terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

O Destino de Júpiter

Título original: Jupiter Ascending
Duração: 2h07min  --  Ano: 2014  --   Trailer / outro trailer
De: Andy & Lana Wachowski (de MatrixV de Vingança e A Viagem [cuja resenha acabei de descobrir que está em rascunho desde 2013! aqui no site! putz!]) [supermini resenha de A Viagem: mesmo não sendo kardecista, gostei muito]
Com: Mila Kunis (de That 70's Show, O Livro de Eli, Ted e Oz), Channing Tatum (do novo Anjos da Lei, A Legião Perdida, Magic Mike [ele é o Mike] e A Toda Prova), Sean Bean (o Boromir e o Ned Stark) [e aí? será que dessa vez ele morre de novo?], Eddie Redmayne (o Stephen Hawking no A Teoria de Tudo) [sorte dos filmes terem sido lançados quase ao mesmo tempo, que assim ninguém vai lembrar dele nesse aqui], Douglas Booth (um dos filhos do Noé), Tuppence Middleton (de várias séries de TV desconhecidas e pontas em filmes que não vi), Doona Bae (de A Viagem) e Charlotte Beaumont. [ok, essas duas últimas aparecem bem menos que outras pessoas no filme, mas eu tenho uma queda por olhos puxados e a filha do Sean Bean no filme é muito bonitinha.]

Taí! Fui esperando ver um filme bem space opera, com um quê kitsch [brega!] à lá Flash Gordon e... foi o que recebi!

Ainda não li resenhas do filme por aí, então essa não está contaminada... E depois de ter visto o filme não imagino qual seja a birra que se armou contra ele. Ou porque o filme foi atrasado e tudo. Eu gostei muito. Ok... Mila Kunis + Naves Espaciais... Eu não precisava de mais nada!

Voltando ao assunto, eu gostei do filme. Belíssimas naves, que me fizeram pensar muito no filme de Duna (e um pouco nos do Ridick). Um universo de "FC feudal" (novamente, estilo Duna) [eu também pensei na Casta dos Metabarões, mas a verdade é que não sei como o universo deles funciona. Nunca li nada a respeito, mas tinha vontade. De qualquer jeito, pensei neles.] [Indevidamente, provavelmente]. Talvez até um quê de Barbarella [assumo, pensei nisso só por causa das asas]. Não sei. Também pensei no Cidade das Sombras quando a cidade foi reformada.

Isso significa que o filme tem tanto clichê que você pode encontrar referências para qualquer coisa? Provavelmente!! E MUITO! Mas não necessariamente é uma coisa ruim. Desde que as referências tragam bos ou divertidas lembranças, tá valendo!

O filme criou um universo [ou fingiu criar, soltando palavras soltas e sem história por trás... mas, isso não importa de verdade - "assim é, se lhe parece"] que ao mesmo tempo que me deu uma vontade doida de saber muito mais sobre aqueles mundos, ler livros no mesmo universo ou mais filmes... a história é redonda e terminou muito bem ali.

Bem, muito bem não, eu podia ter ficado sem a última cena. Aqueles 2 segundinhos finais da mulher patinando na direção da tela. Que tivesse parado um instante antes, com ela patinando "pro pôr do sol". Melhor. Mas sim, isso sou eu fazendo picuinha com um detalhe ridículo de, realmente, 2 segundos num filme de 2 horas. Ok. Próximo assunto.

Continuação? Não pesquisei ainda se vai ter ou não [estou digitando isso no Bloco de Notas, porque se eu abrir o navegador, vou começar a querer pesquisar antes de terminar de digitar, e estou aproveitando que não fazia nada no site faz muito tempo, e digitando rápido, para não perder o embalo]. Mas então... Ganchos para isso, ficaram. Dois [e eles são parentes] Mas pela birra que tenho ouvido do filme [de repente foi mal nas exibições de teste, depois eu descubro] ele provavelmente foi um fracasso de renda. Mas, de novo, ao mesmo tempo que eu acharia divertido, não precisa. Foi um romancesinho espacial redondo. Tem lá seus buraquinhos de roteiro, e personagens que aparecem e somem à toa [a irmã e o trio de mercenários, senti falta deles novamente no filme], mas satisfez. Fico esperando pela versão do diretor, porque esse filme parece ter sido bem picotado na edição. [comentário solto: o planeta da irmã parece Naboo]

Dúvida solta: como diabos, num universo de humanos espalhados pela galáxia inteira, o cara (o Tatum) rastreou a mulher? Veja bem, se alguém tivesse dito "Vai na Terra, que com certeza está lá", eu até poderia entender. Mas, baseado no que vimos em tela, o cara precisou identificá-la entre todos os planetas DA GALÁXIA! (talvez várias, nem sei).

