Já tinha o 100 Gatos Que Mudaram o Mundo faz tempo, mas aí, só para "completar a coleção", ontem comprei o 100 Cães.... e bateu agora a curiosidade de saber se existia algum outro livro na série. Sei lá, 100 Aves seria possível (nunca se sabe, algum pato ou papagaio podem ter salvado a vida de alguém famoso). Pois bem, fui na Amazon, olhei a lista de livros do cara (Sam Stall), e encontro isso no meio:
[até quando a gente não está sendo nerd... a nerdice vai atrás...]
Infelizmente não é um filme, é um livro (não que seja ruim, mas se fossem os 2 seria muito melhor). Quem se interessar, saiba que na Amazon já não tem muitos em estoque. (link, obs: comprem o Bargain se ainda tiver, é a mesma coisa, no máximo com um carimbo quase invisível, e menos da metade do preço).
Detalhe importante para fãs de Duna: o co-autor do livro é Kevin D. Anderson - não é J. Anderson. Então menos mal.
Resenha do livro: Gil T.'s Pleasures - Night of the Living Trekkies
A única que eu li na verdade (fora algumas na Amazon depois). Achei legal que os trekkers/trekkies são bem tratados na história. E gostei até da capa meio ridícula, me lembrou a antiga série Mestres do Horror e da Fantasia, da Francisco Alves. Agora é esperar chegar. [já ler e resenhar, aí pode demorar]
quinta-feira, 19 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Io Sono Paranza dei Cachi
Fiz faz algum tempo postagens sobre músicas em holandês (link) e em russo (link). Continuando agora a educação musical de vocês... Hoje é aula de italiano!
Antes de mais nada, histórico! Era uma noite fria e tempestuosa... Trovões clamavam a soberania dos céus... O sono se evadia... E aí eu fiquei vendo Jô Soares entrevistando um cantor nordestino bizarro e com músicas que não ficavam atrás! (parte da entrevista aqui) Mas o ritmo de algumas era legal, e as letras e a voz do cara tão... anômalas!, que eu tive que ir atrás e guardar algumas, para não esquecer daquilo.
A principal delas é esta: Hélio dos Passos - Nas Ondas da Vida (Fica Comigo Agora).
Ouça a música acima antes de continuar.
Pois bem... Sei lá como, fui parar outro dia no clipe abaixo: [adoro o Youtube e suas recomendações insanas] Gianluca Grignani - L'Aiuola
Para incentivar vocês a verem: as dançarinas vão tirando a roupa ao longo do clipe.
Se preferirem, link para uma versão ligeiramente techno.
E se você está pensando em pedir para sua namorada se vestir desse jeito, tenho uma sugestão melhor: Alex Gaudino & Crystal Waters - Destination Calabria. [não fugi do tema, o Gaudino é italiano] [e clipe em versão legendada só para implicar, para você não saber se lê ou se olha as dançarinas]
Ok, deixemos perversões de lado e continuemos... Depois e esbarrar nisso acima e levar um baita susto ouvindo Hélio dos Passos em italiano cantado pelo Skid Row... Resolvi dar uma pesquisada e acabei ouvindo mais músicas italianas em 1 semana que nos últimos muitos anos. [Boys, boys, boys, I'm looking for a good time...]. E duas eu achei tão legais, que resolvi fazer uma postagem. Abaixo estão 3, que uma outra também achei que merecia constar.
1) Daniele Silvestri - La Paranza
Paranza, dentre outros significados, é uma fritada de peixes pequenos; mas aqui é o
nome de um estilo de dança, então não dá para traduzir.
Essa é a minha preferida do trio.
Tomem também a versão ao vivo e até uma paródia: "A Pança".
E se ao invés de um cara que parece o irmão do Zeca Pagodinho, vocês preferirem uma versão em voz feminina, por uma bella ragazza, segue link:
Virginia Raffaele - La Paranza
Ela é uma atriz e comediante italiana, mas canta muito bem. Vale a pena seguir as sugestões do Youtube de outras músicas dela no Radio2 Social Club (site oficial: link). Por ora, recomendo essa aqui também: Papaveri e Papere.
2) Elio e le Storie Tese - La Terra dei Cachi (A Terra dos Caquis)
Essa música é uma crítica bem humorada a vários dos problemas e escândalos
italianos, por isso o nome. OBS: ela fica mais animada a partir de 1:10.
Nota: no meio da música eles falam mesmo de fantasma, mas não de ectoplasma (era o que eu ouvia antes de ler a letra, mas é de plasma do sangue mesmo que eles falam, criticando questões médicas do país). [esse é o 3º clipe, que entrou na repescagem]
3) Tricarico - Io sono Francesco (Eu sou Francisco)
Esta é enganosa, a música soa como algo alegre e divertido, mas o clipe parece o
pesadelo de alguém e a letra é até bem dramática. [foi um susto quando a traduzi]
Nota: sim, ele está xingando a professora. Mas para cortar um pouco o drama, esta música também tem paródia: Io sono Mister Max
[OBS: nessa postagem inteira os links externos abrem em outra aba... fiz para aprender como era, mas é muito chato ficar colocando a tag nos links e tem gente que não gosta. Além de irritar ainda mais se você usa o IE. (mas você não devia usar o IE para começo de conversa...) Não acontecerá novamente. Quem achou legal, aprenda a ter o mesmo efeito da forma antiga: clique no link segurando a tecla Ctrl. Porque eu, nunca mais faço isso. (igual postar usando tabelas, impraticável sem ajuda do Dreamweaver)]
E só para não terminar o texto numa OBS, mais alguns links:
Mina - Tintarella di Luna (essa os brasileiros conhecem!) [putz! ela dança igual a Morticia]
Rita Pavone - Datemi Un Martello (outra conhecida por aqui, e com legendas)
Milva - Bella Ciao (vale conhecer a história da música para quem "gosta" da 2ª Guerra)
E um pouco mais de Virginia Raffaele
Antes de mais nada, histórico! Era uma noite fria e tempestuosa... Trovões clamavam a soberania dos céus... O sono se evadia... E aí eu fiquei vendo Jô Soares entrevistando um cantor nordestino bizarro e com músicas que não ficavam atrás! (parte da entrevista aqui) Mas o ritmo de algumas era legal, e as letras e a voz do cara tão... anômalas!, que eu tive que ir atrás e guardar algumas, para não esquecer daquilo.
A principal delas é esta: Hélio dos Passos - Nas Ondas da Vida (Fica Comigo Agora).
Ouça a música acima antes de continuar.
Pois bem... Sei lá como, fui parar outro dia no clipe abaixo: [adoro o Youtube e suas recomendações insanas] Gianluca Grignani - L'Aiuola
Para incentivar vocês a verem: as dançarinas vão tirando a roupa ao longo do clipe.
