Nome original: Star Trek Into Darkness
Duração: 2h12min -- Ano: 2013
Trailers: 0, 1 e 2
De: J.J. Abrams e amigos (de Lost e Fringe: Roberto Orci, Alex Kurtzman e Damon Lindelof).
Com personagens de: Gene Roddenberry
Com: Chris Pine (de O Diário da Princesa 2), Zachary Quinto (de Heroes), Zoë Saldana (de Piratas do Caribe) [e com trema, por favor], Karl Urban (de Doom e Dredd), Simon Pegg (de Chumbo Grosso), John Cho (de Harold & Kumar), Anton Yelchin (de O Exterminador do Futuro: A Salvação), Benedict Cumberbatch (de A História de Stephen Hawking), Bruce Greenwood (de Rambo e Treze Dias Que Abalaram o Mundo), Peter Weller (o Robocop), Alice Eve (de Homens de Preto 3), Jason Matthew Smith (é bizarro, parece que todos os nomes que eu jogo no IMDB estiveram em Plantão Médico, CSI, ou ambos), Noel Clarke (de Doctor Who) [na hora do filme eu não conseguia lembrar de onde o conhecia], Nazneen Contractor (a esposa do personagem do cara anterior) [sim, ela está aqui na lista só porque é bonita, as seguintes também], Jodi Johnson (a loirinha sem nome que aparece em close no final do filme e que está no cantinho desta foto) [pior que essa não é a mesma loirinha de cabelo curto do 1º filme...depois vou descobrir o nome da outra também] e Katie Cockrell e Kellie Cockrell (as duas mulheres-gato) [elas são irmãs gêmeas e dançarinas... fiquei então curioso em vê-las sem maquiagem e dançando, mas não achei nada realmente linkável, contudo... fui parar nesse vídeo que elas participam: Thanks, Smokey! [bizarramente divertido!] que me levou à isso: Zoochosis. Com mais vídeos bem divertidos. Não vi todos, mas acabei de perder uma boa meia hora no site]
[e pronto! Essa foi a busca por nomes e referências mais longa da história do blog - mesmo estando tudo à mão no IMDb, eu acabo perdendo um bom tempo pesquisando por diversão. Acho que levou mais tempo que o texto abaixo]
-- A propósito, podem ler tranqüilos, texto SEM spoilers.
Ok, não consegui pensar numa tradução muito sonora para "Into". "Adentro"? Éééé... Não. Muito ruim. Então vou aceitar o "Além". Mas Star Trek em português é o cacete! Tínhamos que fazer igual os russos, que quase conseguiram mudar o nome do filme no país. Lá, ao invés de continuarem usando Звёздный Путь (Caminho Estelar, que é uma tradução até mais correta que a nossa), passaram a usar Стартрек, que seria como, aqui no Brasil, o filme ser chamado Estartrequi. Quase deu briga.
Mas a vida continua... Só queria, novamente, reclamar disso. [e aproveitando a deixa, do Super-Homem agora ser Superman também, e até o Ursinho Puf não é mais Puf!!!]
Mas vamos começar os trabalhos...
A história: atentado terrorista, matam um amigo do
Kirk, e ele se oferece para partir para a porrada. E aí temos algumas
reviravoltas, alguns personagens
conhecidos aparecem, uma garota aparece em roupas íntimas por nenhum motivo [não que eu não tenha gostado, mas a cena poderia ser igual sem mostrar a garota, bastava mostrar a cara de safado dele virando e algo o atingindo], algumas falas são reaproveitadas dos filmes
clássicos, e termina todo
mundo feliz apesar das centenas de mortes.
Ok, eu sei que parece que
eu estou de má vontade com essa introdução, mas isso é basicamente o que
está no trailer. Se eu começar a explicar muito, deixa de ser sinopse e
vira resumo.
Acho que não posso ser considerado um "fanboy". Não compro uniforme, não tenho maquete, não sei como funciona os motores da nave, nem quantos andares ela tem, e nem onde fica o banheiro. E justo eu, que adoro ler, os únicos livros que tenho que "abordam" vagamente o universo de Jornada, são todos paródias de alguma forma. Exemplo: link.
E mesmo levando em conta livros que eu li mas não tenho, só li 2 deles até hoje. "Crime em Vulcano", que pareceu um bom episódio da série clássica e outro, que li na mesma época (uns 15 ou 20 anos atrás), e pelo jeito não causou boa impressão, porque não lembro nada (acho que era da Nova Geração). E fui atrás também de ler um conto, sobre uma versão da Enterprise 1 milhão de ano no futuro (sim, o conto realmente se passa nessa época, por isso que fiquei curioso): o Our Million-Year Mission.
Pensando bem, agora em retrospecto, eu li os dois quadrinhos com encontros dos X-Men com Jornada nas Estrelas. E li os 2 prólogos em quadrinhos dos filmes novos.
Mas pronto! Pára aí.