Ah, Robotech! Voltando a falar de possíveis referências e das naves, eu sempre imaginei como seria se fizessem um filme de Macross em respeito às naves pessoais. [tá, o link anterior foi zuação, esses dois são decentes: Macross original e Macross Frontier] Eu acho que filme resolveu isso muito bem, os "batalhóides" deles deram uma boa solução para algo que voa como caça e tem forma de robô com asas depois. Não fica num formato de F-15 [Strike Eagle II! joguinho divertido dos velhos tempos], mas ok, não se pode ter tudo. Gostei da solução do filme das coisas ficarem flutuando em volta ao invés de tudo ter dobradiça.

A arte do filme está muito boa. Novamente, o visual feudal no espaço de que tanto gosto. Lembrei agora da nave de vidro daquele filme da Disney. [Buraco Negro] O filme foi só passável para a época, mas a nave do vilão, voando no espaço como uma catedral.. era muito bonita. Quem fez a direção de arte desse filme... Quero num futuro filme de Duna! [sim, eu gosto muito de Duna] Só evitem fazer um novo "Planeta Museu de Bilbao". [era o que parecia o primeiro planeta que aparece no Júpiter]

E quer dizer que os dinossauros evoluíram para gárgulas? Então...

Próximo assunto.

A propósito, a história, né? Sempre bom, para quem não viu:

Rainha do espaço "reencarna"(*) numa terráquea e os filhos dela não querem que ela seja reconhecida como tal - para não perderem suas fatias da herança ou, o inverso, pegar eles a fatia que seria dela de volta - que é o nosso bom e velho planeta Terra. E aí temos mercenários espaciais tentando sequestrá-la ou matá-la. Um pouquinho de complexo de Estocolmo [na verdade não, isso eu achei divertido, dela ter partida pra cima. pô, mulherada também pode dar o primeiro passo].

(*) Como? Mas como diabos uma sociedade evoluída aceitaria coincidência genética como base legal para devolução de posses e títulos?!? Sim, porque se ainda fosse uma sociedade religiosa e a "reencarnada" tivesse direito à seus antigos bens porque "O Deus-do-Espaço falou assim!". Ok. Cada um segue a igreja alienígena que preferir. Mas... Não era o caso, era puramente genética mesmo no filme!

E claro, ela é reseqüestrada, temos batalha, depois outra. Muita ação sem câmera lenta [tem um pouco, mas na maioria tu fica meio atordoado mesmo, o que é bem legal] E aí beijinho e todo mundo feliz.

Sim, não é um filme com dramas e sacrifícios finais. Todo mundo termina bem. [quer dizer, menos o vilão] Sessão da Tarde! Romance, "ciência" sem sentido, visuais coloridos e malucos e muita explosão. Seus filhos podem ver. O máximo que aparece "de errado" é uma bunda. Tem também uma rápida traição no filme e ela é resolvido ao estilo Dolph Lundgren no Mercernários: "Porra cara, tu tentou me matar. Que vacilo", "Foi mal, aê.", "Beleza então. Vamos jantar." Sem grandes melodramas sobre quebra de confiança, tudo resolvido na amizade em 3 segundos a pronto. [quem é homem sabe: muitas discussões são resolvidas antes da DR-masculina sequer começar com um mero "Ah, foda-se. Vamos esquecer isso."]

E ela limpando banheiro no final do filme? Porra! Não faz sentido algum! A "reencarnação passada" deixou a Terra no testamento, mas nenhuma conta bancária? Nem sequer um mero colar de diamantes-espaciais que pudesse ser vendido? Sim, sim, tem toda aquela coisa fofinha de "E depois de toda essa aventura... Juju aprendeu a não reclamar da vida!". Não concordo, mas aceito. [mas ainda não faz muito sentido.]

O filme tem também piadas soltas e uma seqüência inteira (que não sei se encaixou realmente no filme, mas eu gostei) [eu sou estranho] da personagem e o protetor num tipo de "fórum espacial" cuja utilidade foi... nenhuma. Mero humor com um visual que parecia que eu estava num quadrinho do Moebius.

Eu recomendo. Visualmente muito bonito. A Mila melhora qualquer coisa. O Tatum com cara de elfo marciano... Errrr... bizarro, mas não incomoda. E a trama é uma clichêsada da boa. Duas horas divertidas com muita correria e explosão. [adorei a cena de batalha em volta da torre da igreja] Boa forma de fechar um dia.

[Atualização: sim, o filme foi um fracaso de bilheteria. Pena.]

[Outra atualização: cacilda! a cena do "fórum" é com o Terry Gilliam e é uma homenagem ao filme Brazil! Ha! Agora sim! Faz sentido. [ainda que continue achando a cena deslocada]]

E acabei de notar que eu gosto do estilo dos Wachowskis. Todos os últimos fracassos de bilheteria deles são filmes que eu sempre defendo. :)

Ah, e vi uma boa descrição do filme por aí: "conto de fadas sci-fi!". Encaixa.

E algumas resenhas alternativas:
Cinema com Rapadura: A rendição dos Wachowskis
-- Eu concordo com tudos que eles dizem, mas... gostei mesmo assim.
Tor.com: "Jupiter Ascending is a bad movie."
-- Que, educadamente, esculhamba o filme todo. Mas... mesmo caso acima.
Tor.com de novo, agora gostando: "We need more movies like this one!"

