Autor: Carlton Mellick III (de livros como Satan Burger, The Cannibals of Candyland, The Haunted Vagina, I Knocked Up Satan's Daughter, Adolf in Wonderland, Cuddly Holocaust,e outros, muitos com títulos ou capas bem mais provocadores*)
Editora: Eraserhead Press -- Páginas: 300
Ano: 2009 -- Tamanho: padrão (meia folha A4)
ISBN: 978-1-933929-92-7
* Quanto às capas, desde que começaram a ser feitas (ou relançadas) com a arte do Ed Mironiuk,
passaram de assustadoras para até "fofinhas". Eu gosto delas, mas ao
passo que alguns livros perderam capas bem artísticas (exs.: War Slut, Fishy-fleshed ou até o The Haunted Vagina), outros eu até pensaria duas vezes antes de comprar se ainda fosse a capa original (exs.: The Menstruating Mall ou Satan Burger). Vejam algumas delas, antes e depois, aqui.
Devaneios estéticos à parte, vamos ao livro em questão.
O que temos é uma espécie de Mad Max com garotas lobisomens! Ou, nas palavras do autor: "Did I just write a fucking Furry book?".
E posso dizer, foi uma excelente surpresa de ano novo! [na verdade, eu terminei esse livro ontem, mas resolvi colocar a data como dia 1 para o blog começar o ano bem]
Eu tenho lido vários livros do gênero "bizarro" ultimamente. Descobri o
estilo e estou experimentando os autores e suas maluquices. Mas por causa de algumas reviravoltas extremamente exageradas ou idéias boas com desenvolvimento ruim [principalmente contos] eu estava com receio de me decepcionar com esse livro. Aquela enrolação para finalmente lê-lo pois poderia não atender as expectativas e, no final, a capa e o nome serem as melhores partes, com o miolo
não sendo tão bom quanto o conceito.
Estava enganado! Eu tinha medo de que as lobas seriam só coadjuvantes, mais um detalhe do que personagens, um mero algo a mais numa avalanche de escatologia, descrições sexuais e outras anormalidades. Coisas comuns nessas histórias. Felizmente ficou só no medo mesmo. O livro foi uma absurda e divertida aventura pós-apocalíptica, com romance, críticas sociais, crescimentos pessoais, redenção e muita ação. Tudo envolvendo mutantes, uma corporação do mal e mulheres-lobo usando metralhadoras e machados dirigindo motos! [yay!]
Ainda tenho vários livros no gênero para ler e alguns com grandes expectativas.
Esse livro renovou minha fé.
Do que se trata, então, esse Guerreiras Lobisomens das Terras Devastadas? [tecnicamente, "lobisomem" não tem feminino. Mas "Mullheres-Lobos Guerreiras..." ficaria pior - e wastelands é complicado traduzir, mas se terras devastadas foi bom o suficiente para o Stephen King, é bom para mim]
// Aviso pós-postagem escrita: me empolguei um pouco e digitei para cacete! Mas sejamos sinceros, e deve ter sido isso que rolou no meu subconsciente: a minoria que parar aqui e ler essa postagem comprará o livro na seqüência. Ou na verdade já leu. No 2º caso eu posso dar qualquer spoiler, e no 1º quanto mais eu falar, mais vocês se divertirão ou ficarão curiosos! Então... sentem que lá vem texto! //
Premissa: Houve um apocalipse econômico! Os governos caíram, os militares debandaram, os ricos ficaram pobres e os pobres ficaram violentos. E quando não podia piorar, católicos extremistas conseguiram por a mãos em armas atômicas e resolveram destruir todas as cidades com pecadores. No meio do caos, apenas o McDonald's sobreviveu à tudo. [pô, se ainda fosse o Bob's...] [se bem que o Bob's caiu no meu conceito quando pararam de vender hamburguer - você precisa pedir um cheeseburguer sem queijo!, e ser cobrado pelo valor total]
Com o mundo em desordem e sem ninguém para impedi-los, eles reúnem os sobreviventes que acharam e fundam sua pacífica cidade chamada McDonaldlândia.
Religião: Uns 30 anos depois, achando ser melhor para os negócios e para a sociedade criada, eles proíbem todas as religiões a fundam a própria, baseada numa mistura de cristianismo e islamismo (como o hábito de rezar 5 vezes ao dia e algumas mulheres terem que usar burca - mas neste caso, há uma razão não religiosa que falarei em breve), e com seus personagens ocupando o lugar das deidades de ambos: o Ronald McDonald é o novo messias, o Prefeito McCheese o novo deus, Hamburglar o novo diabo, e os Fry Guys são os novos anjos.
Apesar de eu detestar o McDonald's e mais ainda esses personagens ridículos [que graças a deus não vingaram no Brasil], saber quem eles são dá uma pequena ajuda.
Governo: todos na cidade trabalham de alguma forma para a Abençoada Corporação McDonald's, que é ao mesmo tempo a igreja, o governo e a única empresa.
Os policiais são chamados de Fry Guys (caras da fritura?) - e até este momento achava que eles usavam uniformes felpudos por causa da garota pássaro. Faria sentido também ser o termo para os anjos, já que é a personagem com asas. Nunca tinha visto esses "pingos com pernas" do McDonald's antes. Mais um personagem detestável para a lista.
A cidade-estado, aproximadamente do tamanho de Salvador e toda pintada de vermelho e amarelo, é cercada com muros 90 metros para proteger os cidadãos da desolação do mundo externo que, além de ruínas, inclui imensos animais selvagens e perigosas gangs de mulheres lobisomem.
Lá também é proibido o consumo e fabricação de qualquer tipo de alimento que não sejam as McRefeições. E você não pode pular nenhuma das refeições obrigatórias.
E aí, finalmente, a última sessão desta explicação antropológica desta sociedade futura:
Saúde: Raramente alguém vive mais que 50 anos e a maioria é obesa. E anos e anos de fast-food, vacas geneticamente alteradas e novas químicas começaram a causar mutações na população. Homens começaram a ter membros adicionais (outro braço, um novo par de pernas, etc) e mulheres, ao entrarem na vida sexual, começam a virar lobos. Por sorte, não basta ter a primeira menstruação, elas só sofrem transformações ao terem orgasmos. E só neste momento. Se a mulher transar 1 só vez e nunca mais, ela vai ficar parada naquele nível de transformação. [eu posso ter feito vocês pensarem uma
coisa errada falando "lobisomem" toda hora. A transformação é fixa e gradual, não tem
volta e nem tem relação com a lua cheia. mas vou continuar usando esta palavra mesmo assim]
E como ninguém quer que mulheres virem feras assassinas andando pela cidade, sexo fora do casamento e masturbação também são crimes capitais. E, mesmo no casamento, você precisa pedir permissão para o sexo (apenas para fins de reprodução), para limitar a quantidade de vezes que cada mulher o fará. E é essa a razão para as mulheres casadas andarem de burca: esconder os sinais da transformação. Nesta sociedade que precisa manter a aparência de perfeita, elas não podem andar por aí mostrando bigodinhos felinos, orelhinhas pontudas e pelagem onde não deveria. A Cheetara, por exemplo, seria presa se andasse por lá só de maiô.
Isso, claro, para as mulheres, porque são necessárias para fins de reprodução. Homens com mutações são sumariamente expulsos da cidade se descobertos, para se virarem sozinhos do lado de fora - o que é o mesmo que uma pena de morte. Esta é a mesma pena para as mulheres que comentem o crime de transar antes ou mais do que o devido.
Agora... vocês lembram da parte mais acima sobre "perigosas gangs de mulheres lobisomem" no mundo externo? Agora adivinhem de onde elas vieram e como foi que mudaram de "mulheres com penugem e bigodinhos" para "mulheres-lobo"!
E aí... começa nossa história. Tudo isso acima você fica sabendo aos poucos ao longo dos primeiros capítulos (se bobear, tudo no primeiro apenas), só para ambientar.
Estamos 120 anos depois da fundação da cidade [cerca de 3 gerações apenas? eu teria aumentado isso, fica muito curto para todas as mudanças e, principalmente, para o surgimento de todas as tradições do lado de fora]. Nosso herói (Daniel Togg) é um sujeito de quatro braços (2 deles devidamente escondidos), que, por ensinamento do avô (expulso da cidade quando ele era novo), não só se mantém em forma, como esconde comida para fazer bebidas alcoólicas em segredo.
Seu irmão é um policial e sua antiga namoradinha de colégio foi expulsa da cidade 10 anos antes por ter sido violentada (sem direito de defesa nem nada, sexo sem permissão é sem permissão e pronto!).
E então descobrem que ele tem braços a mais e é expulso também.
Atenção, são leves, mas os spoilers começam aqui.
Mas ao invés de apenas ser expulso, como todos acreditavam que acontecia, ele é levado em comboio para uma base aliada, onde todos moradores são mutantes também e lutam contra as gangs de mulheres-lobisomem. Assim eles ainda servem para alguma coisa e são menos lobas atacando a cidade. E tem outra razão também ainda, que não vou falar, nem mesmo sendo a parte com spoilers, pô, alguma coisa tem que sobrar para vocês descobrirem.
A propósito... mulheres-lobo ou mulheres-lobisomem é muito longo de digitar. No livro as chamam de Bitches. Será isso então, a partir de agora, digitarei só "cadelas". [sem ofensa alguma, elas são as personagens principais e a melhor coisa do livro]
O irmão dele é um dos responsáveis pelo comboio que levará (e outros como ele) para a tal base. Mas eles são atacados por lobos gigantescos. Os que conseguem escapar de virar almoço são encontrados por uma gang de cadelas e tornam-se propriedade delas, e daí podem ser usados ou alugados para execução de serviços, usados como objetos sexuais, ou mesmo (novamente) servir de alimento.