Mas mesmo não sendo um fanático, sou um grande fã. E eu gosto do reboot. Já li muita coisa de fã das antigas revoltados, mas eu não consigo. Eu noto tudo que eles dizem também... Mas eu me divirto com os filmes, então está bom. Sendo assim, não iria conseguir resenhar o filme direito. Meu lado fanboy ia deixar a resenha toda de "E aí... Ele faz isso... E... Êêêêêê!... muito legal a cena. E aí, o cara fala aquilo... igual ao filme antigo... Êêêêê!... muito maneiro!"
Pois é, seria ridículo. Comprometedor mesmo.
E esse filme deve ter 2 trilhões de resenhas que vocês encontraram antes de chegar aqui. Não terei muito a acrescentar.
Então... Só me resta fazer rápidos comentários sobre rápidas coisas que não gostei. Que, todavia, não diminuem em nada o filme, pipocão de primeira qualidade.
■ Lensflare! Depois do primeiro filme eu ouvi muita gente reclamando disso. Mas fora eu ter achado a ponte muito brilhante, deixei passar. Bem da verdade, nem conhecia o termo antes de ver gente reclamando depois de já ter visto. Aula rápida do que é lens flare: esse vídeo. Se o vídeo tiver saído do ar, fiquem com essa imagem. Notaram algo de diferente nas cenas do vídeo ou da imagem? Pois é... É o dito cujo. O reflexo na lente, numa tradução que nem sei se está correta.
Pois bem... Desta vez eu não consegui não parar de notar tudo brilhando. Tudo brilhava! Brilhos de todos os lugares! Brilhos fortes! O sujeito podia estar coberto de piche, rolando sobre farofa, numa caverna, no lado escuro da Lua... E teria algo brilhando em cena.
■ Segunda vez que tem cena de mergulho no espaço. Pô, nem passou um filme e já estão fazendo referências ao primeiro! Pelo menos teve piadinha. Quase qualquer cena é perdoável se tiver piadinha ou ela se auto-sacanear. Mas cacete... Esse é o segundo e já estão "repetindo" cena!
■ Segunda vez que tem a nave saindo das nuvens. E a terceira também, se contarmos que no mesmo filme ela sai da água, que é bem parecido. Ok... Quem eu quero enganar? Eu quero cenas da Enterprise saindo de dentro de alguma coisa, subindo, ou aparecendo aos poucos em todos os filmes. É sempre uma cena muito bonita. Mas... come on!! É o segundo filme, e o cara não pára de roubar cenas do primeiro! Por falar nisso, porque a nave estava dentro da água mesmo?
■ Vai ser azarado e/ou bom de mira assim no inferno! Temos uma nave... Nos confins do espaço (ok, perto da Lua, mas é bem longe), e aí ela começa a cair, de forma aleatória, na direção da Terra. Aí tem outra nave, toda ferrada, que resolve que não vai morrer sozinha e resolve se camicazear em cima da sede da Frota Estelar. Linha reta, eu presumo. Milhões e milhões de quilômetros... [mentira, 380 mil km daqui até a Lua] E adivinha quem a nave camicaze quase atropela?
Aproveitando essa cena... tem uma cena no filme que o cara diz que eles
não detectaram nenhuma nave saindo do sistema solar. Note o negrito. Eles têm a capacidade de notar algo acontecendo em algum lugar do sistema solar, que é, assim...
uma bolotinha no espaço... com só 18 TRILHÕES de quilômetros (o valor é
esse mesmo!) de raio! RAIO! De diâmetro é o dobro! E aí tu faz a conta da área, que eu não lembro, e tenta conceber!! E eles não conseguem perceber (e nem mandar ajuda) 2 naves quebrando o pau em órbita! E não me venham com a desculpinha de que todas estava em missão! Planeta-Sede da Frota Estelar, a ONU do Espaço, tem que ter, no mínimo, uns guardinhas.
■ Explicação sobre o vilão. Achei muito corrida. Será que os não fãs entenderam o peso do personagem. Uma coisa é citarem o [spoiler]. Quem nunca ouviu falar, não viu TOS, ou nem leu a série em quadrinhos atual nem percebe. E nem faz diferença. É só um "Oi, fãs!" perdido lá no meio. Assim como a garota ser a Carol Marcus. [para quem não sabe, no universo pré-reboot, ela será a mãe do filho do Kirk]
Mas o vilão... Pedia uma cena um tiquinho mais longa ou mais dramática. Para dar o peso merecido. Não precisava entrar em detalhes... Mas sei lá... Achei corrida. É o máximo que posso dizer sem começar a entregar.
Por falar na série em quadrinhos, que foi feita para ser o prólogo do filme e ele, obviamente, deveria respeitá-la... O Kirk fala que não perdeu nenhum homem sob o comando dele. Hum... Lembro de 1 morrendo no quadrinho pelo menos. Eu vi, hein!