Ou, se você já ficou cansado de ter lido a minha resenha e está com saco apenas para mais uma, leia esta, que é curtinha e concorda comigo no esquema de "danem-se os furos, foi muito divertido":
FangirlNation: "As a whole, this movie was ridiculously entertaining."

Postagem PS (o sumiço do site)

Ah, sim, o blog... É, eu também notei que ele morreu por uns 6 meses. Na verdade, estava só meio que em coma. Mas ainda totalmente ativo em bloquinhos e anotações em folhas soltas. Tenho um semestre inteiro de postagens rascunhadas em papeis rasgados aqui e ali. [mas não tantas quando eu gostaria.] E alguns TXTs no desktop também. E uma ou outra postagem semi-rascunhada direto no próprio Blogger. Quero ver se começo a colocar tudo pra cá aos poucos.

Então... só uma explicação rápida do sumiço. E um conselho de nerd para nerd.

Se você resolver se mudar... E olhar em volta e pensar "dá para melhorar isso aqui um pouco" ou alguém perguntar "vai reformar?"...

TU SOLTE UM RISADA MANÍACA vire de costas e saia rindo de forma louca. E resolva o assunto da seguinte forma:


Melhor construir do zero do que consertar. "Mas blogueiro... Não é uma casa, é um apartamento!" Queima! "Mas..." QUEIMAAAAA!!!!!

Eu não fiz isso. E faz 6 meses que não tenho finais de semana. Como diria o corvo: "Nunca mais!" Próxima vez, ou resolvo com o conselho acima ou só vou varrer, tirar as teias [ou pererecas! já morei um tempinho num lugar que tinha pererecas como numa praga egípcia] e dizer "Está lindo!"

Então... Estou de volta. Mais ou menos. Continuo sem finais de semana por algum tempo. E provavelmente ficarei sem telefone umas duas semanas. Mas tentarei voltar ao [péssimo] hábito de blogar de madrugada. Dá sono mas é divertido. E eu estava com saudades dessa bagaça. :-D

[tô tão desacostumado, que esqueci que essa postagem ia ficar ANTES da outra no mesmo dia, por ter sido publicada depois, ao invés de ficar na ordem e o "PS" fazer sentido... Bem... nada que uma edição no horário da postagem não resolva...]

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

The Last Rites of Ransom Pride

Duração: 1h22min  --  Ano: 2010  --   Trailer / outro trailer
De: Tiller Russell (de nada interessante)
Com: Peter Dinklage. Isso mesmo, o Peter Dinklage! Eu disse PETER DINKLAGE! [Estou zuando o tom, claro, ele só faz uma ponta; mas acho que a única maneira de fazer alguém se interessar por este filme é falar que o Tyrion de Guerra dos Tronos está nele.] Falando sério agora...

Com: Lizzy Caplan (de Cloverfield - O Monstro e Hot Tub Time Machine), Dwight Yoakam (de Os Três Enterros de Melquiades Estrada, Bandidas e Adrenalina 2), Jon Foster (só filme ruim), Cote de Pablo (do seriado NCIS), Scott Speedman (o mocinho da trilogia Anjos da Noite), Kris Kristofferson (da trilogia Blade e... [eu estava olhando a lista de filmes deste cara, tentando lembrar onde eu o conheci e porque ele é famoso - porque a lista tinha muita porcaria - e aí o Wikipedia me ajudou: esse cara é um compositor de música country!, ser ator deve ser só um passatempo, então era daí que eu o conhecia!] [mas filme... continuo não lembrando qual o 1º onde o vi]), Peter Dinklage (de Vira-Lata, o Super Cão) e Blu Mankuma (de Mundos Opostos e do seriado Forever Knight [adorava essa série! e o texto do link está +/- errado, porque eu vi essa série foi é na TV aberta mesmo]).

A história: matam o pai da menina e a menina mata o cara que matou o pai. Anos depois, já adulta, o namorado da menina morre e ela promete a ele enterrá-lo na terra da família. Mas... o cara matou o irmão de outra sujeita (uma bruxa (?) mexicana) que não quer devolver o corpo. E temos a sujeita querendo se vingar da menina e vice-versa. O pai do namorado (que já foi matador e agora é pastor) querendo se vingar dela por ter descaminhado o filho. Um amigo do pai ajudando. E um anão no meio da história que também está se vingando de alguma coisa pelo jeito. E um militar aposentando. E gêmeos siameses moribundos.

Opinião: Esse filme estava na minha lista para ver a anos. Eu não lembro porque. Algo me fez ficar curioso na época. talvez tenha sido só a estética amalucada. Não sei. Provavelmente os mini-trailers de 20 segundos que saíram na época.

O filme é uma mistureba de paisagens legais e enquadramentos bonitos (apesar de eu não gostar da tonalidade usada) com a impressão que ter sido feito como um trabalho em grupo pra faculdade - mas tinha gente demais do departamente de arte e gente de menos na parte de redação.

