I have all my books catalogued. [and I'm nerdly proud of that!]
When the book is an anthology of short-stories, they also get catalogued. Nothing fancy... all data are just an Excel file with four spreadsheets: one for books, one for the fiction inside of them (when it's a collection), a very smaller one for magazines I won't throw away [mostly old magazines about japanese animation, from the time before the Internet killed all the reasons for theirs existence], and a ridiculously small (about 15 lines) for ebooks (I do have more ebooks than that, but this spreadsheet is for ebooks I don't have the actual paper book - generally something old I got curious about, or something that probably will never appear in book form, or because it's just some short story I decided to read without buying a whole book I didn't want).
So... Although it took a bit of initial effort (the spreadsheets are just about 2 years old, and I had a lot of books already then), I will not have the trouble other people already had for me. That means: I just copied and pasted a lot of things already in The Internet Speculative Fiction Database (it's a lot easier just to adjuste the columns than to retype everything for every SF book in english I have). When I don't find it there, Google is my friend. And then... In some extremely rare cases, when no one bothered, not even the publishers' sites... Those ones I type myself. You can't win everytime [and most of my books are in portuguese anyway].
I will not start my own ISFDB nor will I post the contents of every one of that cases I discover... I just was astonished to discover no one posted the contents of Walrus Tales ANYWHERE! (they almost got it here, but you have to click for every author, and most of the tales names are missing). [and I can't accept an world wide net without the word "Illuminiwalri" in it! that's just too good a word and concept not to appear anyplace]
Ok, it's not Dickens. It's not Asimov. Heck!, for most of the human race it's probably not even a good book! But the table of contents alone is enough fun to not let it pass un-interneted. [true, I could just fill the data on it's own ISFDB page, but that place is not Wikipedia, they're a lot more serious about its editing] [and it's more fun to post it here!]
So, that's enough talk. I will stop abusing english language now. [sorry, my fellow Brazilians, but I do think you guys will be less likely to rummage the net for this book's contents] [and it was fun to write in english, I didn't do that for a long time]
Walrus Tales - Table of Contents:
Edited by Kevin L. Donihe / Eraserhead Press
The Illuminiwalri [*] -- Greg Beatty
We Are All Together -- Bentley Little
Night of the Long Tusk -- Paul A. Toth
The Rhinoceros and the Walrus -- Dave Fischer [2]
Meet the Tuskersons -- James Chambers
Naming Day -- John Sunseri
Walrus Skin -- Ekaterina Sedia [3]
Tattoo Burning Over Your Wasted Heart -- Andersen Prunty
Deadtime for Bonzo -- Violet LeVoit
Scapegoat -- Alan M. Clark
Coloring Book Exegesis -- Nicole Cushing
13 Ways of Looking at a Walrus -- Nick Mamatas
Medicine Song -- Mitch Maraude
The Legend of the Silver Tusk -- Jeffrey A. Stadt
Girl Gone Gray -- Gina Ranalli
The Walrus Master -- Carlton Mellick III [4]
The Walrus-Carpenter Murders -- R. Allen Leider
First Natural Bank -- John Skipp
Sirens of New Brunswick -- Mykle Hansen
The Walri Republic of Sea World [*] -- Bradley Sands
Gus -- A. D. Dawson
Lovespoons in Peril -- Rhys Hughes
Something Fishy -- Mo Ali
[*] = I do think it sounds better, but... I have to say it: technically, walrus is not from latin, so the walri plural does not exist. Octopi also do not. [note: I just saw that in the book's introduction the author makes a similar statement]
[2] = Couldn't find anything about this guy.
[3] = I think she is the only one here that got published in Brazil.
[4] = Easily the most famous of the bunch, so I decide not to link him. I linked his favorite cover artist. If I were crazy enough, I'd buy all the books this guy covers. [and I will buy whatever book uses the picture Nerd Rage]
Now, go buy the book. And then return and tell me if you liked. I didn't read it yet. [and I have mixed feelings about bizarro fiction. Sometimes I love it, sometimes... I really don't.] [you can find both situations in Die You Doughnut Bastards]
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Walrus Tales - Table of Contents
às
21:45
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mundo animal,
terror
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Riddick 3 / É o Fim
Duração: 2hs -- Ano: 2013 -- Trailer
De: David Twohy (de Warlock - O Demônio e Waterworld)
Com: Vin Diesel (de O Resgate do Soldado Ryan, Triplo X e Velozes e Furiosos), Jordi Mollà (de Elizabeth: A Era de Ouro e Bad Boys II), Matt Nable (de Os Especialistas), Katee Sackhoff (de Battlestar Galactica e Plantão Médico) e Dave Bautista (de Guardiões da Galáxia e O Escorpião Rei 3), uma ponta de Karl Urban (de Dredd, RED e Doom) e um tipo de hiena-lince-cão digital.
Iu-rrú! HIENAS! Eu gosto de hienas!
Isto posto, vamos lá!
Descrição: Riddick está num planeta desértico, a escuridão se aproxima e, com ela, animais assassinos virão. Ele precisa conhecer melhor seu inimigo, escapar do caçador de recompensas que tem um distintivo de xerife no peito, e depois correr contra o tempo para conseguir dar energia para a nave que pode tirá-lo do planeta. Ah, e tem uma cena com uma mulher correndo e aí ela morre no meio da corrida.
Acabei de descrever o 3º filme? Não. Esse foi o primeiro. Pensando bem, menti, foi o terceiro. Façamos o seguinte, a gente fecha que foram os dois e não se fala mais nisso!
Eu sacaneio, mas a pura verdade é que isto é justamente o ponto positivo do filme: Riddick 3 é Riddick old school!
E nada daquele mundo repentinamente super-tecnológico que foi o 2º filme, que parecia algo saído de George Lucas, esse está de volta ao esquema "parece o mesmo universo de Alien". O filme tem bem mais similaridades com o 1º ainda, dava até vontade de fazer uma tabela completa, mas não vou ficar me esticando [porque é 1:20 da madrugada]. E apesar de ser um filme sem surpresas, não darei spoiler assim de bobeira sempre. É um bom filme para você fingir que o As Crônicas de Riddick não existiu [outra coisa que me irrita no 2º filme é o uso da palavra Crônicas descrevendo uma história que dura alguns dias...]. Basicamente, Riddick 3 é o Highlander 3 do Eclipse Mortal.
O que temos é uma aventura isolada do sujeito, nada de proporções grandiosas, muitos cenários, o destino de muitos planetas, raças e, quiçá!, do universo na balança... Nada disso. Há uma rápida introdução de como ele foi parar ali, temos 2 cenários o filme inteiro ("deserto" e "dentro da casinha no deserto") e no final o sujeito está de volta à estaca zero: livre pela galáxia, ainda com vontade de matar o novo Dr. McCoy e ainda sem encontrar o seu planeta natal Furya. Uma boa comparação para esse filme seria o Dredd [que nunca resenhei, mas achei o filme excelente]: não é um filme de origem, não tem nenhuma reviravolta para a vida do personagem, ele não salva o mundo nem rompe paradigmas... Foi apenas: mais um dia de trabalho - e amanhã tem mais.
Por falar nisso, Riddick 4 e 5 já estão na mira.
Ah, e não é só o Riddick de Eclipse que está de volta. A boa e velha Starbuck também! Nada daquela dramática Starbuck mística e musical ['Kara Remembers' é muito boa] do final da série, é a durona e sacana das primeiras temporadas, que todos nós amamos.
Se você gostou de Eclipse Mortal é grande a chance de você se divertir com Riddick 3, ainda que este seja um pouco mais voltado para ação e menos para o suspense. E não precisa ter gostado nem ter assistido ao segundo [é até um favor que você se faz]. Se muito, você não saberá quem são os emos de armadura que aparecem nos primeiros 3 minutos. Mas isso não importará do 4º minuto em diante. [talvez importe no 4º filme?]
Li várias boas resenhas sobre o filme, são tantas que resolvi nem ficar escolhendo. Seguem só duas: o Screenrant gostou com pequenas ressalvas: Despite (...) Riddick offers a solid action-horror experience. Já a moça da Tor.com detestou de coração: Riddick came back wrong.
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E novamente aproveitando uma resenha sobre um bom filme para desovar outra sobre um nem tanto... É o Fim! (This Is The End)
De: Evan Goldberg e Seth Rogen -- 1h47min -- Trailer
Com: Seth Rogen (de Besouro Verde), James Franco (Tristão & Isolda), Jay Baruchel (Aprendiz de Feiticeiro), Jonah Hill (Superbad), Craig Robinson (Hot Tub Time Machine), Danny McBride (Sua Alteza?) e, dentre as muitas participações especiais, Emma Watson (a Hermione) [e que está gatíssima no filme] é a que mais tem alguma pequena relevância na trama.