■ Muito fácil invadir uma nave espacial. A Carol Marcus ainda pode ter falsificado a documentação... Mas o Scotty? Chegou voando numa instalação secreta da "CIA" da Federação... E ninguém notou?! Que porcaria de segurança é essa? Depois ele simplesmente entra na fila indiana! E aí invade tudo, assim, mole mole? Imagino ele passando pela segurança da instalação super secreta! [que nem tem um radar!]:
"Ei, quem é você? E porque sua nave é diferente?" "Eu sou o... John! E... minha esposa bateu a outra nave" "Ah, claro, temos um John. E mulheres, né? hahahah" "Hahahaha" "Próximo!" -- É, não rola. O pior é que eu sem querer acabei de "refilmar" uma cena de Jornada nas Estrelas VI. É... então de repente rolou.
■ Super-teletransporte. Ok, agora eu vou subir o nível de nerdice bem alto... Mas pô! Li por aí [Trekbrasilis] que isso é melhor explicado na novelização do filme, mas mesmo assim, putz!, abusaram! No primeiro filme uma das soluções de última hora é o Kirk se teletransportar para uma nave, voando no meio de espaço, acima da velocidade da luz...Soltaram o foda-se! E aí agora... nesse... o cara se teletransportou da Terra para... outro planeta... de OUTRO SISTEMA SOLAR! Putz... putz... Demais! Quero nem saber se no livro não foi bem assim... No filme, que é o que eles nos mostraram, foi! Eles podiam ter colocado o cara pousando uma nave, saindo de uma sala e olhando a paisagem... Mas nããããão... Façamos o cara se teletransportar e pimba! Está lá! Pra quê usar naves então? [a novelização não importa!]
No próximo filme qual será? Outro salto espacial, outra nuvem, e aí... teletransporte para outra galáxia!
■ A Engenharia. Sou só eu, ou mais alguém acha que a Seção de Engenharia da nave é absurdamente grande? Eu não consigo colocar, mentalmente, aquele cenário todo dentro da nave. E neste filme ainda descobri que a nave tem passarelas com abertura para você ver os andares de baixo, igual um shopping mall... É... depois terei que ir pro lado nerd da internet e procurar um mapa ou um corte lateral da nave (algo tipo isso ou isso). Acho que só não consegui ainda desapegar do tamanho da original, que essa chupinha, mas, oficialmente pelo menos, é muito maior. Ainda assim, ela não parece ter, por fora, a enormidade de espaço que os roteiristas dizem que ela tem por dentro. No próximo filme é capaz de ter um zoológico lá. Ou descobriremos que "It's bigger in the inside!" [não vou linkar essa referência não. se você não pegou, não merece!]
E é isso. Não vou nem linkar muitas resenhas, achei uma que eu concordei e pronto:
Vulture: Bombarded Into Happiness (OBS: tem spoilers!)
E ele chamou a atenção para um detalhe importante: realmente, no reboot, o
Spock é tão emotivo, que o Dr. McCoy perdeu a utilidade. Só serve para
soltar frases e mais nada.
Resumindo a resenha dele, o cara diz que o filme é desajeitado e não faz sentido, mas que ele foi "bombardeado até a felicidade". [ó a porcaria que é traduzir "Into" aí de novo...]
Pois então, o filme é isso mesmo.
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segunda-feira, 3 de junho de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Shatnerquake
Autor e blog oficial: Jeff Burk
Artista da capa: Samuel Deats
Com personagens de: Jornada nas Estrelas, T.J. Hooker, Boston Legal, Além da Imaginação e comercias de TV.
Editora: Eraserhead Press
ISBN: 978-1-933929-82-8 -- Ano: 2009 -- Páginas: 84
◄ Clique na capa para ampliar e expandir.
Já reparei que geralmente começo meus textos com alguma opinião fora de contexto sobre o livro ou filme, e só depois digo qual a história do dito cujo [mas bem, geralmente quem está lendo a postagem já a sabe].
Pois bem, vamos fazer algo mais tradicional agora, porque a história do livro em si já deve causar espanto suficiente:
O livro começa com William Shatner chegando na primeira Shatner-Con, com pensamentos de desdém quanto aos fãs, tanto enquanto chega na sua limusine como quando começa a sessão de autógrafos, cercado de fãs esquisitos - inclusive um, que será importante depois, que fez cirurgia plástica para ter o rosto e voz do ator.
Até aí, tudo muito mundo-real. Uma convenção inteira em homenagem ao Shatner e fãs malucos são coisas bem possíveis. [os fãs malucos já existem]
Até que temos um atentado. E somos apresentado à primeira loucura do livro [e começam as muitas mortes]: atrás das telas de cinema da convenção encontram uma "Bomba de Ficção", colocada lá por um campbelliano (fãs de Bruce Campbell, que consideram Shatner o falso profeta).
Como ela não funciona como deveria, não vou explicá-la. O que importa é o resultado. Ela explode e os personagens de William Shatner dão uma de Rosa Púrpura do Cairo (ou Último Grande Herói, se você for uns 15 anos mais novo): eles começam a sair das telas.