E provavelmente alguém bem chato da parte de montagem, que não devia ter muito que fazer e insistiu em cortes abruptos que as vezes servem como flashbacks relâmpagos, e outras vezes só estão lá porque, pelo jeito, o cara precisava fazer alguma coisa para justificar o salário. Irrita depois de 10 minutos. Os tais cortes as vezes estão resumindo a cena que acabou de acontecer e que ainda lembramos com perfeição. Para que eu precisava de um resumo dela?

Sinceramente, se não fosse a atriz bonitinha [enquanto eu via ela me lembrou a que fez a Pekkala] eu talvez não tivesse suportado tanto tempo. Lá no começão, quando o filme ainda era só uma idéia, saiu um teaser com atores completamente diferentes e uma loirinha genérica como protagonista (mais um ponto a favor da minha teoria dele ser um tipo de projeto, e não algo perfeitamente planejado). Nada contra loiras que parecem ter saído de Coyote Ugly buscando vingança no México de 1911, mas... aquele trailer não inspirava nenhuma confiança. Os seguintes (tanto os longos como os de 20 segundos) foram mais divertidos e os atores pareciam finalmente terem sido escolhidos "direito".

Mas ainda é muita canastrice (exceto pelo Kristoferson, mas que aparece bem pouco), numa história bem rala, que é uma desculpa para vários tiroteios e a mocinha principal fazer cara de eu sou foda o tempo todo. Apesar da última cena dela ser uma luta de facas usando uma camisola das antigas, então a última aparição dela em cena nem é memorável. Mas o chapéu de maquinista dela é tao legal, dando um ar steampunk ao visual, que 10 minutos depois do filme você provavelmente só se lembrará dela desta forma. E no dia seguinte você nem mais lembrará do filme.

Bom para uma tarde modorrenta. Mas nem tanto, que se der sono, a preguiça falará mais alto e você preferirá tirar um cochilo. [foi exatamente o que aconteceu comigo, e eu optei pela soneca de meia hora. e só resolvi terminar o filme depois só porque eu realmente estava sem nada melhor para fazer - e se deixasse para ver outro dia corria o risco de nunca terminar].

E para ninguém falar que eu estou sendo mal com o coitado... Algumas opiniões de outros sites. [e eu juro que não induzi o Google, peguei as primeiras páginas que vieram colocando o nome do filme + "review"]

"A boring, one-dimensional film with an uninteresting plot" (Blog Critics), "falls well short of the mark" (Screen Daily), "what can go wrong? As it turns out; everything." (Cinema Blend) e, resumindo, "Well, it's a big pile of shit." (Den of Geek).

O pior é que a produtora desse filme começou com ambição (vide The Hollywood Reporter e Film School Rejects) [ah, a ironia...] como se fosse ser alguma revolução. Bem... Para cada história de sucesso há muitas de fracasso. Mais uma para pilha.

domingo, 14 de setembro de 2014

Atualizações fora de ordem

Minhas postagens não são colocadas no ar na ordem que eu as faço. Eu posso ler um livro em janeiro, por ex., rascunhar o texto sobre ele (ou não) e terminar apenas meses depois. E aí, quando eu o colocar no ar... Eu o coloco em janeiro!, não no mês atual. [mas claro, não é sempre que isso acontece]

Eu prefiro assim; que além de lembrar quando li ou vi algo, não fica estranho uma postagem dizendo "acabei de sair no cinema" para um filme que saiu de cartaz no ano anterior. E quem achar a postagem pelo Google, não faz diferença.

Mas para alguém que acompanhe o site [descobri que existe!], ferrou! Essa pessoa teria que ficar passeando pelo site o tempo todo procurando o que surgiu depois numa data anterior. Pois então... Eu já havia pensado na possibilidade, mas não em como resolvê-la. Mas agora que sei que existe alguém [talvez o primeiro de muitos? nunca se sabe], sempre que fizer isso vou largar uma postagem como esta. [e mesmo se o Anônimo for meu único seguidor, tudo bem, fazer essas postagens não levará nem 5 minutos quando precisar - e eu preciso tratar bem os clientes.]

Mas vamos lá. Atualizações em ordem maluca de hoje:

The Chessmen of Mars (quinto livro da série iniciada com o Um Princesa de Marte), postado em abril/2014.
Godzilla (2014) & Gojira (o filme atual e o de 1954), postado em junho/2014.


PS: fui testar se aquele link no fundo "Assinar: Postagens (Atom)" serviria para cadastrar um email e ser avisado de novas postagens. [três ou quatro anos de blog, e eu nunca parei para olhar aquilo lá direito.] Bem, acabei de descobrir que não dá para cadastrar um email, mas lá as postagens são listadas nas datas reais em que foram ao ar (ou alteradas, caso eu tenha mexido alguma coisa - geralmente corrigir um erro de gramática que eu não vira antes). Muito bonito, mas... Isso deu certo no Internet Explorer. O tal link não funcionou no meu Chrome e no Firefox mostrou as postagens na ordem que eu coloquei, não na ordem que foram postadas. Resumindo: não é a coisa mais confiável ou fácil de entender do mundo.