Eu vi, me diverti, até gostei, mas... isso era para ter sido um filme direto para DVD, não de cinema. Não sei se sou muito chato ou só se a média da população que está muito idiota, mas eu NÃO me acabava de rir só porque alguém fez um comentário jocoso envolvendo esperma ou apareceu o pênis de um demônio em cena - que era a situação padrão para o restante da sala. [com exceção de duas velhinhas que assim que eu entrei na sala me controlei para não perguntar o que diabos elas estavam fazendo ali!! Na cena em que jogam futebol com uma cabeça humana ainda sangrando - meia hora de filme apenas talvez - uma delas tirou os óculos e desistiu de acompanhar. Só ficava olhando para os lados, horrorizada com as pessoas rindo e tentando imaginar se seria possível sair dali sem quebrar a bacia no escuro, e as vezes reclamando algo com a outra velhinha... Na hora isso estava me irritando profundamente - já que eu estava na cadeira ao lado - mas agora até que estou achando bastante graça. O pior é que as duas ficaram até o final mas saíram antes das luzes acenderem... Porra!, podiam ter saído antes então! E claro, saíram reclamando horrores do pior filme da vida delas.]
Voltando ao filme, o que temos de história é: são vários atores, interpretando eles mesmos, mas sem medo de se sacanearem das piores formas possíveis, presos em uma casa e tentando sobrevivar ao apocalipse católico, após o arrebatamento ter acontecido. Então eles sabem que estão ferrados.
O problema é que o filme perde muito tempo com piadas internas ou fazendo referências à filmes pouco conhecidos por aqui. É um filme de nicho. Deve ter sido absurdamente engraçado para quem acompanha a carreira destes caras e conhece um pouco de suas biografias [ou das fofocas sobre eles]. Imaginaria fácil o filme enchendo salas numa Mostra Rio. Também é um filme para quem acha que humor de banheiro, um pênis em tela e algumas piadas chulas já valeu o ingresso.
Eu rio de vulgaridades também, claro [praticamente o único tipo de piada na minha família], mas eu sempre espero um pouco mais que isso; e o filme teve pouco deste 'pouco mais'.
Para contrabalançar, uma resenha do Cinema com Rapadura. Eles gostaram mais:
Seth Rogen realiza um dos trabalhos mais hilários do ano.
domingo, 13 de outubro de 2013
Gravidade
Nome original: Gravity
Duração: 1h31min -- Ano: 2013 -- Trailer
De: Alfonso Cuarón (de Filhos da Esperança e Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban)
Com: Sandra Bullock (de Poção do Amor Nº 9, O Demolidor e Velocidade Máxima) e George Clooney (de Plantão Médico, E Aí, Meu Irmão, Cadê Você, e Os Homens que Encaravam Cabras).
Curiosidade: escapamos de ter a dupla sendo Angelina Jolie e Robert Downey Jr. Vi a lista de atrizes que quase foram escolhidas e, sinceramente, acho que ficamos com a melhor das opções. Eu gosto da maioria delas, mas quase todas seriam fofinhas ou mesmo nova demais. No máximo, talvez deixasse passar a Rachel Weisz, mas talvez ainda a achasse muito fofa para o papel.
A história: alguns astronautas estão no espaço, uma cientista consertando alguma coisa no Hubble, um testando uma daquelas mochilas propulsoras, um está dançando a macarena (ou algo assim) e outros dois nem aparecem (estão dentro do ônibus espacial).
Aí os russos resolvem explodir um satélite deles por algum motivo qualquer que não importa. O que importa para a história é que isso causa uma pilha de destroços, que bate em outros satélites, que também se destroçam, e assim vai indo, criando uma onda de destruição que dá a volta ao planeta a cada 90 minutos.
E voltamos a nossos heróis. Que são avisados muito em cima da hora e não conseguem escapar da onda assassina a tempo. Só dois deles sobrevivem e ônibus espacial também não sai bonito do processo. E eles agora estão sozinhos, no espaço, sem comunicação fora um com o outro, e precisam pensar numa solução. Se possível, antes dos destroços voltarem.
Convenientemente, a Estação Espacial Internacional não estava longe dali. Conseguirão nossos heróis alcançá-la e, chegando lá, fará diferença? Não perca a emocionante conclusão desta história, AGORA, num cinema perto de você! [eu preciso melhorar minhas capacidades redatórias... meus resumos soam como trailers dos anos 50]
Opinião curta, porque não dá muito para falar além do resumo: de cara, eles perderam a chance de fazer as cenas no espaço bem melhores, se fossem sem trilha sonora! Ok, a trilha no geral nem é ruim e o tema principal do filme achei até bem bom, mas naquelas horas de tensão, em que algum dos astronautas está sozinho, se ferrando, e aí quase se ferra mais, a tensão acumulando, você achando que "É agora! Na verdade ninguém vai escapar vivo deste filme!" e acompanhando tudo isso... uma musiquinha de tensão genérica? Sei lá, me senti como ouvindo a claque em um programa de comédia. Não precisava.
Mas *apesar* disso, o filme realmente consegue prender a atenção mantendo a tensão quase o tempo todo. Sim, é um fiapo de história e toda hora uma nova desculpa para causar um pouco mais de tensão, seguida de uma nova conveniência para os personagens não perderem a esperança e a história seguir rolando, mas ficou bom. Não estou reclamando, só comentando.
SPOILERS, pule o bloco a seguir se você ainda não viu o filme.
Em paralelo a Sandra Bullock também tem alguns problemas pessoais na caixola e toda a cena final tem um quê de 'agora estou em paz' e renascimento nem um pouco sutil. Mas novamente, ficou bom. Pior seria se a cena final fossem helicópteros, ambulâncias e jornalistas chegando.
Ela sozinha, no meio do nada, descalça e molhada, com a câmera olhando por baixo, e ela andando na lama, numa direção qualquer com pernas vascilantes mas firmes, fechou de forma manjada mas poeticamente correta para o filme.
FIM dos spoilers.
Mas é isso. Sendo ranzinza, é um filme bem safado, com uma história rala e cheio de erros de física e astronáutica. Mas é tão bem feito, bonito (e não estou falando só da imagem) [e eu nem vi em 3D] e redondo, que não tenho nada para reclamar de verdade dele. E assim como em A Proposta, a Sandra Bullock ainda bate um bolão. [bem, desde que o filme não tenha sido todo "photoshopado", não sei e nem quero pesquisar. Prefiro manter a ilusão.]
Ah, trilha sonora para ouvir após o filme: Benson Arizona. [kudos se você pegar a referência antes de clicar, parabéns duplos se entender a piada]
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Aproveitando o tema espaço, estava vendo TV hoje pela tarde e estava passando um tal de "Um E.T. em apuros" (Earthbound, 2012, com Rafe Spall e Jenn Murray). O filme já tinha começado faz uns 5 ou 10 minutos, mas coloquei lá, achando que era o filme do Paul, que eu já vi mas podia ver uns 10 minutos dele novamente enquanto tomava um café sem problema. Acabou que era um filme irlandês! Não vou me alongar sobre ele, mas só recomendar que não percam seu tempo. Spoilers a seguir:
Vi inteiro e o filme estava indo bem. Era um romance bobo com um pouco de comédia, sobre um alienígena desajustado, em segredo na Terra, arranjando uma namorada, que caminhava cada vez mais para um drama sobre ele encarando o mundo e talvez um toque de esquizofrenia, quando de repente... era tudo verdade. E o filme se estraga completamente nos últimos 15 minutos.
E aí temos perseguições, alienígenas e uma rápida citação ao O Vingador do Futuro. Ok, não foram os piores 80 minutos da minha vida, valeu para uma tarde sonolenta e agora ainda vou poder me gabar de ter assistido FC irlandesa. Mas o que poderia ter sido um bom draminha-comédia-romance sem consequências, virou uma ficção científica ridícula. Então, novamente, não percam seu tempo.
Só fiz questão de puxar o assunto porque o final do filme realmente o estragou. Duvido que alguém pare aqui pesquisando este filme, mas queria registrar o descontentamento.
Duração: 1h31min -- Ano: 2013 -- Trailer
De: Alfonso Cuarón (de Filhos da Esperança e Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban)
Com: Sandra Bullock (de Poção do Amor Nº 9, O Demolidor e Velocidade Máxima) e George Clooney (de Plantão Médico, E Aí, Meu Irmão, Cadê Você, e Os Homens que Encaravam Cabras).