Aí você imaginaria: ok, legal, um mundo com um Capitão Kirk, um T.J. Hooker e o advogado chefão do Boston Legal não é um mundo tão ruim. E cada um vai para um lado, com todos os seus trejeitos e particularidades
Mas enquanto alguns ficam apenas cantando para platéia, ou ficam perdidos falando esperanto [não sabia disso... o Shatner fez um filme de terror (Incubus) todo falado nesse idioma], outros saem meio errados da cabeça, sabendo que não deveriam estar ali e com uma raiva indefinida direcionadas ao Shatner verdadeiro.
Que por sua vez, tenta escapar de toda a confusão que se instaura no centro de convenções (que inclui uma mulher ser pisoteada até a morte por fãs obesos, o Capitão Kirk matar um fã fantasiado de klingon, e o Shatner real praticamente matar uma das versões dele mesmo, que tenta capturá-lo).
E pronto, acabei de descrever tudo que acontece até a páginas 41 de um livro de 83 páginas. Um pouco menos da metade, porque a história mesmo começa na página 11. [o legal é que essa postagem, mais as revisões de digitação e alterações do texto que eu sempre faço, formatação, figuras, links, e etc, no final terão tomado muito mais tempo do que ler o livro] O livro está mais para um conto do que uma novela. Recomendo que leiam em forma digital mesmo, aproveitando que temos Amazon por aqui agora (mas podia ser mais barato, no dia desta postagem está por R$ 10,32), mas até o momento, está bem divertido.
É, não terminei ainda, li até pouco depois do que descrevi apenas. Mas como é fino e só humor negro e correria, é de leitura rápida. Comecei a ler pouco antes do almoço e como teria que parar no meio mesmo [compromisso familiar... acontece] resolvi registrar minhas impressões iniciais antes de sair. Mais 1 hora na volta, e termino.
Achei esse livro via sugestão da Amazon. Queria lembrar a razão dessa sugestão. Muito bom. Como ele é considerado "bizarro fiction", eu devia estar pesquisando livros como o Satan's Glory Hole. Acho que foi isso até... Lembro que uma vez fui parar no site da editora Eraserhead Press, vi nomes como Unicorn Battle Squad, Barbarian Beast Bitches of the Badlands ou The Ass Goblins of Auschwitz [e tantos outros bizarros, que tive que me controlar agora para só citar 3. Clique aqui e se divirta]. Aí... fui na Amazon para ver a opinião das pessoas sobre essas maluquices... E voilá! A Amazon até hoje fica me sugerindo esses livros e outros parecidos (ela insiste em recomendar o Rico Slade Will Fucking Kill You, que vou acabar comprando). E assim surgiu a recomendação do Shatnerquake, que eu não vira no site da editora diretamente.
Não que eu esteja reclamando! As recomendações estranhas da Amazon e as loucas do Youtube já me deram muitas boas horas de diversão.
Acho que esse é um desses livros atuais, impressos sob demanda apenas, com editoras que surgiram só no mercado digital e, depois disso, como tinha gente que ainda prefere ler (ou pelo menos ter também) em papel, começaram lançar versões impressas. Tenho muitos outros livros assim, como o The Old Man and the Wasteland (muito bom). Excelente para os escritores não depender mais de editoras que só querem publicar coisas que acham que vão vender milhões e depois ainda render um filme.
Voltando ao livro em si, a premissa é tão insana, que faço questão de colocar a descrição oficial também:
It's Shatner VS Shatners!
William Shatner? William Shatner. WILLIAM SHATNER!!! It's the first ShatnerCon with William Shatner as the guest of honor! But after a failed terrorist attack by Campbellians, a crazy terrorist cult that worships Bruce Campbell, all of the characters ever played by William Shatner are suddenly sucked into our world. Their mission: hunt down and destroy the real William Shatner.
Featuring: Captain Kirk, TJ Hooker, Denny Crane, Rescue 911 Shatner, Singer Shatner, Shakespearean Shatner, Twilight Zone Shatner, Cartoon Kirk, Esperanto Shatner, Priceline Shatner, SNL Shatner, and - of course - William Shatner!
No costumed con-goer will be spared in their wave of destruction, no redshirt will make it out alive, and not even the Klingons will be able to stand up to a deranged Captain Kirk with a lightsaber. But these Shatner-clones are about to learn a hard lesson...that the real William Shatner doesn't take crap from anybody. Not even himself.
It's Shatnertastic!
---------
E pronto, cá estou de volta, missão familiar cumprida, final da tarde, e livro lido!
