Preciso comprar estantes para livros. Chega uma hora que não adianta mais colocar livros em 3 "camadas" (isto é: livros na frente de livros que já estavam na frente de livros), nem ocupar todas as prateleira da casa [enfeitinhos e fotos, foram todos para caixas de sapato], a parte de cima da torre do computador, a tábua de passar roupa, e a mesa da sala (mesmo porque, nesses últimos casos os livros ficam deitados, e eu não gosto disso, deforma).
Já faz algum tempo que estava pesquisando e não achava nada. NADA! Nem cara existe por aí. Estantes para MUITOS livros, eu quero dizer. Para poucos tem os modelos bobinhos de sempre [de quem tem 5 livros na estante, só leu 1, e não joga todos fora porque fica legal esteticamente]. Pelo jeito só mandando fazer. Ou se contentar em comprar várias padronizadas (e caras, mesmo sendo vagabundas e não ajustáveis) e ir colocando lado a lado. Ou comprar de metal ou aquelas coloridas de biblioteca pública.
Esbarrei com este texto agora, de 2012:
Triste realidade brasileira: não há estantes de livros à venda - porque as pessoas não têm livros em casa.
Pois é. Não tem. E aí eu resolvi fazer o teste que o cara fez e fui na IKEA. E estava lá, na primeira página, entre os primeiros resultados, uma estante lisa, alta, de madeira e com prateleiras ajustáveis. Simples e eficiente. Do tipo que qualquer dono de livro pensaria como o modelo óbvio. Se eu morasse nos EUA, teria comprado agora, na mesma hora, 2 ou 3 delas (provavelmente duas + prateleiras adicionais, e mais umas duas sem esquina, para colocar ao lado).
Se alguém quiser trazer na bagagem, de presente, é essa abaixo. Ou pelo menos fica a recomendação. Estante Billy (cód. 290.204.70) [putz, aqui é impossível achar uma boa estante para comprar, já lá é algo tão desdenhoso, que a estante se chama BILLY!, como se fosse um molequinho remelento...]
Tem horas que é chato ser do terceiro-mundo... [e nem somos thundercats nem nada...].
Porra IKEA! Site nacional!! [chequei, e não seria impossível comprar lá para entregar aqui... a Ikea não faz, mas teria como... O problema é que eu já sinto um aperto no peito quanto preciso pagar mais de $20 dólares de envio de livros que custam $5... Pagar $415 na estante + $660 no envio... x3! Estou sentindo o miocárdio fechar só de digitar isso. Não vai acontecer. Terei que comprar algum modelo vagabundo e criar novos buracos nela eu mesmo...]
Bem, essa postagem é 90% inútil, mas eu precisava desabafar.
Mostrando postagens com marcador fatos reais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fatos reais. Mostrar todas as postagens
sábado, 9 de agosto de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Office 2010 Portable x StackHash_0a9e
Lá na minha postagem sobre o Walla eu comentei com alguém que a próxima maluquice bizarra que desse no meu computador - e que eu conseguisse resolver - eu voltava para ensinar também (vai que mais gente passa depois pela mesma coisa...).
Esse rolo deve ser muito menos comum, mas depois de sofrer para resolver... Vamos lá:
Contexto: Windows 7 x64 x Microsoft Office 2010 Portable.
Estava eu alegremente usando o Office (foi o Powerpoint na hora) e aí deu um erro. Ok, não era nada urgente, fui fazer outra coisa e desliguei o micro. Na volta... Cadê que funcionava? Não só ele, o Office inteiro. Nada entrava. Nem o Excel, meu braço direito.
O problema: Quando não era StackHash_0a9e era RelaunchUsingCreateProcess
(o primeiro aparecia no detalhe, ao tentar rodar do HD, o outro do DVD backup). Os programas nem abriam. Erro de cara. Modo de segurança não adiantava. E não havia o que reinstalar (?), porque era a versão portátil.
Site e mais sites e reinícios depois, após testar ajustes no DEP (desnecessários ao final), modos de compatibilidade, fazer o Windows travar derrubando manualmente alguns processos... Acabei achando a solução meio que por acaso neste endereço (que repetia algo que eu já tinha lido, sobre arquivos template corrompidos [que provavelmente foi o caso], mas eu dei mole e não os achei na hora. acontece...).
A solução: simplesmente apagar a pasta abaixo:
C:\Users\SeuUsuário\AppData\Roaming\Thinstall
Foi lindo. Resolveu na hora. Sem reiniciar e nem estragar nada (como eu fiz com algumas coisas no processo).
Perdi algumas configurações do Excel e, se não estivesse já tão puto na hora, talvez devesse ter apagado os arquivos aos poucos, até excluir exatamente o culpado. Mas não foi nada que 10 minutos de reajustes não resolvesse. Na dúvida, apaga tudo mesmo.
E é isso. Dessa vez a explicação foi rápida. Abraços!
Esse rolo deve ser muito menos comum, mas depois de sofrer para resolver... Vamos lá:
Contexto: Windows 7 x64 x Microsoft Office 2010 Portable.
Estava eu alegremente usando o Office (foi o Powerpoint na hora) e aí deu um erro. Ok, não era nada urgente, fui fazer outra coisa e desliguei o micro. Na volta... Cadê que funcionava? Não só ele, o Office inteiro. Nada entrava. Nem o Excel, meu braço direito.
O problema: Quando não era StackHash_0a9e era RelaunchUsingCreateProcess
(o primeiro aparecia no detalhe, ao tentar rodar do HD, o outro do DVD backup). Os programas nem abriam. Erro de cara. Modo de segurança não adiantava. E não havia o que reinstalar (?), porque era a versão portátil.
Site e mais sites e reinícios depois, após testar ajustes no DEP (desnecessários ao final), modos de compatibilidade, fazer o Windows travar derrubando manualmente alguns processos... Acabei achando a solução meio que por acaso neste endereço (que repetia algo que eu já tinha lido, sobre arquivos template corrompidos [que provavelmente foi o caso], mas eu dei mole e não os achei na hora. acontece...).
A solução: simplesmente apagar a pasta abaixo:
C:\Users\SeuUsuário\AppData\Roaming\Thinstall
Foi lindo. Resolveu na hora. Sem reiniciar e nem estragar nada (como eu fiz com algumas coisas no processo).
Perdi algumas configurações do Excel e, se não estivesse já tão puto na hora, talvez devesse ter apagado os arquivos aos poucos, até excluir exatamente o culpado. Mas não foi nada que 10 minutos de reajustes não resolvesse. Na dúvida, apaga tudo mesmo.
E é isso. Dessa vez a explicação foi rápida. Abraços!
quinta-feira, 13 de março de 2014
Walla!, e o captcha em hebraico cursivo!
AHA! Venci! Toma essa WALLA!
Acabei de passar por uma situação tão bizarra, que eu resolvi postar o passo-a-passo do que PARECE que deu certo. Nunca se sabe, mais alguém pode estar passando por isso. [lá fora, pelo menos, tem um monte, gente perguntando isso em português, não procurei muito, mas não achei]
OBS: CAPTCHA são aquelas letras tortas ou manchadas, que costumam aparecer no final de cadastros na internet, para o site ter certeza que você é uma pessoa.
Mas vamos lá. O problema: eu tenho dois emails gratuitos no Walla. Um site israelense. Hoje em dia seria bem idiota você ir lá para criar um email, com o GMail do Google e seu espaço infinito por aí. Mas na época que o que tínhamos eram 250 MB de Hotmail ou 1 GB de Google, e lá eram 3 GB. Um exagero. Mas ok, criei o email lá. Outros criaram. Deve ter muito brasileiro com email lá até hoje. O legal é que passaram muitos e muitos anos e o e-mail tem a mesma cara e as funcionalidades ultra-simples dos tempos da internet lascada. Eu gosto.
Tenho outros, mas sempre usei esses de lá com alguma freqüência. Algum tempo atrás o site parou de ser em inglês e ficou todo em hebraico por padrão. Aí você sofria um pouco, mas achava a opção para colocar o email de volta em inglês lá dentro. Mole.
Ontem... O site me pede para atualizar a senha, que eu não trocava faz anos. "Pois não, meu senhor. Com prazer.", disse eu. Dou nova senha, defino e-mail alternativo, coloco o nome do meu bicho de estimação. Claro, abri a tela simultaneamente no idioma original, para preencher, e outra no Chrome, para ver a tradução.
E aí... :הקלד את המספר הכתוב למטה ("digite o número abaixo:")
O diabo do número era em HEBRAICO! CURSIVO! NUMA FIGURA!
Ou seja, não dava nem para ver como é o número 2 deles no Wikipedia é ir lá e digitar "2", e nem pedir para o Google traduzir. No começo eu nem entendi direito o que estava acontecendo, e como eles escrevem da direita para esquerda, achei que eram algarismos ocidentais invertidos misturados com rabiscos! Ô ignorância! [nisso que dá não nascer rico, viajar o mundo e conhecer todas as escritas!]
Vasculhei o Google Imagens, para ver os algarimos em letra cursiva (exemplo). Mas não deu muito certo.
Depois de vasculhar e ver pessoas colocando as figurinhas acima no Yahoo Respostas, e outras pessoas que sabem hebraico respondendo, mas nenhuma explicando, dizendo "aquela coisa que parece um K é o número tal", "a coisa que parece um 2 é ...." (eu ainda achavam que eram algarismos misturados com rabiscos nessa hora), finalmente, uma alma bondosa comentou algo do tipo "o problema é que você tem que traduzir".