Curiosidade: escapamos de ter a dupla sendo Angelina Jolie e Robert Downey Jr. Vi a lista de atrizes que quase foram escolhidas e, sinceramente, acho que ficamos com a melhor das opções. Eu gosto da maioria delas, mas quase todas seriam fofinhas ou mesmo nova demais. No máximo, talvez deixasse passar a Rachel Weisz, mas talvez ainda a achasse muito fofa para o papel.
A história: alguns astronautas estão no espaço, uma cientista consertando alguma coisa no Hubble, um testando uma daquelas mochilas propulsoras, um está dançando a macarena (ou algo assim) e outros dois nem aparecem (estão dentro do ônibus espacial).
Aí os russos resolvem explodir um satélite deles por algum motivo qualquer que não importa. O que importa para a história é que isso causa uma pilha de destroços, que bate em outros satélites, que também se destroçam, e assim vai indo, criando uma onda de destruição que dá a volta ao planeta a cada 90 minutos.
E voltamos a nossos heróis. Que são avisados muito em cima da hora e não conseguem escapar da onda assassina a tempo. Só dois deles sobrevivem e ônibus espacial também não sai bonito do processo. E eles agora estão sozinhos, no espaço, sem comunicação fora um com o outro, e precisam pensar numa solução. Se possível, antes dos destroços voltarem.
Convenientemente, a Estação Espacial Internacional não estava longe dali. Conseguirão nossos heróis alcançá-la e, chegando lá, fará diferença? Não perca a emocionante conclusão desta história, AGORA, num cinema perto de você! [eu preciso melhorar minhas capacidades redatórias... meus resumos soam como trailers dos anos 50]
Opinião curta, porque não dá muito para falar além do resumo: de cara, eles perderam a chance de fazer as cenas no espaço bem melhores, se fossem sem trilha sonora! Ok, a trilha no geral nem é ruim e o tema principal do filme achei até bem bom, mas naquelas horas de tensão, em que algum dos astronautas está sozinho, se ferrando, e aí quase se ferra mais, a tensão acumulando, você achando que "É agora! Na verdade ninguém vai escapar vivo deste filme!" e acompanhando tudo isso... uma musiquinha de tensão genérica? Sei lá, me senti como ouvindo a claque em um programa de comédia. Não precisava.
Mas *apesar* disso, o filme realmente consegue prender a atenção mantendo a tensão quase o tempo todo. Sim, é um fiapo de história e toda hora uma nova desculpa para causar um pouco mais de tensão, seguida de uma nova conveniência para os personagens não perderem a esperança e a história seguir rolando, mas ficou bom. Não estou reclamando, só comentando.
SPOILERS, pule o bloco a seguir se você ainda não viu o filme.
Em paralelo a Sandra Bullock também tem alguns problemas pessoais na caixola e toda a cena final tem um quê de 'agora estou em paz' e renascimento nem um pouco sutil. Mas novamente, ficou bom. Pior seria se a cena final fossem helicópteros, ambulâncias e jornalistas chegando.
Ela sozinha, no meio do nada, descalça e molhada, com a câmera olhando por baixo, e ela andando na lama, numa direção qualquer com pernas vascilantes mas firmes, fechou de forma manjada mas poeticamente correta para o filme.
FIM dos spoilers.
Mas é isso. Sendo ranzinza, é um filme bem safado, com uma história rala e cheio de erros de física e astronáutica. Mas é tão bem feito, bonito (e não estou falando só da imagem) [e eu nem vi em 3D] e redondo, que não tenho nada para reclamar de verdade dele. E assim como em A Proposta, a Sandra Bullock ainda bate um bolão. [bem, desde que o filme não tenha sido todo "photoshopado", não sei e nem quero pesquisar. Prefiro manter a ilusão.]
Ah, trilha sonora para ouvir após o filme: Benson Arizona. [kudos se você pegar a referência antes de clicar, parabéns duplos se entender a piada]
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Aproveitando o tema espaço, estava vendo TV hoje pela tarde e estava passando um tal de "Um E.T. em apuros" (Earthbound, 2012, com Rafe Spall e Jenn Murray). O filme já tinha começado faz uns 5 ou 10 minutos, mas coloquei lá, achando que era o filme do Paul, que eu já vi mas podia ver uns 10 minutos dele novamente enquanto tomava um café sem problema. Acabou que era um filme irlandês! Não vou me alongar sobre ele, mas só recomendar que não percam seu tempo. Spoilers a seguir:
Vi inteiro e o filme estava indo bem. Era um romance bobo com um pouco de comédia, sobre um alienígena desajustado, em segredo na Terra, arranjando uma namorada, que caminhava cada vez mais para um drama sobre ele encarando o mundo e talvez um toque de esquizofrenia, quando de repente... era tudo verdade. E o filme se estraga completamente nos últimos 15 minutos.
E aí temos perseguições, alienígenas e uma rápida citação ao O Vingador do Futuro. Ok, não foram os piores 80 minutos da minha vida, valeu para uma tarde sonolenta e agora ainda vou poder me gabar de ter assistido FC irlandesa. Mas o que poderia ter sido um bom draminha-comédia-romance sem consequências, virou uma ficção científica ridícula. Então, novamente, não percam seu tempo.
Só fiz questão de puxar o assunto porque o final do filme realmente o estragou. Duvido que alguém pare aqui pesquisando este filme, mas queria registrar o descontentamento.
domingo, 6 de outubro de 2013
Monstros
Bem, como muitos na semana passada, eu também "parei tudo e vi agora o trailer de Godzilla" (via JovemNerd). Trailer muito bom. Depois resolvi ver de novo... mas tinha saído do ar. Fui no Google e 15 segundos depois eu o revia. Nessa, acabei abrindo alguns sites para ler sobre o filme... Se eu nem sabia que o trailer tinha "vazado" (claro, claro... "vazamentos" e "correria" para tirar do ar.. a gente finge que acredita se vocês continuarem "vazando") é porque eu não estava prestando atenção e estava na hora de saber o que andava rolando. Aí... num dos sites, vejo alguém falar "Fiquei otimista ao saber que o filme estaria na mão do diretor tal depois do que ele fez com Monstros". Nessa hora dei aquela congelada no lugar... "Mas hein? Cuma?" Quem é esse cara e, mais importante: O QUE ERA "MONSTROS"? (obviamente não eram os da sociedade anônima nem os que lutam contra alienígenas).
Pesquisei e... Caraca! Tenho ficado ocupado demais para continuar me considerando um nerd de respeito... Eu lembrava daquele trailer. Eu lembrava de ter lido sobre o filme antes de ver o trailer. Eu lembrei que estava doido para ver o filme quando saísse... E aí eu esqueci dele. Só agora, três anos depois, é que vi o sujeito. Lamentável.
Mas agora é minha fez de falar: estou otimista ao saber que Godzilla está nas mãos do Gareth Edwards depois do que ele fez com Monstros.
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Nome original: Monsters
Duração: 1h34min -- Ano: 2010 -- País: Inglaterra
Não vejam, entregam muitas cenas: trailer legendado / outro em inglês / e em espanhol
De: Gareth Edwards (do novo Godzilla)
Com: Scoot McNairy (de My Name Is Earl e O Homem da Máfia) e Whitney Able (de nada interessante) [putz, ela tem até filme com Kevin Sorbo no currículo] Mas até onde vai minha falta de critério, os dois fizeram um bom serviço. Ele conseguiu me convencer como um sujeito ferrado forçado a ser legal e ela como uma menina rica bem intencionada e sem frescura, com leves dramas não tão dramáticos assim na vida.
Resumo povão: uma sonda é enviada ao espaço para pesquisar vida alienígena e cai na Terra na volta. Na região onde ela caiu novos bichos começam a surgir. A área é interditada e 6 anos depois metade do México já faz parte desta zona. Isso tudo você fica sabendo nos primeiros 30 segundos. E aí começa o filme. Há um ataque de monstro numa cidade e um ricaço americano pede para um empregado dele na região verificar se a filha, que estava lá também, está legal. E depois pede para que ele a coloque no caminho de casa de volta. De má vontade, ele topa. Só que para ferrar, quando finalmente eles chegam no barco para os EUA, dá rolo, e eles precisam fazer outro caminho, atravessando.... a ZONA PROIBIDA! [tchã-tchã-TCHAMMMM]
Avisos importantes: esse NÃO é um filme de terror e não é no esquema "gravação encontrada" (aquela coisa Bruxa de Blair).