▪ Temos um gordo, amigo do protagonista, que torna-se posse de uma cadela secundária.
▪ O mocinho passa a ser propriedade de uma sádica e mimada cadela ruiva (Pippi).
▪ O irmão policial, que foi encontrado nos destroços por acaso por uma criança da gang, passa a ser propriedade desta. Que está mais interessada em brincar do que alugar, transar ou comer o sujeito. Mas ele não gosta de crianças. E também é o único ali que não estava sendo expulso da cidade, logo, é o que mais pensa num jeito de retornar.
▪ E um cientista da cidade, também mutante, passa a ser propriedade da garota na capa do livro, a Slayer, que é violenta mas é uma das mais racionais. [lendo o livro, eu tinha a sensação de que ela me lembrava alguém... aí deu o estalo: eu a estava imaginando com a voz da Tigresa, do Kung Fu Panda - e é mesmo uma boa comparação]
Agora os spoilers são mais pesados, se preferir, pule até a linha pontilhada.
Ficamos conhecendo também mais alguns das cadelas, todas com boas descrições, diferentes níveis de "lobitude" e personalidades variadas, e aí... outro grande spoiler: o cara reencontra a antiga namorada, Nova, que se integrou a gang depois da expulsão.
Que por sua vez, tenta negociar com a Pippi a posse dele, que apenas a deixa a ruiva ainda mais sádica e possessiva. E, para piorar, a ruiva quer ter um bebê.
E aí a história, que já estava bem legal, engrena de vez, com ânimos extremamente acirrados entre a Nova e a Pippi (que é adoravelmente detestável), o cientista achando tudo interessante e fazendo amizade com a sua dona, e o irmão policial se acostumando em ser uma babá (mas sempre querendo voltar para a família), o exército de mutantes (a base para onde eles iam no começo) atacando as cadelas (e bolando outros planos paralelos), e nossos heróis precisando avaliar sua lealdade e se as motivações e atitudes daqueles que deveriam defender a sociedade estão corretas.
• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Daqui para baixo os spoilers voltam a ser leves.
Óbvio que você sabe que os mocinhos e as lobas ficam amigos. Mas mesmo assim, o caminho é torto, trocas de papéis, brigas de casal, machados, pulgas, o Chewbacca [mentira, mas uma das cadelas parece muito com ele] e um bebê a caminho. E cheio de morte, personagens interessantes que tombam mesmo. Eu esperava a saída de qualquer um a qualquer momento, não teve dessa de "óbvio que esse/essa fica vivo até final", foi quase georgemartiano!
E o final nem é tão exageradamente clichê - as cadelas não vão morar na cidade e nem o governo é derrubado nem nada. E também não chega a ser um "a luta continua!". Foi um bom final, correto, e que se encaixou perfeitamente.
Até o destino final do "triângulo" "amoroso" principal ficou bem interessante. Ao ler o livro eu sempre tinha aquela sensação de que "ok, vai acontecer X porque sempre acontece X!", mas o X não parecia correto, não estava encaixando bem na minha cabeça pela história sendo contada e eu não via uma alternativa muito boa. Mas, aos poucos, o cara nos empurra numa direção Y que foi uma solução interessante. Pensei em escrever "e adulta", mas... é um livro sobre gangs de mulheres-lobo em motocicletas, McDonald's e mutantes, incluindo um general de 6 braços que usa uma motosserra em cada uma...
Mas não se engane, também não é literatura para menores de idade.
Nem tem tanta pornografia, mas há algumas passagens um tanto "gráficas" demais. Não adianta, autores de bizarro sempre tem uma queda por
fazer algo assim. Mas as passagens são rápidas e sem descrever em excesso. Há uma que é bem horrível mas, por mais estranho
que pareça, serviu à história e ao universo criado.
De uma forma bem doida e grotesca de imaginar, mas ok, é uma cena rápida. Não vou falar do que estou dizendo não, você reconhecerá a cena
se ler, é logo no começo.
E completando, só para saberem, o livro é o 1º de uma quadrilogia. Por
enquanto são só dois, mas o 3º já está para sair e o quarto já está
sendo pensado. [é vago, o autor ainda quer ver como ficam as vendas do 3º, mas a capa já existe até]. São eles:
▪ Warrior Wolf Women of the Wasteland
▪ Barbarian Beast Bitches of the Badlands, que inclui:
▪ Barbarian Beast Babes of the Badlands
▪ Horrendous Horror of the Hateful Hamburglar
▪ Ferocious Female Furries in the Forbidden Zone
▪ Pippi of the Apocalypse; e
▪ Dog Destroyers of the Deadlands (possível)
E agora, algumas resenhas:
OBS: eu até tentei achar algumas ruins
mas, fora da Amazon, não vi. E, mesmo na Amazon, dos 5 que deram nota abaixo
de 4, 3 elogiam o livro na verdade.
The Book Hunter: (...)
it sounded like the worst book in the world. (...) After finishing the
sample, I knew I wanted to read the whole book! It was that good.
CSI: Librarian: (...) it was also really, really enjoyable. (...) In conclusion, incredibly good.
Dangerous Dan's Book Blog: I can't recommend Warrior Wolf Women of the Wasteland enough. It's not just a great Bizarro book, it's a great book. Period.
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
domingo, 15 de dezembro de 2013
O Desfile da Extinção
E agora, para algo nem um pouco totalmente diferente...
Estava no clima de zumbis ao terminar o livro da postagem anterior e queria algo mais curto para a próxima leitura. E foi desse sujeito que eu lembrei.
Nome: O Desfile da Extinção e outras histórias de zumbis
Nome original: Closure, Limited and other zombie tales
Autor: Max Brooks (de Guerra Mundial Z e filho do Mel)
Editora: Rocco -- Páginas: 128 -- Ano: 2012
Tamanho: 11 x 18 cm (um pouco maior que uma foto) [se é que alguém ainda sabe o que é uma foto em papel]
ISBN: 978-85-325-2797-4
Zumbis + Max Brooks = Compra obrigatória. [livros pelo menos, não tive interesse pela graphic novel Ataques Registrados]
Eu não esperava ser arrebatado nem nada, é um livrinho fino que acho que custou uns R$ 12. Mas apesar do O Guia de Sobrevivência aos Zumbis (o primeiro livro de zumbis dele) não ser lá grandes coisas, o Guerra Mundial Z é um excelente livro. Alguns capítulos não são isso tudo, mas outros são até tocantes.
Então... Temos um livretinho com 4 contos. Se fossem 4 contos com a mesma qualidade de 4 bons capítulos do GMZ, seria uma excelente adição à biblioteca. Poderia até virar uma filão para o cara: de tempos em tempos lançar outro livretinho com "relatos orais adicionais da guerra contra os zumbis". Ao invés de precisar juntar um monte de idéias e lançar um livro com 60 pequenos capítulos, lançaria esses mini-complementos de tempos em tempos, se pensasse em algo interessante - e se ele ficasse sem idéias, era só parar, ou esperar ter outras, ao invés de precisar acumular um monte de antemão.
Mas se não temos isso acima, o que temos? Os contos Conclusão Ltda e A Grande Muralha parecem capítulos descartados do livro original (e provavelmente são mesmo). Ambas as histórias têm bem o clima de alguns dos contos do livro. Na primeira pessoas arranjam forma de fazer dinheiro com a desgraça. Mas apesar de não ser ruim, não é tudo isso. E a segunda também não é ruim, mas tem aquele ar de que faltou algo. Eu não senti toda essa pena assim de ninguém ali. Faltou algo para me conectar.
Os outros dois contos já não parecem ser capítulos descartados, mas apenas porque os contos do Guerra Mundial Z são relatos da guerra, coletados pelo mundo através dos sobreviventes. E, nos dois contos abaixo, num não sobra ninguém para relatar e no outro o sobrevivente provavelmente preferirá manter segredo.
O conto Steve e Fred não leva nada a lugar nenhum - e quando a gente já está ficando com raiva da ruindade do conto, descobrimos que não era bem aquilo; mas não quer dizer que fique bom. [spoiler: é só um cara preso no banheiro]
E aí temos o principal conto do livro, que ocupa mais de metade das páginas: O Desfile da Extinção. Vou dizer algo que pode parecer spoiler, mas você tem que ser muito ruim da cabeça para não entender isso logo de cara no conto. O que temos é uma história de sobrevivência à infestação zumbi do ponto de vista de... vampiros! Não ficou de todo o mal, mas depois de 3 histórias que poderiam facilmente ter feito parte do livro original, ficou estranho ter uma que não encaixaria.
Nada contra algum dia ler um livro que envolva zumbis, lobisomens, vampiros e múmias. Talvez até fantasmas e alienígenas. E lulas gigantes. E o Godzilla!! [e um tornado de tubarões!] Mas como no livro original nada parecido foi nem mencionado, não dá para forçar isso agora. E lendo como um conto solto apenas... De novo, apesar da idéia por trás não ter sido ruim (gostei bastante até, e até virou uma revista em quadrinhos), o resultado final também não ficou grande coisa. Até a idéia do personagem, ao final da história, já foi usada tantas outras vezes, que nem deu o impacto de "puxa! olha só a idéia do cara...".