Aí deu o estalo! Putz! Não eram algarismos! Está ESCRITO o valor ali.
Não vem 123 em números, vem escrito cento e vinte e três!
E depois confirmei isso esbarrando num fórum, com alguém resolvendo um dos captchas.
Mole então... Google Tradutor! E isso agora é para vocês fazerem aí.
O captcha é, basicamente, a centena na 1ª linha, a dezena na 2ª, e a unidade na 3ª. Alguns são mais complicados que outros (no exemplo acima, o segundo nem tem uma 3ª linha). E ainda estou na dúvida se há alguns riscos inúteis misturados ali ou se são algum sinal real.
Mas então... Hora do Google. Fui lá e digitei: cem, duzentos, trezentos... E vi como eram as centenas (1ª linha). Depois o mesmo para as dezenas e depois as unidades. Dica: parece que hebraico é como português e inglês, de 10 à 19 os números mudam bem, depois disso é vinte e um, vinte e dois, etc. Ou seja, a dezena não muda. Pareceu. Então você não precisa digitar tudo de dez até noventa e nove.
Novo problema: o Google escreve tudo em letra de fôrma, e o captcha é numa letra manual bem torta. E a letra de fôrma do Google nem sempre parece com a versão tradicional dela. Vasculhei o Google Imagens novamente, mas nada de conseguir me entender. Mas, convenhamos, um "triângulo sem a base atravessado" e uma "bolinha com rabinho", também não têm nenhuma semelhança entre si, e eu acabei de descrever o nosso "A" maiúsculo de fôrma e o minúsculo cursivo.
E foi aí... Que veio a solução, que é razão da postagem inteira [que como sempre ficou mais longa do que devia]:
Passo 1: vá no Google Tradutor e digite os números por extenso.
Ao contrário do exemplo na figura abaixo, comece com as centenas, são só nove opções e é a 1ª linha do captcha.
Passo 2: escolha um deles aleatoriamente, clique com o direito na tradução, Copie, e cole no seguinte site: [o grande achado da noite!!]
Converting between Hebrew Print and Cursive in One Step, por Stephen P. Morse.
Na tela acima, eu peguei o três. Notem a incrível semelhança entre algo que parece um olho de desenho animado pela metade no Google, algo que parece um W no site, e algo que parece uma letra 'e' minúscula ao contrário no formato cursivo. Sim!! Aquilo que parece W17W e eibe são a mesma coisa. [eu fico aqui zuando, mas eu acho essas doideiras o máximo. E música hebraica soa bem, queria ter tempo de aprender]
E você vai assim... Escolha um qualquer, cole no site do Steve, veja como ele se parece em formato manual, olhe para a figurinha e pense "Não, eu preciso de uma centena que comece por algo que pareça um N". E depois "Preciso de uma dezena que tenha duas vezes o W". Em bem poucas tentativas você deve conseguir matar as 3 linhas.
Vale a pena recarregar o captcha até aparecerem os mais fáceis. As letras que parecem as letras "K", "N", "e" ou um "8 falhado no alto" eu achei as mais tranqüilas.
A figura abaixo foi o meu caso real: [um deles, falta resgatar o outro email ainda]
O texto colorido é do Walla, no meio o Google e ao final a versão cursiva do site.
Notem que há um traço no início* da última linha do Walla que não serviu para nada (?) e os "apóstrofos" parecem iguais, mas são letras (?) diferentes.
(*) lembrando que, como hebraico é da direita para esquerda, você vai se confundir algumas vezes apertando backspace e o cursor não apagar nada, ou tentar marcar o texto da esquerda para direita e não funcionar. Diversão adicional.
No final, a tradução do texto acima foi: cem, setenta, três.
Voilá!, "173" e entrei no meu email. OBS: em algarismos romanos mesmo!
Parece complicado, mas fazer esta postagem demorou muito mais que descobrir o número correto. Bem... depois de ter descoberto o site do Stephen pelo menos. [e meus agradecimentos, onde quer que esteja!]
Ah, mas isso tudo foi porque o Walla me forçou a trocar a senha, e eu precisava passar pelo captcha. Mesmo depois da nova senha resolvida, na tela de abertura do email o captcha continua aparecendo, mas você não precisa preenchê-lo todas as vezes. Basta colocar o login, a nova senha, e clicar no botão. Deixe o código em branco mesmo.
E, claro, relembrando... Isso tudo eu ACHO que faz sentido. Sempre existe a possibilidade de eu ter digitado algo errado e passado mesmo assim, por algum problema no site. E adoraria saber, de alguém que fale hebraico, se eu falei alguma sandice acima. [não seria a primeira. rs!]
Então vale a pena vocês tentarem entrar no email digitando qualquer coisa chutada, para ver se cola. Se não colar, tentem o acima. Mero acaso ou não, eu passei! :-D
[ATUALIZAÇÃO EM 28/março:] Confirmado, não foi mero acaso. Acabei de ir lá agora de novo, ver se ia funcionar com o meu outro email. E foi até rápido. Também dei sorte de pegar um número fácil. Isso ajuda.
Mas antes de tentar, eu resolvi abrir o meu próprio blog - porque aqui tinha o link do site do Stephen. E qual não foi minha surpresa em descobrir 5 comentários!
DOBREI a quantidade de comentários no site em apenas 1 semana*, sendo que os outros 5 levaram 3 anos e 200 postagens para conseguir. Muito maneiro.
(*) a data da postagem está como 13/março, mas só coloquei no ar mesmo no dia 20.
Galera, fico muito feliz de ter conseguido ajudar. Mesmo que tenham sido poucos, não importa. Fico feliz.
Mas paremos a rasgação de seda [nunca rasguei seda, mas queria, só para testar o ditado] e vamos ao que interessa. Aula de hebraico com o Tio Ranzinza! [até parece]
Esse abaixo é o exemplo real do captcha que acabei de pegar:
A resposta é 828.

Importante: eu ainda acho que há letras mais fáceis. Dêem preferência ao "K", "e", "N" e "8". O Walla tem um link abaixo da figura, com uma "?" no meio. Clique lá para trocar de captcha até achar um com elas. Várias vezes se possível.
Matar todas as letras é quase impossível, as 3 que eu marquei abaixo com uma seta vermelha são a mesma letra [que parece um D no site do Stephen] Eu nunca ia achar que aquele "J meio deitado" à esquerda da primeira linha fosse a "letra pi" à esquerda da última. Mas eu nem precisei chegar lá (já explico).
E o tracinho inútil (?) sempre aparece (vejam a seta rosa). Só que na primeira linha é ele. Na última, não. Ali é uma letra mesmo. Mas a "vírgula" (?) ao final pareceu inútil. Saber a diferença entre o tracinho e a vírgula inúteis e a letra "I" e o "apóstrofo"... Eu nem tento.
E acostumem-se que o "L minúsculo" e o "E minúsculo" são a mesma letra (seta verde).

Explicando porque eu nem precisei olhar tudo...O 828 foi rápido porque, por eliminação, não sobraram opções. Que se danassem as outras letras, depois de ter resolvido as primeiras, não tinha nenhum outro número com início igual. E eu olhei a minha figura lá no alto (a do 173) e já sabia que "e" do Walla no Google parece um "olho de desenho animado", e o "N" no Google parece um "morrinho"; e a única centena que começava com "olho + morrinho" (da direita para esquerda) era o 800. Resolvido.
E se você começar a reparar, verá que hebraico até simplifica o esquema do português. Aqui tem oitocentos, oitenta, oito. Lá eles têm DKN DJINe, P'JINe e DJINe. [atenção: isso NÃO é hebraico, é só como as letras se parecem olhando o site do Stephen].
Então matando o quatro, por exemplo, 400 e 40 seriam "DKN quatro" e "P'uatro" [eu não entendi quando a primeira letra some ou não, aí também seria querer demais]
Em português tem leves diferenças, mas tem. É duzentos e não doiscentos, quinhentos e não cincocentos. Em hebraico a regra maluca acima do "DKN" para centena e "P'" nas dezenas funciona que é uma maravilha do trinta/trezentos até o noventa/novecentos, e o cem. Vale tentar ficar pedindo novos captchas até pelo menos 2 deles terem finais parecidos.
Lá no alto, no 173, notem que o 100 é o próprio "DKN" e 3 é "eibe". Se o captcha fosse "DKN eibe + P'eibe + eibe", advinhem qual seria a resposta? Exatamente! 333.
[correção: na verdade, no caso do trezentos, surge um novo D e fica "DKN Deibe", mas o que importa é que: se começa com DKN é centena, se termina com eibe é a terceira.]
E depois de entender essa "regra", descobri que é mais fácil, para resolver o captcha, digitar logo no Google todas as trincas. Coloque lá tudo de uma vez da seguinte forma, que ficará mais fácil para você ir se entendendo:
novecentos
noventa
nove
oitocentos
oitenta
oito
setecentos
setenta
sete
...
Ah, e claro, uma dica que eu não dei porque para mim não adiantou nada, mas... pode dar certo: vá no Google Imagens, digite walla captcha e veja o que aparece.
Se aparecer alguma com alguma das linhas igual à de vocês, clique, abra o site, e veja se alguém respondeu. Com sorte, em duas ou três vezes você descobre todos os valores.
E depois de olhar esse treco várias vezes, você até se acostuma com os rabiscos.
Na verdade, ao invés de dois, tenho três emails no Walla (mas o terceiro estava abandonado mesmo), mas só para testar, fui lá renovar a senha dele também.
Só de curtição.