Resumo nerd: achei o filme uma versão latina do Piquenique a Beira da Estrada (do livro ou do filme, não do jogo). Há muitas diferenças, a comparação é meio exagerada, mas me lembrou. Temos uma região interditada e ETs que não são bem invasores, eles apenas estão aqui e pronto. [no caso do Stalker, eles nem estão mais, mas o lugar também ficou 'estranho' depois da passagem deles] e temos pessoas já acostumadas com a situação, vivendo ali, na fronteira da merda, e ganhando a vida assim. E temos personagens atravessando o lugar. E aí você coloca um pouquinho bem poquito de Cloverfield e temos um filme. [numa das matérias que li comparavam com Distrito 9... aí não... não vi semelhança alguma, só um pouco do visual sujo e olhe lá]
Opinião: é um dos melhores filmes de monstros que já vi [e já vi muita coisa] e tudo que aparece em tela são alguns tentáculos e cogumelos. Ok, no final você tem uma boa visão de dois monstros - que são basicamente lulas. E aí elas se abraçam. Mas sinceramente, nem foi o ápice do filme nem nada. Acho que foi só para não terminar o filme de forma ainda mais abrupta. Se quiser, você até pode ter o pensamento piegas nessa de hora de "Afinal, quem são os monstros?" [são eles!]
O filme é bem devagar, mas tem um bom andamento e mantém o interesse. Lá no alto, por exemplo, quando dei uma introduzida e disse que aquela minha primeira frase era explicado no filme em 30 segundos... O que eu não disse é que a minha segunda parte do resumo leva 40 minutos! Quase metade do filme antes de qualquer personagem correr qualquer tipo de perigo. No máximo, o cara pode ter pegado uma doença venérea. Mas mesmo assim, comecei a ver o filme as 00:15 por falta de sono, apaguei a luz, assisti na cama, e estava quase que contando que o filme não conseguiria me manter acordado, e cá estou, as 3:10 da madrugada blogando sobre ele.
Não é um filme para quem quer ver sangue ou ação - para isso vejam Cloverfiled, Curtindo Godzilla Adoidado ou Círculo de Fogo (todos bons a seu modo). Monstros é quase uma aventura romântica. Diria até que é um bom filme de monstro para você ver com a namorada - serve até para apresentar o estilo.
Ou pode ver mesmo se você só ficou curioso em saber qualé a desse diretor e como é que ele gosta dos seus bichos gigantes. Na pior hipótese, você pode colocar o monóculo [ouvintes do Rapadura entenderão a referência] e tirar onda de "Porque eu já vi o filme de monstros anterior deste diretor menino, e tenho boas expectativas para a nova película do rapaz." [ele é novo mesmo, tem nem 40]
Outras resenhas para vocês:
Omelete, que achou mediano:
Filme de amor pode enganar quem espera um Cloverfield ou um Distrito 9
O ScreenRant gostou:
... this is one of those cinematic experiences that I feel is well worth the time invested.
E uma rápida resenha em espanhol, de um cara que detestou profundamente o filme:
Como en botica: No sirve ni para dormir. Es un truñazo. Los actores ni fu ni fa.
Ele diz algo certo (que o Omelete também cita) alguns diálogos são uma droga. O exemplo do sujeito é excelente: quando o cara vê que sua escolta está armada, escolta essa que o levará por uma zona de quarentena infectada com alienígenas assassinos, ele pergunta "Para quê as armas?" É sério, meu filho? Sério mesmo?
E já que estamos sacaneando, pergunta do milhão: porque a pressa?
Os personagens perderam o barco que seria o ideal... ok, mas se eles tinham dinheiro no bolso para subornar o sujeito, eles tinham dinheiro para ir na direção CONTRÁRIA. Ir até o Panamá, por exemplo, ligar pro papai milionário e pedir para ele mandar o jatinho. Ou qualquer coisa... Mas não atravessar uma zona de guerra infestada de monstros do espaço. Claro, sem isso não haveria filme... Mas faltou criarem uma *boa* desculpa para eles resolverem correr esse risco.
Mas agora, algo legal do filme, uma sacada interessante que eu não notei na hora. Só agora, no dia seguinte, revisando o texto, me deu o estalo. Esconderei o bloco porque é um BAITA spoiler, mas eu tinha que comentar. Só leia depois de ver o filme (marcando o texto), porque você pode ter uma baita surpresa. [ou não, se você não for lento como eu] Se por acaso a marcação não estiver funcionando, e você está conseguindo ler o texto, pule todo esse bloco até o seguinte, que começa com "Outra coisa".
No final, quando chega o soldado cantarolando Wagner, eu notei que era o mesmo sujeito do início do filme e pensei "legal, ele sobreviveu àquela cena" e me deu o estalo de que aquela cena no começo não era relativa ao prédio caído na cena seguinte do filme, e sim na recente invasão à fronteira, coisa que só ficamos sabendo no final do filme. Isso por si só já seria legal: a surpresa no final na verdade já tinha sido entregue no começo.
Daí que agora, quase 24 horas depois, a jurupoca mental piou: E SE aquilo não era a cena *anterior* e sim o que aconteceu depois e o filme era ele inteiro um flashback?
Revi a cena. PORRA! É isso mesmo. Estavam lá, quase descaradamente, os 2 personagens principais. E aí revi a cena mais uma vez, e os notei de novo, antes e ainda mais descaradamente. Você fica tão preocupado procurando o monstro (porque é o tipo de cena que você *sabe* que vai aparecer um), que você nem presta atenção nos coadjuvantes. Que triste... o filme então NÃO teve um final feliz. Ok, pode ter tido, não se sabe se eles escaparam ou não... mas... sejamos sinceros, diretores alternativos são bem mais propensos a criar finais infelizes e esse é um filme indie... 2+2...
Outra coisa que só descobri agora lendo o Wikipedia: já começaram a filmar a continuação [precisava mesmo?] que, pelo teaser (aqueles trailers de muito antes do filme lançar, que mostram muito pouco ou nada) pode parecer que envolverá muito mais ação militar do que este mas, felizmente, pelo enredo liberado, parece que não. Mas o diretor deste Monsters: Dark Continent já não será o mesmo cara, por exemplo. É esperar para ver.
E esperar o novo Godzilla também. O trailer ficou muito bom mesmo, e o que eu tinha lido já faz tempo - de que o filme terá aquele jeitão japonês de que o monstro é secundário - agora ficou com mais crédito na minha mente. Sete meses e contando....
Pesquisei e... Caraca! Tenho ficado ocupado demais para continuar me considerando um nerd de respeito... Eu lembrava daquele trailer. Eu lembrava de ter lido sobre o filme antes de ver o trailer. Eu lembrei que estava doido para ver o filme quando saísse... E aí eu esqueci dele. Só agora, três anos depois, é que vi o sujeito. Lamentável.Mas agora é minha fez de falar: estou otimista ao saber que Godzilla está nas mãos do Gareth Edwards depois do que ele fez com Monstros.
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Nome original: Monsters
Duração: 1h34min -- Ano: 2010 -- País: Inglaterra
Não vejam, entregam muitas cenas: trailer legendado / outro em inglês / e em espanhol
De: Gareth Edwards (do novo Godzilla)
Com: Scoot McNairy (de My Name Is Earl e O Homem da Máfia) e Whitney Able (de nada interessante) [putz, ela tem até filme com Kevin Sorbo no currículo] Mas até onde vai minha falta de critério, os dois fizeram um bom serviço. Ele conseguiu me convencer como um sujeito ferrado forçado a ser legal e ela como uma menina rica bem intencionada e sem frescura, com leves dramas não tão dramáticos assim na vida.
Resumo povão: uma sonda é enviada ao espaço para pesquisar vida alienígena e cai na Terra na volta. Na região onde ela caiu novos bichos começam a surgir. A área é interditada e 6 anos depois metade do México já faz parte desta zona. Isso tudo você fica sabendo nos primeiros 30 segundos. E aí começa o filme. Há um ataque de monstro numa cidade e um ricaço americano pede para um empregado dele na região verificar se a filha, que estava lá também, está legal. E depois pede para que ele a coloque no caminho de casa de volta. De má vontade, ele topa. Só que para ferrar, quando finalmente eles chegam no barco para os EUA, dá rolo, e eles precisam fazer outro caminho, atravessando.... a ZONA PROIBIDA! [tchã-tchã-TCHAMMMM]
Avisos importantes: esse NÃO é um filme de terror e não é no esquema "gravação encontrada" (aquela coisa Bruxa de Blair).