Se preferirem, link para uma versão ligeiramente techno.
E se você está pensando em pedir para sua namorada se vestir desse jeito, tenho uma sugestão melhor: Alex Gaudino & Crystal Waters - Destination Calabria. [não fugi do tema, o Gaudino é italiano] [e clipe em versão legendada só para implicar, para você não saber se lê ou se olha as dançarinas]
Ok, deixemos perversões de lado e continuemos... Depois e esbarrar nisso acima e levar um baita susto ouvindo Hélio dos Passos em italiano cantado pelo Skid Row... Resolvi dar uma pesquisada e acabei ouvindo mais músicas italianas em 1 semana que nos últimos muitos anos. [Boys, boys, boys, I'm looking for a good time...]. E duas eu achei tão legais, que resolvi fazer uma postagem. Abaixo estão 3, que uma outra também achei que merecia constar.
1) Daniele Silvestri - La Paranza
Paranza, dentre outros significados, é uma fritada de peixes pequenos; mas aqui é o
nome de um estilo de dança, então não dá para traduzir.
Essa é a minha preferida do trio.
Tomem também a versão ao vivo e até uma paródia: "A Pança".
E se ao invés de um cara que parece o irmão do Zeca Pagodinho, vocês preferirem uma versão em voz feminina, por uma bella ragazza, segue link:
Virginia Raffaele - La Paranza
Ela é uma atriz e comediante italiana, mas canta muito bem. Vale a pena seguir as sugestões do Youtube de outras músicas dela no Radio2 Social Club (site oficial: link). Por ora, recomendo essa aqui também: Papaveri e Papere.
2) Elio e le Storie Tese - La Terra dei Cachi (A Terra dos Caquis)
Essa música é uma crítica bem humorada a vários dos problemas e escândalos
italianos, por isso o nome. OBS: ela fica mais animada a partir de 1:10.
Nota: no meio da música eles falam mesmo de fantasma, mas não de ectoplasma (era o que eu ouvia antes de ler a letra, mas é de plasma do sangue mesmo que eles falam, criticando questões médicas do país). [esse é o 3º clipe, que entrou na repescagem]
3) Tricarico - Io sono Francesco (Eu sou Francisco)
Esta é enganosa, a música soa como algo alegre e divertido, mas o clipe parece o
pesadelo de alguém e a letra é até bem dramática. [foi um susto quando a traduzi]
Nota: sim, ele está xingando a professora. Mas para cortar um pouco o drama, esta música também tem paródia: Io sono Mister Max
[OBS: nessa postagem inteira os links externos abrem em outra aba... fiz para aprender como era, mas é muito chato ficar colocando a tag nos links e tem gente que não gosta. Além de irritar ainda mais se você usa o IE. (mas você não devia usar o IE para começo de conversa...) Não acontecerá novamente. Quem achou legal, aprenda a ter o mesmo efeito da forma antiga: clique no link segurando a tecla Ctrl. Porque eu, nunca mais faço isso. (igual postar usando tabelas, impraticável sem ajuda do Dreamweaver)]
E só para não terminar o texto numa OBS, mais alguns links:
Mina - Tintarella di Luna (essa os brasileiros conhecem!) [putz! ela dança igual a Morticia]
Rita Pavone - Datemi Un Martello (outra conhecida por aqui, e com legendas)
Milva - Bella Ciao (vale conhecer a história da música para quem "gosta" da 2ª Guerra)
E um pouco mais de Virginia Raffaele
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Tucker & Dale contra O Mal
Nome original: Tucker and Dale vs Evil
Duração: 1h25min -- País: Canadá/EUA -- Ano: 2010
Trailer: aviso logo, o trailer entrega muita coisa. Eu assisti para decidir ver o filme... Se você confia em mim, veja o filme sem o trailer; caso não, duas opções: faça como eu e veja o Trailer e depois espere quase 2 meses antes de ver o filme [mas eu não planejei isso, foi mero acaso mesmo], que assim você esquece de boa parte dele e lembra só que quer ver o filme, ou faz o seguinte: assista ao trailer em alemão ou em russo, que você pega o espírito da coisa, entregando um pouco menos das cenas, e nada das falas.
De: Eli Craig e Morgan Jurgenson -- Com: Tyler Labine (o melhor amigo do protagonista de Reaper [excelente série! merecia ter durado mais]), Alan Tudyk (o Wash de Firefly), Katrina Bowden (a loirinha assistente da Tina Fey em 30 Rock) e Jesse Moss (antigo dublador do Enzo Matrix).
A história... Bem, se você não resistiu e viu o trailer, está lá, até demais. Caso não, segue a sinopse oficial em Portugal (porque aqui em Pindorama... nada do filme ser lançado): « Tucker & Dale Contra o Mal é uma sangrenta e hilariante comédia de terror que conta a história de dois amigos, um par típico de campónios [caipiras] bem-intencionados e inofensivos que, devido a uma série de terríveis mal-entendidos, acabam por ser confundidos como sendo psicopatas homicidas por um grupo de estudantes universitários.»
E é isso. Postagem curta mesmo, era só para dar a recomendação. Não me acabei de rir como vi gente comentando por aí, mas foi uma ótima sessão-da-tarde [vi durante o café-da-manhã, que foi as 11:30 porque acordei tarde]. Os personagens funcionam, as piadas são idiotas mas não soam forçadas, é aquela coisa mais antiquada de te fazer rir com algo e seguir em frente como se nada tivesse acontecido -- ao invés das porcarias atuais em que você vê que o ator vai soltar uma gracinha, que o roteirista achou que seria super engraçada, aí a cena praticamente pára para você (teoricamente) rir, e só depois continua.
A parte final do filme dá uma acalmada, mas não chega a ser ruim. Vi crítica dizendo que o filme é uma mesma piada esticada por tempo demais. Bem, o filme é curto (nem chega em 80 minutos desconsiderando os créditos), e se a piada for divertida, ok... podem esticar. O fato é que está com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 8 no IMDb - isso é mais que Titanic e quase igual ao Avatar. [ok, sabemos que é porque o filme é desconhecido e só quem gostou foi lá votar, mas por um brevíssimo instante, você ficou impressionado!]
Agora é torcer para algum dia fazerem uma continuação. O filme já está "velho" e se até agora não falaram nada, não deve existir. Mas com esse título "X e Y contra Z", a primeira coisa que eu pensei é que os personagens Tucker e Dale fossem de alguma série de livros, quadrinhos, esquetes de televisão ou até mesmo de algum seriado antigo, só conhecido pelos canadenses. E a segunda coisa foi que um título com um "versus" no meio pedia uma série. "Tucker & Dale contra o Terror", "contra a Inglaterra", "contra o Diabo" até, qualquer coisa. Eu assistiria.