Então a idéia de fazer esta postagem não é de todo o mal. Vou mantê-la.

sábado, 9 de agosto de 2014

Estantes para livros x Brasil

Preciso comprar estantes para livros. Chega uma hora que não adianta mais colocar livros em 3 "camadas" (isto é: livros na frente de livros que já estavam na frente de livros), nem ocupar todas as prateleira da casa [enfeitinhos e fotos, foram todos para caixas de sapato], a parte de cima da torre do computador, a tábua de passar roupa, e a mesa da sala (mesmo porque, nesses últimos casos os livros ficam deitados, e eu não gosto disso, deforma).

Já faz algum tempo que estava pesquisando e não achava nada. NADA! Nem cara existe por aí. Estantes para MUITOS livros, eu quero dizer. Para poucos tem os modelos bobinhos de sempre [de quem tem 5 livros na estante, só leu 1, e não joga todos fora porque fica legal esteticamente]. Pelo jeito só mandando fazer. Ou se contentar em comprar várias padronizadas (e caras, mesmo sendo vagabundas e não ajustáveis) e ir colocando lado a lado. Ou comprar de metal ou aquelas coloridas de biblioteca pública.

Esbarrei com este texto agora, de 2012:
Triste realidade brasileira: não há estantes de livros à venda - porque as pessoas não têm livros em casa.

Pois é. Não tem. E aí eu resolvi fazer o teste que o cara fez e fui na IKEA. E estava lá, na primeira página, entre os primeiros resultados, uma estante lisa, alta, de madeira e com prateleiras ajustáveis. Simples e eficiente. Do tipo que qualquer dono de livro pensaria como o modelo óbvio. Se eu morasse nos EUA, teria comprado agora, na mesma hora, 2 ou 3 delas (provavelmente duas + prateleiras adicionais, e mais umas duas sem esquina, para colocar ao lado).

Se alguém quiser trazer na bagagem, de presente, é essa abaixo. Ou pelo menos fica a recomendação. Estante Billy (cód. 290.204.70) [putz, aqui é impossível achar uma boa estante para comprar, já lá é algo tão desdenhoso, que a estante se chama BILLY!, como se fosse um molequinho remelento...]


Tem horas que é chato ser do terceiro-mundo... [e nem somos thundercats nem nada...]. Porra IKEA! Site nacional!! [chequei, e não seria impossível comprar lá para entregar aqui... a Ikea não faz, mas teria como... O problema é que eu já sinto um aperto no peito quanto preciso pagar mais de $20 dólares de envio de livros que custam $5... Pagar $415 na estante + $660 no envio... x3! Estou sentindo o miocárdio fechar só de digitar isso. Não vai acontecer. Terei que comprar algum modelo vagabundo e criar novos buracos nela eu mesmo...]

Bem, essa postagem é 90% inútil, mas eu precisava desabafar.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Transformers 4: A Era da Extinção

Eu nem ia fazer essa postagem. O filme não merece. Mas parece que ultimamente só tenho feito postagens longas e quando eu gosto de algo. Hora de voltar a fazer valer a parte ranzinza do título dessa bagaça.

E porra, que filme merda! [desculpem os termos, mas é a forma mais rápida de resumir toda a situação] Eu tinha esperanças. Achei que iam deixar de lado a parte mais infantilóide e dar um rumo decente. Não ia virar um drama oscarizável, claro, mas não ser vergonha alheia, do tipo que pré-adolescentes, depois de ver, renegariam, para não ficar mal entre os amiguinhos (mas todos teriam visto, claro) que foi esse.

Fiquei feliz só de pensar que os carros caipiras do 2º ou 3º filme estariam mortos nesse. E aí me colocam um robô usando saias! Outro samurai, com mais expressões faciais que os atores humanos! E o robô vilão tinha a cara do Esqueleto (vilão do He-Man)!

Tem horas que eu fico feliz em ver um filme sem história e muitas explosões. Mas precisa ser bem feito. Eu até me diverti com a porradaria do Líder Optimus no 3º filme. Ele puxando uma espada. Ele usando uma escopeta! Mas tudo tem limite... e esse filme não teve. Foi criado por uma criança sem noções de bom cinema. E eu não sabia que o filme tinha TRÊS HORAS!!

Bem, foi melhor que o segundo filme e sei que verei o quinto quando sair. Mas foi muito ruim. É até bom estar postando alguns dias depois de ter visto - no calor do momento eu teria muito mais reclamações, mas agora já estou de bom humor. [mas ficar relembrando o filme não está ajudando] Por falar nisso, cacete!, quer fazer a droga do robô vazar óleo para parecer sangue, OK!!!, mas não me faça a droga do ROBÔ tossir e babar!

Se der na telha depois eu coloco o cartaz na postagem, para manter a tradição. Talvez. Mas esse filme não merece nem uma postagem bem feita.

Um link para o Rapadura pelo menos, que também não gostou, mas sabe explicar que o filme é um fiasco com argumentos e boa educação: Tiro, porrada, bomba e tédio.

domingo, 20 de julho de 2014

Recomendações

Títulos alternativos: "Mid-Season Nerd" ou "I want to lie, shipwrecked and comatose..."