Resumo nerd: achei o filme uma versão latina do Piquenique a Beira da Estrada (do livro ou do filme, não do jogo). Há muitas diferenças, a comparação é meio exagerada, mas me lembrou. Temos uma região interditada e ETs que não são bem invasores, eles apenas estão aqui e pronto. [no caso do Stalker, eles nem estão mais, mas o lugar também ficou 'estranho' depois da passagem deles] e temos pessoas já acostumadas com a situação, vivendo ali, na fronteira da merda, e ganhando a vida assim. E temos personagens atravessando o lugar. E aí você coloca um pouquinho bem poquito de Cloverfield e temos um filme. [numa das matérias que li comparavam com Distrito 9... aí não... não vi semelhança alguma, só um pouco do visual sujo e olhe lá]
Opinião: é um dos melhores filmes de monstros que já vi [e já vi muita coisa] e tudo que aparece em tela são alguns tentáculos e cogumelos. Ok, no final você tem uma boa visão de dois monstros - que são basicamente lulas. E aí elas se abraçam. Mas sinceramente, nem foi o ápice do filme nem nada. Acho que foi só para não terminar o filme de forma ainda mais abrupta. Se quiser, você até pode ter o pensamento piegas nessa de hora de "Afinal, quem são os monstros?" [são eles!]
O filme é bem devagar, mas tem um bom andamento e mantém o interesse. Lá no alto, por exemplo, quando dei uma introduzida e disse que aquela minha primeira frase era explicado no filme em 30 segundos... O que eu não disse é que a minha segunda parte do resumo leva 40 minutos! Quase metade do filme antes de qualquer personagem correr qualquer tipo de perigo. No máximo, o cara pode ter pegado uma doença venérea. Mas mesmo assim, comecei a ver o filme as 00:15 por falta de sono, apaguei a luz, assisti na cama, e estava quase que contando que o filme não conseguiria me manter acordado, e cá estou, as 3:10 da madrugada blogando sobre ele.
Não é um filme para quem quer ver sangue ou ação - para isso vejam Cloverfiled, Curtindo Godzilla Adoidado ou Círculo de Fogo (todos bons a seu modo). Monstros é quase uma aventura romântica. Diria até que é um bom filme de monstro para você ver com a namorada - serve até para apresentar o estilo.
Ou pode ver mesmo se você só ficou curioso em saber qualé a desse diretor e como é que ele gosta dos seus bichos gigantes. Na pior hipótese, você pode colocar o monóculo [ouvintes do Rapadura entenderão a referência] e tirar onda de "Porque eu já vi o filme de monstros anterior deste diretor menino, e tenho boas expectativas para a nova película do rapaz." [ele é novo mesmo, tem nem 40]
Outras resenhas para vocês:
Omelete, que achou mediano:
Filme de amor pode enganar quem espera um Cloverfield ou um Distrito 9
O ScreenRant gostou:
... this is one of those cinematic experiences that I feel is well worth the time invested.
E uma rápida resenha em espanhol, de um cara que detestou profundamente o filme:
Como en botica: No sirve ni para dormir. Es un truñazo. Los actores ni fu ni fa.
Ele diz algo certo (que o Omelete também cita) alguns diálogos são uma droga. O exemplo do sujeito é excelente: quando o cara vê que sua escolta está armada, escolta essa que o levará por uma zona de quarentena infectada com alienígenas assassinos, ele pergunta "Para quê as armas?" É sério, meu filho? Sério mesmo?
E já que estamos sacaneando, pergunta do milhão: porque a pressa?
Os personagens perderam o barco que seria o ideal... ok, mas se eles tinham dinheiro no bolso para subornar o sujeito, eles tinham dinheiro para ir na direção CONTRÁRIA. Ir até o Panamá, por exemplo, ligar pro papai milionário e pedir para ele mandar o jatinho. Ou qualquer coisa... Mas não atravessar uma zona de guerra infestada de monstros do espaço. Claro, sem isso não haveria filme... Mas faltou criarem uma *boa* desculpa para eles resolverem correr esse risco.
Mas agora, algo legal do filme, uma sacada interessante que eu não notei na hora. Só agora, no dia seguinte, revisando o texto, me deu o estalo. Esconderei o bloco porque é um BAITA spoiler, mas eu tinha que comentar. Só leia depois de ver o filme (marcando o texto), porque você pode ter uma baita surpresa. [ou não, se você não for lento como eu] Se por acaso a marcação não estiver funcionando, e você está conseguindo ler o texto, pule todo esse bloco até o seguinte, que começa com "Outra coisa".
No final, quando chega o soldado cantarolando Wagner, eu notei que era o mesmo sujeito do início do filme e pensei "legal, ele sobreviveu àquela cena" e me deu o estalo de que aquela cena no começo não era relativa ao prédio caído na cena seguinte do filme, e sim na recente invasão à fronteira, coisa que só ficamos sabendo no final do filme. Isso por si só já seria legal: a surpresa no final na verdade já tinha sido entregue no começo.
Daí que agora, quase 24 horas depois, a jurupoca mental piou: E SE aquilo não era a cena *anterior* e sim o que aconteceu depois e o filme era ele inteiro um flashback?
Revi a cena. PORRA! É isso mesmo. Estavam lá, quase descaradamente, os 2 personagens principais. E aí revi a cena mais uma vez, e os notei de novo, antes e ainda mais descaradamente. Você fica tão preocupado procurando o monstro (porque é o tipo de cena que você *sabe* que vai aparecer um), que você nem presta atenção nos coadjuvantes. Que triste... o filme então NÃO teve um final feliz. Ok, pode ter tido, não se sabe se eles escaparam ou não... mas... sejamos sinceros, diretores alternativos são bem mais propensos a criar finais infelizes e esse é um filme indie... 2+2...
Outra coisa que só descobri agora lendo o Wikipedia: já começaram a filmar a continuação [precisava mesmo?] que, pelo teaser (aqueles trailers de muito antes do filme lançar, que mostram muito pouco ou nada) pode parecer que envolverá muito mais ação militar do que este mas, felizmente, pelo enredo liberado, parece que não. Mas o diretor deste Monsters: Dark Continent já não será o mesmo cara, por exemplo. É esperar para ver.
E esperar o novo Godzilla também. O trailer ficou muito bom mesmo, e o que eu tinha lido já faz tempo - de que o filme terá aquele jeitão japonês de que o monstro é secundário - agora ficou com mais crédito na minha mente. Sete meses e contando....
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Cacete!
MAS HEIN!? As que eu conhecia eram VERSÕES!? Putzgrila!! Chocante!
Bette Davis Eyes de... Jackie DeShannon (!?!):
A que eu conhecia era essa, da Kim Carnes.
"I Love Rock N Roll" dos... Arrows (!?!):
E neste caso, a que eu conhecia era essa, da Joan Jett.
Agradecimentos (?) ao Listverse pelas postagens abaixo:
Top 10 Famous Songs With Unknown Originals
10 More Famous Songs With Unknown Originals
E as duas acima talvez nem sejam as mais chocantes - mas foram para mim pelo menos. [e 3 das 20 listadas eu já sabia, então o trauma foi um pouco menor]
Bette Davis Eyes de... Jackie DeShannon (!?!):
A que eu conhecia era essa, da Kim Carnes.
"I Love Rock N Roll" dos... Arrows (!?!):
E neste caso, a que eu conhecia era essa, da Joan Jett.
Agradecimentos (?) ao Listverse pelas postagens abaixo:
Top 10 Famous Songs With Unknown Originals
10 More Famous Songs With Unknown Originals
E as duas acima talvez nem sejam as mais chocantes - mas foram para mim pelo menos. [e 3 das 20 listadas eu já sabia, então o trauma foi um pouco menor]
R.I.P.D. - Agentes do Além
Nome original: R.I.P.D.
Duração: 1h36min -- Ano: 2013 -- Trailer
De: Robert Schwentke (de RED)
Com: Ryan Reynolds (de Arquivo-X) [é sério! que bizarro!], Jeff Bridges (de Tron e Bravura Indômita), Kevin Bacon ("Please, Louise, pull me offa my knees..."), Mary-Louise Parker (de RED e Tomates Verdes Fritos), Stephanie Szostak (de Homem-de-Ferro 3), James Hong (de Os Aventureiros do Bairro Proibido) e Marisa Miller.
Já aviso logo, o filme é quase uma droga, eu esperava algo um pouco menos pastelão, mas... sabe aquela merda que você fica com a consciência pesada, mas gosta? Pois então... Mais uma.
O filme não te acrescenta nada aos neurônios. Quiçá, você perde alguns. Ainda assim, não consegui não gostar da porcaria. [deve ser magia de camponês] Colocaria lado a lado com Besouro Verde.
A Mary-Louise está fofa como sempre. O Reynolds interpreta o mesmo papel de sempre. O Bridges está ali só por diversão. O Kevin Bacon precisa pagar as contas e interpreta um vilão genérico de Sessão da Tarde. O chinês você pode até não associar o nome, mas você o reconhecerá. E a francesinha é a minha nova mulher mais bonita do mundo; até eu esquecer que dela em 2 dias - contando com hoje. [e são 23:18] Ninguém ganhará o Urso do Ouro mas tampouco comprometem. Tudo certo então.