Bem, fico por aqui e seguem duas resenhas interessantes sobre o filme:
CineSnark: It was worth the wait
ScreenRant: (...) deliciously fun satire (...) delivering plenty of outrageous entertainment.
Duração: 1h25min -- País: Canadá/EUA -- Ano: 2010
Trailer: aviso logo, o trailer entrega muita coisa. Eu assisti para decidir ver o filme... Se você confia em mim, veja o filme sem o trailer; caso não, duas opções: faça como eu e veja o Trailer e depois espere quase 2 meses antes de ver o filme [mas eu não planejei isso, foi mero acaso mesmo], que assim você esquece de boa parte dele e lembra só que quer ver o filme, ou faz o seguinte: assista ao trailer em alemão ou em russo, que você pega o espírito da coisa, entregando um pouco menos das cenas, e nada das falas.
De: Eli Craig e Morgan Jurgenson -- Com: Tyler Labine (o melhor amigo do protagonista de Reaper [excelente série! merecia ter durado mais]), Alan Tudyk (o Wash de Firefly), Katrina Bowden (a loirinha assistente da Tina Fey em 30 Rock) e Jesse Moss (antigo dublador do Enzo Matrix).
A história... Bem, se você não resistiu e viu o trailer, está lá, até demais. Caso não, segue a sinopse oficial em Portugal (porque aqui em Pindorama... nada do filme ser lançado): « Tucker & Dale Contra o Mal é uma sangrenta e hilariante comédia de terror que conta a história de dois amigos, um par típico de campónios [caipiras] bem-intencionados e inofensivos que, devido a uma série de terríveis mal-entendidos, acabam por ser confundidos como sendo psicopatas homicidas por um grupo de estudantes universitários.»
E é isso. Postagem curta mesmo, era só para dar a recomendação. Não me acabei de rir como vi gente comentando por aí, mas foi uma ótima sessão-da-tarde [vi durante o café-da-manhã, que foi as 11:30 porque acordei tarde]. Os personagens funcionam, as piadas são idiotas mas não soam forçadas, é aquela coisa mais antiquada de te fazer rir com algo e seguir em frente como se nada tivesse acontecido -- ao invés das porcarias atuais em que você vê que o ator vai soltar uma gracinha, que o roteirista achou que seria super engraçada, aí a cena praticamente pára para você (teoricamente) rir, e só depois continua.
A parte final do filme dá uma acalmada, mas não chega a ser ruim. Vi crítica dizendo que o filme é uma mesma piada esticada por tempo demais. Bem, o filme é curto (nem chega em 80 minutos desconsiderando os créditos), e se a piada for divertida, ok... podem esticar. O fato é que está com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 8 no IMDb - isso é mais que Titanic e quase igual ao Avatar. [ok, sabemos que é porque o filme é desconhecido e só quem gostou foi lá votar, mas por um brevíssimo instante, você ficou impressionado!]
Agora é torcer para algum dia fazerem uma continuação. O filme já está "velho" e se até agora não falaram nada, não deve existir. Mas com esse título "X e Y contra Z", a primeira coisa que eu pensei é que os personagens Tucker e Dale fossem de alguma série de livros, quadrinhos, esquetes de televisão ou até mesmo de algum seriado antigo, só conhecido pelos canadenses. E a segunda coisa foi que um título com um "versus" no meio pedia uma série. "Tucker & Dale contra o Terror", "contra a Inglaterra", "contra o Diabo" até, qualquer coisa. Eu assistiria.
Bem, fico por aqui e seguem duas resenhas interessantes sobre o filme:
CineSnark: It was worth the wait
ScreenRant: (...) deliciously fun satire (...) delivering plenty of outrageous entertainment.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Simon's Cat
Eu tenho a impressão que conheci isso como animações em Flash (o bom e velho SWF) e não vídeos do Youtube.... Bem, não importa.Postagem rápida, então nem vou pesquisar por site original, página do Wikipedia nem nada... [acabei não resistindo. Wikipedia e site oficial] Há alguns melhores que outros, mas quem tem experiência com gatos não terá como não rir de vários dos vídeos. Não vi todos ainda (ou vi anos atrás e não lembro), mas todos os 21 curtas (entre 1 e 3 min) estão nesta página. Os 3 abaixo são muito bons:
Catnap: Um gatinho sonolento quer um afago (já vi igualzinho)Double Trouble: O gatinho aprende a defender a comida
Cat & Mouse: Você, um computador... E um gato! (ainda não puxaram a minha tomada, mas usar o teclado ou caçar a seta... é de lei.)
sábado, 30 de junho de 2012
Ask Justine
Mais uma postagem da série "Para passar o tempo". Mas eu estava pesquisando hinos nacionais... Juro que estava! Especificamente o Ij Io̧kwe Ļo̧k (o antigo hino das Ilhas Marshall). [sim, existem motivos que levam uma pessoa a isso!]
Mas no resultado (aqui a tela, salvei para ter provas, caso o resultado mude) apareceu a imagem de uma garota loira. Na verdade, praticamente todos os resultados foram com ela. Eu não reparara que no meio da tela o Youtube ignorou as palavras estranhas e procurou apenas por "Ij".
"Será que ela é algum tipo de apresentadora nas Ilhas Marshall?"... Cliquei!
E lá se foram 2 horas assistindo besteiras. [não que eu esteja reclamando]
Com tantos vídeos da menina na internet, as miniaturas que o Youtube me mostrou foram provavelmente as mais infelizes, mas na hora eu realmente achei que tinha alguma relação com as ilhas e fiquei curioso.
Basicamente: a garota responde perguntas feitas para ela. Simples assim. Mas ela é bonitinha, faz tudo com humor [e ela não é uma mongolzinha que resolveu se postar na internet, ela é profissional de edição de vídeo e design gráfico], então daí para fazer sucesso, foi um pulo. E ela já era um tipo de celebridade da Internet antes [não pesquisei a fundo, que ócio tem limite], então também não começou tão do zero - e explica já ter gente fazendo pergunta desde o episódio 1. Ela tem outros canais e vídeos mais antigos, mas preferi me manter fiel e fiquei assistindo principalmente os de respostas.
E parando de enrolação... links:
Links informativos: Ela no Wikipedia -- Who is Justine Ezarik
Vídeos: Ask Ij - vídeo nº 1 (obs: depois de algum tempo a vinheta irritante mudou)
E esses são os primeiros que eu vi, seguindo as "sugestões" do Youtube.
primeiro - segundo - terceiro - Ela não quer salmão!
(não me preocupo em linkar muitos ou escolher preferidos, porque se você entrar no embalo - ou detestar do fundo do coração - um dos links acima já será suficiente)
A parte preocupante é que, de acordo com as estatísticas, o principal público destes vídeos são garotas de 13 a 24 anos...