Pois é, o site está meio parado mas, na verdade, tem é um monte de postagens que ficaram no "agora só falta revisar" [a parte divertida é escrever besteira; revisar e formatar nem tanto] [e o bizarro é que em breve surgirão várias postagens ANTES desta]. E não entremos em detalhes, mas foi um mês complicado em que só estava com tempo (e ânimo) de ficar vendo TV [até minhas leituras estão devagar]. Mas...

O que diabos ver na TV entre o fim das temporadas americanas e a volta de Doctor Who? Um nerd precisa se virar!

Tenho que voltar a assistir aos episódios de Capitão Harlock por falar nisso (saiu até filme faz pouco tempo). Mas então, fora Falling Skies (que já era uma merda e agora piorou um pouco - mas eu assisto) [mas não falemos dela, é meu segredo sujo], eu acabei começando a ver duas coisas. [e que virou quatro, porque essa postagem também travou no rascunho]


Gravity Falls! (trailer / abertura)
Subtítulo nacional: Um Verão de Mistérios
Criado por: Alex Hirsch  --  Canal: Disney  --  Ano: 2012 em diante
Episódios: 20 até o momento + 17 curtas de 2 min.

Eu não tenho problema em ver desenho animado e assumir. Eu vejo Phineas & Pherb sempre que noto que é um episódio que eu não vi, o mesmo para Kung-Fu Panda e Os Pingüins de Madagascar, estou esperando a nova temporada de A Lenda de Korra (que parece que voltará um pouco ao estilo da primeira série, com viagens pelo globo - trailer), e não tenho nenhum problema em dizer que assistia Guerreiras Mágicas de Rayearth e Meninas Super-Poderosas quando já não era mais o público alvo disso (se é que fui algum dia). Isso posto... Assisto Gravity Falls. E é muito bom.

A história: dois irmão vão passar as férias com o tio-avô mutreteiro no interior, que tem um lojinha para vender tranqueira para turista. A menina é maluquete, cada episódio veste um casaco diferente e arranja um porco (num episódio muito bom, com viagens no tempo). Já ele usa sempre a mesma roupa, é mais interessado nos mistérios do local, que tenta desvendar com um livro doido que ele encontra no primeiro episódio, e é a fim da ruiva que trabalha para o tio. E o próprio tio, quando ninguém está olhando, é um cara misterioso. Bem, isso vai servir como sinopse.

Algo divertido no desenho é que todos os episódios tem alguma coisa em código para os fãs desvendarem, ou descaradamente (créditos finais) ou em cenas rápidas de páginas do livro (e aí, só pausando a imagem). E tem mais um monte de dicas malucas, referências escondidas e o diabo. A internet está cheia de teorias a respeito (eu na verdade não notei nada, esbarrei nisso por acaso no meio da temporada e perdi algumas boas horas naquele dia lendo a respeito). As teorias vão das completamente malucas (o famoso "esse personagem é o Diabo") até coisas envolvendo o resgate de um irmão perdido em outra dimensão (o pior é que essa faz muito sentido).

Claro, podem ser tudo só detalhes malucos para divertir ou erros de produção. Talvez a placa do carro pareça ser de Stanley (o mítico irmão) e não Stanford (o nome do tio-avô) porque o personagem pode ter mudado de nome durante a produção. Há uma cena em que o porco está vestido de médico numa cena e na cena seguinte a roupa dele sumiu. Seriam dois porcos, um deles sendo um doppelgänger místico do futuro? Mais provável é só que tenham esquecido de desenhar a roupa mesmo. E essa pode ser a explicação para muita coisa. Mas... Eu, de minha parte, quero saber quem é a lhama.

E todos os episódios, por mais isolados que sejam, têm uma história maior por trás a ponto do último da temporada ter terminado num baita gancho. Gravity Falls é o verdadeiro sucessor de Lost.

Volta agora em agosto, junto de Doctor Who.

Agosto será um bom mês.


De algo recente para uma velharia, comecei a ver, meio que por acidente (confundi com Blake's 7) a Red Dwarf! (não achei trailer, fiquem com a musiquinha). É um treco bem... ruim. Mas de repente é o sotaque britânico, não sei, tu assiste a piada tosca mas acha que na verdade ela tem um quê de Monty Python, mesmo que, lá no fundo, saiba que está mais para Chaves (que detesto).

Com: Craig Charles (putz, ele fez uma ponta em Lexx), Chris Barrie (o mordomo da Angelina Jolie em Tomb Raider 1 e 2), Danny John-Jules (fez uma ponta em Blade II), Norman Lovett, Robert Llewellyn e Hattie Hayridge  --  Criada por: Rob Grant e Doug Naylor
Canais: BBC 2 (até 1999) e Dave (2009 em diante).
Episódios até o momento: 61 (10 temporadas, a 11ª estréia em 2015)

Ok, ok... Não é assim, TOTALMENTE ruim. É ótimo para ver com sono e neurônios desligados. E revisando a história da Blake's 7, acho que no final era a Red Dwarf que eu pretendia ver mesmo. Eu sabia que uma das séries (ou a Blake's 7 ou a Red Dwarf) tinha uma premissa de gente que foi congelada por alguns milhões de anos na nave e, durante todo esse tempo, um dos gatos de estimação acabava ficando solto e dando origem a uma nova raça inteligente, que evoluiu no local ao longo deste tempo. Comecei a ver Red Dwarf sem saber direito qual era ela (na minha cabeça, as duas séries eram de comédia).