Mas não queria ter trabalho. Acho que cliquei umas 20 vezes no botão para trocar o captcha até que apareceu "DKN DJINe + P'eibe + ee". Matei a centena e a dezena (800 e 30) só de olhar. E um número que é duas vezes a mesma letra - só existe um: o 6.
Tava começando a ficar divertido resolver isso até. Mas graças a deus acabou. Recuperei meus emails e, pouco a pouco... vou transferir todos meus cadastros pro GMail. Vai que algum dia o captcha é AUDITIVO!
[ATUALIZAÇÃO EM 21/abril:] Pensando agora... Estou dando trabalho à toa para vocês.
Se todas as dezenas (exceto 10 e 20) são P' + número [o 20 também começa com P', mas o que vem depois dele não é igual ao "dois"] e todas as centenas (exceto 200) começam com DKN [lembrando sempre, isso sou eu inventando uma transliteração louca para o formato das letras], vocês nem precisam colocar tudo no Google.
É bem interessante... mas desnecessário.
Resumindo: só importa identificar as letras do final e vocês só precisam digitar 11 números no Google para matar a charada (de 1 à 9, 10 e 20).
O 200 não entra porque é a única centena sem DKN (o que eu chamo de D muda toda hora, mas o KN é inconfundível). Reparem nos captchas acima, todos têm DKN, se vocês não tiverem, é o 200.
Tem leves pegadinhas, como o 40 que perde uma letra ou o 300 que ganha uma [corrigi isso agora lá em cima até], mas o "final" da palavra em si (o início dela, da direita para esquerda) não mexe. Pô, tá ficando cada vez mais fácil isso. rs!!
[ATUALIZAÇÃO EM 11/junho:] Estava lendo os novos comentários [e peço desculpas para os que eu não respondi ainda] e pensei em algo: e se o site do Stephen sair do ar? Pois então... Vou facilitar ainda mais a vida de vocês!
Seguem os números que interessam. Google, Stephen e um exemplo de cada caso:
Atenção: no número 4, o exemplo acima não tem o "D" na frente. Realmente, não apareceu no Walla nenhuma das vezes. E o Google traduz para quatro se você deixar sem também. É alguma coisa do idioma... Sei lá. Mas há vários "D" acima, se aparecer, vocês saberão como é. É bom para lembrar da pegadinha de alguns casos perderem ou ganharem novas letras. [e eu não sei quais são eles].
Interessante: não tinha notado antes, mas o vinte é o dez com o P' na frente [e por isso não botei exemplo do 20].
Pegadinha: eu não apaguei os "tracinhos inúteis" de nenhum dos exemplos. 1º) para vocês se acostumarem a ignorá-los [e eu estava com medo de ser realmente algo do idioma e eu estaria fazendo besteira tirando-os de lá, e aí...] 2º) eu ACHO que finalmente descobri o que eles são! E putz, é muito idiota. Aquilo é o "e". Saca "Trinta e sete"? Pois é... É o êzinho do meio. Mas eu fiquei brincando com isso no Google e foram surgindo novas situações, letras, apóstrofos duplos... [e nerdice tem limite e eu não tenho planos de fazer contas em hebraico] Façam vista grossa para eles (como antes) e pronto!
E acho que, agora sim, esta postagem pára de aumentar! :-D
Acabei de passar por uma situação tão bizarra, que eu resolvi postar o passo-a-passo do que PARECE que deu certo. Nunca se sabe, mais alguém pode estar passando por isso. [lá fora, pelo menos, tem um monte, gente perguntando isso em português, não procurei muito, mas não achei]
OBS: CAPTCHA são aquelas letras tortas ou manchadas, que costumam aparecer no final de cadastros na internet, para o site ter certeza que você é uma pessoa.
Mas vamos lá. O problema: eu tenho dois emails gratuitos no Walla. Um site israelense. Hoje em dia seria bem idiota você ir lá para criar um email, com o GMail do Google e seu espaço infinito por aí. Mas na época que o que tínhamos eram 250 MB de Hotmail ou 1 GB de Google, e lá eram 3 GB. Um exagero. Mas ok, criei o email lá. Outros criaram. Deve ter muito brasileiro com email lá até hoje. O legal é que passaram muitos e muitos anos e o e-mail tem a mesma cara e as funcionalidades ultra-simples dos tempos da internet lascada. Eu gosto.
Tenho outros, mas sempre usei esses de lá com alguma freqüência. Algum tempo atrás o site parou de ser em inglês e ficou todo em hebraico por padrão. Aí você sofria um pouco, mas achava a opção para colocar o email de volta em inglês lá dentro. Mole.
Ontem... O site me pede para atualizar a senha, que eu não trocava faz anos. "Pois não, meu senhor. Com prazer.", disse eu. Dou nova senha, defino e-mail alternativo, coloco o nome do meu bicho de estimação. Claro, abri a tela simultaneamente no idioma original, para preencher, e outra no Chrome, para ver a tradução.
E aí... :הקלד את המספר הכתוב למטה ("digite o número abaixo:")
O diabo do número era em HEBRAICO! CURSIVO! NUMA FIGURA!
Ou seja, não dava nem para ver como é o número 2 deles no Wikipedia é ir lá e digitar "2", e nem pedir para o Google traduzir. No começo eu nem entendi direito o que estava acontecendo, e como eles escrevem da direita para esquerda, achei que eram algarismos ocidentais invertidos misturados com rabiscos! Ô ignorância! [nisso que dá não nascer rico, viajar o mundo e conhecer todas as escritas!]
Vasculhei o Google Imagens, para ver os algarimos em letra cursiva (exemplo). Mas não deu muito certo.
Depois de vasculhar e ver pessoas colocando as figurinhas acima no Yahoo Respostas, e outras pessoas que sabem hebraico respondendo, mas nenhuma explicando, dizendo "aquela coisa que parece um K é o número tal", "a coisa que parece um 2 é ...." (eu ainda achavam que eram algarismos misturados com rabiscos nessa hora), finalmente, uma alma bondosa comentou algo do tipo "o problema é que você tem que traduzir".
Aí deu o estalo! Putz! Não eram algarismos! Está ESCRITO o valor ali.
Não vem 123 em números, vem escrito cento e vinte e três!
E depois confirmei isso esbarrando num fórum, com alguém resolvendo um dos captchas.
Mole então... Google Tradutor! E isso agora é para vocês fazerem aí.
O captcha é, basicamente, a centena na 1ª linha, a dezena na 2ª, e a unidade na 3ª. Alguns são mais complicados que outros (no exemplo acima, o segundo nem tem uma 3ª linha). E ainda estou na dúvida se há alguns riscos inúteis misturados ali ou se são algum sinal real.
Mas então... Hora do Google. Fui lá e digitei: cem, duzentos, trezentos... E vi como eram as centenas (1ª linha). Depois o mesmo para as dezenas e depois as unidades. Dica: parece que hebraico é como português e inglês, de 10 à 19 os números mudam bem, depois disso é vinte e um, vinte e dois, etc. Ou seja, a dezena não muda. Pareceu. Então você não precisa digitar tudo de dez até noventa e nove.
Novo problema: o Google escreve tudo em letra de fôrma, e o captcha é numa letra manual bem torta. E a letra de fôrma do Google nem sempre parece com a versão tradicional dela. Vasculhei o Google Imagens novamente, mas nada de conseguir me entender. Mas, convenhamos, um "triângulo sem a base atravessado" e uma "bolinha com rabinho", também não têm nenhuma semelhança entre si, e eu acabei de descrever o nosso "A" maiúsculo de fôrma e o minúsculo cursivo.
E foi aí... Que veio a solução, que é razão da postagem inteira [que como sempre ficou mais longa do que devia]:
Passo 1: vá no Google Tradutor e digite os números por extenso.
Ao contrário do exemplo na figura abaixo, comece com as centenas, são só nove opções e é a 1ª linha do captcha.
Passo 2: escolha um deles aleatoriamente, clique com o direito na tradução, Copie, e cole no seguinte site: [o grande achado da noite!!]
Converting between Hebrew Print and Cursive in One Step, por Stephen P. Morse.
Na tela acima, eu peguei o três. Notem a incrível semelhança entre algo que parece um olho de desenho animado pela metade no Google, algo que parece um W no site, e algo que parece uma letra 'e' minúscula ao contrário no formato cursivo. Sim!! Aquilo que parece W17W e eibe são a mesma coisa. [eu fico aqui zuando, mas eu acho essas doideiras o máximo. E música hebraica soa bem, queria ter tempo de aprender]
E você vai assim... Escolha um qualquer, cole no site do Steve, veja como ele se parece em formato manual, olhe para a figurinha e pense "Não, eu preciso de uma centena que comece por algo que pareça um N". E depois "Preciso de uma dezena que tenha duas vezes o W". Em bem poucas tentativas você deve conseguir matar as 3 linhas.
Vale a pena recarregar o captcha até aparecerem os mais fáceis. As letras que parecem as letras "K", "N", "e" ou um "8 falhado no alto" eu achei as mais tranqüilas.
A figura abaixo foi o meu caso real: [um deles, falta resgatar o outro email ainda]
O texto colorido é do Walla, no meio o Google e ao final a versão cursiva do site.
Notem que há um traço no início* da última linha do Walla que não serviu para nada (?) e os "apóstrofos" parecem iguais, mas são letras (?) diferentes.
(*) lembrando que, como hebraico é da direita para esquerda, você vai se confundir algumas vezes apertando backspace e o cursor não apagar nada, ou tentar marcar o texto da esquerda para direita e não funcionar. Diversão adicional.