A correria e o humor continuam um pouco na segunda metade do livro, mas com quase todas as piadas já apresentadas, o que sobra é só a perseguição principal entre o Shatner real, Kirk com sabre de luz (se você não tinha visto ainda, clique na capa, no alto, para ampliar) e o fã freak com a cara do Shatner. A história cai um pouco sim (ou bastante até), mas como é um livro superfino, você sabe que já vai acabar. Não que tenha sido ruim, continua bom se você entrar no esquema maluco, mas já não é a mesma coisa. A dica é ler de uma vez só. Da forma como eu fiz acidentalmente, em metades, deu o azar de ter me divertido para cacete primeiro, e ter parado exatamente na parte em que a história começou a não ter muito mais o que fazer. Lendo num só susto pode ser que você não perceba.
E o final achei fraco. Meio Além da Imaginação demais [na verdade, a comparação ideal seria outra, mas seria tão perfeita, que arriscava entregar o final do livro] e isso na sequência de uma outra sequência completamente ilógica, quando os vilões finalmente são "vencidos" (leia, e você entenderá as aspas). Mas, como eu disse, o estilo do livro é chamado "ficção bizarra". Algo eles fizeram para merecer o nome.
Esperava um final mais normal, até mesmo feliz, com o Shatner resolvendo tudo (ou seja, se salvando e dane-se os fãs mortos) e soltando a clássica tirada "Eu sou William Shatner, posso fazer qualquer coisa." [a fala no filme não é bem essa, e acho que o filme saiu depois do livro, mas isso é só um exemplo].
É como está em algumas resenhas: "o conceito é excelente, a execução nem tanto". Mas, concordo também com o que li em outro blog e dane-se a execução: "a sinopse é boa demais para não comprar o livro na mesma hora". Foi meu caso.
E apesar do final, foram 2 horas bem aproveitadas. [é chute, acho que foi menos].
Tem uma resenha curta e muita boa aqui: DeFlip Side, onde o tal Christopher DeFilippis diz que o livro falha miseravelmente em quase todos os aspectos, mas que você deve comprá-lo mesmo assim. Eu concordo plenamente. Eu poderia ter escrito os dois primeiros parágrafos da resenha dele sem mudar uma letra.
E sem muita relação, mas interessante, encontrei um video do Shatner onde ele brinca com o fato dele não ser o Kirk. "E nem... falar... desse jeito!" como ele é sacaneado no livro e por quase todos os fãs de Jornada: William Shatner - I Am Canadian
E falando de William Shatner, convenção e mortes... Acho que é uma boa deixa para eu finalmente ler o Night of the Living Trekkies. [estamos em janeiro e digo que penso em ler esse livro em breve... hummm... aguardem então a resenha para NOVEMBRO!]
Artista da capa: Samuel Deats
Com personagens de: Jornada nas Estrelas, T.J. Hooker, Boston Legal, Além da Imaginação e comercias de TV.
Editora: Eraserhead Press
ISBN: 978-1-933929-82-8 -- Ano: 2009 -- Páginas: 84
◄ Clique na capa para ampliar e expandir.
Já reparei que geralmente começo meus textos com alguma opinião fora de contexto sobre o livro ou filme, e só depois digo qual a história do dito cujo [mas bem, geralmente quem está lendo a postagem já a sabe].
Pois bem, vamos fazer algo mais tradicional agora, porque a história do livro em si já deve causar espanto suficiente:
O livro começa com William Shatner chegando na primeira Shatner-Con, com pensamentos de desdém quanto aos fãs, tanto enquanto chega na sua limusine como quando começa a sessão de autógrafos, cercado de fãs esquisitos - inclusive um, que será importante depois, que fez cirurgia plástica para ter o rosto e voz do ator.
Até aí, tudo muito mundo-real. Uma convenção inteira em homenagem ao Shatner e fãs malucos são coisas bem possíveis. [os fãs malucos já existem]
Até que temos um atentado. E somos apresentado à primeira loucura do livro [e começam as muitas mortes]: atrás das telas de cinema da convenção encontram uma "Bomba de Ficção", colocada lá por um campbelliano (fãs de Bruce Campbell, que consideram Shatner o falso profeta).
Como ela não funciona como deveria, não vou explicá-la. O que importa é o resultado. Ela explode e os personagens de William Shatner dão uma de Rosa Púrpura do Cairo (ou Último Grande Herói, se você for uns 15 anos mais novo): eles começam a sair das telas.
Aí você imaginaria: ok, legal, um mundo com um Capitão Kirk, um T.J. Hooker e o advogado chefão do Boston Legal não é um mundo tão ruim. E cada um vai para um lado, com todos os seus trejeitos e particularidades
Mas enquanto alguns ficam apenas cantando para platéia, ou ficam perdidos falando esperanto [não sabia disso... o Shatner fez um filme de terror (Incubus) todo falado nesse idioma], outros saem meio errados da cabeça, sabendo que não deveriam estar ali e com uma raiva indefinida direcionadas ao Shatner verdadeiro.
Que por sua vez, tenta escapar de toda a confusão que se instaura no centro de convenções (que inclui uma mulher ser pisoteada até a morte por fãs obesos, o Capitão Kirk matar um fã fantasiado de klingon, e o Shatner real praticamente matar uma das versões dele mesmo, que tenta capturá-lo).