Mas resumindo a "história" rapidamente: temos dois técnicos da nave, do mais baixo escalão possível, um completamente desleixado, sujo e bagunceiro (Lister, o boa praça da dupla) e outro, todo metido a certinho e puxa-saco, mas igualmente incompetente (Arn, o babaca). Daí que o bagunceiro é punido e resolvem congelá-lo sem salário até chegarem na Terra. No meio tempo há um vazamento radioativo na nave e... todos morrem menos ele. O computador (Holly) resolve então esperar a radiação dissipar antes de acordá-lo. Isso leva 3 milhões de anos. Ao acordar, Lister descobre que as únicas companhias que ele têm são um homem-gato (chamado Cat), o antigo companheiro de quarto, agora revivido em forma de holograma, e o próprio Holly, o computador da nave, que aparece nas telas na forma de um cinquentão. E por algum motivo voltar para a Terra de forma rápida não é uma opção.

Sobre o gato, eu esperava alguém maquiado estilo uma peça de Cats com baixo orçamento. O que me surgiu foi uma versão magra do James Brown, com aqueles paletós coloridos, usando dentes de vampiro! E todos os trejeitos amalucados e exageradamente estereotipados da inspiração. Apavorem-se! Se o seriado fosse atual (ou americano), provavelmente chamariam de racista e seria cortado. Se bem que se o personagem continuar exatamente igual pelos 10 anos da série, talvez encha o saco. Todavia, cada temporada só teve 6 episódios. Se não fossem tão poucos, talvez nem começasse a ver.

E ficamos assim, 4 personagens sozinhos numa nave vivendo situações ridículas com efeitos especiais bem sofríveis.

Eu falei que a série é ruim, mas estou vendo... Porque isso? Estava pensando em como descrever a situação e ao mesmo tempo não parecer que ela é uma droga e eu sou masoquista. Cheguei numa boa solução: ela é hipnoticamente ruim! Bem, as duas primeiras temporadas pelo menos.

Na terceira temporada eles mudaram muita coisa. Começou aquele papo de monstro da semana, um personagem da 2ª temporada voltou como regular, mas com uma personalidade diferente (e meio irritante), e começaram aqueles famosos episódios "estamos sem grana, inventa uma desculpa e vamos filmar na Terra" (vide também toda a última temporada de Lexx). Aí eu comecei a temer que ela ficasse apenas ruim. Mas cheguei já no quarto episódio e ainda está no mesmo nível de diversão suficientemente aceitável. Estou evitando esbarrar com spoilers dos episódios futuros, mas pelo que li, só a oitava temporada é que é universalmente considerada ruim.

E eles arranjaram uma solução criativa (isto é: muito pilantra) para resolver os ganchos e alterações da segunda temporada para a terceira: eles colocaram um texto rolando, estilo Guerra nas Estrelas, em que eles explicam tudo o que aconteceu e como se resolveu depois e pronto!, aí eles podem continuar como se nada tivesse acontecido. E o letreiro passa tão rápido que eu tive que ir parando a imagem para ler. Muito safados.


Mas então... ficam as duas recomendações completamente opostas. Um seriado antigo perfeitamente aturável [principalmente para quem já passou por Lexx]. E um desenho moderno com zuações nerds e (talvez) mistérios mais elaborados que Lost (mas lembrando sempre que nerd é foda... bola teoria com qualquer coisa e vê detalhe onde nem o autor estava pensando nisso...).

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E aproveitando o tempo que essa postagem ficou esperando revisão, mais algumas recomendações:

The Last Ship (trailer) foi uma ruim boa surpresa. Pior que eu só não passei reto pela chamada porque vi que o Eric Bana estava no elenco, só já assistindo o episódio é que notei que eu li errado (era Eric Dane). A surpresa foi boa porque a série passa o tempo sem você se arrepender realmente. Os personagens são caricatos, mas os episódios são bem feitinhos. Dá para levar numa boa. Mas é ruim porque cada episódio são como pequenos filmes do Steven Seagal de 45 min. E não dá para chamar algo que seja descrito assim de "bom". Mas eu não esperava nada demais realmente, posso viver com isso. Tem até o Jayne, de Firefly, no elenco!

A história: navio fica no pólo por 4 meses, incomunicável, praticando exercícios militares. Ao mesmo tempo dão carona para uma cientista (a verdadeira razão deles estarem lá, mas eles não sabiam) que foi estudar uns passarinhos. Quando a missão finalmente termina eles são atacados por russos que querem a pesquisa - e descobrem que a Terra está sendo devastada por um vírus mortal. A cientista sabia disso, a pesquisa dela é justamente pela cura. Agora eles precisam se virar sozinhos, boiando por aí, evitando serem contaminados e fugindo dos russos, até terem uma vacina e salvarem o mundo.