No final, a tradução do texto acima foi: cem, setenta, três.
Voilá!, "173" e entrei no meu email. OBS: em algarismos romanos mesmo!
Parece complicado, mas fazer esta postagem demorou muito mais que descobrir o número correto. Bem... depois de ter descoberto o site do Stephen pelo menos. [e meus agradecimentos, onde quer que esteja!]
Ah, mas isso tudo foi porque o Walla me forçou a trocar a senha, e eu precisava passar pelo captcha. Mesmo depois da nova senha resolvida, na tela de abertura do email o captcha continua aparecendo, mas você não precisa preenchê-lo todas as vezes. Basta colocar o login, a nova senha, e clicar no botão. Deixe o código em branco mesmo.
E, claro, relembrando... Isso tudo eu ACHO que faz sentido. Sempre existe a possibilidade de eu ter digitado algo errado e passado mesmo assim, por algum problema no site. E adoraria saber, de alguém que fale hebraico, se eu falei alguma sandice acima. [não seria a primeira. rs!]
Então vale a pena vocês tentarem entrar no email digitando qualquer coisa chutada, para ver se cola. Se não colar, tentem o acima. Mero acaso ou não, eu passei! :-D
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
[ATUALIZAÇÃO EM 28/março:] Confirmado, não foi mero acaso. Acabei de ir lá agora de novo, ver se ia funcionar com o meu outro email. E foi até rápido. Também dei sorte de pegar um número fácil. Isso ajuda.
Mas antes de tentar, eu resolvi abrir o meu próprio blog - porque aqui tinha o link do site do Stephen. E qual não foi minha surpresa em descobrir 5 comentários!
DOBREI a quantidade de comentários no site em apenas 1 semana*, sendo que os outros 5 levaram 3 anos e 200 postagens para conseguir. Muito maneiro.
(*) a data da postagem está como 13/março, mas só coloquei no ar mesmo no dia 20.
Galera, fico muito feliz de ter conseguido ajudar. Mesmo que tenham sido poucos, não importa. Fico feliz.
Mas paremos a rasgação de seda [nunca rasguei seda, mas queria, só para testar o ditado] e vamos ao que interessa. Aula de hebraico com o Tio Ranzinza! [até parece]
Esse abaixo é o exemplo real do captcha que acabei de pegar:

Importante: eu ainda acho que há letras mais fáceis. Dêem preferência ao "K", "e", "N" e "8". O Walla tem um link abaixo da figura, com uma "?" no meio. Clique lá para trocar de captcha até achar um com elas. Várias vezes se possível.
Matar todas as letras é quase impossível, as 3 que eu marquei abaixo com uma seta vermelha são a mesma letra [que parece um D no site do Stephen] Eu nunca ia achar que aquele "J meio deitado" à esquerda da primeira linha fosse a "letra pi" à esquerda da última. Mas eu nem precisei chegar lá (já explico).
E o tracinho inútil (?) sempre aparece (vejam a seta rosa). Só que na primeira linha é ele. Na última, não. Ali é uma letra mesmo. Mas a "vírgula" (?) ao final pareceu inútil. Saber a diferença entre o tracinho e a vírgula inúteis e a letra "I" e o "apóstrofo"... Eu nem tento.
E acostumem-se que o "L minúsculo" e o "E minúsculo" são a mesma letra (seta verde).

Explicando porque eu nem precisei olhar tudo...O 828 foi rápido porque, por eliminação, não sobraram opções. Que se danassem as outras letras, depois de ter resolvido as primeiras, não tinha nenhum outro número com início igual. E eu olhei a minha figura lá no alto (a do 173) e já sabia que "e" do Walla no Google parece um "olho de desenho animado", e o "N" no Google parece um "morrinho"; e a única centena que começava com "olho + morrinho" (da direita para esquerda) era o 800. Resolvido.
E se você começar a reparar, verá que hebraico até simplifica o esquema do português. Aqui tem oitocentos, oitenta, oito. Lá eles têm DKN DJINe, P'JINe e DJINe. [atenção: isso NÃO é hebraico, é só como as letras se parecem olhando o site do Stephen].
Então matando o quatro, por exemplo, 400 e 40 seriam "DKN quatro" e "P'uatro" [eu não entendi quando a primeira letra some ou não, aí também seria querer demais]
Em português tem leves diferenças, mas tem. É duzentos e não doiscentos, quinhentos e não cincocentos. Em hebraico a regra maluca acima do "DKN" para centena e "P'" nas dezenas funciona que é uma maravilha do trinta/trezentos até o noventa/novecentos, e o cem. Vale tentar ficar pedindo novos captchas até pelo menos 2 deles terem finais parecidos.
Lá no alto, no 173, notem que o 100 é o próprio "DKN" e 3 é "eibe". Se o captcha fosse "DKN eibe + P'eibe + eibe", advinhem qual seria a resposta? Exatamente! 333.
[correção: na verdade, no caso do trezentos, surge um novo D e fica "DKN Deibe", mas o que importa é que: se começa com DKN é centena, se termina com eibe é a terceira.]
E depois de entender essa "regra", descobri que é mais fácil, para resolver o captcha, digitar logo no Google todas as trincas. Coloque lá tudo de uma vez da seguinte forma, que ficará mais fácil para você ir se entendendo:
novecentos
noventa
nove
oitocentos
oitenta
oito
setecentos
setenta
sete
...
Ah, e claro, uma dica que eu não dei porque para mim não adiantou nada, mas... pode dar certo: vá no Google Imagens, digite walla captcha e veja o que aparece.
Se aparecer alguma com alguma das linhas igual à de vocês, clique, abra o site, e veja se alguém respondeu. Com sorte, em duas ou três vezes você descobre todos os valores.
E depois de olhar esse treco várias vezes, você até se acostuma com os rabiscos.
Na verdade, ao invés de dois, tenho três emails no Walla (mas o terceiro estava abandonado mesmo), mas só para testar, fui lá renovar a senha dele também.
Só de curtição.
Mas não queria ter trabalho. Acho que cliquei umas 20 vezes no botão para trocar o captcha até que apareceu "DKN DJINe + P'eibe + ee". Matei a centena e a dezena (800 e 30) só de olhar. E um número que é duas vezes a mesma letra - só existe um: o 6.
Tava começando a ficar divertido resolver isso até. Mas graças a deus acabou. Recuperei meus emails e, pouco a pouco... vou transferir todos meus cadastros pro GMail. Vai que algum dia o captcha é AUDITIVO!
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
[ATUALIZAÇÃO EM 21/abril:] Pensando agora... Estou dando trabalho à toa para vocês.
Se todas as dezenas (exceto 10 e 20) são P' + número [o 20 também começa com P', mas o que vem depois dele não é igual ao "dois"] e todas as centenas (exceto 200) começam com DKN [lembrando sempre, isso sou eu inventando uma transliteração louca para o formato das letras], vocês nem precisam colocar tudo no Google.
É bem interessante... mas desnecessário.
Resumindo: só importa identificar as letras do final e vocês só precisam digitar 11 números no Google para matar a charada (de 1 à 9, 10 e 20).
O 200 não entra porque é a única centena sem DKN (o que eu chamo de D muda toda hora, mas o KN é inconfundível). Reparem nos captchas acima, todos têm DKN, se vocês não tiverem, é o 200.
Tem leves pegadinhas, como o 40 que perde uma letra ou o 300 que ganha uma [corrigi isso agora lá em cima até], mas o "final" da palavra em si (o início dela, da direita para esquerda) não mexe. Pô, tá ficando cada vez mais fácil isso. rs!!
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
[ATUALIZAÇÃO EM 11/junho:] Estava lendo os novos comentários [e peço desculpas para os que eu não respondi ainda] e pensei em algo: e se o site do Stephen sair do ar? Pois então... Vou facilitar ainda mais a vida de vocês!
Seguem os números que interessam. Google, Stephen e um exemplo de cada caso:

Atenção: no número 4, o exemplo acima não tem o "D" na frente. Realmente, não apareceu no Walla nenhuma das vezes. E o Google traduz para quatro se você deixar sem também. É alguma coisa do idioma... Sei lá. Mas há vários "D" acima, se aparecer, vocês saberão como é. É bom para lembrar da pegadinha de alguns casos perderem ou ganharem novas letras. [e eu não sei quais são eles].
Interessante: não tinha notado antes, mas o vinte é o dez com o P' na frente [e por isso não botei exemplo do 20].
Pegadinha: eu não apaguei os "tracinhos inúteis" de nenhum dos exemplos. 1º) para vocês se acostumarem a ignorá-los [e eu estava com medo de ser realmente algo do idioma e eu estaria fazendo besteira tirando-os de lá, e aí...] 2º) eu ACHO que finalmente descobri o que eles são! E putz, é muito idiota. Aquilo é o "e". Saca "Trinta e sete"? Pois é... É o êzinho do meio. Mas eu fiquei brincando com isso no Google e foram surgindo novas situações, letras, apóstrofos duplos... [e nerdice tem limite e eu não tenho planos de fazer contas em hebraico] Façam vista grossa para eles (como antes) e pronto!
E acho que, agora sim, esta postagem pára de aumentar! :-D
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Bienal do Livro 2013
Acho que não vou mais na Bienal. Por mais que eu goste de livros, nunca fui de ir lá. Fui numa muito tempo atrás, criança ou adolescente ainda, e fui nas duas últimas. O motivo de ir em tão poucas nem foi falta de vontade, só motivos aleatórios mesmo.