O que me leva a outro pensamento [agora preocupado com a sanidade mundial, e não só com a minha]: esses vídeos, com uma linda loira de quase 30, profissional de tecnologia, conhecedora de memes e um grande senso de humor... É assistida por meninas.
Até aí, ótimo. Mas vai você checar o principal público de danças cover de Seikan Hikou ou Caramelldansen, por exemplo, geralmente feitas por meninas japoneses de uns 14 anos... Pois é... que merda de mundo. Público principal: homens de 35 à 55. [obs: que fique claro, meu interesse é puramente musical/coreográfico. eu gosto de ver a precisão. estou nem linkando para ninguém reclamar de nada]
E que coisa... terminei a postagem sobre vídeos bem humorados com pensamentos depressivos. Então tomem esse clip, que é outro que envolve uma musica legal, coreografia, e eu também gosto. [e a dançarina tinha quase 40! então posso linkar. rs!]
[ATUALIZAÇÃO 4/AGO]: encontrei algo que é vagamente uma versão nacional da iJustine. Divertido também. É o 5inco Minutos da Kéfera Buchmann. Podem assistir.
Mas no resultado (aqui a tela, salvei para ter provas, caso o resultado mude) apareceu a imagem de uma garota loira. Na verdade, praticamente todos os resultados foram com ela. Eu não reparara que no meio da tela o Youtube ignorou as palavras estranhas e procurou apenas por "Ij".
"Será que ela é algum tipo de apresentadora nas Ilhas Marshall?"... Cliquei!
E lá se foram 2 horas assistindo besteiras. [não que eu esteja reclamando]
Com tantos vídeos da menina na internet, as miniaturas que o Youtube me mostrou foram provavelmente as mais infelizes, mas na hora eu realmente achei que tinha alguma relação com as ilhas e fiquei curioso.
Basicamente: a garota responde perguntas feitas para ela. Simples assim. Mas ela é bonitinha, faz tudo com humor [e ela não é uma mongolzinha que resolveu se postar na internet, ela é profissional de edição de vídeo e design gráfico], então daí para fazer sucesso, foi um pulo. E ela já era um tipo de celebridade da Internet antes [não pesquisei a fundo, que ócio tem limite], então também não começou tão do zero - e explica já ter gente fazendo pergunta desde o episódio 1. Ela tem outros canais e vídeos mais antigos, mas preferi me manter fiel e fiquei assistindo principalmente os de respostas.
E parando de enrolação... links:
Links informativos: Ela no Wikipedia -- Who is Justine Ezarik
Vídeos: Ask Ij - vídeo nº 1 (obs: depois de algum tempo a vinheta irritante mudou)
E esses são os primeiros que eu vi, seguindo as "sugestões" do Youtube.
primeiro - segundo - terceiro - Ela não quer salmão!
(não me preocupo em linkar muitos ou escolher preferidos, porque se você entrar no embalo - ou detestar do fundo do coração - um dos links acima já será suficiente)
A parte preocupante é que, de acordo com as estatísticas, o principal público destes vídeos são garotas de 13 a 24 anos...
O que me leva a outro pensamento [agora preocupado com a sanidade mundial, e não só com a minha]: esses vídeos, com uma linda loira de quase 30, profissional de tecnologia, conhecedora de memes e um grande senso de humor... É assistida por meninas.
Até aí, ótimo. Mas vai você checar o principal público de danças cover de Seikan Hikou ou Caramelldansen, por exemplo, geralmente feitas por meninas japoneses de uns 14 anos... Pois é... que merda de mundo. Público principal: homens de 35 à 55. [obs: que fique claro, meu interesse é puramente musical/coreográfico. eu gosto de ver a precisão. estou nem linkando para ninguém reclamar de nada]
E que coisa... terminei a postagem sobre vídeos bem humorados com pensamentos depressivos. Então tomem esse clip, que é outro que envolve uma musica legal, coreografia, e eu também gosto. [e a dançarina tinha quase 40! então posso linkar. rs!]
[ATUALIZAÇÃO 4/AGO]: encontrei algo que é vagamente uma versão nacional da iJustine. Divertido também. É o 5inco Minutos da Kéfera Buchmann. Podem assistir.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Branca de Neve e o Caçador
Nome original: Snow White and the Huntsman
Duração: 2h07min -- Ano: 2012 -- Trailer 1 e Trailer 2
De: Rupert Sanders (que não fez nada antes)
Com: Kristen Stewart (a mocinha sem sal de Crepúsculo), Chris Hemsworth (o Thor), Charlize Theron (a Æon Flux... hum, vamos melhorar isso um pouco: ganhadora do Oscar por Monstro, deusa imortal em Hancock, e esteve em Advogado do Diabo e Regras da Vida) [favoritismo? quem? eu?] e Bob Hoskins (o Mario). [que Mario? Esse].
Comentários rápidos antes da resenha:
■ Trasgo não é a tradução correta para Troll. Mas valeu por ressuscitarem um termo que não ouvia desde criança. [talvez não tenham querido traduzir como troll mesmo devido a gíria de hoje em dia - mesmo que a gíria na verdade tenha surgido sem nenhuma relação com o ser mitológico]
■ O filme tem momentos primorosos. As cenas são bonitas. Mas é tudo mesclado com falas horríveis. [outra atriz como a Branca teria ajudado também...] [mas não a menina do Jogos Vorazes, como muitos queriam, por favor]
■ Por falar em falas patéticas... Aquele foi o pior discurso inspirador que já vi.
Ok, a desculpa foi dada pelo próprio filme, quando ela diz antes que não saberia o que fazer. Na própria cena ela surge tentando bolar às pressas o discurso. [se bem que isso me chamaram a atenção depois, na hora eu não entendi do quê diabos ela balbuciava] Ainda assim... teria preferido o clichê de "na hora... você saberá o que falar", e ela dar uma de William Wallace ou John Blutarsky.
■ Trilha sonora do Tron? TUUUMMMM...
■ Porque a Rainha Má não virou nuvem de corvos [por falar nisso... "Ravena"? É sério?] logo no começo, matava a garota, e tudo resolvido?
■ Hein? Continuação?!
■ Por favor, parem de usar a expressão "O(A) Escolhido(a)". Cansou. É sério.
■ E para não dizer que não falei de flores... Gostei de como fizeram a floresta mágica. Ficou bem Disney, mas sem galhofar [mas eu podia ter ficado sem as fadinhas "brotando" dos pássaros] e sem tentar dar um ar "realista" (porque não daria certo mesmo...). Conseguiram até fazer passarinhos mostrando o caminho sem eles fazerem cara de "psiu, por aqui!".
■ Ah, eu avisei.
