estar assistindo National Kid].

OBS: quando eu falo filme "original" ou "primeiro", quero sempre dizer o de 1939. Ninguém lembra, sabe que existe, ou ligam para os demais, anteriores ou posteriores. É aquele musical completamente brega [pode ser um clássico, mas é brega! aceite!] que 9 a cada 10 pessoas realmente pensam ao ouvir falar em Oz.
O 10º tem problemas, e pensa em outro Oz.

Algo que leio o tempo todo é que todos os atores estão ruins, canastrões, e um tanto plásticos... Quase verdade! A Rachel Weisz manda muito bem dada às limitações do papel. E a loirinha não reclamo não, ela parece ser boa atriz, mas o papel dela basicamente só precisava sorrir. Mas... Isso posto, num filme que é num mundo mágico [CGI muito bonito], com macaquinhos de pelúcia falantes e bonequinhas arretadas... Os humanos também se comportarem como brinquedos em momento algum me incomodou. Na primeira aparição da Mila Kunis, por exemplo, o rosto dela está tão, sei lá, aveludado (?), diria até irreal, que achei que naquele momento ela estava sendo feita em 3D, por captura de movimentos - não parecia humana. Mas passa logo depois. Foi algo na cena. De repente muita maquiagem. Sei lá.

E nada a ver com nada, mas lembrei disso agora: adorei as fadinhas-d'água (imagem ao lado). [eu ia escrever fadinhas-piranhas, mas vocês iriam pensar besteira!]

No final, é um bom filme. Se ficar analisando você acha problema, buraco, etc. Mas é um filme infantil que adultos veem de brinde, mas não foi feito para a gente.

Falei demais. Abaixo duas resenhas de outros sites, sem muito esforço de minha parte (os de sempre, CCR e SR), e paramos por aqui.

Cinema com Rapadura: "(...) razoavelmente competente (...)"
Screen Rant: "(...) a captivating take (...)"

Ah, e, como era óbvio, vem continuação aí. Provavelmente será uma trilogia. Tudo hoje em dia é uma trilogia! E nunca se sabe, de repente o terceiro filme é com a Dorothy e não matam a bruxa verde dessa vez. E a Kunis pode ter um final feliz! Terei esperança.