Não vou dizer que o filme é um pipocão, mas... pipoquinha talvez? Vale se você pagar meia entrada ou se o cinema for barato na sua cidade. No Rio o cinema é caro para cacete, ainda mais que o filme é - desnecessariamente - em 3D.
A história. Manterei a postagem curta e vou só falar "tudo" que eu sabia antes de ver o filme: um policial morre e vira policial no além. E isso é baseado num quadrinho. [que nunca li, mas conhecia de nome] E pronto.
Ou seja, fora a parte do quadrinho, eu só sabia o que estava no trailer. [por falar nisso, a DC e a Marvel colocam os logotipos delas em tudo. Porque a Dark Horse não?]
[ATUALIZAÇÃO: resolvi checar a cara do quadrinho e achei que o Reynolds até que ficou parecido com o sujeito de lá. E sobre o pastelão... Saibam que cliquei numa página aleatória e o que vi foi um gremlin vestido de carteiro trucidando um cara ao ritmo de Farmyard Hokey. Ok então...]
E é só. Saibam que o filme é bem bobo e sejam felizes. E por falar em Besouro Verde, que eu lembro que recomendei as músicas que ouvi no carro depois e que mantiveram o clima alegre, vou recomendar uma também de novo. Mas só uma, que foi a que tocou assim que entrei nele - era a pasta de músicas russas e logo depois o clima já estava dramático [ô, povo dramático!]: Краски - Раз-два-три-четыре (Kraski - 1-2-3-4). Bem legal. Podem ouvir. Só é pena que não tenha um clipe oficial.
A música tema do Bridges no filme também é muito legal. Só que levei um susto ao ver o clipe. Com tanto duplo sentido na letra, esperava algo bem mais... ousado! Assustem-se vocês também: Robyn - Konichiwa Bitches (Trentemøller Remix).
Duração: 1h36min -- Ano: 2013 -- Trailer
De: Robert Schwentke (de RED)
Com: Ryan Reynolds (de Arquivo-X) [é sério! que bizarro!], Jeff Bridges (de Tron e Bravura Indômita), Kevin Bacon ("Please, Louise, pull me offa my knees..."), Mary-Louise Parker (de RED e Tomates Verdes Fritos), Stephanie Szostak (de Homem-de-Ferro 3), James Hong (de Os Aventureiros do Bairro Proibido) e Marisa Miller.
Já aviso logo, o filme é quase uma droga, eu esperava algo um pouco menos pastelão, mas... sabe aquela merda que você fica com a consciência pesada, mas gosta? Pois então... Mais uma.
O filme não te acrescenta nada aos neurônios. Quiçá, você perde alguns. Ainda assim, não consegui não gostar da porcaria. [deve ser magia de camponês] Colocaria lado a lado com Besouro Verde.
A Mary-Louise está fofa como sempre. O Reynolds interpreta o mesmo papel de sempre. O Bridges está ali só por diversão. O Kevin Bacon precisa pagar as contas e interpreta um vilão genérico de Sessão da Tarde. O chinês você pode até não associar o nome, mas você o reconhecerá. E a francesinha é a minha nova mulher mais bonita do mundo; até eu esquecer que dela em 2 dias - contando com hoje. [e são 23:18] Ninguém ganhará o Urso do Ouro mas tampouco comprometem. Tudo certo então.
Não vou dizer que o filme é um pipocão, mas... pipoquinha talvez? Vale se você pagar meia entrada ou se o cinema for barato na sua cidade. No Rio o cinema é caro para cacete, ainda mais que o filme é - desnecessariamente - em 3D.
A história. Manterei a postagem curta e vou só falar "tudo" que eu sabia antes de ver o filme: um policial morre e vira policial no além. E isso é baseado num quadrinho. [que nunca li, mas conhecia de nome] E pronto.
Ou seja, fora a parte do quadrinho, eu só sabia o que estava no trailer. [por falar nisso, a DC e a Marvel colocam os logotipos delas em tudo. Porque a Dark Horse não?]
[ATUALIZAÇÃO: resolvi checar a cara do quadrinho e achei que o Reynolds até que ficou parecido com o sujeito de lá. E sobre o pastelão... Saibam que cliquei numa página aleatória e o que vi foi um gremlin vestido de carteiro trucidando um cara ao ritmo de Farmyard Hokey. Ok então...]
E é só. Saibam que o filme é bem bobo e sejam felizes. E por falar em Besouro Verde, que eu lembro que recomendei as músicas que ouvi no carro depois e que mantiveram o clima alegre, vou recomendar uma também de novo. Mas só uma, que foi a que tocou assim que entrei nele - era a pasta de músicas russas e logo depois o clima já estava dramático [ô, povo dramático!]: Краски - Раз-два-три-четыре (Kraski - 1-2-3-4). Bem legal. Podem ouvir. Só é pena que não tenha um clipe oficial.
A música tema do Bridges no filme também é muito legal. Só que levei um susto ao ver o clipe. Com tanto duplo sentido na letra, esperava algo bem mais... ousado! Assustem-se vocês também: Robyn - Konichiwa Bitches (Trentemøller Remix).
domingo, 29 de setembro de 2013
Agents of S.H.I.E.L.D
Ok, vi o piloto. É divertido, mas se não fosse no universo Marvel, eu consideraria só mais uma série bem meia-boca. No estilo - ainda que melhor - que coisas como Nikita ou Alias. Provavelmente eu veria, é só quebra galho mas não chega a ser ruim. Colocaria no nível de No Ordinary Family.
O mistério do retorno do Coulson, de quem são os pais do agente, do trabalho anterior da oriental de Stargate Universe, ou da identidade real da hacker... Não me atingiram. Não sei se eu que sou chato [é... não sei... tô sabendo...] ou se a culpa é deles de não conseguirem chamar realmente a minha atenção.
A melhor parte do episódio foi o "Desculpe, estava escuro naquele canto, não pude resistir! Acho que queimou uma lâmpada." (ou algo assim, segue a original: "Sorry, that corner was really dark and I couldn't help myself. I think there's a bulb out.")
Procurando a frase em inglês, bati nessa resenha aqui, de uma tal Flavorwire: Agentes da SHIELD não é o próximo grande show de Joss Whedon - Ainda!. Esse é o jeito - esperar. Nunca fui fã de Buffy, mas ele conseguiu muito crédito comigo com Firefly. E eu consegui ver Serenity no cinema, foi muito legal quando ele apareceu logo de cara, agradecendo os fãs. Eu gosto muito dele. Vamos torcer.
[ATUALIZAÇÃO EM JANEIRO/2014:]
Atenção, é SPOILER para quem não assistiu ao episódio 11 (The Magical Place).
Ok, a série se manteve naquele misto de bobinha com interessante o suficiente para assistir antes de dormir ou jantando. Continua não sendo grande coisa, mas não é ruim. Então vou vendo sem grandes expectativas ou torcida.
Mas eu tive que voltar aqui para fazer uma reclamação... Quer dizer então que, esse tempo todo, o grande mistério, a imensa mentira que a SHIELD contava para o Agente Coulson foi... Ele NÃO foi para o Taiti!! Uau! Que trágico!
Ah, e tem o detalhe de que ele não ficou morto por alguns segundos, foram dias. Grandes coisa! Maravilhas que a medicina faz por você! Antigamente, se você ficasse morto por 2 segundos sequer e o médico falasse que você voltou a vida, você seria apedrejado enquanto queimava vivo! "Isso é coisa do diabo!" e "Ele voltou com ajuda do capeta!" talvez fossem as coisas mais carinhosas que você ouviria ao acordar!
Então, o cara retornou a vida com ajuda da tecnologia médica avançada. [que é exatamente o que eu quero que façam se eu morrer e tiver alguma tecnologia de ressuscitação por perto!] E, durante o processo, por algum tipo de dor, confusão ou seqüela mental temporária!, o Coulson afirmava que queria morrer. Vamos combinar: ele não estava e em condições de fazer declaração alguma.
E aí, isso foi tão chocante psicologicamente para... Sei lá, os plantonistas do dia?, que eles acharam que quando o Coulson acordasse no hospital ele NÃO iria falar "Pô, galera! Obrigadão pelo esforço! Aquilo que eu disse, quando estava com o cérebro aberto e em dor, deixem para lá! Amo todos vocês!". Não... Eles acharam que o cara provavelmente iria querer morrer de novo, e aí hipnotizaram-no para ele achar que tirou férias!
Que monstros! Que gente horrível!