E pronto, acabei de descrever tudo que acontece até a páginas 41 de um livro de 83 páginas. Um pouco menos da metade, porque a história mesmo começa na página 11. [o legal é que essa postagem, mais as revisões de digitação e alterações do texto que eu sempre faço, formatação, figuras, links, e etc, no final terão tomado muito mais tempo do que ler o livro] O livro está mais para um conto do que uma novela. Recomendo que leiam em forma digital mesmo, aproveitando que temos Amazon por aqui agora (mas podia ser mais barato, no dia desta postagem está por R$ 10,32), mas até o momento, está bem divertido.
É, não terminei ainda, li até pouco depois do que descrevi apenas. Mas como é fino e só humor negro e correria, é de leitura rápida. Comecei a ler pouco antes do almoço e como teria que parar no meio mesmo [compromisso familiar... acontece] resolvi registrar minhas impressões iniciais antes de sair. Mais 1 hora na volta, e termino.
Achei esse livro via sugestão da Amazon. Queria lembrar a razão dessa sugestão. Muito bom. Como ele é considerado "bizarro fiction", eu devia estar pesquisando livros como o Satan's Glory Hole. Acho que foi isso até... Lembro que uma vez fui parar no site da editora Eraserhead Press, vi nomes como Unicorn Battle Squad, Barbarian Beast Bitches of the Badlands ou The Ass Goblins of Auschwitz [e tantos outros bizarros, que tive que me controlar agora para só citar 3. Clique aqui e se divirta]. Aí... fui na Amazon para ver a opinião das pessoas sobre essas maluquices... E voilá! A Amazon até hoje fica me sugerindo esses livros e outros parecidos (ela insiste em recomendar o Rico Slade Will Fucking Kill You, que vou acabar comprando). E assim surgiu a recomendação do Shatnerquake, que eu não vira no site da editora diretamente.
Não que eu esteja reclamando! As recomendações estranhas da Amazon e as loucas do Youtube já me deram muitas boas horas de diversão.
Acho que esse é um desses livros atuais, impressos sob demanda apenas, com editoras que surgiram só no mercado digital e, depois disso, como tinha gente que ainda prefere ler (ou pelo menos ter também) em papel, começaram lançar versões impressas. Tenho muitos outros livros assim, como o The Old Man and the Wasteland (muito bom). Excelente para os escritores não depender mais de editoras que só querem publicar coisas que acham que vão vender milhões e depois ainda render um filme.
Voltando ao livro em si, a premissa é tão insana, que faço questão de colocar a descrição oficial também:
It's Shatner VS Shatners!
William Shatner? William Shatner. WILLIAM SHATNER!!! It's the first ShatnerCon with William Shatner as the guest of honor! But after a failed terrorist attack by Campbellians, a crazy terrorist cult that worships Bruce Campbell, all of the characters ever played by William Shatner are suddenly sucked into our world. Their mission: hunt down and destroy the real William Shatner.
Featuring: Captain Kirk, TJ Hooker, Denny Crane, Rescue 911 Shatner, Singer Shatner, Shakespearean Shatner, Twilight Zone Shatner, Cartoon Kirk, Esperanto Shatner, Priceline Shatner, SNL Shatner, and - of course - William Shatner!
No costumed con-goer will be spared in their wave of destruction, no redshirt will make it out alive, and not even the Klingons will be able to stand up to a deranged Captain Kirk with a lightsaber. But these Shatner-clones are about to learn a hard lesson...that the real William Shatner doesn't take crap from anybody. Not even himself.
It's Shatnertastic!
---------
E pronto, cá estou de volta, missão familiar cumprida, final da tarde, e livro lido!
A correria e o humor continuam um pouco na segunda metade do livro, mas com quase todas as piadas já apresentadas, o que sobra é só a perseguição principal entre o Shatner real, Kirk com sabre de luz (se você não tinha visto ainda, clique na capa, no alto, para ampliar) e o fã freak com a cara do Shatner. A história cai um pouco sim (ou bastante até), mas como é um livro superfino, você sabe que já vai acabar. Não que tenha sido ruim, continua bom se você entrar no esquema maluco, mas já não é a mesma coisa. A dica é ler de uma vez só. Da forma como eu fiz acidentalmente, em metades, deu o azar de ter me divertido para cacete primeiro, e ter parado exatamente na parte em que a história começou a não ter muito mais o que fazer. Lendo num só susto pode ser que você não perceba.
E o final achei fraco. Meio Além da Imaginação demais [na verdade, a comparação ideal seria outra, mas seria tão perfeita, que arriscava entregar o final do livro] e isso na sequência de uma outra sequência completamente ilógica, quando os vilões finalmente são "vencidos" (leia, e você entenderá as aspas). Mas, como eu disse, o estilo do livro é chamado "ficção bizarra". Algo eles fizeram para merecer o nome.