E agora... Pela primeira vez no site... Resenha musical:
Duração: 2h07min -- Ano: 2012 -- Trailer 1 e Trailer 2
De: Rupert Sanders (que não fez nada antes)
Com: Kristen Stewart (a mocinha sem sal de Crepúsculo), Chris Hemsworth (o Thor), Charlize Theron (a Æon Flux... hum, vamos melhorar isso um pouco: ganhadora do Oscar por Monstro, deusa imortal em Hancock, e esteve em Advogado do Diabo e Regras da Vida) [favoritismo? quem? eu?] e Bob Hoskins (o Mario). [que Mario? Esse].
Comentários rápidos antes da resenha:
■ Trasgo não é a tradução correta para Troll. Mas valeu por ressuscitarem um termo que não ouvia desde criança. [talvez não tenham querido traduzir como troll mesmo devido a gíria de hoje em dia - mesmo que a gíria na verdade tenha surgido sem nenhuma relação com o ser mitológico]
■ O filme tem momentos primorosos. As cenas são bonitas. Mas é tudo mesclado com falas horríveis. [outra atriz como a Branca teria ajudado também...] [mas não a menina do Jogos Vorazes, como muitos queriam, por favor]
■ Por falar em falas patéticas... Aquele foi o pior discurso inspirador que já vi.
Ok, a desculpa foi dada pelo próprio filme, quando ela diz antes que não saberia o que fazer. Na própria cena ela surge tentando bolar às pressas o discurso. [se bem que isso me chamaram a atenção depois, na hora eu não entendi do quê diabos ela balbuciava] Ainda assim... teria preferido o clichê de "na hora... você saberá o que falar", e ela dar uma de William Wallace ou John Blutarsky.
■ Trilha sonora do Tron? TUUUMMMM...
■ Porque a Rainha Má não virou nuvem de corvos [por falar nisso... "Ravena"? É sério?] logo no começo, matava a garota, e tudo resolvido?
■ Hein? Continuação?!
■ Por favor, parem de usar a expressão "O(A) Escolhido(a)". Cansou. É sério.
■ E para não dizer que não falei de flores... Gostei de como fizeram a floresta mágica. Ficou bem Disney, mas sem galhofar [mas eu podia ter ficado sem as fadinhas "brotando" dos pássaros] e sem tentar dar um ar "realista" (porque não daria certo mesmo...). Conseguiram até fazer passarinhos mostrando o caminho sem eles fazerem cara de "psiu, por aqui!".
■ Ah, eu avisei.
E agora... Pela primeira vez no site... Resenha musical:
segunda-feira, 11 de junho de 2012
O Oito Infinito / O Desaparecimento de Haruhi
Eu acabei vendo a 2ª temporada d'A Melancolia de Haruhi Suzumiya em pouco tempo. Fiquei curioso.
E putz... Cacete! Hahahahah. Malditos. Eu pelo menos estava preparado. Eu já tinha visto a lista de episódios e antes disso já sabia que havia algum tipo de trauma coletivo sobre eles. Bem... Eu sabia da repetição. E depois da 5ª vez fui checar se a próxima seria a última... Fiquei rindo sozinho...
Para quem sabe do que eu estou falando, os vídeos abaixo devem ser conhecidos. Para quem não sabe, talvez fiquem incompreensíveis. Mas vou colocá-los logo mesmo assim. Resto da resenha depois. [e sim, o meme ao lado é velho, mas depois dessa, não pude resistir.]
Endless Eight Finally Gets to Hitler
Endless Eight pisses Hitler off
[sim, os vídeos são aquelas relegendagens do filme A Queda]
Bem, eu pelo menos não precisei esperar 3 anos, na antecipação, para então assistir à essa pegadinha. Eu e meu senso de humor anômalo até conseguiram se divertir com a desgraça que foi feita... Mas PQP! Isso é trauma para uma vida. Eu não me alimento muito bem, então acho que dá para morrer em uns 40 anos... Aí eu esqueço. hahahahaha C*lho! O pior é que ainda estou me divertindo com "aquilo". :-D
Tem uma boa frase, roubada aqui desta review:
(...) it was a very unique approach to dealing with a time-loop storyline. What better way to show how drastic the situation really is than stick the audience in a similar situation, making them go through what the characters are going through?
Quem quiser entender logo de cara o trauma, spoilers nesta postagem.
Antes de continuar, algo sem relação com coisa alguma, mas ficou legal. Cenas do anime parodiando o trailer de Matrix:
Muito bem, voltando...
Duração: novamente, 14 episódios, uns 25 minutos cada um.
Da: Kyoto Animation -- Ano: 2009 -- País: Japão
De: Nagaru Tanigawa (escr.) e Tatsuya Ishihara (dir.)
A temporada tem 3 partes: o 1º episódio; os oito martirizantes Endless; e cinco episódios que mostram a gravação do filme que eles fizeram (o episódio "00", da 1ª temporada). Estes últimos têm ótimos momentos. O gato (sim!) discutindo fenomenologia (talvez?) com os personagens é impagável.
Eu ia recomendar ver os episódios desta temporada no meio das da 1ª, na ordem cronológica, como passou no Japão. É que não existiu uma 2ª temporada na verdade... O que eles fizeram foi reprisar a série, desta vez na ordem cronológica, e inserir novos episódios entre os antigos. Mas aí aconteceu algo legal. Na 1ª temporada eu falei que o final do 6º episódio, que originalmente passou em último, daria um melhor final para a série, mas que era melhor não ver assim, para poder entender. Pois bem, o último desta temporada, que cronologicamente aconteceu depois (se é que não me enganaram), meio que reprisa a cena e vemos o que acontece logo em seguida. Então você "volta" ao que seria o melhor final, e o conclui. Ficou bom. Assistam então a 1ª temporada na ordem que eu sugeri, e depois assista os novos à parte.
Se bem que ainda não é a última vez que vou resenhar a Haruhi. Agora falta ver o filme, que me deixou curioso por mostrar a "et-andróide" (não é andróide, mas explicar direito ia ficar muito longo) agindo como humana. Clique no link abaixo para ver cenas do filme com a música tema (e o comportamento estranho da sujeita).
O Desaparecimento de Haruhi Suzumiya
Música: "Yasashii Boukyaku", por Minori Chihara
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WASURENAIDE!
Demorei tanto para desrascunhar esta postagem, que acabei vendo o filme também. Ok, mesmo conhecendo o desenho faz poucos meses, tornei-me grande fã dele, então a opinião seguinte é de fã, não necessariamente isenta nem imparcial:
O Desaparecimento de Haruhi Suzumiya foi FODA!