Ah, e tudo é ainda mais curto do que vocês devem estar imaginando, entre os capítulos há páginas à toa (silhuetas, estilo a da capa), as margens são largas e a fonte é grande. Ao todo, de texto são apenas 101 páginas e a versão americana do livro nem a isso chega (são 96). E lembrando, é um livro de bolso. Dá para ler inteiro no trânsito e ainda tirar um cochilo antes de chegar.
No geral, o livretinho pareceu uma coletânea de "boas idéias que eu tive mas não consegui desenvolver, mas vou lançar assim mesmo para não esquecerem de mim". Compre apenas se você não resiste a curiosidade ou quer "completar a coleção", mas não espere grande coisa. Claro, como sempre, opinião minha. Vi resenhas mais favoráveis por aí, mas também vi outras muito piores.
Não vou recomendar que passem longe, mas... sugerir que peguem emprestado com um amigo e usem os R$ 12 para ir ao cinema.
Estava no clima de zumbis ao terminar o livro da postagem anterior e queria algo mais curto para a próxima leitura. E foi desse sujeito que eu lembrei.
Nome: O Desfile da Extinção e outras histórias de zumbis
Nome original: Closure, Limited and other zombie tales
Autor: Max Brooks (de Guerra Mundial Z e filho do Mel)
Editora: Rocco -- Páginas: 128 -- Ano: 2012
Tamanho: 11 x 18 cm (um pouco maior que uma foto) [se é que alguém ainda sabe o que é uma foto em papel]
ISBN: 978-85-325-2797-4
Zumbis + Max Brooks = Compra obrigatória. [livros pelo menos, não tive interesse pela graphic novel Ataques Registrados]
Eu não esperava ser arrebatado nem nada, é um livrinho fino que acho que custou uns R$ 12. Mas apesar do O Guia de Sobrevivência aos Zumbis (o primeiro livro de zumbis dele) não ser lá grandes coisas, o Guerra Mundial Z é um excelente livro. Alguns capítulos não são isso tudo, mas outros são até tocantes.
Então... Temos um livretinho com 4 contos. Se fossem 4 contos com a mesma qualidade de 4 bons capítulos do GMZ, seria uma excelente adição à biblioteca. Poderia até virar uma filão para o cara: de tempos em tempos lançar outro livretinho com "relatos orais adicionais da guerra contra os zumbis". Ao invés de precisar juntar um monte de idéias e lançar um livro com 60 pequenos capítulos, lançaria esses mini-complementos de tempos em tempos, se pensasse em algo interessante - e se ele ficasse sem idéias, era só parar, ou esperar ter outras, ao invés de precisar acumular um monte de antemão.
Mas se não temos isso acima, o que temos? Os contos Conclusão Ltda e A Grande Muralha parecem capítulos descartados do livro original (e provavelmente são mesmo). Ambas as histórias têm bem o clima de alguns dos contos do livro. Na primeira pessoas arranjam forma de fazer dinheiro com a desgraça. Mas apesar de não ser ruim, não é tudo isso. E a segunda também não é ruim, mas tem aquele ar de que faltou algo. Eu não senti toda essa pena assim de ninguém ali. Faltou algo para me conectar.
Os outros dois contos já não parecem ser capítulos descartados, mas apenas porque os contos do Guerra Mundial Z são relatos da guerra, coletados pelo mundo através dos sobreviventes. E, nos dois contos abaixo, num não sobra ninguém para relatar e no outro o sobrevivente provavelmente preferirá manter segredo.
O conto Steve e Fred não leva nada a lugar nenhum - e quando a gente já está ficando com raiva da ruindade do conto, descobrimos que não era bem aquilo; mas não quer dizer que fique bom. [spoiler: é só um cara preso no banheiro]
E aí temos o principal conto do livro, que ocupa mais de metade das páginas: O Desfile da Extinção. Vou dizer algo que pode parecer spoiler, mas você tem que ser muito ruim da cabeça para não entender isso logo de cara no conto. O que temos é uma história de sobrevivência à infestação zumbi do ponto de vista de... vampiros! Não ficou de todo o mal, mas depois de 3 histórias que poderiam facilmente ter feito parte do livro original, ficou estranho ter uma que não encaixaria.
Nada contra algum dia ler um livro que envolva zumbis, lobisomens, vampiros e múmias. Talvez até fantasmas e alienígenas. E lulas gigantes. E o Godzilla!! [e um tornado de tubarões!] Mas como no livro original nada parecido foi nem mencionado, não dá para forçar isso agora. E lendo como um conto solto apenas... De novo, apesar da idéia por trás não ter sido ruim (gostei bastante até, e até virou uma revista em quadrinhos), o resultado final também não ficou grande coisa. Até a idéia do personagem, ao final da história, já foi usada tantas outras vezes, que nem deu o impacto de "puxa! olha só a idéia do cara...".
Ah, e tudo é ainda mais curto do que vocês devem estar imaginando, entre os capítulos há páginas à toa (silhuetas, estilo a da capa), as margens são largas e a fonte é grande. Ao todo, de texto são apenas 101 páginas e a versão americana do livro nem a isso chega (são 96). E lembrando, é um livro de bolso. Dá para ler inteiro no trânsito e ainda tirar um cochilo antes de chegar.
No geral, o livretinho pareceu uma coletânea de "boas idéias que eu tive mas não consegui desenvolver, mas vou lançar assim mesmo para não esquecerem de mim". Compre apenas se você não resiste a curiosidade ou quer "completar a coleção", mas não espere grande coisa. Claro, como sempre, opinião minha. Vi resenhas mais favoráveis por aí, mas também vi outras muito piores.
Não vou recomendar que passem longe, mas... sugerir que peguem emprestado com um amigo e usem os R$ 12 para ir ao cinema.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Crepúsculo 5
Nome orig.: The Twilight Saga: Breaking Dawn - Part 2
Nacional: Amanhecer - Parte 2, O Final
Duração: 1h55min -- Ano: 2012 -- Trailer
De: Bill Condon (de Candyman 2 - A Vingança)
Com personagens de: Stephenie Meyer
Com: as mesmas pessoas que listei na postagem anterior.
Fim do martírio. Segunda e última postagem sobre a "saga" e nunca mais quero olhar para isso. Agora é esperar alguns anos e começar a me divertir com as pessoas dizendo "Putz... Eu revi aquele filme... Menina, eu amava aquilo! Onde é que eu estava com a cabeça?"
Deixem eu já reclamar da conclusão do filme. Qualquer pessoa que já jogou um jogo de tiro em 1ª pessoa (FPS) já passou pela seguinte situação: esta lá você caminhando, aí abre a porta, surge um monstro, tu leva um susto e antes de reagir ele te mata.
Aí a fase recomeça, tu já abre a porta já de bazuca na mão... E mata o monstro. E aí você entra e descobre que atrás do monstrão, tinham 5 monstrinhos. Você tenta correr, trocar de arma. Eles te matam.
Aí lá vai você de novo, entra de bazuca na mão, mata o monstro, e antes de aparecerem os monstrinhos, já tá soltando o dedo na metralhadora. E aí você passa.
Clássico.
Pois bem... Temos o filme. Temos um vilão que JÁ não queria mesmo fazer as coisas pelas regras, ele só queria matar todos ali [e alguém me explica como ele convenceria a vidente a ficar amiga dele depois que ele matasse toda a família dela], e mostram para ele a cara de cada membro do "exército" oponente, assim como cada golpe especial e arma secreta.
Convenhamos... 30 segundos depois daquele cena o cara deveria virar para o seu vice-vampirão e dizer "Agora que sabemos quem são e o poder de cada um dali, quero o nome e endereço de todos, e quero-os mortos em 1 semana. Leve tantos quantos necessários. No 8º dia estamos aqui de volta."
Ok, a bonitinha poderia ter uma visão disso tudo. Mas cacete! Se ele resolvesse reunir 500 ao invés de 30, ela só ia poder sentar e chorar. Qual a base do poder (governamental, quero dizer) dele? A Dakota Faning, alguns membros da Família Hanson, o figurante do Harry Potter e um cara que parecia o vampirão-chefe do Anjos da Noite? Só porque eles matam de forma diferente? Nada que munição explosiva na cabeça não resolvesse. Para o cara ficar no poder ele deve ter muito mais vassalos do que aquilo. Mal explicado, muito mal explicado.
Por falar nisso, qual a utilidade do vampiro-loiro-anti-social? Ficou lá na casa dos mocinhos, dando uma de "sou o fodão eremita", ficou olhando do alto da árvore, depois saiu do filme sem nenhuma utilidade.
Dica para quem fizer a refilmagem no futuro: esse tipo de coisa você pode cortar! Tem gente que vai ver o filme sem ter lido o livro, essas pessoas não fazem questão de que apareça na tela cada personagem, só para constar que apareceu.
Estava passando Homem-de-Ferro na TV agora... Começo do filme. Deixei ligado por alguns instantes só para rever a explosão da montanha. Aí o Stark entra no carro... Tem uma explosão... E ele está na caverna! Notaram a falta de algo? Cortaram toda a conversa dentro do carro com o figurante batendo foto e depois da explosão cortaram toda a parte dos figurantes morrendo em batalha.
É isso que se faz quando você tem algo para contar e não tem tempo. Você corta os figurantes! [ok, nesse caso foi só porque a Globo queria acabar o filme logo. Mas a idéia é a mesma]
Imagina se cada filme adaptado fosse colocar cada pessoinha do livro em tela... Watchmen, por exemplo, MUDOU O FINAL da história, e fez isso tão bem feito, que fico na dúvida se não foi uma solução melhor que a do quadrinho até. Humm... Melhor não. Não sei. Mas certamente mais redonda.
Mas divago...