Esperava um final mais normal, até mesmo feliz, com o Shatner resolvendo tudo (ou seja, se salvando e dane-se os fãs mortos) e soltando a clássica tirada "Eu sou William Shatner, posso fazer qualquer coisa." [a fala no filme não é bem essa, e acho que o filme saiu depois do livro, mas isso é só um exemplo].
É como está em algumas resenhas: "o conceito é excelente, a execução nem tanto". Mas, concordo também com o que li em outro blog e dane-se a execução: "a sinopse é boa demais para não comprar o livro na mesma hora". Foi meu caso.
E apesar do final, foram 2 horas bem aproveitadas. [é chute, acho que foi menos].
Tem uma resenha curta e muita boa aqui: DeFlip Side, onde o tal Christopher DeFilippis diz que o livro falha miseravelmente em quase todos os aspectos, mas que você deve comprá-lo mesmo assim. Eu concordo plenamente. Eu poderia ter escrito os dois primeiros parágrafos da resenha dele sem mudar uma letra.
E sem muita relação, mas interessante, encontrei um video do Shatner onde ele brinca com o fato dele não ser o Kirk. "E nem... falar... desse jeito!" como ele é sacaneado no livro e por quase todos os fãs de Jornada: William Shatner - I Am Canadian
E falando de William Shatner, convenção e mortes... Acho que é uma boa deixa para eu finalmente ler o Night of the Living Trekkies. [estamos em janeiro e digo que penso em ler esse livro em breve... hummm... aguardem então a resenha para NOVEMBRO!]
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Guerra nas Estrelas - A Ordem Machete
Momento mega-nerd... Mas esbarrei nisso agora (indiretamente, via xkcd) e tenho que admitir, o cara é um gênio (e um grande desocupado).
É um dilema nerd responder: Em que ordem eu devo ver Guerra nas Estrelas?
A tentação de dizer "Veja os 3 originais e pare" é grande. Há muitos artigos sobre o tema (exemplo). Mas acabarão vendo os novos também e a última lembrança deles serão 3 filmes merdas. E ver os 3 novos antes estraga muita coisa dos clássicos (e não falo só da surpresa no final do O Império Contra-Ataca, falo de todos os personagens mesmo. Que merda seria saber que dentro da armadura do Darth Vader estava um sujeito emo de 40 anos, e não um guerreiro corrompido de bem mais idade, por exemplo)
Pois bem, um sujeito bolou uma alternativa - e a explica tim-tim por tim-tim.
A ordem é: IV - V - II - III - VI
Sim, sem o I, e FEZ um sentido absurdo.
O filme não está sendo cortado só de birra. Vejam a postagem original:
www.nomachetejuggling.com/2011/11/11/the-star-wars-saga-suggested-viewing-order
O único problema de ver nessa ordem é que, qualquer pessoa interessada em ver os 5 filmes, saberá que existe mais um. E aí a última lembrança da série para ela não será só um filme ruim, será o pior de todos.
Mas pensei na solução, você explica que existe também uma versão mais infantil de Guerra nas Estrelas e a coloca para ver o 1º filme, os desenhos, Caravana da Coragem (mas só o 1º, não conte que existe o 2º, que a sensação de avacalhação volta) e até o malfadado Especial de Natal. Ah, e o especial dos Muppets também.
PS: Muito maneiro... Cérebros nerds funcionam parecido. Estava no meio do texto original quando vim fazer a postagem, aí voltei lá e terminei de ler. O que eu acabei de escrever acima em "Mas pensei na solução... ", o cara fala no final do texto dele também.
OBS: não se assustem com o tamanho da barra de rolagem. Metade da altura da página é devido aos longuíssimos comentários. [SW tem fãs muito passionais...]
E se ainda estiverem no clima, dois artigos (aqui e aqui) comentando e defendendo a nova ordem sugerida. E achei um em português, no site da Superinteressante.
E finalmente, para termos os 2 maiores clãs nerd numa mesma postagem, achei outro artigo interessante no site do cara (que é sobre programação!): ele, que nunca se interessou por Jornada nas Estrelas, assiste e dá a sua opinião sobre os 10 primeiros filmes, um por um. (texto curto, não se preocupem).
www.nomachetejuggling.com/2009/07/22/star-trek-1-10-an-outsiders-perspective
Tenho que admitir, ele tem bons pontos. Não tenho como ter essa visão porque vi tudo na ordem, e vi os filmes já sabendo muito mais do que gostaria sobre cada personagem e o universo deles. Ele, um "de fora", teve que se arranjar só com o que foi mostrado nos filmes [mas pô, não gostar do Jornada 4 é sacanagem... tão legal].
É um dilema nerd responder: Em que ordem eu devo ver Guerra nas Estrelas?
A tentação de dizer "Veja os 3 originais e pare" é grande. Há muitos artigos sobre o tema (exemplo). Mas acabarão vendo os novos também e a última lembrança deles serão 3 filmes merdas. E ver os 3 novos antes estraga muita coisa dos clássicos (e não falo só da surpresa no final do O Império Contra-Ataca, falo de todos os personagens mesmo. Que merda seria saber que dentro da armadura do Darth Vader estava um sujeito emo de 40 anos, e não um guerreiro corrompido de bem mais idade, por exemplo)
Pois bem, um sujeito bolou uma alternativa - e a explica tim-tim por tim-tim.