Muito bom mesmo. Tem seus momentos monólogos, mas ele faz menção à vários episódio passados, rouba algumas idéias aqui e ali, mostra a Nagato completamente fofa agindo como humana, termina com uma música excelente nos créditos (uma versão mais trista do trailer acima, à capella. Clique aqui), e uma cena pós-créditos extramente bem pensada. [obs: não, ela muito provavelmente não fez o que todo mundo acha que ela fez nesta cena, mas parece que fez, e isso que importa, até mesmo ser vago faz parte da beleza da cena.]
Nome original: 涼宮ハルヒの消失 (Suzumiya Haruhi no Shoshitsu)
Nome em inglês: The Disappearance of Haruhi Suzumiya [é bom dar o nome em inglês porque se você quiser comprar por aqui... Não tem. Não entendo porque o mercado de desenhos e séries japonesas no Brasil é tão baixo. Eu cresci vendo desenho japonês e Espectreman, minha mãe via National Kid e Fantomas, amigos mais novos cresceram vendo Jaspion, Pokemon e outros desenhos que nem conheço, de brinde até temos a maior colônia japonesa do planeta... Nós deveríamos ser o maior mercado disto tudo no mundo!! Mas na prática...]
Duração: 2h44min -- Ano: 2010 -- País: Japão
É pena que até agora não há noticias de uma 3ª temporada ou novo filme. O Desaparecimento compensa completamente pelo Endless Eigth. Então quando eles querem, eles conseguem fazer algo não só bom, mas espetacular. O jeito será ver se traduziram os livros e mangás para inglês ou português... Ou aprender japonês.
Rapidamente resumindo a história: dia normal na escola, final de ano, e a Haruhi está bolando com os companheiros (ou seja, disparando ordens e definindo tudo sem margem para discussão) como será a festa de Natal do clube. Dia seguinte e... algo de muito errado aconteceu com o mundo. A Haruhi desapareceu. Não só sumiu, mas ninguém nem sabe quem ela é, nunca ouviram falar, e os antigos integrantes do clube - que não existe - não reconhecem o Kyon. E não só isso, como eles também são pessoas normais. Ninguém ali é viajante no tempo, paranormal ou andróides alienígenas (notem o plural - só para deixar o nosso herói ainda mais preocupado). E cabe ao nosso mocinho não só resolver o mistério, como também aceitar de uma vez por todas algo que ele veio a série toda reclamando.
O grande trunfo (e destaque) do desenho é justamente a nossa adorável andróide Nagato. Como todos os personagens tiveram que virar pessoas normais, a única realmente alterada é ela, já que todos os demais já eram humanos para começo de conversa. E como seria a "conversão" de um robô sem emoções, que passa o tempo todo lendo num prédio afastado e morando sem companhia: uma garota tímida e solitária que não sabe lidar muito bem com outros e, ha!, com meninos!
De novo: muito bom!
Se você for fã, pelo menos. Não sei se teria o mesmo impacto como um filme isolado.
O que é um bom gancho para recomendar novamente: veja a série toda!
E uma resenha alternativa, com mais elogios:
Anikenkai: "...incrível e altamente recomendado para todos os fãs de animação..."
(mas de novo, ressalva de que será melhor se você assistiu antes a série - e se você não quiser encarar os oito infinitos, assiste só o 1º, o 2º e o último deles de repente)
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E novamente, desrascunhar tudo acima demorou tanto (hoje é 7/dez/2013) [essa vida agitada de blogueiro ainda acaba comigo. rs!], que acabei lendo os 4 primeiros livros [com um bom intervalo entre eles] dos que deram origem a série. Li esta semana justamente o livro do Desaparecimento. [e por isso que lembrei de terminar essa postagem, que estava 90% pronta faz quase 1 ano e meio]. Devo dizer que foi uma surpresa. Todo o humor está lá intocado e foram grandes diversões mesmo sem imagens ajudando (há uma ou outra apenas). Ter visto o anime antes facilita, já que você lembra das cenas e expressões, mas foi uma leitura extremamente agradável e divertida.
Podia ter lido em inglês, mas li pela tradução nacional de fãs (mas eu tenho todos os livros da Little, Brown Books também). Não dou o link porque, tecnicamente, não podiam existir. rs!, mas vai no Google que você encontra. Agradecimentos ao sujeito com nome que é trocadilho de remédio e jardim e toda sua equipe.
Sobre os livros, o primeiro segue a história principal da 1ª temporada, os episódios chamados "A Melancolia de Haruri Suzumiya" (que é o nome do livro).
O 2º livro (Os Suspiros de Haruri Suzumiya) são os últimos 5 episódios desta 2ª temporada (os da gravação do filme).
OBS: lembrando, os livros vieram ANTES do anime - eles não são uma novelização do desenho, o desenho é que é a animação deles.
O restante das duas temporadas (episódios soltos e O Oito Infinito) são os livros 3 e 5 - respectivamente: O Tédio e A Fúria (todos, sempre, de Haruri Suzumiya).
O 4º livro é O Desaparecimento.
Voltando para o 5º livro, nele começam as histórias que NÃO viraram desenho. [ainda, pelo menos, temos que manter as esperanças] Há um conto no 5º que não virou episódio da série e no 6º livro (A Hesitação) apenas um deles virou.
E daí em diante nada virou desenho e cada livro é uma história completa, e não contos como alguns dos anteriores. A última das histórias (até o momento) foi lançada originalmente em 2 livros até, de tão longa. São eles: As Intrigas (7º livro), A Indignação (8º) Os Distúrbios (9º) e A Surpresa (10º e 11º).
OBS: em inglês o 10º e o 11º foram publicados em 1 livro apenas.
E há dois contos soltos: Rainy Day e Random Numbers.
Sobre um eventual 12º livro, nada certo ainda, mas em entrevistas o autor dá a entender que existirá - e sem planos de parar.
No próximo eu já começo a ler material "inédito", mas será só um conto, volto aqui só quando chegar no 6º. Falaremos de Haruhi novamente lá para 2015 então. :-)
E putz... Cacete! Hahahahah. Malditos. Eu pelo menos estava preparado. Eu já tinha visto a lista de episódios e antes disso já sabia que havia algum tipo de trauma coletivo sobre eles. Bem... Eu sabia da repetição. E depois da 5ª vez fui checar se a próxima seria a última... Fiquei rindo sozinho...
Para quem sabe do que eu estou falando, os vídeos abaixo devem ser conhecidos. Para quem não sabe, talvez fiquem incompreensíveis. Mas vou colocá-los logo mesmo assim. Resto da resenha depois. [e sim, o meme ao lado é velho, mas depois dessa, não pude resistir.]