Pensando bem, voltemos a divagação, porque acabei de lembrar das duas....eeerr... digamos... como direi?.... BRASILEIRAS do filme! Que porra era aquela?
Pareciam figurantes de algum filme pornô asteca! Podia ser pior, mas nem indígena elas pareciam. A do final, que foi levar o filho mestiço até podia enganar muito vagamente, mas as duas principais não. Vejam o filme (ou rapidamente a foto aqui), voltem e cliquem neste link, neste, neste ou neste vídeo. Essas são mulheres ticunas.
Ok, a Zafrina [deu um baita trabalho agora descobrir o nome da personagem] era gata [ela na verdade é inglesa com sangue africano e espanhol], mas CACETE!, de indígena brasileiro não tinha nada ali! Só faltou o poder dela ser a lambada ["A Dança Proibida"]. A outra você nem percebe que existe, mas de índia também não tinha nada.
Mas a propósito, gente de Hollywood, quando resolverem rebootar os filmes do X-Men, a Judith Shekoni daria uma excelente Ororo. Teria que checar como ela fica de cabelo branco... Mas sabe de uma coisa? Mutante ou não, num eventual futuro filme, tinham que sumir com isso. A Lola/Yuki/Nova do Patrulha Estelar não era loira na versão com humanos e foi uma decisão correta. Ficaria bizarro uma japonesa loira no meio da história e ainda tentar levar o filme a sério.
Ah, outra coisa... Baita batalha... E aí no meio dela... O Grito Wilhelm!!
Putz! Foi pedir para sair do clima. Mesmo que isso não seja conhecido pelas garotas que leem Crepúsculo, ficou um gritinho... me perdoem a incorreção política... mas ficou um gritinho "afeminado" no meio da ação! Não combinou.
Mas é isso! Notaram que vocês leram até aqui e ainda mal falei do filme? Pois é... Filmaço, hein! Supimpa! Ô! Eu não tenho palavras... é Oscar na certa!
Nacional: Amanhecer - Parte 2, O Final
Duração: 1h55min -- Ano: 2012 -- Trailer
De: Bill Condon (de Candyman 2 - A Vingança)
Com personagens de: Stephenie Meyer
Com: as mesmas pessoas que listei na postagem anterior.
Fim do martírio. Segunda e última postagem sobre a "saga" e nunca mais quero olhar para isso. Agora é esperar alguns anos e começar a me divertir com as pessoas dizendo "Putz... Eu revi aquele filme... Menina, eu amava aquilo! Onde é que eu estava com a cabeça?"
Deixem eu já reclamar da conclusão do filme. Qualquer pessoa que já jogou um jogo de tiro em 1ª pessoa (FPS) já passou pela seguinte situação: esta lá você caminhando, aí abre a porta, surge um monstro, tu leva um susto e antes de reagir ele te mata.
Aí a fase recomeça, tu já abre a porta já de bazuca na mão... E mata o monstro. E aí você entra e descobre que atrás do monstrão, tinham 5 monstrinhos. Você tenta correr, trocar de arma. Eles te matam.
Aí lá vai você de novo, entra de bazuca na mão, mata o monstro, e antes de aparecerem os monstrinhos, já tá soltando o dedo na metralhadora. E aí você passa.
Clássico.
Pois bem... Temos o filme. Temos um vilão que JÁ não queria mesmo fazer as coisas pelas regras, ele só queria matar todos ali [e alguém me explica como ele convenceria a vidente a ficar amiga dele depois que ele matasse toda a família dela], e mostram para ele a cara de cada membro do "exército" oponente, assim como cada golpe especial e arma secreta.
Convenhamos... 30 segundos depois daquele cena o cara deveria virar para o seu vice-vampirão e dizer "Agora que sabemos quem são e o poder de cada um dali, quero o nome e endereço de todos, e quero-os mortos em 1 semana. Leve tantos quantos necessários. No 8º dia estamos aqui de volta."
Ok, a bonitinha poderia ter uma visão disso tudo. Mas cacete! Se ele resolvesse reunir 500 ao invés de 30, ela só ia poder sentar e chorar. Qual a base do poder (governamental, quero dizer) dele? A Dakota Faning, alguns membros da Família Hanson, o figurante do Harry Potter e um cara que parecia o vampirão-chefe do Anjos da Noite? Só porque eles matam de forma diferente? Nada que munição explosiva na cabeça não resolvesse. Para o cara ficar no poder ele deve ter muito mais vassalos do que aquilo. Mal explicado, muito mal explicado.
Por falar nisso, qual a utilidade do vampiro-loiro-anti-social? Ficou lá na casa dos mocinhos, dando uma de "sou o fodão eremita", ficou olhando do alto da árvore, depois saiu do filme sem nenhuma utilidade.
Dica para quem fizer a refilmagem no futuro: esse tipo de coisa você pode cortar! Tem gente que vai ver o filme sem ter lido o livro, essas pessoas não fazem questão de que apareça na tela cada personagem, só para constar que apareceu.
Estava passando Homem-de-Ferro na TV agora... Começo do filme. Deixei ligado por alguns instantes só para rever a explosão da montanha. Aí o Stark entra no carro... Tem uma explosão... E ele está na caverna! Notaram a falta de algo? Cortaram toda a conversa dentro do carro com o figurante batendo foto e depois da explosão cortaram toda a parte dos figurantes morrendo em batalha.
É isso que se faz quando você tem algo para contar e não tem tempo. Você corta os figurantes! [ok, nesse caso foi só porque a Globo queria acabar o filme logo. Mas a idéia é a mesma]
Imagina se cada filme adaptado fosse colocar cada pessoinha do livro em tela... Watchmen, por exemplo, MUDOU O FINAL da história, e fez isso tão bem feito, que fico na dúvida se não foi uma solução melhor que a do quadrinho até. Humm... Melhor não. Não sei. Mas certamente mais redonda.
Mas divago...
Pensando bem, voltemos a divagação, porque acabei de lembrar das duas....eeerr... digamos... como direi?.... BRASILEIRAS do filme! Que porra era aquela?
Pareciam figurantes de algum filme pornô asteca! Podia ser pior, mas nem indígena elas pareciam. A do final, que foi levar o filho mestiço até podia enganar muito vagamente, mas as duas principais não. Vejam o filme (ou rapidamente a foto aqui), voltem e cliquem neste link, neste, neste ou neste vídeo. Essas são mulheres ticunas.
Ok, a Zafrina [deu um baita trabalho agora descobrir o nome da personagem] era gata [ela na verdade é inglesa com sangue africano e espanhol], mas CACETE!, de indígena brasileiro não tinha nada ali! Só faltou o poder dela ser a lambada ["A Dança Proibida"]. A outra você nem percebe que existe, mas de índia também não tinha nada.
Mas a propósito, gente de Hollywood, quando resolverem rebootar os filmes do X-Men, a Judith Shekoni daria uma excelente Ororo. Teria que checar como ela fica de cabelo branco... Mas sabe de uma coisa? Mutante ou não, num eventual futuro filme, tinham que sumir com isso. A Lola/Yuki/Nova do Patrulha Estelar não era loira na versão com humanos e foi uma decisão correta. Ficaria bizarro uma japonesa loira no meio da história e ainda tentar levar o filme a sério.
Ah, outra coisa... Baita batalha... E aí no meio dela... O Grito Wilhelm!!
Putz! Foi pedir para sair do clima. Mesmo que isso não seja conhecido pelas garotas que leem Crepúsculo, ficou um gritinho... me perdoem a incorreção política... mas ficou um gritinho "afeminado" no meio da ação! Não combinou.
Mas é isso! Notaram que vocês leram até aqui e ainda mal falei do filme? Pois é... Filmaço, hein! Supimpa! Ô! Eu não tenho palavras... é Oscar na certa!
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Assistindo Crepúsculo
Resolvi ver o último dos filmes do Vampiro Perolado no cinema. É, vai ser uma merda, mas no cinema tudo fica melhor. O problema é que eu nunca tive coragem de ver o resto... Decidi então fazer uma semi-maratona Crepúsculo ("semi" porque o meu limite é 1 filme por semana, macacos me matem se eu ver mais que isso).
Pois bem, o primeiro não vou rever. Li o resumo no Wikipédia e vi cenas soltas para relembrar as partes finais e a cara deles. E a resenha do último fica para daqui 1 mês.
Então cá estamos... Meus comentários sobre o trilogia do meio!
■ LUA NOVA ■ (15/nov)
Meu deus, não... não... é muito ruim! E estou escrevendo essa postagem ainda no meio do filme. Na verdade antes do meio. Já estava desesperado e resolvi ver se faltava muito... "AAAHH!!! Nem deu metade ainda!" Tive que descansar um pouco da joça. Pelo menos o Vampiro Purpurina praticamente não aparece o filme inteiro! [ah, não! lembrei que ele fica dando uma de Gasparzinho... já tinha esquecido!]
E, qualé! Tom Cruise, Banderas, Brad Pitt, todos os personagens de Forever Knight, a versão jovem do Drácula no filme do Coppola, todos os Garotos Perdidos e o Blade!! Todos eles foram vampiros decentes [ou quase, admito que Forever Knight era meio "kitsch"] e nenhum fica andando por aí com aquela cara de pó-de-arroz!
Gnomos me protejam! O "pai" dele é até meio esquisito também, mas todo o resto da família é normal [a irmã vidente é gatíssima], e o cara fica com aquela cara de maquiagem de palhaço, de batom, fazendo biquinho, e aquele olhar avermelhado de quem chorou mordendo a fronha a noite toda... E ele é o gato-sexy-de-ar-misterioso da região? Pô, vou eu pra tal cidade de Forks. Vão achar que minha barriguinha sedentária é músculo! Não vai ter lobisomem sarado que me segure!