Porque a reclamação então? É que a última já não tinha me empolgado tanto. E essa agora empolgou menos. Vamos ao longo texto agora... [poder de síntese é algo que eu não tenho]
Minhas impressões sobre a Bienal do Rio 2013.
Variedade. Fiquei com a mesma sensação nas duas últimas que eu fui: com a impressão de que 1/3 de todo o lugar era de livros infantis, e mesmo os lugares genéricos ou baias do tipo "super saldão" o que mais tinha era coisa para criança - se muito, também para a geração Crepúsculo ou Rangers. O outro terço do lugar parecia tomado por livros religiosos [cacete! vi até um estande, pequeno, mas mesmo assim, específico para livros do L. Ron Hubbard, o pai daquela seita de retardados, chamada Cientologia] - e uma parte deste terço por algumas coisas muito específicas, que resolvi jogar no mesmo saco, como livros de Direito ou para concursos públicos. E finalmente, o que sobra... É aquilo que já vi ou vejo todo o tempo em todos os lugares. E geralmente por preços muito parecidos do mundo externo.
Agora... Escrevendo isso, eu comecei a me achar muito maléfico... Porque estou pensando aqui... E não teria como ser diferente. O que foi que eu não vi lá? Na verdade, acho que vi tudo que temos mesmo. O nosso mercado editorial é praticamente isso e acabou. Mas consigo pensar em algumas coisas que não vi por lá... Uma livraria que eu gosto no conceito, apesar de praticamente nunca comprar nada nela é a Blooks, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Muitos quadrinhos adultos, livros de arte, biografias, história mundial, política, até literatura de cordel já vi por lá. Eu me sinto até mais inteligente andando nela [e aí eu não compro nada e me lembro que de "cult" eu só tenho o jeitão, meu gosto é nerd do tipo menos popular, mas, não obstante, é pop]. Não vi nada parecido na Bienal. Até vi uns livros de arte lá e deu até pena das pessoas que estavam trabalhando ali. Deviam estar morrendo de tédio. Em compensação, nunca vi uma Saraiva tão cheia, e os preços mal tinham desconto...
A Livraria da Travessa ou a Livraria Cultura, por exemplos, a primeira até estava lá, mas praticamente invisível e sem a variedade costumeira, e a Cultura, que eu nem gosto tanto, mas sempre tem excelentes livros importados, nem estava. Já o Submarino estava. Pô, como assim?, se vale qualquer coisa que venda livro, na próxima terá estandes das Lojas Americanas e das Casas Bahia.
Mas então... Nosso mercado editorial, no geral, é mesmo uma coisa muito sem graça. Livro para criançada e aborrecentes e um pouquinho genérico para o resto. Na de 2011 pelo menos eu batia o olho em muita coisa que eu nunca tinha visto, pegava, e aí não me interessava. Mas tinha um pouco de novidade. Anotei alguns nomes para conferir depois na Internet até (que não sou louco de comprar qualquer coisa, só porque a capa e a descrição são legais). Essa... Não aconteceu. Ou a coisa tá feia, ou eu estou ficando muito exigente.
Agora, eu continuo pensando aqui... [de vez em quando é bom] E acho que posso reclamar deles sim. Alguma coisa tem que ser repensada para não ficar só uma baita repetição de livros iguais em tudo que é canto. A desgraça é que para fazer como seria perfeito, teria que ser tudo uma única coisa gigante, e aí nenhum vendedor conseguiria separar os livros dele dos outros e não daria certo... [hummm... eles deveriam colar etiquetas, e depois, pelo código de barras a organização do evento saberia o valor a repassar de cada uma] Nunca vai acontecer. Como foi, foi só como ir em um monte de site, só que ao vivo, e toda hora olhar os mesmos livros. E nem dava vontade de ficar comparando, porque eu não iria reatravessar o lugar todo de novo por causa de uns R$ 3.
Chamarizes e afins. Eu achei que tinham poucos, e 90% só para crianças. Eram só um monte de baias com um monte de livro. Um das editoras tinha um boneco do God of War em tamanho quase natural. Eu não gosto, mas ok, that's what I'm talking about! [that's what she said] Outra exceção (que agora estou na dúvida e acho que foi no mesmo lugar) foi um cartaz anunciando um livro do jogo Bioshock (não sabia que tinha livro). Até dei uma olhada, se estivesse a mão teria folheado. Mas chamava a atenção pelo menos. Tem o 1º capítulo disponível em inglês no site da Tor, conferirei. Ponto para a Bienal. É para isso que ela deveria servir, e não só ser um shopping.
A Panini era chamativa, mas deve ter sido mais porque o logotipo dela é amarelo do que qualquer outra coisa. Tinham umas pessoas fantasiadas (uma garota de cabelo roxo, desconheço o personagem). Mas não achei suficiente. Tinha que ter um dinossauro com 8 metros de altura em algum lugar. Sei lá.
A Devir, que é uma das salvações nerds nacionais, com muita coisa de FC, eu não vi nenhum deles lá. Nenhum dos livros, nenhum cartaz que desviasse o olhar. Não sei. Pareceu tudo meio feito de má vontade. "Deixa tudo aí, que o pessoal olha e se quiserem eles compram." (estou falando das exposição como um todo, e não da Devir).
Falando em FC até, senti falta da galera alternativa (ou tinha, mas estava escondido ou já tinha acabado). Cadê os livros da Estronho? Putz! Taí... Livraria Cultura nada, eu vou começar a olhar a Bienal com bons olhos de novo no dia que a Estronho tiver um estande. Porque as meninas precisam ler Instrumentos Mortais? Porque não Insanas... elas matam! ou SteamPink? Pelo menos os Kaori da Giulia Moon estavam lá.
E ao lado da Estronho, outro estande com os livros da Editora Draco (que acho que tinha em 2011) e da Argonautas. Eu nem gostei de nada do que li até agora da Não Editora, mas é outra que também poderia estar por lá. E não vi livros da Editora 34 desta vez. (mas neste caso, é até possível que estivesse lá sim, escondido em algum canto dos estandes tediosos).
Outra exceção, o estande da Zahar. Esse tinha muita coisa legal e BEM ARRUMADA, de forma que você batia o olho e pensava "Opa, deixa eu ver que parede é aquela." Só comprei 2 livros na Bienal, um deles eu já sabia que iria comprar, para pelo menos aproveitar o preço, e outro eu comprei na Zahar, completamente de surpresa, nem conhecia o livro - Contos de Fadas, Edição comentada e ilustrada - que estava numa promoção absurda (na verdade, o preço normal dele é que é absurdamente caro, mas isso é reclamação para outro dia). Fará par com a minha edição comentada do Alice, que lá também custava 3 vezes menos do que paguei...
Mudando de assunto, lembrar da Zahar (a melhor surpresa) me fez lembrar de uma decepção. O estande da Estante Virtual. Ok, nada no site dizia que teria livros lá. E, como o próprio nome diz, é uma livraria VIRTUAL. Mas cacete... Você está no site da Estante Virtual, e tem um anúncio te convidando para conhecer o estande deles lá, e aí você chega lá, e são computadores para visitar o site!! Traças me mordam! No site eu já estava!!! Eu não devia ter imaginado que teriam livros lá [virtual! virtual!], mas imaginei. Meu cérebro não concebeu a possibilidade do convite ser completamente ilógico.
Não sei, de repente eles podiam ter feito alguma parceria com alguns sebos e, pelo menos 1 vez por ano, não serem virtuais. Há muitos livros que os sebos têm que não estão cadastrados no site. Seria a chance de achar um desses.
Tinha uma fila lá, com um desafio: você tinha 1 minuto para achar um livro que eles não tinham. Se fosse menor, eu teria entrado. Nem precisaria de prêmio (não sei se tinha, e fiquei com preguiça de perguntar), mas justamente torcendo para eles terem livros ao vivo, ou mesmo algum outro estande-sebo (tinha 1), eu já tinha na minha carteira uma relação de 6 livros antigos, nacionais, que eu não acho a venda. Nem com eles. Seria legal, nem que fosse para ver a desculpa que seria criada ("ah, cof, cof, é que o desafio é para livros... a partir do ano tal! É isso! Pronto."). Mas fica chateado não, Estante Virtual, eu ainda amo vocês. [eles não têm culpa de eu ter imaginado algo contrário ao próprio nome deles. rs!]
E o sebo que tinha, infelizmente, era bem pequeno com bem pouca coisa. Tinham uns outros saldões lá, com alguns livros usados até, mas só coisa recente. E se algum dia alguém me vir comprando A Cabana ou 50 Tons de Cinza, chama o padre e me amarra... Que é possessão!
Por falar em sebo, os preços. Se você vai comprar muita coisa, algumas editoras tinham bons descontos, então, ok, vale mesmo a pena. Mas no final, eu comprei só 2 livros por falta de coisa interessante (ou que tenha me interessado na hora) e o que eu gastei com ingresso [ah, tenho que falar dele depois], pedágio, gasolina e estacionamento, zerou a vantagem e acabou ficando só pelo passeio. Isso pensando nos livros que tinham desconto. Um conhecido meu viu livro velho do Harry Potter por quase R$ 60. Na Devir eu vi Astro City por quase R$ 50 (tecnicamente, esse não está caro, é o velho problema acima, o preço normal é que é alto), mas o divertido deste é que eu vi a mesma revista lá em 2011. Ou seja, até hoje eles têm Astro City parcialmente (porque não são todos os volumes) em estoque mas ainda tentam vender pelo preço de coisa nova. Se ainda estivesse completo ou fosse uma raridade muito procurada... Mas pelo jeito não é. Vendessem por R$ 15 e eu comprava [eu tenho as americanas, não tenho a nacional justamente porque não quero ter pelo meio. Ou tudo ou nada.]. Mas dois gibis por R$ 100? Nem pensar.