Endless Eight Finally Gets to Hitler
Endless Eight pisses Hitler off
[sim, os vídeos são aquelas relegendagens do filme A Queda]
Bem, eu pelo menos não precisei esperar 3 anos, na antecipação, para então assistir à essa pegadinha. Eu e meu senso de humor anômalo até conseguiram se divertir com a desgraça que foi feita... Mas PQP! Isso é trauma para uma vida. Eu não me alimento muito bem, então acho que dá para morrer em uns 40 anos... Aí eu esqueço. hahahahaha C*lho! O pior é que ainda estou me divertindo com "aquilo". :-D
Tem uma boa frase, roubada aqui desta review:
(...) it was a very unique approach to dealing with a time-loop storyline. What better way to show how drastic the situation really is than stick the audience in a similar situation, making them go through what the characters are going through?
Quem quiser entender logo de cara o trauma, spoilers nesta postagem.
Antes de continuar, algo sem relação com coisa alguma, mas ficou legal. Cenas do anime parodiando o trailer de Matrix:
Muito bem, voltando...
Duração: novamente, 14 episódios, uns 25 minutos cada um.
Da: Kyoto Animation -- Ano: 2009 -- País: Japão
De: Nagaru Tanigawa (escr.) e Tatsuya Ishihara (dir.)
A temporada tem 3 partes: o 1º episódio; os oito martirizantes Endless; e cinco episódios que mostram a gravação do filme que eles fizeram (o episódio "00", da 1ª temporada). Estes últimos têm ótimos momentos. O gato (sim!) discutindo fenomenologia (talvez?) com os personagens é impagável.
Eu ia recomendar ver os episódios desta temporada no meio das da 1ª, na ordem cronológica, como passou no Japão. É que não existiu uma 2ª temporada na verdade... O que eles fizeram foi reprisar a série, desta vez na ordem cronológica, e inserir novos episódios entre os antigos. Mas aí aconteceu algo legal. Na 1ª temporada eu falei que o final do 6º episódio, que originalmente passou em último, daria um melhor final para a série, mas que era melhor não ver assim, para poder entender. Pois bem, o último desta temporada, que cronologicamente aconteceu depois (se é que não me enganaram), meio que reprisa a cena e vemos o que acontece logo em seguida. Então você "volta" ao que seria o melhor final, e o conclui. Ficou bom. Assistam então a 1ª temporada na ordem que eu sugeri, e depois assista os novos à parte.
Se bem que ainda não é a última vez que vou resenhar a Haruhi. Agora falta ver o filme, que me deixou curioso por mostrar a "et-andróide" (não é andróide, mas explicar direito ia ficar muito longo) agindo como humana. Clique no link abaixo para ver cenas do filme com a música tema (e o comportamento estranho da sujeita).
O Desaparecimento de Haruhi Suzumiya
Música: "Yasashii Boukyaku", por Minori Chihara
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WASURENAIDE!Demorei tanto para desrascunhar esta postagem, que acabei vendo o filme também. Ok, mesmo conhecendo o desenho faz poucos meses, tornei-me grande fã dele, então a opinião seguinte é de fã, não necessariamente isenta nem imparcial:
O Desaparecimento de Haruhi Suzumiya foi FODA!
Muito bom mesmo. Tem seus momentos monólogos, mas ele faz menção à vários episódio passados, rouba algumas idéias aqui e ali, mostra a Nagato completamente fofa agindo como humana, termina com uma música excelente nos créditos (uma versão mais trista do trailer acima, à capella. Clique aqui), e uma cena pós-créditos extramente bem pensada. [obs: não, ela muito provavelmente não fez o que todo mundo acha que ela fez nesta cena, mas parece que fez, e isso que importa, até mesmo ser vago faz parte da beleza da cena.]
Nome original: 涼宮ハルヒの消失 (Suzumiya Haruhi no Shoshitsu)
Nome em inglês: The Disappearance of Haruhi Suzumiya [é bom dar o nome em inglês porque se você quiser comprar por aqui... Não tem. Não entendo porque o mercado de desenhos e séries japonesas no Brasil é tão baixo. Eu cresci vendo desenho japonês e Espectreman, minha mãe via National Kid e Fantomas, amigos mais novos cresceram vendo Jaspion, Pokemon e outros desenhos que nem conheço, de brinde até temos a maior colônia japonesa do planeta... Nós deveríamos ser o maior mercado disto tudo no mundo!! Mas na prática...]
Duração: 2h44min -- Ano: 2010 -- País: Japão
É pena que até agora não há noticias de uma 3ª temporada ou novo filme. O Desaparecimento compensa completamente pelo Endless Eigth. Então quando eles querem, eles conseguem fazer algo não só bom, mas espetacular. O jeito será ver se traduziram os livros e mangás para inglês ou português... Ou aprender japonês.
Rapidamente resumindo a história: dia normal na escola, final de ano, e a Haruhi está bolando com os companheiros (ou seja, disparando ordens e definindo tudo sem margem para discussão) como será a festa de Natal do clube. Dia seguinte e... algo de muito errado aconteceu com o mundo. A Haruhi desapareceu. Não só sumiu, mas ninguém nem sabe quem ela é, nunca ouviram falar, e os antigos integrantes do clube - que não existe - não reconhecem o Kyon. E não só isso, como eles também são pessoas normais. Ninguém ali é viajante no tempo, paranormal ou andróides alienígenas (notem o plural - só para deixar o nosso herói ainda mais preocupado). E cabe ao nosso mocinho não só resolver o mistério, como também aceitar de uma vez por todas algo que ele veio a série toda reclamando.
O grande trunfo (e destaque) do desenho é justamente a nossa adorável andróide Nagato. Como todos os personagens tiveram que virar pessoas normais, a única realmente alterada é ela, já que todos os demais já eram humanos para começo de conversa. E como seria a "conversão" de um robô sem emoções, que passa o tempo todo lendo num prédio afastado e morando sem companhia: uma garota tímida e solitária que não sabe lidar muito bem com outros e, ha!, com meninos!
De novo: muito bom!
Se você for fã, pelo menos. Não sei se teria o mesmo impacto como um filme isolado.
O que é um bom gancho para recomendar novamente: veja a série toda!
E uma resenha alternativa, com mais elogios:
Anikenkai: "...incrível e altamente recomendado para todos os fãs de animação..."
(mas de novo, ressalva de que será melhor se você assistiu antes a série - e se você não quiser encarar os oito infinitos, assiste só o 1º, o 2º e o último deles de repente)
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E novamente, desrascunhar tudo acima demorou tanto (hoje é 7/dez/2013) [essa vida agitada de blogueiro ainda acaba comigo. rs!], que acabei lendo os 4 primeiros livros [com um bom intervalo entre eles] dos que deram origem a série. Li esta semana justamente o livro do Desaparecimento. [e por isso que lembrei de terminar essa postagem, que estava 90% pronta faz quase 1 ano e meio]. Devo dizer que foi uma surpresa. Todo o humor está lá intocado e foram grandes diversões mesmo sem imagens ajudando (há uma ou outra apenas). Ter visto o anime antes facilita, já que você lembra das cenas e expressões, mas foi uma leitura extremamente agradável e divertida.