E as falas... não... as falas! Não me façam lembrar das falas!
Bem... parei com o Bicudo tendo um Pon Farr Lupino [é... tá virando hominho-lobinho!], hora de voltar e terminar. Que ainda faltam 2 filmes e meio até terminar essa postagem!
/* sei lá quanto tempo e 2 fatias de pizza depois... */
Pronto. Terminei esse filme. Um ponto a favor: a transformação dos lobisomens é tão rápida, que não dá para ficar ridícula, com você vendo nariz se esticando e esse tipo de coisa. Gostei. Até os lobos gigantes digitais ficaram bem feitos. Diga-se de passagem, quando eu leio os livros das Canções de Gelo e Fogo, e alguém fala de lobo gigante, eles são muito parecidos com esses do filme [só um pouco menores]. Por mais que "lobo gigante" tenha sido uma adaptação de "direwolf", não quero saber, se é para impressionar pelo tamanho... o tamanho tem que ser impressionante!
Agora, aproveitando o papo de lobo... Ô trilha sonora ruim! A cena da floresta, envolvendo uma perseguição, uma ruiva, e lobos gigantes... 3 coisas que juntas não podiam dar errado! Mas colocaram uma musiquinha de cena romântica de novela ruim, que carácoles! Não!
E comentário final, antes de eu assistir Robot Chicken ou Phineas & Ferb como antídoto! Pior... adaptação... de Romeu & Julieta... da História! Não há interjeições de espanto e asco bem-humorado suficientes para esta frase, então vou para a moral da história logo: na época de Romeu & Julieta, não existiam celulares!! Pronto! Ele resolve se matar porque, até onde ele sabe, o pai de garota pode ter ido no enterro do padeiro!?!
Comentário pós-final: sim, se você leu o livro e está pensando que eu sou um babaca, que não entendi nada, que no livro explica melhor ou qualquer coisa assim... Que bom. Fico feliz. Mas eu sou espectador do filme, não leitor do livro. E se isso aconteceu, apenas torna o filme pior ainda, que além de todos os defeitos, ainda foi uma péssima adaptação!
■ ECLIPSE ■ (28/nov)
Foi complicado... Achei que não teria coragem de continuar. Enrolei bastante. Mas comecei a ficar curioso com o filme que está no cinema, e quero tentar vê-lo antes de O Hobbit estrear.
Foi hora de ver o 3º filme.
Ao contrário do anterior, resolvi ir escrevendo durante o filme (ao invés de uma parada forçada no meio e ao final), então o texto deve estar menos linear. Problema seu. Você assistiu ou está pensando em assistir A Saga Crepúsculo, certo? Então exigir qualidade não é seu forte. [desculpe! você é meu leitor, então gosto de você. rs!] Mas obviamente ajustarei o texto um pouco depois.
E não sei se foi trauma da ruindade do filme anterior... Mas até que não achei esse detestável não. O melhor dos 3 até o momento. Bem divertido em algumas partes. Mas vamos aos comentário soltos.
A maquiagem de palhaço ainda está foda, mas menos horrível. A do mocinho pelo menos, o pai ainda parece um manequim de plástico.
Do que a Bella estava reclamando quando sacaneou a festa anterior da Vidente? A reunião familiar do 2º filme? (ou teve alguma festa no 1º? esqueci esse filme inteiro já). Sei lá, na hora pareceu algo do livro que quem não os leu não entenderia. Tiveram outras conversas no filme que eu não consegui acompanhar direito também, e nem foi má vontade. Para compensar o filme, estava comendo gordices saborosas, então estava de bom humor.
Por falar em humor, o filme está bem mais engraçado. E nem foi acidental. As implicâncias entre o Lobo e o Vampiro eram bem divertidas. Até a conversa sobre camisinha ficou engraçada.
Outra coisa que deixou o filme um pouco melhor (ou pensando agora de outra forma: fez o filme ficar mais curto, enchendo lingüiça com outros assuntos) foram os vários flashbacks mostrando as vidas anteriores da galera. Não que fossem realmente interessantes (e muito menos úteis para o enredo), mas deu um ar de Highlander ao filme. Não ficou de todo o mal.
E depois algum fã me tira uma dúvida: porque porras os vilões implicam pela mocinha ter parido uma vampirinha, se a Dakota Fanning existe no filme? Ok, não é mais bebê, mas não parece ter mais de 15. Por falar nisso, cacete! Pessoal não tem criatividade! Na verdade, o problema nem é criatividade, é ofender a inteligência do leitor/platéia. Notei no filme anterior mas esqueci de comentar... Sério que os vilões se chamam Volturi? Que nada mais é que uma pronúncia muito próxima de vulture? (vulture=abutre). Detesto essas ofensas indiretas. Sim, eu sei que eles são os vilões. Não precisa que o nome do personagem seja Eusoumal Léfico. Pelo menos no Os Mercenários 2 o vilão se chamar Vilain tem lá sua graça, pois o filme é zuação.
Ah, na cena da Vampirolescente Dolorosa em Seattle, um dos vampiros coadjuvantes é a cara do Justin Bieber!! [tão parecido, que fui checar se não era mesmo uma ponta dele]
Ok... o Lobo quer o que é melhor para a garota. E ela corria o risco de sofrer amputação dos membros por congelamento... Aí ele, imbuído do seu melhor espírito altruísta resolve... TIRAR UMA CASQUINHA! Virar um casaco de pele gigante, muito mais aquecido, nem pensar, né? Para que parecer um cachorro enroscado no dono, se ele podia ficar vagamente encostado na garota quase moribunda, só para irritar o Morcego. [tã-nãnã-nãnã-nãnã... Batman!!]
Trilha sonora: ainda cheio de músicas de novela, mas melhorou consideravelmente. Acho que foi na cena da montanha que até tocou uma legal, orquestrada com cornetas (ou qualquer outra coisa que assopre, sei lá... podem ser oboés até onde eu sei). Gosto de temas com esse instrumento (seja lá qual for).
E porque diabos vampiro morre virando "gesso"? Foi só para o filme ter censura infantil? (igual ao sangue rosa dos klingons?) Ou essa coisa besta está nos livros?
E aí... perto do final. O filme volta ao seu padrão de falas horríveis. Não que antes tenham sido boas, mas piora. O discurso da garota explicando porque quer ser vampira pode até ter soado bem no livro, mas a mocinha não ganhará o Oscar tão cedo. A conversa com o Lobo antes também. O mérito pro final do filme é que parece que esqueceram o pó-de-arroz, o vampiro parecia quase normal.
Por falar nisso... Todo o trauma da garota de "quando virar vampiro, nunca mais vou ver minha família..." Porque? Ela tem uns 17. Ela conseguiria muito bem viver mais uns 10 anos lá na cidade, e, se muito, pessoal ia dizer "Poxa Bella! Conta aí o segredo! Tá inteirona ainda, hein!" Na verdade, aos 27 ninguém perguntaria uma coisas dessas. Ou seja, ninguém nem suspeitaria de nada. E aquela galera é rica, vive a gerações enganando o governo, são safos para cacete... Eles não sabem fazer uma maquiagenzinha envelhecedora não? Eles não têm nenhum amigo vampiro em Hollywood que pudesse ensinar para eles?
E também, né... Muito simples: conta pra droga dos pais! Ela descobriu que o sobrancelhão era vampiro em alguns minutos numa cidade nova. Nesse rítmo, no planeta Terra dentro do filme, devem ter algumas centenas de milhares de humanos que sabem que vampiros existem. Só mais 2 agora. Resolvido!
Todo o drama da garota, que já era mal interpretado, vira lixo com isso.
Mas vá lá... No geral, foi um passatempo quase agradável. Não foi bom, mas também não me senti forçado a assistir. É um filme ruim, claro! Mas ser ruim não quer dizer que não se veja. Indo nesse embalo, é até capaz de achar o próximo decente e dizer que o último é bonzinho!
Ah, outra coisa boa do filme. Trocaram a atriz da ruiva pela Gwen Stacy! (não que a anterior fosse ruim, mas essa é mais bonita).
■ AMANHECER, Parte 1 ■ (6/dez)
Desta vez não parei o filme no meio para escrever, nem fui escrevendo enquanto via...
O filme deu tão pouco trabalho pensar no que digitar (e não falo isso em nenhum bom sentido) que fui meramente rabiscando alguns comentários para fazer, tão poucos que os fiz na traseira de uma nota fiscal. É sério. [era de um dos livros da Haruhi até]
Passemos a limpo os garranchos.
O filme não tem história. Pois é. Achei que seriam 2 filmes para fechar porque era muita história para ser contada. Pois então... Não é. Não que fosse ficar melhor fazer corrido. Eu ainda acho que ter transformado O Senhor dos Anéis numa trilogia foi pouco. Seis filmes estariam legais. Talvez até desse para encaixar o Tom Bombadil! ["DJ Bombadil, o nº 2 do Brasil!"] De repente com mais filmes até daria para as histórias dos filmes ficarem quase +/-. Claro... teria que tirar a maquiagem ridícula dos vampiros.
A propósito, nesse filme o Ed [depois de tantos filmes, já posso chamá-lo assim!], mas então... Edinho... até parecia um ser-humano! Quase sem a maquiagem ridícula do 2º filme [não lembro da cara dele no 1º]. Mas o pai... putz, tá cada vez pior. E já que estamos falando de estética e moda, achei que Irmã Vidente no começo meio estranha, mas depois ficou melhor com cabelo mais comprido (relativamente falando). Até uma curiosidade técnica minha... As cenas do início foram gravadas depois de todo o resto? Os atores pareciam bem mais velhos e magros no começo do filme do que no resto dele.