Agora, o ingresso. Eu fui num momento menos tumultuado (2ª feira, depois do almoço), mas mesmo assim fiquei com medo de pegar fila, e resolvi comprar pela internet. Já começa que o site de vendas [que eu esqueci o nome e não vou pesquisar, só de birra com eles] já é meio estranho. Depois de comprar o ingresso eu fiquei sem saber "E agora?". A tela nem dizia que eu ia receber um email nem nada. Estava esperando que o que eu tinha que imprimir fosse aparecer ali. E não ir no email ou voltar para a tela inicial e pesquisar pedidos feitos. Tive que ir no FAQ e por um rápido momento até achei que eles mandariam pelos Correios... Não foi não, o site funciona, mas é meio esquisitinho.
Então, malandro..., comprei pela internet, fui na entrada com o treco impresso e aí... Mandam-me para um canto, que eu disse que lá era a entrada para professores, mas me mandaram para lá mesmo assim. Lá me mandaram para o lado oposto, ao guichê preferencial para a troca dos ingressos comprados pela internet [porra, eu compro um 'evitador de fila', para então ter que entrar numa vila, para trocar o meu papel por outro, que eles rasgam e pronto?]; lá não tinha ninguém, mas do lado era o guichê dos idosos. Bem, preferencial é preferencial, então fiquei lá. Mas os velhinhos estavam demorando e o cara que me mandou para o 2º lugar me viu ali e falou para ir numa caixa normal. Eu fui, eles não podiam me atender, porque isso de ingresso pela internet era com a pessoa que tratava disso. E me explicaram onde era. Lá fui eu pro 4º lugar. Que era o lugar errado, a mulher mandou eu voltar e explicar para eles que eu tinha comprado pela internet. Quando eu disse para ela que isso eu já tinha feito, ela mandou eu procurar a encarregada. Que aí me levou mesmo para a fila dos idosos.
Eu fui bem atendido por todos. Nenhuma reclamação quanto ao tratamento. Mas PQP! Se o evento te dá a opção de comprar pela internet e imprimir o treco, não é para eu ter que ficar procurando guichê e entrar numa fila. Num canto. Sem ninguém atendendo. Pelo menos expliquem no site o que é para você fazer. Eu teria entrado mais rapidamente no lugar pegando a fila normal - que até que estava curta.
Ah, não vá com fome. Isso eu já esperava - por isso que fui depois do almoço, contudo, um pastel de carne por R$ 6? Eu tive que rir. Com o dobro do tamanho e da carne, e se bobear até com menos óleo, isso custa R$ 1,50 em qualquer chinês. Com mais R$ 1 ainda bebe-se caldo-de-cana. [ok, eu posso estar meio defasado de valores, mas uma coisa é certa, pastel + caldo, juntos, custam menos que R$ 6, eu como isso com relativa freqüência, e se não lembro o preço é porque é mesmo barato]
Com todos os problemas, para a garotada jovem ainda é um baita negócio. [eu ainda tenho alguns livros da minha primeira ida na Bienal] Acho que nem para eles a variedade de coisas era boa, mas qualquer coisa que incentive a leitura é bem-vinda. Mas se você passou dos 30 e é nerd... Buscapé, Bookfinder (ou o AddALL), Google e o Estante Virtual [no site, e não lá] valem mais a pena.
Veredicto: vou passar a dar ênfase às Feiras da Providência. Comprar carrancas, doces esquisitos, quem sabe até um CD de música típica andina...
Sairei do Riocentro mais satisfeito.
Porque a reclamação então? É que a última já não tinha me empolgado tanto. E essa agora empolgou menos. Vamos ao longo texto agora... [poder de síntese é algo que eu não tenho]
Minhas impressões sobre a Bienal do Rio 2013.
Variedade. Fiquei com a mesma sensação nas duas últimas que eu fui: com a impressão de que 1/3 de todo o lugar era de livros infantis, e mesmo os lugares genéricos ou baias do tipo "super saldão" o que mais tinha era coisa para criança - se muito, também para a geração Crepúsculo ou Rangers. O outro terço do lugar parecia tomado por livros religiosos [cacete! vi até um estande, pequeno, mas mesmo assim, específico para livros do L. Ron Hubbard, o pai daquela seita de retardados, chamada Cientologia] - e uma parte deste terço por algumas coisas muito específicas, que resolvi jogar no mesmo saco, como livros de Direito ou para concursos públicos. E finalmente, o que sobra... É aquilo que já vi ou vejo todo o tempo em todos os lugares. E geralmente por preços muito parecidos do mundo externo.
Agora... Escrevendo isso, eu comecei a me achar muito maléfico... Porque estou pensando aqui... E não teria como ser diferente. O que foi que eu não vi lá? Na verdade, acho que vi tudo que temos mesmo. O nosso mercado editorial é praticamente isso e acabou. Mas consigo pensar em algumas coisas que não vi por lá... Uma livraria que eu gosto no conceito, apesar de praticamente nunca comprar nada nela é a Blooks, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Muitos quadrinhos adultos, livros de arte, biografias, história mundial, política, até literatura de cordel já vi por lá. Eu me sinto até mais inteligente andando nela [e aí eu não compro nada e me lembro que de "cult" eu só tenho o jeitão, meu gosto é nerd do tipo menos popular, mas, não obstante, é pop]. Não vi nada parecido na Bienal. Até vi uns livros de arte lá e deu até pena das pessoas que estavam trabalhando ali. Deviam estar morrendo de tédio. Em compensação, nunca vi uma Saraiva tão cheia, e os preços mal tinham desconto...
A Livraria da Travessa ou a Livraria Cultura, por exemplos, a primeira até estava lá, mas praticamente invisível e sem a variedade costumeira, e a Cultura, que eu nem gosto tanto, mas sempre tem excelentes livros importados, nem estava. Já o Submarino estava. Pô, como assim?, se vale qualquer coisa que venda livro, na próxima terá estandes das Lojas Americanas e das Casas Bahia.
Mas então... Nosso mercado editorial, no geral, é mesmo uma coisa muito sem graça. Livro para criançada e aborrecentes e um pouquinho genérico para o resto. Na de 2011 pelo menos eu batia o olho em muita coisa que eu nunca tinha visto, pegava, e aí não me interessava. Mas tinha um pouco de novidade. Anotei alguns nomes para conferir depois na Internet até (que não sou louco de comprar qualquer coisa, só porque a capa e a descrição são legais). Essa... Não aconteceu. Ou a coisa tá feia, ou eu estou ficando muito exigente.
Agora, eu continuo pensando aqui... [de vez em quando é bom] E acho que posso reclamar deles sim. Alguma coisa tem que ser repensada para não ficar só uma baita repetição de livros iguais em tudo que é canto. A desgraça é que para fazer como seria perfeito, teria que ser tudo uma única coisa gigante, e aí nenhum vendedor conseguiria separar os livros dele dos outros e não daria certo... [hummm... eles deveriam colar etiquetas, e depois, pelo código de barras a organização do evento saberia o valor a repassar de cada uma] Nunca vai acontecer. Como foi, foi só como ir em um monte de site, só que ao vivo, e toda hora olhar os mesmos livros. E nem dava vontade de ficar comparando, porque eu não iria reatravessar o lugar todo de novo por causa de uns R$ 3.
Chamarizes e afins. Eu achei que tinham poucos, e 90% só para crianças. Eram só um monte de baias com um monte de livro. Um das editoras tinha um boneco do God of War em tamanho quase natural. Eu não gosto, mas ok, that's what I'm talking about! [that's what she said] Outra exceção (que agora estou na dúvida e acho que foi no mesmo lugar) foi um cartaz anunciando um livro do jogo Bioshock (não sabia que tinha livro). Até dei uma olhada, se estivesse a mão teria folheado. Mas chamava a atenção pelo menos. Tem o 1º capítulo disponível em inglês no site da Tor, conferirei. Ponto para a Bienal. É para isso que ela deveria servir, e não só ser um shopping.
A Panini era chamativa, mas deve ter sido mais porque o logotipo dela é amarelo do que qualquer outra coisa. Tinham umas pessoas fantasiadas (uma garota de cabelo roxo, desconheço o personagem). Mas não achei suficiente. Tinha que ter um dinossauro com 8 metros de altura em algum lugar. Sei lá.
A Devir, que é uma das salvações nerds nacionais, com muita coisa de FC, eu não vi nenhum deles lá. Nenhum dos livros, nenhum cartaz que desviasse o olhar. Não sei. Pareceu tudo meio feito de má vontade. "Deixa tudo aí, que o pessoal olha e se quiserem eles compram." (estou falando das exposição como um todo, e não da Devir).
Falando em FC até, senti falta da galera alternativa (ou tinha, mas estava escondido ou já tinha acabado). Cadê os livros da Estronho? Putz! Taí... Livraria Cultura nada, eu vou começar a olhar a Bienal com bons olhos de novo no dia que a Estronho tiver um estande. Porque as meninas precisam ler Instrumentos Mortais? Porque não Insanas... elas matam! ou SteamPink? Pelo menos os Kaori da Giulia Moon estavam lá.