Não convenceu! Li por acaso, por aí e faz tempo, uma teoria que eu tinha gostado. De tanto o cara falar "É um lugar mágico!", a idéia é que ele teria sido trazido à vida por mágica, e seria a forma de introduzirem o Dr. Estranho no universo Marvel televisivo (e cinematográfico). E aí inventariam algum problema dramático para isso não poder ser revelado, de repente eles deram a alma do Coulson em troca, ou ao invés do Dr. Estranho, eles agora estivessem devendo um favor para algum vilão... Qualquer coisa que, dada a opção, o Coulson, em plenas faculdades mentais, diria "Assim não quero!", e não gritando durante uma operação com o cérebro aberto.
O pior é que até achei que o garçom do Taiti daria um ótimo ator para ser o Dr. Estranho, a cara dele ficou parecida. Na hora pensei que a tal teoria fosse estar certa. Não estava.
E agora teremos o trauma mais fajuto da história acompanhando a série: o cara está chateado porque foi ressuscitado pela tecnologia médica e o enganaram dizendo que ele foi pra praia!
Vou colocar na minha carteira, junto com o aviso de que sou doador, que se eu morrer e existir essa possibilidade, EU QUERO ESSE TRAUMA PARA MIM! :-D
O mistério do retorno do Coulson, de quem são os pais do agente, do trabalho anterior da oriental de Stargate Universe, ou da identidade real da hacker... Não me atingiram. Não sei se eu que sou chato [é... não sei... tô sabendo...] ou se a culpa é deles de não conseguirem chamar realmente a minha atenção.
A melhor parte do episódio foi o "Desculpe, estava escuro naquele canto, não pude resistir! Acho que queimou uma lâmpada." (ou algo assim, segue a original: "Sorry, that corner was really dark and I couldn't help myself. I think there's a bulb out.")
Procurando a frase em inglês, bati nessa resenha aqui, de uma tal Flavorwire: Agentes da SHIELD não é o próximo grande show de Joss Whedon - Ainda!. Esse é o jeito - esperar. Nunca fui fã de Buffy, mas ele conseguiu muito crédito comigo com Firefly. E eu consegui ver Serenity no cinema, foi muito legal quando ele apareceu logo de cara, agradecendo os fãs. Eu gosto muito dele. Vamos torcer.
[ATUALIZAÇÃO EM JANEIRO/2014:]
Atenção, é SPOILER para quem não assistiu ao episódio 11 (The Magical Place).
Ok, a série se manteve naquele misto de bobinha com interessante o suficiente para assistir antes de dormir ou jantando. Continua não sendo grande coisa, mas não é ruim. Então vou vendo sem grandes expectativas ou torcida.
Mas eu tive que voltar aqui para fazer uma reclamação... Quer dizer então que, esse tempo todo, o grande mistério, a imensa mentira que a SHIELD contava para o Agente Coulson foi... Ele NÃO foi para o Taiti!! Uau! Que trágico!
Ah, e tem o detalhe de que ele não ficou morto por alguns segundos, foram dias. Grandes coisa! Maravilhas que a medicina faz por você! Antigamente, se você ficasse morto por 2 segundos sequer e o médico falasse que você voltou a vida, você seria apedrejado enquanto queimava vivo! "Isso é coisa do diabo!" e "Ele voltou com ajuda do capeta!" talvez fossem as coisas mais carinhosas que você ouviria ao acordar!
Então, o cara retornou a vida com ajuda da tecnologia médica avançada. [que é exatamente o que eu quero que façam se eu morrer e tiver alguma tecnologia de ressuscitação por perto!] E, durante o processo, por algum tipo de dor, confusão ou seqüela mental temporária!, o Coulson afirmava que queria morrer. Vamos combinar: ele não estava e em condições de fazer declaração alguma.
E aí, isso foi tão chocante psicologicamente para... Sei lá, os plantonistas do dia?, que eles acharam que quando o Coulson acordasse no hospital ele NÃO iria falar "Pô, galera! Obrigadão pelo esforço! Aquilo que eu disse, quando estava com o cérebro aberto e em dor, deixem para lá! Amo todos vocês!". Não... Eles acharam que o cara provavelmente iria querer morrer de novo, e aí hipnotizaram-no para ele achar que tirou férias!
Que monstros! Que gente horrível!
Não convenceu! Li por acaso, por aí e faz tempo, uma teoria que eu tinha gostado. De tanto o cara falar "É um lugar mágico!", a idéia é que ele teria sido trazido à vida por mágica, e seria a forma de introduzirem o Dr. Estranho no universo Marvel televisivo (e cinematográfico). E aí inventariam algum problema dramático para isso não poder ser revelado, de repente eles deram a alma do Coulson em troca, ou ao invés do Dr. Estranho, eles agora estivessem devendo um favor para algum vilão... Qualquer coisa que, dada a opção, o Coulson, em plenas faculdades mentais, diria "Assim não quero!", e não gritando durante uma operação com o cérebro aberto.
O pior é que até achei que o garçom do Taiti daria um ótimo ator para ser o Dr. Estranho, a cara dele ficou parecida. Na hora pensei que a tal teoria fosse estar certa. Não estava.
E agora teremos o trauma mais fajuto da história acompanhando a série: o cara está chateado porque foi ressuscitado pela tecnologia médica e o enganaram dizendo que ele foi pra praia!
Vou colocar na minha carteira, junto com o aviso de que sou doador, que se eu morrer e existir essa possibilidade, EU QUERO ESSE TRAUMA PARA MIM! :-D
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Vikings
Seriado do History Channel [eu nunca ligo para o canal, mas foi tão bizarro quando me toquei era que do History, e não da HBO, que eles merecem ser citados logo de cara]
Duração: 6h45min aprox. (em 9 episódios)
Ano: 2013 -- Trailer -- Site oficial
De: Michael Hirst (de Os Tudors e Elizabeth: A Era de Ouro)
Com: Travis Fimmel (de nada interessante), Katheryn Winnick (idem) [achei-a mais bonita "sem maquiagem" como está na série que toda produzida], Nathan O'Toole (faz uma ponta no Os Bórgias), Clive Standen (fez uma ponta em Doctor Who), Gustaf Skarsgård (de Arn, o Cavaleiro), George Blagden (fez uma ponta no A Ira de Titãs), Gabriel Byrne [finalmente alguém famoso!] (de Stigmata e Fim dos Dias) [acho legal que esses 2 filmes são do mesmo ano e num ele salva uma garota do diabo, no outro ele é o próprio Cramunhão], Jessalyn Gilsig (de Heroes) e Ivan Kaye (de nada que eu reconheça).
Pois então... Nada para ver... sem novos episódios de South Park ou Doctor Who... [pelo menos agora começou a 2ª temporada d'A Lenda de Korra] Resolvi assistir a essa série de bobeira após uma recomendação no RapaduraCast. Seria algo para assistir na hora do jantar na falta de outra coisa qualquer.
Vi faz muito tempo atrás a Os Tudors mas, por mero acaso, não notei quando a temporada seguinte começou, e acabei nunca voltando nela - que eu estava achando muito boa - e depois disso parece que deu preguiça de ver esses seriados históricos todos, como Os Bórgias ou qualquer outro que não esteja lembrando.
Mas... Jantar vendo novela é que eu não ia. Comecei a ver e gostei, muito legal; a série pareceu mais um grande filme cortado, ou até mesmo uma daquelas antigas minisséries, feitas para durar só 4 ou 5 episódios e pronto. [a Globo passava umas minis assim muito boas a noite quando eu era jovem, três em especial ainda lembro: uma sobre a Florence Nightingale, outra sobre o Anwar Sadat e uma de FC bem vagabunda com um ator das antigas, que eu tentei de todos os jeitos, mas não consegui lembrar o nome. Vou ficar devendo. A série tinha uma nave em forma de donut.]
A história: acompanhamos um nórdico, chamado Ragnar, que não aguenta mais invadir a mesma galera vagabunda à leste deles e arranja um jeito de navegar para oeste, para saquear as desconhecidas terras de uma tal de Inglaterra e outros lugares para aquelas bandas - desobedecendo o líder local. Ele acaba indo, óbvio, e ele e sua turminha se metem em sangrentas confusões numa idade média muito louca. [há muitas liberdades dramáticas - mas também, não daria para confiar muito, a série ser feita por um canal chamado HISTÓRIA não é garantia de chongas, já que eles só sabem falar de ETs e fantasmas] [acho que Trato Feito é o programa do History onde mais aprendo História. Isso... é... assustador!]