Voltemos aos garranchos.
Ah, sim! Eles não têm química. Tem muito casal por aí, famosos, ou amigos, ou parentes, que tu olha e, se fosse um filme, você não teria escalado os 2 ao mesmo tempo. Mas o namoro ou casamento deles vai firme e forte. Então isso nem me incomoda tanto. Dá até um certo realismo. Nem todo casal tem cara de eles-foram-feitos-um-para-o-outro. Mas é um filme de vampiros, então dane-se isso. Podiam ter escalado 2 atores melhorzinhos. Quando eles estão rindo, implicando um com outro, ou coisas assim, eles convencem bem como casal. Mas quando começa a troca de olhares ou momentos mais picantes... Falta muita faísca ali!
Por falar em momentos mais picantes... Pô, ela veio pro Brasil, podia ter comprado um biquíni decente.
Ah, outra cena legal na floresta. Gostei da parte da reunião dos lobos. Não quando eles começam a "falar". Se bem que isso me incomodou muito menos do que eu esperava. Ouvira falar muito mal dessa cena (acho que foi num dos episódios do Rapadura Cast). Mas então, antes de começar a conversa, a cena deles uivando, correndo, aí mostra outro lobo, e sai correndo... Lembrou-me, por um bem breve instante, a cena dos faróis de fogo d' O Senhor dos Anéis, talvez a melhor cena dos 3 filmes. [se bem que revendo-a agora... a grandiosidade da cena faz parecer que são muitos mais faróis, para uma distância muito maior! e assim, nunca que a ajuda chegaria a tempo. Não importa e nem vem ao caso.]
O filme tem tão pouca história correndo, que anotei no papel uma segunda vez "Nada acontece!". O filme quase tem um enredo depois que acaba a lua-de-mel, mas até isso acontecer, foi quase 1/3 do filme. Muito, muito lento.
E última anotação no papel: a melhor cena do filme foi ela contando os nomes de bebê que ela estava querendo.
E que coincidência cretina... O médico da família ficou fora o tempo suficiente para os mocinhos terem que fazer o parto sozinhos. 1) porque eles não criam bezerros? 2) só tem caça na reserva indígena? e 3), ok, eu não entendo nada de biologia de vampiros, não conheço as necessidades alimentícias e de vitaminas deles, mas cacete! Estômago tem limite de espaço. Então 1 ou 2 porcos deveriam resolver. Talvez um urso para 2, ou uma dúzia de pombos para cada um. Em suma, que trabalho dá arranjar o que comer??
Outra coisa, muito mal explicada a raivinha dos lobos pelo bebê. Ok, mais 1 vampiro no mundo. Grandes merda. Mas de repente, do nada, era algo gravíssimo, só para fingir alguma tensão e o filme não terminar sem nenhum conflito. Fraco, fraco.
Bem, é isso...Se você queria saber a opinião de um não fã e ter uma noção do que esperar... Imagino que não, mas espero ter ajudado. Agora é ver o último dos filmes semana que vem e descobrir quem é que morre.
-------
E já faz um bom tempo, que sempre que eu vejo um filme, eu ponho os dados técnicos no começo. Bem, esses vão aqui no final. Só para não ficar sem:
Nomes originais: New Moon, Eclipse e Breaking Dawn - Part 1
Duração total: 6h10min -- Anos: 2009, 2010 e 2011
De: Chris Weitz (A Bússola Dourada [gostei dos livros, mas o filme falhou um pouco mesmo]), David Slade (30 Dias de Noite) e Bill Condon (Candyman 2).
Com: Kristen Stewart (Quarto do Pânico e Flintstones 2), Robert Pattinson (Harry Potter e o Cálice de Fogo), Taylor Lautner (As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl [ele é o Garoto Tubarão]), Ashley Greene (Radio Free Albemuth e do seriado Pan Am), Billy Burke (Fúria Sobre Rodas), Peter Facinelli (O Escorpião Rei), Michael Sheen (Anjos da Noite), Anna Kendrick (Scott Pilgrim Contra O Mundo) e Dakota Fanning (A Menina e o Porquinho, Guerra dos Mundos, Garotas do Rock e do seriado Taken).
E para também não ficar sem, e a postagem ser completa, recapitulemos o 1º filme:
■ CREPÚSCULO ■
Pois bem, o primeiro não vou rever. Li o resumo no Wikipédia e vi cenas soltas para relembrar as partes finais e a cara deles. E a resenha do último fica para daqui 1 mês.
Então cá estamos... Meus comentários sobre o trilogia do meio!
■ LUA NOVA ■ (15/nov)
Meu deus, não... não... é muito ruim! E estou escrevendo essa postagem ainda no meio do filme. Na verdade antes do meio. Já estava desesperado e resolvi ver se faltava muito... "AAAHH!!! Nem deu metade ainda!" Tive que descansar um pouco da joça. Pelo menos o Vampiro Purpurina praticamente não aparece o filme inteiro! [ah, não! lembrei que ele fica dando uma de Gasparzinho... já tinha esquecido!]
E, qualé! Tom Cruise, Banderas, Brad Pitt, todos os personagens de Forever Knight, a versão jovem do Drácula no filme do Coppola, todos os Garotos Perdidos e o Blade!! Todos eles foram vampiros decentes [ou quase, admito que Forever Knight era meio "kitsch"] e nenhum fica andando por aí com aquela cara de pó-de-arroz!
Gnomos me protejam! O "pai" dele é até meio esquisito também, mas todo o resto da família é normal [a irmã vidente é gatíssima], e o cara fica com aquela cara de maquiagem de palhaço, de batom, fazendo biquinho, e aquele olhar avermelhado de quem chorou mordendo a fronha a noite toda... E ele é o gato-sexy-de-ar-misterioso da região? Pô, vou eu pra tal cidade de Forks. Vão achar que minha barriguinha sedentária é músculo! Não vai ter lobisomem sarado que me segure!
E as falas... não... as falas! Não me façam lembrar das falas!
Bem... parei com o Bicudo tendo um Pon Farr Lupino [é... tá virando hominho-lobinho!], hora de voltar e terminar. Que ainda faltam 2 filmes e meio até terminar essa postagem!
/* sei lá quanto tempo e 2 fatias de pizza depois... */
Pronto. Terminei esse filme. Um ponto a favor: a transformação dos lobisomens é tão rápida, que não dá para ficar ridícula, com você vendo nariz se esticando e esse tipo de coisa. Gostei. Até os lobos gigantes digitais ficaram bem feitos. Diga-se de passagem, quando eu leio os livros das Canções de Gelo e Fogo, e alguém fala de lobo gigante, eles são muito parecidos com esses do filme [só um pouco menores]. Por mais que "lobo gigante" tenha sido uma adaptação de "direwolf", não quero saber, se é para impressionar pelo tamanho... o tamanho tem que ser impressionante!
Agora, aproveitando o papo de lobo... Ô trilha sonora ruim! A cena da floresta, envolvendo uma perseguição, uma ruiva, e lobos gigantes... 3 coisas que juntas não podiam dar errado! Mas colocaram uma musiquinha de cena romântica de novela ruim, que carácoles! Não!
E comentário final, antes de eu assistir Robot Chicken ou Phineas & Ferb como antídoto! Pior... adaptação... de Romeu & Julieta... da História! Não há interjeições de espanto e asco bem-humorado suficientes para esta frase, então vou para a moral da história logo: na época de Romeu & Julieta, não existiam celulares!! Pronto! Ele resolve se matar porque, até onde ele sabe, o pai de garota pode ter ido no enterro do padeiro!?!
Comentário pós-final: sim, se você leu o livro e está pensando que eu sou um babaca, que não entendi nada, que no livro explica melhor ou qualquer coisa assim... Que bom. Fico feliz. Mas eu sou espectador do filme, não leitor do livro. E se isso aconteceu, apenas torna o filme pior ainda, que além de todos os defeitos, ainda foi uma péssima adaptação!
■ ECLIPSE ■ (28/nov)
Foi complicado... Achei que não teria coragem de continuar. Enrolei bastante. Mas comecei a ficar curioso com o filme que está no cinema, e quero tentar vê-lo antes de O Hobbit estrear. Foi hora de ver o 3º filme.
Ao contrário do anterior, resolvi ir escrevendo durante o filme (ao invés de uma parada forçada no meio e ao final), então o texto deve estar menos linear. Problema seu. Você assistiu ou está pensando em assistir A Saga Crepúsculo, certo? Então exigir qualidade não é seu forte. [desculpe! você é meu leitor, então gosto de você. rs!] Mas obviamente ajustarei o texto um pouco depois.
E não sei se foi trauma da ruindade do filme anterior... Mas até que não achei esse detestável não. O melhor dos 3 até o momento. Bem divertido em algumas partes. Mas vamos aos comentário soltos.
A maquiagem de palhaço ainda está foda, mas menos horrível. A do mocinho pelo menos, o pai ainda parece um manequim de plástico.
Do que a Bella estava reclamando quando sacaneou a festa anterior da Vidente? A reunião familiar do 2º filme? (ou teve alguma festa no 1º? esqueci esse filme inteiro já). Sei lá, na hora pareceu algo do livro que quem não os leu não entenderia. Tiveram outras conversas no filme que eu não consegui acompanhar direito também, e nem foi má vontade. Para compensar o filme, estava comendo gordices saborosas, então estava de bom humor.