E ao lado da Estronho, outro estande com os livros da Editora Draco (que acho que tinha em 2011) e da Argonautas. Eu nem gostei de nada do que li até agora da Não Editora, mas é outra que também poderia estar por lá. E não vi livros da Editora 34 desta vez. (mas neste caso, é até possível que estivesse lá sim, escondido em algum canto dos estandes tediosos).
Outra exceção, o estande da Zahar. Esse tinha muita coisa legal e BEM ARRUMADA, de forma que você batia o olho e pensava "Opa, deixa eu ver que parede é aquela." Só comprei 2 livros na Bienal, um deles eu já sabia que iria comprar, para pelo menos aproveitar o preço, e outro eu comprei na Zahar, completamente de surpresa, nem conhecia o livro - Contos de Fadas, Edição comentada e ilustrada - que estava numa promoção absurda (na verdade, o preço normal dele é que é absurdamente caro, mas isso é reclamação para outro dia). Fará par com a minha edição comentada do Alice, que lá também custava 3 vezes menos do que paguei...
Mudando de assunto, lembrar da Zahar (a melhor surpresa) me fez lembrar de uma decepção. O estande da Estante Virtual. Ok, nada no site dizia que teria livros lá. E, como o próprio nome diz, é uma livraria VIRTUAL. Mas cacete... Você está no site da Estante Virtual, e tem um anúncio te convidando para conhecer o estande deles lá, e aí você chega lá, e são computadores para visitar o site!! Traças me mordam! No site eu já estava!!! Eu não devia ter imaginado que teriam livros lá [virtual! virtual!], mas imaginei. Meu cérebro não concebeu a possibilidade do convite ser completamente ilógico.
Não sei, de repente eles podiam ter feito alguma parceria com alguns sebos e, pelo menos 1 vez por ano, não serem virtuais. Há muitos livros que os sebos têm que não estão cadastrados no site. Seria a chance de achar um desses.
Tinha uma fila lá, com um desafio: você tinha 1 minuto para achar um livro que eles não tinham. Se fosse menor, eu teria entrado. Nem precisaria de prêmio (não sei se tinha, e fiquei com preguiça de perguntar), mas justamente torcendo para eles terem livros ao vivo, ou mesmo algum outro estande-sebo (tinha 1), eu já tinha na minha carteira uma relação de 6 livros antigos, nacionais, que eu não acho a venda. Nem com eles. Seria legal, nem que fosse para ver a desculpa que seria criada ("ah, cof, cof, é que o desafio é para livros... a partir do ano tal! É isso! Pronto."). Mas fica chateado não, Estante Virtual, eu ainda amo vocês. [eles não têm culpa de eu ter imaginado algo contrário ao próprio nome deles. rs!]
E o sebo que tinha, infelizmente, era bem pequeno com bem pouca coisa. Tinham uns outros saldões lá, com alguns livros usados até, mas só coisa recente. E se algum dia alguém me vir comprando A Cabana ou 50 Tons de Cinza, chama o padre e me amarra... Que é possessão!
Por falar em sebo, os preços. Se você vai comprar muita coisa, algumas editoras tinham bons descontos, então, ok, vale mesmo a pena. Mas no final, eu comprei só 2 livros por falta de coisa interessante (ou que tenha me interessado na hora) e o que eu gastei com ingresso [ah, tenho que falar dele depois], pedágio, gasolina e estacionamento, zerou a vantagem e acabou ficando só pelo passeio. Isso pensando nos livros que tinham desconto. Um conhecido meu viu livro velho do Harry Potter por quase R$ 60. Na Devir eu vi Astro City por quase R$ 50 (tecnicamente, esse não está caro, é o velho problema acima, o preço normal é que é alto), mas o divertido deste é que eu vi a mesma revista lá em 2011. Ou seja, até hoje eles têm Astro City parcialmente (porque não são todos os volumes) em estoque mas ainda tentam vender pelo preço de coisa nova. Se ainda estivesse completo ou fosse uma raridade muito procurada... Mas pelo jeito não é. Vendessem por R$ 15 e eu comprava [eu tenho as americanas, não tenho a nacional justamente porque não quero ter pelo meio. Ou tudo ou nada.]. Mas dois gibis por R$ 100? Nem pensar.
Agora, o ingresso. Eu fui num momento menos tumultuado (2ª feira, depois do almoço), mas mesmo assim fiquei com medo de pegar fila, e resolvi comprar pela internet. Já começa que o site de vendas [que eu esqueci o nome e não vou pesquisar, só de birra com eles] já é meio estranho. Depois de comprar o ingresso eu fiquei sem saber "E agora?". A tela nem dizia que eu ia receber um email nem nada. Estava esperando que o que eu tinha que imprimir fosse aparecer ali. E não ir no email ou voltar para a tela inicial e pesquisar pedidos feitos. Tive que ir no FAQ e por um rápido momento até achei que eles mandariam pelos Correios... Não foi não, o site funciona, mas é meio esquisitinho.
Então, malandro..., comprei pela internet, fui na entrada com o treco impresso e aí... Mandam-me para um canto, que eu disse que lá era a entrada para professores, mas me mandaram para lá mesmo assim. Lá me mandaram para o lado oposto, ao guichê preferencial para a troca dos ingressos comprados pela internet [porra, eu compro um 'evitador de fila', para então ter que entrar numa vila, para trocar o meu papel por outro, que eles rasgam e pronto?]; lá não tinha ninguém, mas do lado era o guichê dos idosos. Bem, preferencial é preferencial, então fiquei lá. Mas os velhinhos estavam demorando e o cara que me mandou para o 2º lugar me viu ali e falou para ir numa caixa normal. Eu fui, eles não podiam me atender, porque isso de ingresso pela internet era com a pessoa que tratava disso. E me explicaram onde era. Lá fui eu pro 4º lugar. Que era o lugar errado, a mulher mandou eu voltar e explicar para eles que eu tinha comprado pela internet. Quando eu disse para ela que isso eu já tinha feito, ela mandou eu procurar a encarregada. Que aí me levou mesmo para a fila dos idosos.
Eu fui bem atendido por todos. Nenhuma reclamação quanto ao tratamento. Mas PQP! Se o evento te dá a opção de comprar pela internet e imprimir o treco, não é para eu ter que ficar procurando guichê e entrar numa fila. Num canto. Sem ninguém atendendo. Pelo menos expliquem no site o que é para você fazer. Eu teria entrado mais rapidamente no lugar pegando a fila normal - que até que estava curta.
Ah, não vá com fome. Isso eu já esperava - por isso que fui depois do almoço, contudo, um pastel de carne por R$ 6? Eu tive que rir. Com o dobro do tamanho e da carne, e se bobear até com menos óleo, isso custa R$ 1,50 em qualquer chinês. Com mais R$ 1 ainda bebe-se caldo-de-cana. [ok, eu posso estar meio defasado de valores, mas uma coisa é certa, pastel + caldo, juntos, custam menos que R$ 6, eu como isso com relativa freqüência, e se não lembro o preço é porque é mesmo barato]
Com todos os problemas, para a garotada jovem ainda é um baita negócio. [eu ainda tenho alguns livros da minha primeira ida na Bienal] Acho que nem para eles a variedade de coisas era boa, mas qualquer coisa que incentive a leitura é bem-vinda. Mas se você passou dos 30 e é nerd... Buscapé, Bookfinder (ou o AddALL), Google e o Estante Virtual [no site, e não lá] valem mais a pena.
Veredicto: vou passar a dar ênfase às Feiras da Providência. Comprar carrancas, doces esquisitos, quem sabe até um CD de música típica andina...
Sairei do Riocentro mais satisfeito.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Argo
Resenha rápida, para tirar o blog do marasmo.
Nome original: Argo
Duração: 2hs -- Ano: 2012 -- Trailer (OBS: não veja! droga de trailers atuais, que entregam cenas chaves ao invés de só te deixaram no suspense)
De: Ben Affleck (de Atração Perigosa)
Com: Ben Affleck (de Barrados no Shopping e Demolidor), Bryan Cranston (o pai da família em Malcolm in the Middle), Alan Arkin (de Pequena Miss Sunshine), John Goodman (de A Vingança dos Nerds e o Fred Flintstone do 1º filme), Victor Garber (de Legalmente Loira e Titanic, um daqueles caras que você sempre vê por aí, mas parece que nunca é o principal), os 6 reféns (Tate Donovan, Clea DuVall, Scoot McNairy, Rory Cochrane, Christopher Denham e Kerry Bishé) e Sheila Vand (papel pequeno mas importante, e eu sempre gosto de citar as mulheres bonitas).
Resumindo: ótimo filme. Queria poder fazer elogios à direção, fotografia, e todas essas coisas mais técnicas. Mas não entendo nada do babado. E também não sou tão velho a ponto de ter lembranças "ao vivo" da crise dos reféns, então não há do que reclamar de "Isso não foi assim!!!". Não sei. Até onde sei, foi tudo igual. [mas não foi, hein! no mínimo do mínimo, leiam o artigo da Wikipedia] Boa parte do que lembro devem ter sido de retrospectivas televisivas de alguns (ou mais) anos depois, e só lembrava dos que ficaram presos na embaixada americana, não dos que "escaparam". Mas eu lembro do Aiatolá Khomeini! Isso é da minha geração ainda. Tínhamos ditadores bem mais interessantes na minha época. O Ahmadinejad e o Assad até que tentam, mas nunca terão o "charme vilanesco" do Kadafi nos seus bons tempos, por ex..