O ruim é que mal cheguei no terceiro episódio (dos 4 ou 5 que existem por enquanto) e já fiquei sabendo que a série foi renovada para mais uma temporada. Ou seja, a cientista super-foda, que tem certeza que faz e acontece e mapeia DNAs em 15 minutos... vai ficar enrolando pelo menos 2 anos para descobrir uma cura. Os canais de TV deviam realmente voltar a pensar em fazer minisséries com início, meio e fim, em 1 ou 2 anos e pronto! Se ficar bom, OK, deixa saudades, mas pelo menos não ficam enrolando, enrolando, enrolando e aí cancelam sem conclusão. Pelo menos as temporadas serão curtas, de +/- 12 episódios. Bom seriado para hora do jantar, mas nada que você precise apresentar para a namorada ou discutir episódios com amigos.

[ATUALIZAÇÃO 25/AGOSTO: ok, minha previsão foi errada. Leve spoiler a seguir: a cura foi encontrada. Agora é esperar pelo 2ª temporada, que deve ser bem mais urbana...]

E no tempo que levou até eu revisar esta postagem, Korra voltou! [na verdade, não conferi a data, mas acho que já tinha voltado e eu que não notara]

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Mudando um pouco de assunto, quadrinhos rapidamente. Agora que as coisa acalmaram eu estou lendo um tal de Enigma (de Peter Milligan e Duncan Fegredo). Esbarrei numa dessas listas de "10 QUADRINHOS QUE MUDARAM O UNIVERSO!" e esse tipo de exagero, e junto do tradicional (Sandman e Y, The Last Man, por ex., apesar de eu ter achado Y só legalzinho), tinha esse lá, único da lista que eu nunca nem ouvira falar. Resolvi conferir. Ainda estou na segunda edição (de 8), mas prendeu a atenção. Outro que eu comecei faz tempo e parei no meio, mas quero voltar nele ainda é o Blue Estate (12 edições). Conheci esbarrando numa imagem de uma dançarina de cabelo chanel e fui pesquisar se aquele desenho era de algo ou algum devianart aleatório. E era a capa de um dos encadernados desta revista. Foi o que me bastou [eu realmente não sou exigente na hora de ficar curioso com algo]. Estava legal até onde parei, fica a recomendação também. E acabei de descobrir que virou até jogo: trailer da história / trailer de ação / resenha (mas aí eu não recomendo nem nada, não joguei).

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E terminando a postagem, procurando um trailer para Gravity Falls acabei perdendo um bom tempo no Youtube, ouvindo versões alternativas do tema de abertura (um dos mais legais dos últimos tempos). Seguem as melhores:

Piano  --  Rock  --  RAP  --  Rock outra vez  --  Dramático  --  Orquestra

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Office 2010 Portable x StackHash_0a9e

Lá na minha postagem sobre o Walla eu comentei com alguém que a próxima maluquice bizarra que desse no meu computador - e que eu conseguisse resolver - eu voltava para ensinar também (vai que mais gente passa depois pela mesma coisa...).

Esse rolo deve ser muito menos comum, mas depois de sofrer para resolver... Vamos lá:

Contexto: Windows 7 x64 x Microsoft Office 2010 Portable.

Estava eu alegremente usando o Office (foi o Powerpoint na hora) e aí deu um erro. Ok, não era nada urgente, fui fazer outra coisa e desliguei o micro. Na volta... Cadê que funcionava? Não só ele, o Office inteiro. Nada entrava. Nem o Excel, meu braço direito.

O problema: Quando não era StackHash_0a9e era RelaunchUsingCreateProcess
(o primeiro aparecia no detalhe, ao tentar rodar do HD, o outro do DVD backup). Os programas nem abriam. Erro de cara. Modo de segurança não adiantava. E não havia o que reinstalar (?), porque era a versão portátil.

Site e mais sites e reinícios depois, após testar ajustes no DEP (desnecessários ao final), modos de compatibilidade, fazer o Windows travar derrubando manualmente alguns processos... Acabei achando a solução meio que por acaso neste endereço (que repetia algo que eu já tinha lido, sobre arquivos template corrompidos [que provavelmente foi o caso], mas eu dei mole e não os achei na hora. acontece...).

A solução: simplesmente apagar a pasta abaixo:

C:\Users\SeuUsuário\AppData\Roaming\Thinstall

Foi lindo. Resolveu na hora. Sem reiniciar e nem estragar nada (como eu fiz com algumas coisas no processo).

Perdi algumas configurações do Excel e, se não estivesse já tão puto na hora, talvez devesse ter apagado os arquivos aos poucos, até excluir exatamente o culpado. Mas não foi nada que 10 minutos de reajustes não resolvesse. Na dúvida, apaga tudo mesmo.

E é isso. Dessa vez a explicação foi rápida. Abraços!