Por falar em humor, o filme está bem mais engraçado. E nem foi acidental. As implicâncias entre o Lobo e o Vampiro eram bem divertidas. Até a conversa sobre camisinha ficou engraçada.
Outra coisa que deixou o filme um pouco melhor (ou pensando agora de outra forma: fez o filme ficar mais curto, enchendo lingüiça com outros assuntos) foram os vários flashbacks mostrando as vidas anteriores da galera. Não que fossem realmente interessantes (e muito menos úteis para o enredo), mas deu um ar de Highlander ao filme. Não ficou de todo o mal.
E depois algum fã me tira uma dúvida: porque porras os vilões implicam pela mocinha ter parido uma vampirinha, se a Dakota Fanning existe no filme? Ok, não é mais bebê, mas não parece ter mais de 15. Por falar nisso, cacete! Pessoal não tem criatividade! Na verdade, o problema nem é criatividade, é ofender a inteligência do leitor/platéia. Notei no filme anterior mas esqueci de comentar... Sério que os vilões se chamam Volturi? Que nada mais é que uma pronúncia muito próxima de vulture? (vulture=abutre). Detesto essas ofensas indiretas. Sim, eu sei que eles são os vilões. Não precisa que o nome do personagem seja Eusoumal Léfico. Pelo menos no Os Mercenários 2 o vilão se chamar Vilain tem lá sua graça, pois o filme é zuação.
Ah, na cena da Vampirolescente Dolorosa em Seattle, um dos vampiros coadjuvantes é a cara do Justin Bieber!! [tão parecido, que fui checar se não era mesmo uma ponta dele]
Ok... o Lobo quer o que é melhor para a garota. E ela corria o risco de sofrer amputação dos membros por congelamento... Aí ele, imbuído do seu melhor espírito altruísta resolve... TIRAR UMA CASQUINHA! Virar um casaco de pele gigante, muito mais aquecido, nem pensar, né? Para que parecer um cachorro enroscado no dono, se ele podia ficar vagamente encostado na garota quase moribunda, só para irritar o Morcego. [tã-nãnã-nãnã-nãnã... Batman!!]
Trilha sonora: ainda cheio de músicas de novela, mas melhorou consideravelmente. Acho que foi na cena da montanha que até tocou uma legal, orquestrada com cornetas (ou qualquer outra coisa que assopre, sei lá... podem ser oboés até onde eu sei). Gosto de temas com esse instrumento (seja lá qual for).
E porque diabos vampiro morre virando "gesso"? Foi só para o filme ter censura infantil? (igual ao sangue rosa dos klingons?) Ou essa coisa besta está nos livros?
E aí... perto do final. O filme volta ao seu padrão de falas horríveis. Não que antes tenham sido boas, mas piora. O discurso da garota explicando porque quer ser vampira pode até ter soado bem no livro, mas a mocinha não ganhará o Oscar tão cedo. A conversa com o Lobo antes também. O mérito pro final do filme é que parece que esqueceram o pó-de-arroz, o vampiro parecia quase normal.
Por falar nisso... Todo o trauma da garota de "quando virar vampiro, nunca mais vou ver minha família..." Porque? Ela tem uns 17. Ela conseguiria muito bem viver mais uns 10 anos lá na cidade, e, se muito, pessoal ia dizer "Poxa Bella! Conta aí o segredo! Tá inteirona ainda, hein!" Na verdade, aos 27 ninguém perguntaria uma coisas dessas. Ou seja, ninguém nem suspeitaria de nada. E aquela galera é rica, vive a gerações enganando o governo, são safos para cacete... Eles não sabem fazer uma maquiagenzinha envelhecedora não? Eles não têm nenhum amigo vampiro em Hollywood que pudesse ensinar para eles?
E também, né... Muito simples: conta pra droga dos pais! Ela descobriu que o sobrancelhão era vampiro em alguns minutos numa cidade nova. Nesse rítmo, no planeta Terra dentro do filme, devem ter algumas centenas de milhares de humanos que sabem que vampiros existem. Só mais 2 agora. Resolvido!
Todo o drama da garota, que já era mal interpretado, vira lixo com isso.
Mas vá lá... No geral, foi um passatempo quase agradável. Não foi bom, mas também não me senti forçado a assistir. É um filme ruim, claro! Mas ser ruim não quer dizer que não se veja. Indo nesse embalo, é até capaz de achar o próximo decente e dizer que o último é bonzinho!
Ah, outra coisa boa do filme. Trocaram a atriz da ruiva pela Gwen Stacy! (não que a anterior fosse ruim, mas essa é mais bonita).
■ AMANHECER, Parte 1 ■ (6/dez)
Desta vez não parei o filme no meio para escrever, nem fui escrevendo enquanto via...O filme deu tão pouco trabalho pensar no que digitar (e não falo isso em nenhum bom sentido) que fui meramente rabiscando alguns comentários para fazer, tão poucos que os fiz na traseira de uma nota fiscal. É sério. [era de um dos livros da Haruhi até]
Passemos a limpo os garranchos.
O filme não tem história. Pois é. Achei que seriam 2 filmes para fechar porque era muita história para ser contada. Pois então... Não é. Não que fosse ficar melhor fazer corrido. Eu ainda acho que ter transformado O Senhor dos Anéis numa trilogia foi pouco. Seis filmes estariam legais. Talvez até desse para encaixar o Tom Bombadil! ["DJ Bombadil, o nº 2 do Brasil!"] De repente com mais filmes até daria para as histórias dos filmes ficarem quase +/-. Claro... teria que tirar a maquiagem ridícula dos vampiros.
A propósito, nesse filme o Ed [depois de tantos filmes, já posso chamá-lo assim!], mas então... Edinho... até parecia um ser-humano! Quase sem a maquiagem ridícula do 2º filme [não lembro da cara dele no 1º]. Mas o pai... putz, tá cada vez pior. E já que estamos falando de estética e moda, achei que Irmã Vidente no começo meio estranha, mas depois ficou melhor com cabelo mais comprido (relativamente falando). Até uma curiosidade técnica minha... As cenas do início foram gravadas depois de todo o resto? Os atores pareciam bem mais velhos e magros no começo do filme do que no resto dele.
Voltemos aos garranchos.
Ah, sim! Eles não têm química. Tem muito casal por aí, famosos, ou amigos, ou parentes, que tu olha e, se fosse um filme, você não teria escalado os 2 ao mesmo tempo. Mas o namoro ou casamento deles vai firme e forte. Então isso nem me incomoda tanto. Dá até um certo realismo. Nem todo casal tem cara de eles-foram-feitos-um-para-o-outro. Mas é um filme de vampiros, então dane-se isso. Podiam ter escalado 2 atores melhorzinhos. Quando eles estão rindo, implicando um com outro, ou coisas assim, eles convencem bem como casal. Mas quando começa a troca de olhares ou momentos mais picantes... Falta muita faísca ali!
Por falar em momentos mais picantes... Pô, ela veio pro Brasil, podia ter comprado um biquíni decente.
Ah, outra cena legal na floresta. Gostei da parte da reunião dos lobos. Não quando eles começam a "falar". Se bem que isso me incomodou muito menos do que eu esperava. Ouvira falar muito mal dessa cena (acho que foi num dos episódios do Rapadura Cast). Mas então, antes de começar a conversa, a cena deles uivando, correndo, aí mostra outro lobo, e sai correndo... Lembrou-me, por um bem breve instante, a cena dos faróis de fogo d' O Senhor dos Anéis, talvez a melhor cena dos 3 filmes. [se bem que revendo-a agora... a grandiosidade da cena faz parecer que são muitos mais faróis, para uma distância muito maior! e assim, nunca que a ajuda chegaria a tempo. Não importa e nem vem ao caso.]
O filme tem tão pouca história correndo, que anotei no papel uma segunda vez "Nada acontece!". O filme quase tem um enredo depois que acaba a lua-de-mel, mas até isso acontecer, foi quase 1/3 do filme. Muito, muito lento.
E última anotação no papel: a melhor cena do filme foi ela contando os nomes de bebê que ela estava querendo.
E que coincidência cretina... O médico da família ficou fora o tempo suficiente para os mocinhos terem que fazer o parto sozinhos. 1) porque eles não criam bezerros? 2) só tem caça na reserva indígena? e 3), ok, eu não entendo nada de biologia de vampiros, não conheço as necessidades alimentícias e de vitaminas deles, mas cacete! Estômago tem limite de espaço. Então 1 ou 2 porcos deveriam resolver. Talvez um urso para 2, ou uma dúzia de pombos para cada um. Em suma, que trabalho dá arranjar o que comer??
Outra coisa, muito mal explicada a raivinha dos lobos pelo bebê. Ok, mais 1 vampiro no mundo. Grandes merda. Mas de repente, do nada, era algo gravíssimo, só para fingir alguma tensão e o filme não terminar sem nenhum conflito. Fraco, fraco.
Bem, é isso...Se você queria saber a opinião de um não fã e ter uma noção do que esperar... Imagino que não, mas espero ter ajudado. Agora é ver o último dos filmes semana que vem e descobrir quem é que morre.
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E já faz um bom tempo, que sempre que eu vejo um filme, eu ponho os dados técnicos no começo. Bem, esses vão aqui no final. Só para não ficar sem:
Nomes originais: New Moon, Eclipse e Breaking Dawn - Part 1
Duração total: 6h10min -- Anos: 2009, 2010 e 2011
De: Chris Weitz (A Bússola Dourada [gostei dos livros, mas o filme falhou um pouco mesmo]), David Slade (30 Dias de Noite) e Bill Condon (Candyman 2).