A ordem é: IV - V - II - III - VI
Sim, sem o I, e FEZ um sentido absurdo.
O filme não está sendo cortado só de birra. Vejam a postagem original:
www.nomachetejuggling.com/2011/11/11/the-star-wars-saga-suggested-viewing-order
O único problema de ver nessa ordem é que, qualquer pessoa interessada em ver os 5 filmes, saberá que existe mais um. E aí a última lembrança da série para ela não será só um filme ruim, será o pior de todos.
Mas pensei na solução, você explica que existe também uma versão mais infantil de Guerra nas Estrelas e a coloca para ver o 1º filme, os desenhos, Caravana da Coragem (mas só o 1º, não conte que existe o 2º, que a sensação de avacalhação volta) e até o malfadado Especial de Natal. Ah, e o especial dos Muppets também.
PS: Muito maneiro... Cérebros nerds funcionam parecido. Estava no meio do texto original quando vim fazer a postagem, aí voltei lá e terminei de ler. O que eu acabei de escrever acima em "Mas pensei na solução... ", o cara fala no final do texto dele também.
OBS: não se assustem com o tamanho da barra de rolagem. Metade da altura da página é devido aos longuíssimos comentários. [SW tem fãs muito passionais...]
E se ainda estiverem no clima, dois artigos (aqui e aqui) comentando e defendendo a nova ordem sugerida. E achei um em português, no site da Superinteressante.
E finalmente, para termos os 2 maiores clãs nerd numa mesma postagem, achei outro artigo interessante no site do cara (que é sobre programação!): ele, que nunca se interessou por Jornada nas Estrelas, assiste e dá a sua opinião sobre os 10 primeiros filmes, um por um. (texto curto, não se preocupem).
www.nomachetejuggling.com/2009/07/22/star-trek-1-10-an-outsiders-perspective
Tenho que admitir, ele tem bons pontos. Não tenho como ter essa visão porque vi tudo na ordem, e vi os filmes já sabendo muito mais do que gostaria sobre cada personagem e o universo deles. Ele, um "de fora", teve que se arranjar só com o que foi mostrado nos filmes [mas pô, não gostar do Jornada 4 é sacanagem... tão legal].
às
19:15
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quinta-feira, 19 de julho de 2012
Night of the Living Trekkies (trailer)
Já tinha o 100 Gatos Que Mudaram o Mundo faz tempo, mas aí, só para "completar a coleção", ontem comprei o 100 Cães.... e bateu agora a curiosidade de saber se existia algum outro livro na série. Sei lá, 100 Aves seria possível (nunca se sabe, algum pato ou papagaio podem ter salvado a vida de alguém famoso). Pois bem, fui na Amazon, olhei a lista de livros do cara (Sam Stall), e encontro isso no meio:
[até quando a gente não está sendo nerd... a nerdice vai atrás...]
Infelizmente não é um filme, é um livro (não que seja ruim, mas se fossem os 2 seria muito melhor). Quem se interessar, saiba que na Amazon já não tem muitos em estoque. (link, obs: comprem o Bargain se ainda tiver, é a mesma coisa, no máximo com um carimbo quase invisível, e menos da metade do preço).
Detalhe importante para fãs de Duna: o co-autor do livro é Kevin D. Anderson - não é J. Anderson. Então menos mal.
Resenha do livro: Gil T.'s Pleasures - Night of the Living Trekkies
A única que eu li na verdade (fora algumas na Amazon depois). Achei legal que os trekkers/trekkies são bem tratados na história. E gostei até da capa meio ridícula, me lembrou a antiga série Mestres do Horror e da Fantasia, da Francisco Alves. Agora é esperar chegar. [já ler e resenhar, aí pode demorar]
[até quando a gente não está sendo nerd... a nerdice vai atrás...]
Infelizmente não é um filme, é um livro (não que seja ruim, mas se fossem os 2 seria muito melhor). Quem se interessar, saiba que na Amazon já não tem muitos em estoque. (link, obs: comprem o Bargain se ainda tiver, é a mesma coisa, no máximo com um carimbo quase invisível, e menos da metade do preço).
Detalhe importante para fãs de Duna: o co-autor do livro é Kevin D. Anderson - não é J. Anderson. Então menos mal.
Resenha do livro: Gil T.'s Pleasures - Night of the Living Trekkies
A única que eu li na verdade (fora algumas na Amazon depois). Achei legal que os trekkers/trekkies são bem tratados na história. E gostei até da capa meio ridícula, me lembrou a antiga série Mestres do Horror e da Fantasia, da Francisco Alves. Agora é esperar chegar. [já ler e resenhar, aí pode demorar]
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