A propósito, o tal sujeito talvez tenha mesmo existido. Mas mesmo assim o History conseguiu zonear muita coisa. [e mesmo ignorando o cara, dizer que os vikings não sabiam que a Inglaterra existia foi sacanagem] Quem quiser, pode pesquisar o nome dele (Ragnar Lodbrok - ou Lothbrok, como na série), mas recomendo que não o façam. Logo de cara, no Wikipedia, vocês já tomam um baita spoiler do que deve acontecer no futuro da série. Isso caso não zoneiem mais ainda a lenda do sujeito.
Mas voltando a série... Estava tudo indo muito bem... aí... os dois últimos episódios derraparam legal. Eu me senti meio "enganado". Parece que foram 2 episódios inteiros (de um total de só 9) preparando terreno para a segunda temporada. O último na verdade, porque no penúltimo nada aconteceu. O pior é que não precisava disso...
Se de repente a série tivesse parado no 7º episódio, sem nenhum gancho nem nada [na verdade, o inglês jurando vingança na última cena serviria como tal], teria ficado ÓTIMO.
Eu não quis ver De Volta para o Futuro 2 por algum truque barato no final primeiro filme. Ou, para ficar num exemplo recente, não quis ver Além da Escuridão porque o Jornada nas Estrelas 2009 teve algum gancho de 20 minutos [seria a mesma proporção de dois nonos]. Eu quis continuar nas franquias porque elas foram boas o suficiente para eu querer mais dela. E seus realizadores conseguiram a minha confiança, mesmo que temporária, até o próximo filme, para "Se você fizer isso de novo, eu vejo".
Fraco. Foi como achei o final de uma série que me pegou de surpresa e estava gostando muito. E da forma como a 1ª temporada terminou, o começo da 2ª deve dar tanta merda, que era melhor terem cortado o 8º episódio, por exemplo, e terem usado o tempo adicional para terem feito um cliffhanger bem aos estilo Doctor Who, em que você solta um C*RALHO!, achando tudo muito foda ao mesmo tempo rindo e puto que terá que esperar 6 meses para saber como continua.
Mas não vou desmerecer a coitada por causa do final - que tiveram algumas coisas interessantes e outras que eram óbvias desde o primeiro episódio - e verei a segunda temporada feliz ainda. E será "ao vivo" [desde que não dublem] ao invés de na reprise. Mas perderam a mão um pouco ali.
Quem não viu e gosta de vikings [eu nem tanto, mas quando criança gostava mais deles do que de piratas ou ninjas] pode ver, que eu garanto. Mas podia ter terminado muito melhor. Putz... Acabei de lembrar, a última cena do Ragnar no 7º episódio era ele dando tchauzinho naquele jeito escroto e metido dele. Pô, perfeito! [e enquanto a próxima temporada não chega, fiquei com vontade de rever O 13º Guerreiro, ótimos filme e livro] [OBS: por favor, ignorem a música do trailer, ela meramente fazia sucesso na época mas não toca no filme, a trilha do filme é boa]
Duração: 6h45min aprox. (em 9 episódios)
Ano: 2013 -- Trailer -- Site oficial
De: Michael Hirst (de Os Tudors e Elizabeth: A Era de Ouro)
Com: Travis Fimmel (de nada interessante), Katheryn Winnick (idem) [achei-a mais bonita "sem maquiagem" como está na série que toda produzida], Nathan O'Toole (faz uma ponta no Os Bórgias), Clive Standen (fez uma ponta em Doctor Who), Gustaf Skarsgård (de Arn, o Cavaleiro), George Blagden (fez uma ponta no A Ira de Titãs), Gabriel Byrne [finalmente alguém famoso!] (de Stigmata e Fim dos Dias) [acho legal que esses 2 filmes são do mesmo ano e num ele salva uma garota do diabo, no outro ele é o próprio Cramunhão], Jessalyn Gilsig (de Heroes) e Ivan Kaye (de nada que eu reconheça).
Pois então... Nada para ver... sem novos episódios de South Park ou Doctor Who... [pelo menos agora começou a 2ª temporada d'A Lenda de Korra] Resolvi assistir a essa série de bobeira após uma recomendação no RapaduraCast. Seria algo para assistir na hora do jantar na falta de outra coisa qualquer.
Vi faz muito tempo atrás a Os Tudors mas, por mero acaso, não notei quando a temporada seguinte começou, e acabei nunca voltando nela - que eu estava achando muito boa - e depois disso parece que deu preguiça de ver esses seriados históricos todos, como Os Bórgias ou qualquer outro que não esteja lembrando.
Mas... Jantar vendo novela é que eu não ia. Comecei a ver e gostei, muito legal; a série pareceu mais um grande filme cortado, ou até mesmo uma daquelas antigas minisséries, feitas para durar só 4 ou 5 episódios e pronto. [a Globo passava umas minis assim muito boas a noite quando eu era jovem, três em especial ainda lembro: uma sobre a Florence Nightingale, outra sobre o Anwar Sadat e uma de FC bem vagabunda com um ator das antigas, que eu tentei de todos os jeitos, mas não consegui lembrar o nome. Vou ficar devendo. A série tinha uma nave em forma de donut.]
A história: acompanhamos um nórdico, chamado Ragnar, que não aguenta mais invadir a mesma galera vagabunda à leste deles e arranja um jeito de navegar para oeste, para saquear as desconhecidas terras de uma tal de Inglaterra e outros lugares para aquelas bandas - desobedecendo o líder local. Ele acaba indo, óbvio, e ele e sua turminha se metem em sangrentas confusões numa idade média muito louca. [há muitas liberdades dramáticas - mas também, não daria para confiar muito, a série ser feita por um canal chamado HISTÓRIA não é garantia de chongas, já que eles só sabem falar de ETs e fantasmas] [acho que Trato Feito é o programa do History onde mais aprendo História. Isso... é... assustador!]
A propósito, o tal sujeito talvez tenha mesmo existido. Mas mesmo assim o History conseguiu zonear muita coisa. [e mesmo ignorando o cara, dizer que os vikings não sabiam que a Inglaterra existia foi sacanagem] Quem quiser, pode pesquisar o nome dele (Ragnar Lodbrok - ou Lothbrok, como na série), mas recomendo que não o façam. Logo de cara, no Wikipedia, vocês já tomam um baita spoiler do que deve acontecer no futuro da série. Isso caso não zoneiem mais ainda a lenda do sujeito.
Mas voltando a série... Estava tudo indo muito bem... aí... os dois últimos episódios derraparam legal. Eu me senti meio "enganado". Parece que foram 2 episódios inteiros (de um total de só 9) preparando terreno para a segunda temporada. O último na verdade, porque no penúltimo nada aconteceu. O pior é que não precisava disso...
Se de repente a série tivesse parado no 7º episódio, sem nenhum gancho nem nada [na verdade, o inglês jurando vingança na última cena serviria como tal], teria ficado ÓTIMO.
Eu não quis ver De Volta para o Futuro 2 por algum truque barato no final primeiro filme. Ou, para ficar num exemplo recente, não quis ver Além da Escuridão porque o Jornada nas Estrelas 2009 teve algum gancho de 20 minutos [seria a mesma proporção de dois nonos]. Eu quis continuar nas franquias porque elas foram boas o suficiente para eu querer mais dela. E seus realizadores conseguiram a minha confiança, mesmo que temporária, até o próximo filme, para "Se você fizer isso de novo, eu vejo".
Fraco. Foi como achei o final de uma série que me pegou de surpresa e estava gostando muito. E da forma como a 1ª temporada terminou, o começo da 2ª deve dar tanta merda, que era melhor terem cortado o 8º episódio, por exemplo, e terem usado o tempo adicional para terem feito um cliffhanger bem aos estilo Doctor Who, em que você solta um C*RALHO!, achando tudo muito foda ao mesmo tempo rindo e puto que terá que esperar 6 meses para saber como continua.
Mas não vou desmerecer a coitada por causa do final - que tiveram algumas coisas interessantes e outras que eram óbvias desde o primeiro episódio - e verei a segunda temporada feliz ainda. E será "ao vivo" [desde que não dublem] ao invés de na reprise. Mas perderam a mão um pouco ali.
Quem não viu e gosta de vikings [eu nem tanto, mas quando criança gostava mais deles do que de piratas ou ninjas] pode ver, que eu garanto. Mas podia ter terminado muito melhor. Putz... Acabei de lembrar, a última cena do Ragnar no 7º episódio era ele dando tchauzinho naquele jeito escroto e metido dele. Pô, perfeito! [e enquanto a próxima temporada não chega, fiquei com vontade de rever O 13º Guerreiro, ótimos filme e livro] [OBS: por favor, ignorem a música do trailer, ela meramente fazia sucesso na época mas não toca no filme, a trilha do filme é boa]
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