Com: Kristen Stewart (Quarto do Pânico e Flintstones 2), Robert Pattinson (Harry Potter e o Cálice de Fogo), Taylor Lautner (As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl [ele é o Garoto Tubarão]), Ashley Greene (Radio Free Albemuth e do seriado Pan Am), Billy Burke (Fúria Sobre Rodas), Peter Facinelli (O Escorpião Rei), Michael Sheen (Anjos da Noite), Anna Kendrick (Scott Pilgrim Contra O Mundo) e Dakota Fanning (A Menina e o Porquinho, Guerra dos Mundos, Garotas do Rock e do seriado Taken).
E para também não ficar sem, e a postagem ser completa, recapitulemos o 1º filme:
■ CREPÚSCULO ■
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Padre
Título original: Priest
De: Scott Charles Stewart e Cory Goodman
Duração: 1h27min -- Ano: 2011 -- Trailer
Com: Paul Bettany (mais conhecido como o albino do Código Da Vinci), um outro carinha como o Xerife, uma menina da Nickelodeon como a donzela em perigo (filha do Phil Collins), Maggie Q (a oriental que o Bruce Willis mata no Duro de Matar 4) e Karl Urban (o novo Dr. McCoy). Christopher Plummer também. Ah, e a Mädchen Amick (só uma ponta, mas não a via desde Twin Peaks, tinha que comentar).
Baseado vagamente nos quadrinhos coreanos de mesmo nome, de Hyung Min-woo (não li o quadrinho ainda, mas rapidamente no Google deu a entender que o cara morreu e voltou, tipo um Spawn da vida, e luta contra anjos e demônio, não vampiros).
Resumo: após séculos de luta contra vampiros (que não brilham), a situação finalmente estancou faz poucos anos. O que sobrou da humanidade vive em cidades isoladas (algumas mega-cidades tipo Juiz Dredd, outras nem tanto) e o que sobrou dos vampiros vive em reservas (prisões). [não entendi isso... depois de milhares de anos se matando, porque no final não exterminar de vez? não sou um cara maligno, mas no contexto do filme ficou sem sentido] No decorrer das guerras quem acabou conseguindo montar o melhor exército foi a Igreja, e o governo de então é uma teocracia opressora e o protagonista é uma espécie de padre-ninja super-matador de vampiros. [que, sem sentido também, foi forçado a se aposentar e ir lavar pratos. pô, se acabaram os vampiros... colocava o cara na força policial... ou pra rezar missa!]
Passado 1 minuto de filme já sabemos do óbvio, que os vampiros estão voltando a ativa. E o Bispo (?) se recusa a acreditar e não dá bola para o fato [sem sentido algum também, ainda mais que é nos momentos de crise que a Igreja mais consegue poder, seria benéfico para ele se aproveitar].
Só resta ao nosso protagonista, excomungado e praticamente sozinho, eliminar todo um exército de chupa-cabras.
Ou seja, é no futuro, mas com cowboys, um padre ninja, algum tipo de 1984 religioso, e vampiros no deserto: é um Firefly x Equilibrium x Vampiros de John Carter x O Monge a Prova de Balas.
Eu não ligo de ver filme descerebrado, e geralmente ainda curto o barato. Mas este filme é tão acéfalo que eu esqueci que o vi - só lembrei de postar sobre ele porque uma amiga foi ver também. E como vivo atrasando os meus posts, dessa vez não vou divagar muito. Vou só roubar opinião dos outros. Vou começar a política de pra cada postagem grande, fazer uma curta. E a do Agentes do Destino, que eu vi depois mas escrevi antes, já ficou longa o suficiente.
Só tenho um último comentário sobre o filme... Pelamordedeus... Por favor... parem de usar a frase "A guerra não acabou, está apenas começando". Sei lá... quando o cara diz "A guerra acabou!" o outro podia responder "Ela nunca terminou." (gosto dessa opção) ou "Para você!" ou "Fale isso para eles quando vierem se alimentar de suas entranhas e beber seu sangue"... qualquer tosqueira clichê destas é menos clichê do que "está apenas começando." Parem. Apenas parem. Deixem essa frase descansar.
Ah, e bem legal a animação no começo. Veria aquele desenho feliz. Tinha um quê de Samurai Jack. [PS: eu sou demais! escrevi isso antes notar numa das resenhas abaixo o link para o video, e descobrir que a animação foi mesmo do Genndy Tartakovsky]
É isso aí. Hora de linkar!
Resenhas em português:
Alma de Cinema: www.almadecinema.com./resenhas/24-horror/67-padre
Miss Carbono: misscarbono.blogspot.com/2011/05/resenha-do-filme-padre.html
Estou sem criatividade: estou-sem.blogspot.com/2011/05/filme-padre-em-3d.html
Cinema com Rapadura: cinemacomrapadura.com.br/filmes/2703/padre-2011/
Resenhas em inglês:
Screen Rant: screenrant.com/priest-reviews-benk-115221/
FEARnet: www.fearnet.com/news/reviews/b22586_priest_movie_review.html
Rotten Tomatoes: www.rottentomatoes.com/m/10009274-priest/
Moviez Adda: www.moviezadda.com/priest-movie-review-a-mediocre-vampire-movie.html
De: Scott Charles Stewart e Cory Goodman
Duração: 1h27min -- Ano: 2011 -- Trailer
Com: Paul Bettany (mais conhecido como o albino do Código Da Vinci), um outro carinha como o Xerife, uma menina da Nickelodeon como a donzela em perigo (filha do Phil Collins), Maggie Q (a oriental que o Bruce Willis mata no Duro de Matar 4) e Karl Urban (o novo Dr. McCoy). Christopher Plummer também. Ah, e a Mädchen Amick (só uma ponta, mas não a via desde Twin Peaks, tinha que comentar).
Baseado vagamente nos quadrinhos coreanos de mesmo nome, de Hyung Min-woo (não li o quadrinho ainda, mas rapidamente no Google deu a entender que o cara morreu e voltou, tipo um Spawn da vida, e luta contra anjos e demônio, não vampiros).
Resumo: após séculos de luta contra vampiros (que não brilham), a situação finalmente estancou faz poucos anos. O que sobrou da humanidade vive em cidades isoladas (algumas mega-cidades tipo Juiz Dredd, outras nem tanto) e o que sobrou dos vampiros vive em reservas (prisões). [não entendi isso... depois de milhares de anos se matando, porque no final não exterminar de vez? não sou um cara maligno, mas no contexto do filme ficou sem sentido] No decorrer das guerras quem acabou conseguindo montar o melhor exército foi a Igreja, e o governo de então é uma teocracia opressora e o protagonista é uma espécie de padre-ninja super-matador de vampiros. [que, sem sentido também, foi forçado a se aposentar e ir lavar pratos. pô, se acabaram os vampiros... colocava o cara na força policial... ou pra rezar missa!]
Passado 1 minuto de filme já sabemos do óbvio, que os vampiros estão voltando a ativa. E o Bispo (?) se recusa a acreditar e não dá bola para o fato [sem sentido algum também, ainda mais que é nos momentos de crise que a Igreja mais consegue poder, seria benéfico para ele se aproveitar].
Só resta ao nosso protagonista, excomungado e praticamente sozinho, eliminar todo um exército de chupa-cabras.
Ou seja, é no futuro, mas com cowboys, um padre ninja, algum tipo de 1984 religioso, e vampiros no deserto: é um Firefly x Equilibrium x Vampiros de John Carter x O Monge a Prova de Balas.
Eu não ligo de ver filme descerebrado, e geralmente ainda curto o barato. Mas este filme é tão acéfalo que eu esqueci que o vi - só lembrei de postar sobre ele porque uma amiga foi ver também. E como vivo atrasando os meus posts, dessa vez não vou divagar muito. Vou só roubar opinião dos outros. Vou começar a política de pra cada postagem grande, fazer uma curta. E a do Agentes do Destino, que eu vi depois mas escrevi antes, já ficou longa o suficiente.
Só tenho um último comentário sobre o filme... Pelamordedeus... Por favor... parem de usar a frase "A guerra não acabou, está apenas começando". Sei lá... quando o cara diz "A guerra acabou!" o outro podia responder "Ela nunca terminou." (gosto dessa opção) ou "Para você!" ou "Fale isso para eles quando vierem se alimentar de suas entranhas e beber seu sangue"... qualquer tosqueira clichê destas é menos clichê do que "está apenas começando." Parem. Apenas parem. Deixem essa frase descansar.
Ah, e bem legal a animação no começo. Veria aquele desenho feliz. Tinha um quê de Samurai Jack. [PS: eu sou demais! escrevi isso antes notar numa das resenhas abaixo o link para o video, e descobrir que a animação foi mesmo do Genndy Tartakovsky]
É isso aí. Hora de linkar!
Resenhas em português:
Alma de Cinema: www.almadecinema.com./resenhas/24-horror/67-padre
Miss Carbono: misscarbono.blogspot.com/2011/05/resenha-do-filme-padre.html
Estou sem criatividade: estou-sem.blogspot.com/2011/05/filme-padre-em-3d.html
Cinema com Rapadura: cinemacomrapadura.com.br/filmes/2703/padre-2011/
Resenhas em inglês:
Screen Rant: screenrant.com/priest-reviews-benk-115221/
FEARnet: www.fearnet.com/news/reviews/b22586_priest_movie_review.html
Rotten Tomatoes: www.rottentomatoes.com/m/10009274-priest/
Moviez Adda: www.moviezadda.com/priest-movie-review-a-mediocre-vampire-movie.html
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