Podia ter lido em inglês, mas li pela tradução nacional de fãs (mas eu tenho todos os livros da Little, Brown Books também). Não dou o link porque, tecnicamente, não podiam existir. rs!, mas vai no Google que você encontra. Agradecimentos ao sujeito com nome que é trocadilho de remédio e jardim e toda sua equipe.
Sobre os livros, o primeiro segue a história principal da 1ª temporada, os episódios chamados "A Melancolia de Haruri Suzumiya" (que é o nome do livro).
O 2º livro (Os Suspiros de Haruri Suzumiya) são os últimos 5 episódios desta 2ª temporada (os da gravação do filme).
OBS: lembrando, os livros vieram ANTES do anime - eles não são uma novelização do desenho, o desenho é que é a animação deles.
O restante das duas temporadas (episódios soltos e O Oito Infinito) são os livros 3 e 5 - respectivamente: O Tédio e A Fúria (todos, sempre, de Haruri Suzumiya).
O 4º livro é O Desaparecimento.
Voltando para o 5º livro, nele começam as histórias que NÃO viraram desenho. [ainda, pelo menos, temos que manter as esperanças] Há um conto no 5º que não virou episódio da série e no 6º livro (A Hesitação) apenas um deles virou.
E daí em diante nada virou desenho e cada livro é uma história completa, e não contos como alguns dos anteriores. A última das histórias (até o momento) foi lançada originalmente em 2 livros até, de tão longa. São eles: As Intrigas (7º livro), A Indignação (8º) Os Distúrbios (9º) e A Surpresa (10º e 11º).
OBS: em inglês o 10º e o 11º foram publicados em 1 livro apenas.
E há dois contos soltos: Rainy Day e Random Numbers.
Sobre um eventual 12º livro, nada certo ainda, mas em entrevistas o autor dá a entender que existirá - e sem planos de parar.
No próximo eu já começo a ler material "inédito", mas será só um conto, volto aqui só quando chegar no 6º. Falaremos de Haruhi novamente lá para 2015 então. :-)
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Vulgaris Magistralis
Clipe no começo da postagem porque comecei a divagar no texto.
E assim você pode ouvir enquanto lê. [na verdade, isso é uma idéia ruim, a graça do clipe é ler a tradução da letra e ver as imagens] [OBS: Woden e Doner são Odin e Thor. É aquela coisa tipo Zeus e Júpiter, basicamente o mesmo cara em panteões diferentes]
Heidevolk. Tenho ouvido esta banda ultimamente. Descobri-a por acaso no Youtube. Não lembro bem o que eu estava vendo, mas o Youtube recomendou vídeos sobre dragões... Abri, e vieram recomendações envolvendo o filme Beowulf... O que me fez lembrar a canção da festa do filme... Pesquisando fui parar numa peça teatral musical parodiando a lenda... E na seqüência de sugestões, esbarrei na tal banda.
Eu gosto de músicas que falam de dragões, vikings e etc, mas tenho uma certa birra quando a banda se veste desta forma! Mas se a música for boa, eles podem estar vestidos até de tamanduá.
O heavy "à sério" deles não é ruim, mas é normal. Vale pela vantagem de ser tudo em holandês e se a letra for ruim você nem ficou sabendo. Mas as músicas que não parecem ser para levar a sério, como aabaixo acima ou a Hulde Aan De Kastelein (Tributo ao Estalajadeiro), que agradece pela cerveja, ficaram muito boas.
OBS: Vulgaris Magistralis não é deles, mas o cover ficou muito melhor.
OBS 2: depois da frase acima, fui ouvir a banda original [é por isso que minhas postagens levam horas sendo escritas...] e a Normaal até que não é ruim, coisa muito boa. Parece uma versão country [como?? eles são holandeses!] do Puhdys (outra boa banda).
[crianças, não me deixem só... se você apareceu aqui e já conhecia qualquer um deles, dê um Oi nos comentários] [se não conhecia e gostou, dê um Oi também]
[PS: postagem no ar faz 30 minutos, e ainda estou sofrendo as conseqüências... estava fechando as páginas abertas, e uma delas, de quando procurei imagem de tamanduás, me levou a isso: Dictionnaire Infernal. Estou me sentindo um personagem de Caça-Fantasmas ou Lovecraft, folheando um livro de nome maluco sobre seres obscuros. Ainda bem que não falo francês, seria capaz de resolver ler as 700 páginas.]
E assim você pode ouvir enquanto lê. [na verdade, isso é uma idéia ruim, a graça do clipe é ler a tradução da letra e ver as imagens] [OBS: Woden e Doner são Odin e Thor. É aquela coisa tipo Zeus e Júpiter, basicamente o mesmo cara em panteões diferentes]
Heidevolk. Tenho ouvido esta banda ultimamente. Descobri-a por acaso no Youtube. Não lembro bem o que eu estava vendo, mas o Youtube recomendou vídeos sobre dragões... Abri, e vieram recomendações envolvendo o filme Beowulf... O que me fez lembrar a canção da festa do filme... Pesquisando fui parar numa peça teatral musical parodiando a lenda... E na seqüência de sugestões, esbarrei na tal banda.
Eu gosto de músicas que falam de dragões, vikings e etc, mas tenho uma certa birra quando a banda se veste desta forma! Mas se a música for boa, eles podem estar vestidos até de tamanduá.
O heavy "à sério" deles não é ruim, mas é normal. Vale pela vantagem de ser tudo em holandês e se a letra for ruim você nem ficou sabendo. Mas as músicas que não parecem ser para levar a sério, como a
OBS: Vulgaris Magistralis não é deles, mas o cover ficou muito melhor.
OBS 2: depois da frase acima, fui ouvir a banda original [é por isso que minhas postagens levam horas sendo escritas...] e a Normaal até que não é ruim, coisa muito boa. Parece uma versão country [como?? eles são holandeses!] do Puhdys (outra boa banda).
[crianças, não me deixem só... se você apareceu aqui e já conhecia qualquer um deles, dê um Oi nos comentários] [se não conhecia e gostou, dê um Oi também]
[PS: postagem no ar faz 30 minutos, e ainda estou sofrendo as conseqüências... estava fechando as páginas abertas, e uma delas, de quando procurei imagem de tamanduás, me levou a isso: Dictionnaire Infernal. Estou me sentindo um personagem de Caça-Fantasmas ou Lovecraft, folheando um livro de nome maluco sobre seres obscuros. Ainda bem que não falo francês, seria capaz de resolver ler as 700 páginas.]
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