Ok, mas vamos ao filme. Para quem é muito novo para lembrar, existiu uma Crise dos Reféns no Irã, em que empregados da embaixada norte-americana ficaram na mão de militantes por quase 2 anos. Mas meia dúzia conseguiu escapar a tempo e ficaram escondidos na embaixada canadense. O filme é sobre o que foi feito para tentar tirar esses 6 de lá em segurança. O trailer e todo o marketing do filme já diz o que foi feito. Mas se puder, veja sem saber, só pela surpresa [e na hora lembre: fatos reais!]
E é isso. Belas cenas [por falar nisso, a Torre Azadi é muito maneira. No filme ela pareceu ser maior do que realmente é, e ela seria extramente foda se tivesse o dobro ou triplo da altura, mas ainda assim, muito bonita], tensão sem parar, e nenhuma cena é desperdiçada. Nada ali pareceu estar em cena só para dramatizar, dar um charme ou encher película. E eu não lembrava que na crise tinham esses 6 em paralelo (se bem que por mais que eles temessem por suas vidas, o "cativeiro" deles foi bem mais aprazível que dos demais) e, para assistir ao filme, não lembrar de nada do que aconteceu é bom. Como é baseado em fatos reais, eu vi o filme esperando qualquer tipo de final. Até onde eu sabia, tanto podia metade deles ter morrido, como ter dado tudo certo, ou terem sido todos fuzilados.
Filme altamente recomendável para galera jovem que quer ver um bom trhiller de tensão ou que seja fã do Ben Affleck (sim, existe!); para os medianos como eu, que sabem quem eram os ditadores da época e tem boas noções do contexto; e até para quem lembra de tudo aquilo. Depois de ver o filme eu liguei para os meus pais e o recomendei para a minha mãe, falei até que ela podia falar para o meu pai que ele também gostará [ele sofre quando minha mãe o leva para ver filmes como "O Gato do Rabino" ou "Babel"]
Tudo bem que já "enganei" minha mãe [não foi de propósito] e a fiz ver Distrito 9, falando que era um filme sobre racismo e segregação. :-D [pô, mas é!]
Como já disse numa das primeiras postagens do blog (e acima), não sei comentar muito quando é para elogiar. Mas para não terminar outra postagem dizendo que alguma das atrizes do filme é uma graça (Kerry Bishé [olhei o imdb e não concluí de onde a conheço. Acho que de Scrubs mesmo]), e eu tenho tão pouco para ranzinzar em cima do filme [vide nome do blog], que vou comentar a cena mais inútil de ser comentada. Aquela que fará você terminar essa postagem pensando "ah, peraí... filmaço sobre política, CIA e crise no oriente... e o cara vem me falar DISSO?!". Pois... Vide novamente o nome do blog, a parte antes do Ranzinza.
Não sei se foi um "erro proposital", para dar realismo cenográfico (afinal, era um quarto de criança - se bem que até por isso mesmo, talvez fosse menos provável de estar errado), mas mais alguém teve a cretinice de reparar que erraram a posição dos bonequinhos? Colocaram o jawa no lugar de um dos sujeitos do povo da areia e vice-versa. [não falei? pior fim de postagem sobre o filme Argo possível!]
Ah, pensei em algo útil: para quem quiser se aprofundar, foi lançado no Brasil o livro Argo, escrito pelo agente que é o Ben Affleck no filme. Detestável a capa ser o cartaz do filme, mas editora brasileira tem essa mania ofensiva... Obrigado, editoras. Muito gentil da parte de vocês. A capa americana nem é tão melhor assim, e ainda parece o cartaz de 11 Homens e Um Segredo, mas passa.
Ah, e resenhas dos meus 2 sites preferidos para linkar resenhas:
Cinema com Rapadura: consagração como cineasta / poderoso thriller político
Screen Rant: a tense and captivating ride
E alguns comentários mais longos sobre fatos x ficção no filme, também do Screen Rant.
Nome original: Argo
Duração: 2hs -- Ano: 2012 -- Trailer (OBS: não veja! droga de trailers atuais, que entregam cenas chaves ao invés de só te deixaram no suspense)
De: Ben Affleck (de Atração Perigosa)
Com: Ben Affleck (de Barrados no Shopping e Demolidor), Bryan Cranston (o pai da família em Malcolm in the Middle), Alan Arkin (de Pequena Miss Sunshine), John Goodman (de A Vingança dos Nerds e o Fred Flintstone do 1º filme), Victor Garber (de Legalmente Loira e Titanic, um daqueles caras que você sempre vê por aí, mas parece que nunca é o principal), os 6 reféns (Tate Donovan, Clea DuVall, Scoot McNairy, Rory Cochrane, Christopher Denham e Kerry Bishé) e Sheila Vand (papel pequeno mas importante, e eu sempre gosto de citar as mulheres bonitas).
Resumindo: ótimo filme. Queria poder fazer elogios à direção, fotografia, e todas essas coisas mais técnicas. Mas não entendo nada do babado. E também não sou tão velho a ponto de ter lembranças "ao vivo" da crise dos reféns, então não há do que reclamar de "Isso não foi assim!!!". Não sei. Até onde sei, foi tudo igual. [mas não foi, hein! no mínimo do mínimo, leiam o artigo da Wikipedia] Boa parte do que lembro devem ter sido de retrospectivas televisivas de alguns (ou mais) anos depois, e só lembrava dos que ficaram presos na embaixada americana, não dos que "escaparam". Mas eu lembro do Aiatolá Khomeini! Isso é da minha geração ainda. Tínhamos ditadores bem mais interessantes na minha época. O Ahmadinejad e o Assad até que tentam, mas nunca terão o "charme vilanesco" do Kadafi nos seus bons tempos, por ex..
Ok, mas vamos ao filme. Para quem é muito novo para lembrar, existiu uma Crise dos Reféns no Irã, em que empregados da embaixada norte-americana ficaram na mão de militantes por quase 2 anos. Mas meia dúzia conseguiu escapar a tempo e ficaram escondidos na embaixada canadense. O filme é sobre o que foi feito para tentar tirar esses 6 de lá em segurança. O trailer e todo o marketing do filme já diz o que foi feito. Mas se puder, veja sem saber, só pela surpresa [e na hora lembre: fatos reais!]
E é isso. Belas cenas [por falar nisso, a Torre Azadi é muito maneira. No filme ela pareceu ser maior do que realmente é, e ela seria extramente foda se tivesse o dobro ou triplo da altura, mas ainda assim, muito bonita], tensão sem parar, e nenhuma cena é desperdiçada. Nada ali pareceu estar em cena só para dramatizar, dar um charme ou encher película. E eu não lembrava que na crise tinham esses 6 em paralelo (se bem que por mais que eles temessem por suas vidas, o "cativeiro" deles foi bem mais aprazível que dos demais) e, para assistir ao filme, não lembrar de nada do que aconteceu é bom. Como é baseado em fatos reais, eu vi o filme esperando qualquer tipo de final. Até onde eu sabia, tanto podia metade deles ter morrido, como ter dado tudo certo, ou terem sido todos fuzilados.
Filme altamente recomendável para galera jovem que quer ver um bom trhiller de tensão ou que seja fã do Ben Affleck (sim, existe!); para os medianos como eu, que sabem quem eram os ditadores da época e tem boas noções do contexto; e até para quem lembra de tudo aquilo. Depois de ver o filme eu liguei para os meus pais e o recomendei para a minha mãe, falei até que ela podia falar para o meu pai que ele também gostará [ele sofre quando minha mãe o leva para ver filmes como "O Gato do Rabino" ou "Babel"]
Tudo bem que já "enganei" minha mãe [não foi de propósito] e a fiz ver Distrito 9, falando que era um filme sobre racismo e segregação. :-D [pô, mas é!]
Como já disse numa das primeiras postagens do blog (e acima), não sei comentar muito quando é para elogiar. Mas para não terminar outra postagem dizendo que alguma das atrizes do filme é uma graça (Kerry Bishé [olhei o imdb e não concluí de onde a conheço. Acho que de Scrubs mesmo]), e eu tenho tão pouco para ranzinzar em cima do filme [vide nome do blog], que vou comentar a cena mais inútil de ser comentada. Aquela que fará você terminar essa postagem pensando "ah, peraí... filmaço sobre política, CIA e crise no oriente... e o cara vem me falar DISSO?!". Pois... Vide novamente o nome do blog, a parte antes do Ranzinza.
Não sei se foi um "erro proposital", para dar realismo cenográfico (afinal, era um quarto de criança - se bem que até por isso mesmo, talvez fosse menos provável de estar errado), mas mais alguém teve a cretinice de reparar que erraram a posição dos bonequinhos? Colocaram o jawa no lugar de um dos sujeitos do povo da areia e vice-versa. [não falei? pior fim de postagem sobre o filme Argo possível!]
Ah, pensei em algo útil: para quem quiser se aprofundar, foi lançado no Brasil o livro Argo, escrito pelo agente que é o Ben Affleck no filme. Detestável a capa ser o cartaz do filme, mas editora brasileira tem essa mania ofensiva... Obrigado, editoras. Muito gentil da parte de vocês. A capa americana nem é tão melhor assim, e ainda parece o cartaz de 11 Homens e Um Segredo, mas passa.
Ah, e resenhas dos meus 2 sites preferidos para linkar resenhas:
Cinema com Rapadura: consagração como cineasta / poderoso thriller político
Screen Rant: a tense and captivating ride
E alguns comentários mais longos sobre fatos x ficção no filme, também do Screen Rant.
Assinar:
Comentários (Atom)








